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	<title>Consumo &#8211; Minhas Economias</title>
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	<description>Minhas Economias é um gerenciador financeiro completo, online, seguro e gratuito. Organize suas contas, gerencie seu orçamento e faça seus objetivos acontecerem.</description>
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	<title>Consumo &#8211; Minhas Economias</title>
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	<item>
		<title>Alimentação e combustível representam 41% do orçamento dos brasileiros</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/consumo/alimentacao-e-combustivel-representam-41-do-orcamento-dos-brasileiros</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Feb 2023 21:06:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa sobre os Hábitos de Consumo no Brasil, feita pela Elo, uma das principais empresas de tecnologia de pagamentos do país, gerida pelo Banco do Brasil, Caixa Econômica e Bradesco, revela que os brasileiros destinam até 46% da renda doméstica para as contas de alimentação e combustível. A pesquisa reúne fontes de dados de 2020 [&#8230;]</p>
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<p>Pesquisa sobre os <strong>Hábitos de Consumo no Brasil</strong>, feita pela Elo, uma das principais empresas de tecnologia de pagamentos do país, gerida pelo Banco do Brasil, Caixa Econômica e Bradesco, revela que os brasileiros destinam até 46% da renda doméstica para as contas de alimentação e combustível.</p>



<p>A pesquisa reúne fontes de dados de 2020 até o final de 2022, considerando mais de 43 milhões de cartões ativos da marca e a média anual de mais de 4,5 bilhões de transações financeiras gerenciadas pela empresa, em todos os estados do país.</p>



<p>Em relação aos gastos essenciais, por exemplo, <strong>alimentação e combustível mostraram peso de 41% no orçamento doméstico</strong>, para todas as faixas de renda, nos últimos 12 meses, em comparação aos 12 meses anteriores. Para os brasileiros de baixa renda a margem sobe para 46% no período, sendo que as compras presenciais, nessa faixa de renda, atingem quase 98%. Entre os mais ricos, alimentação e combustível têm peso de 26% no orçamento.</p>
<p><strong>Leia também:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/tem-dividas-confira-as-dicas-para-se-organizar-e-saber-o-que-priorizar-na-negociacao">Tem dívidas? Confira as dicas para se organizar e saber o que priorizar na negociação</a></li>
</ul>



<p>Em relação às compras feitas no comércio eletrônico, a sondagem apurou que houve expansão de 44% nos gastos pelo público de maior renda após a pandemia do novo coronavírus. Enquanto os mais ricos e a classe média gastaram pelo menos R$ 199 por compra, na classe de menor poder aquisitivo, o valor caiu para R$ 59 por compra. O valor médio desse tipo de transações evoluiu 23% no período pesquisado.</p>



<p>De acordo com a pesquisa, a opção por compras online é a favorita dos brasileiros de qualquer classe econômica, revelando que 91% das compras no comércio digital são feitas no crédito.</p>



<p>“A digitalização se tornou protagonista na vida dos brasileiros, abrangendo os hábitos de consumo, trabalho, socialização, alimentação, transporte e entretenimento. Nossa pesquisa mostra que a transição para pagamentos não presenciais ou digitais tem se propagado rapidamente para novos setores e categorias, incluindo onde o consumo sempre foi historicamente presencial”, afirmou o presidente-executivo da Elo, Giancarlo Greco.</p>



<h2>Expansão</h2>
<p>Os gastos com reformas e melhorias residenciais, englobando construção, reformas, eletrodomésticos, móveis e decoração, cresceram na opção de compra dos brasileiros durante a pandemia, constatou o levantamento. Pessoas com maior renda gastaram até 33% a mais em itens, produtos e serviços nesse setor, com média de gastos de R$ 504. Na renda mais baixa, o gasto médio foi de até 18%, em compras no valor de R$ 141.</p>
<p>Os pagamentos digitais responderam por 45% do total, o que significa que quase a metade do valor investido pelos brasileiros no segmento migrou para o formato online. Destaque para o crédito parcelado para pagamentos, que foi a modalidade mais comum nessa opção, respondendo por 30%.</p>



<p>De acordo com a sondagem, o setor de turismo e viagens mostrou forte retomada no consumo, com alta de 48% em compras efetivadas e aumento de até 45% no valor médio dos gastos. Segundo os pesquisadores, isso significa que os consumidores estão gastando para viajar mais. O crescimento do setor foi liderado pelo público de maior poder aquisitivo: 91%. “São pessoas que puderam arcar com a alta nos preços das passagens e pacotes de viagens após o período de restrições da pandemia”, constata a pesquisa.</p>



<p>O encarecimento do transporte e, consequentemente, das passagens, é explicado pelos efeitos do câmbio, inflação e conflitos internacionais sobre o preço dos combustíveis. A preferência pela modalidade crédito, com predomínio de compras parceladas, subiu 85%, destacando o comércio digital, com 99% das compras realizadas pela internet. O crédito parcelado representou 89% das compras nessa modalidade.</p>
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		<item>
		<title>Dia das Crianças terá brinquedos 20% mais caros</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/consumo/dia-das-criancas-com-brinquedos-20-mais-caros</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Oct 2022 11:00:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[CNC]]></category>
		<category><![CDATA[Comércio]]></category>
		<category><![CDATA[dia das crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Varejo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Presentear os pequenos no Dia das Crianças vai pesar mais no bolso. O preço dos brinquedos está 20% mais caro do que no ano passado. E a inflação dos presentes também afeta outros itens, como tênis (17,6%), roupa infantil (14,6%) e chocolates (10,9%), segundo projeção da CNC (Confederação Nacional do Comércio) com base em dados [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Presentear os pequenos no Dia das Crianças vai pesar mais no bolso. O preço dos brinquedos está 20% mais caro do que no ano passado. E a inflação dos presentes também afeta outros itens, como tênis (17,6%), roupa infantil (14,6%) e chocolates (10,9%), segundo projeção da CNC (Confederação Nacional do Comércio) com base em dados do IBGE.</p>
<p>Os preços mais caros vão afetar o volume de vendas da data. A expectativa é que o Dia das Crianças movimente R$ 8,13 bilhões, queda de 3,1% em relação ao registrado em 2021.</p>
<p>O único item em queda é o videogame, que em um ano apresenta recuo de 1,3%. A cesta total de Dia das Crianças totaliza alta de 8,7%. A cesta foi feita pela CNC com base nos itens IPCA, índice de inflação do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).</p>
<p>“Se confirmada esta previsão, seria o maior percentual de reajuste desta cesta de itens desde 2016, que foi de 8,8%”, segundo Fabio Bentes, economista da CNC responsável pelo levantamento.</p>
<h2>Gasto médio</h2>
<p>Uma outra pesquisa, dessa vez da CNDL (Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas) e do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito), mostra que cada consumidor irá comprar 2,2 presentes e gastará, em média, R$ 242 para isso.</p>
<p>Dos participantes da pesquisa, 29% afirmaram que vão gastar mais do que no ano passado. Uma fatia maior (44%) irá gastar o mesmo valor e 17% comprarão menos.</p>
<p>O Dia das Crianças é a última data comemorativa antes do Natal e ajuda a sinalizar ao comércio o quão aquecida estarão as vendas no último mês do ano.</p>
<p>“Existe sempre uma expectativa por parte do comércio em relação ao Dia das Crianças, uma vez que a data sinaliza tendências dos consumidores e preferências de compras&#8221;, disse, em nota, José César da Costa, presidente da CNDL.</p>
<h2>Presentes de 2022</h2>
<p>Na expectativa da CNC, o que mais as crianças vão ganhar serão roupas e calçados, que responderão por 29% do total (R$ 2,44 bilhões). Na sequência, aparecem eletroeletrônicos e brinquedos, com 27% (R$ 2,20 bilhões). O restante da projeção leva em conta móveis, itens de perfumaria e de supermercados.</p>
<p>De acordo com a pesquisa da CNDL, dos que não vão presentear, o principal motivo é não terem crianças na família ou no círculo de amigos próximos, mas falta de dinheiro e endividamento também foram razões apontadas para a não realização desse gasto.</p>
<p>Costa, da CNDL, lembra que uma das alternativas para compensar o aumento do preço dos brinquedos e a renda mais pressionada é dividir o valor do presente com outras pessoas.</p>
<p>“Dividir o valor do presente com outros familiares é uma excelente opção para o consumidor presentear sem pesar no orçamento. Nesse momento de aperto financeiro, vale usar a criatividade&#8221;, explicou.</p>
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		<item>
		<title>Brasileiros temem roubo de identidade e fraude digital, mostra Serasa</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/consumo/brasileiros-temem-roubo-de-identidade-e-fraude-digital-mostra-serasa</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Sep 2022 17:25:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Fraude digital]]></category>
		<category><![CDATA[Serasa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O brasileiro anda preocupado com a possibilidade de ter os dados roubados e ser vítima de fraudes digitais. Pesquisa da Serasa Experian mostra que esse medo atinge 77% da população, acima dos 57% registrados na pesquisa global. O temor é compreensível. Dos entrevistados, 61% afirmaram já ter passado por alguma experiência de roubo de dados [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O brasileiro anda preocupado com a possibilidade de ter os dados roubados e ser vítima de fraudes digitais. Pesquisa da Serasa Experian mostra que esse medo atinge 77% da população, acima dos 57% registrados na pesquisa global. </p>
<p>O temor é compreensível. Dos entrevistados, 61% afirmaram já ter passado por alguma experiência de roubo de dados ou conhecem quem foi vítima. </p>
<p>A fraude digital se dá quando criminosos têm acesso aos dados pessoais do consumidor (número dos documentos pessoais, endereços, dados do cartão de crédito). Com essas informações, conseguem fazer cadastros em instituições financeiras ou de varejo, abrindo contas ou fazendo empréstimos.   </p>
<p>Devido a esse tipo de fraude, 78% temem que os dados do cartão de crédito sejam roubados &#8211; acima dos 61% da média global. </p>
<p>Essa preocupação é maior na população de faixa etária maior. Enquanto é de 54% entre os que têm 18 a 24 anos, sobe para 57% na faixa seguinte (25 a 39 anos), é de 62% entre os 40 aos 54 anos e, por final, atinge 74% entre os que possuem 55 e 64 anos. </p>
<h2>Fuja das fraudes</h2>
<p>Para evitar fraudes, a Serasa recomenda que os consumidores só incluam informações pessoais e os dados do cartão em sites considerados seguros; desconfiem de ofertas com preços muito inferiores aos de mercado; cadastrem as chaves Pix apenas nos canais oficiais de bancos (aplicativo, agência e internet banking); e não forneçam senha ou códigos de acesso fora do aplicativo do banco. </p>
<p>A pesquisa ouviu 6.062 consumidores com idades entre 18 e 69 anos e foi feita em 20 países (África do Sul, Alemanha, Austrália, Brasil, Chile, China, Colômbia, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos, Holanda, Índia, Indonésia, Irlanda, Itália, Malásia, Noruega, Peru, Singapura e Reino Unido).</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Coffee Break: Uber, o mundos dos investimentos e startups estão entre as dicas de séries</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/consumo/coffee-break-uber-o-mundos-dos-investimentos-e-startups-estao-entre-as-dicas-de-series</link>
					<comments>https://minhaseconomias.com.br/blog/consumo/coffee-break-uber-o-mundos-dos-investimentos-e-startups-estao-entre-as-dicas-de-series#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Aug 2022 19:17:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Coffee Break]]></category>
		<category><![CDATA[Netflix]]></category>
		<category><![CDATA[Série]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A trajetória de um dos fundadores do aplicativo e bastidores sobre a tomada de decisões de gestores são temas das obras audivisuais</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Coffee Break é um espaço destinado a mostrar que há vida para além das contas e planilhas financeiras. Livros, filmes e músicas também são essenciais para nos ajudar a alcançar mais conhecimento e a pensar melhor – e a relaxar, claro.</em></p>
<p><em>Quinzenalmente, o GranaMap vai convidar gestores, economistas, planejadores financeiros e outros profissionais do mercado para que compartilhem o que estão lendo ou assistindo, dando sugestões sobre obras que sejam consideradas essenciais para sua formação.</em></p>
<p><em>Nessa quinzena, profissionais do mercado financeiro dão suas indicações sobre séries.</em></p>
<p><strong>Roberto Cardassi, CEO BlueBenx</strong></p>
<h2>Super Pumped &#8211; A Batalha pelo Uber (Criadores: Brian Koppelman e David Levien)</h2>
<p><figure id="attachment_158677" aria-describedby="caption-attachment-158677" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-158677" src="https://granamap.com.br/wp-content/uploads/2022/08/uber-300x169.jpg" alt="" width="300" height="169" srcset="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2022/08/uber-300x169.jpg 300w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2022/08/uber-768x432.jpg 768w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2022/08/uber.jpg 980w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-158677" class="wp-caption-text">Foto: Reprodução</figcaption></figure></p>
<p>Abordar a trajetória e a personalidade de fundadores de grandes empresas sempre rende audiência, ainda mais quando o personagem principal é controverso. É a isso que se propõe &#8220;Super Pumped&#8221;, que retrata o avanço do aplicativo de transportes Uber, mas também a ascensão e queda de um dos fundadores, Travis Kalanick, interpretado por Joseph Gordon-Levitt. A série de sete episódios é baseada no livro &#8220;A Guerra pela Uber&#8221;, de Mike Isaac, e narrada por Quentin Tarantino. A história começa em 2009, quando o Uber é fundado, ainda com o nome de UberCab. A obra mostra a briga com os taxistas em São Francisco (Califórnia, EUA) e os aportes de investidores que garantiram o crescimento da empresa, mas também os escândalos envolvendo Kalanick, que incluem invasão de dados de usuários, assédio sexual e ambiente de trabalho tóxico. Essas desavenças levaram a renúncia do executivo em 2017. A série está disponível no Paramount+.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Henrique Baggenstoss, CEO da Manchester Investimentos</strong></p>
<h2>Billions (Criadores: Brian Koppelman, David Levien e Andrew Ross Sorkin)</h2>
<p><figure id="attachment_158678" aria-describedby="caption-attachment-158678" style="width: 300px" class="wp-caption alignright"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-158678" src="https://granamap.com.br/wp-content/uploads/2022/08/billions-300x169.jpg" alt="" width="300" height="169" /><figcaption id="caption-attachment-158678" class="wp-caption-text">Foto: Reprodução</figcaption></figure></p>
<p>A série lançada em 2016 já está na sexta temporada e explora o universo dos investimentos. Mais precisamente, é a disputa entre o procurador Chuck Rhodes (interpretado por Paul Giamatti) e o ambicioso sócio controlador da Axe Capital, Bobby Axelrod (personagem de Damian Lewis). A obra aborda os conflitos entre os dois protagonistas – e o que fazem para atingir o oponente -, mas também o cotidiano de uma grande gestora de investimentos e como se dão as discussões sobre a tomada de decisões por parte dos profissionais do mercado financeiro. O espectador vai se deparar com diferentes classes de ativos (ações, renda fixa, <em>commodities</em> e fundos globais), as variáveis consideradas para o aporte em cada uma das opções e também observar abordagens sobre finanças, poder e política. Disponível no Netflix, a série está na sexta temporada, mas nessa última deixa de contar com a participação de Lewis.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Camila Abddelmalack, economista chefe da Veedha Investimentos</strong></p>
<h2>Por trás de seus Olhos (Criação: Steve Lightfoot)</h2>
<p><figure id="attachment_158679" aria-describedby="caption-attachment-158679" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-158679" src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2022/08/olhos-300x169.jpg" alt="" width="300" height="169" srcset="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2022/08/olhos-300x169.jpg 300w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2022/08/olhos-768x432.jpg 768w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2022/08/olhos.jpg 800w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-158679" class="wp-caption-text">Foto: Reprodução</figcaption></figure></p>
<p>O suspense retrata o início de um caso amoroso entre Louise (Simona Brown), uma mãe solteira que se divide entre querer uma diversão e ter que sustentar a casa, e o psiquiatra David (Tom Bateman). O inusitado começa quando a protagonista descobre que irá trabalhar no consultório de David e ele será seu chefe, mas que também o novo <em>affair</em> é casado. O flerte se transforma em uma potencial rede de intrigas quando Louise é apresentada a Adele (Eve Hewson), mulher de David, de quem como a se aproximar. A série de apenas seis episódios, baseada no livro homônimo de Sarah Pinborough, reúne mentiras, suspense, traição, paixão e a tentativa de Louise descobrir o que há por trás do relacionamento entre o casal. Disponível no Netflix, a série tem um final inusitado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sugestão TradeMap</strong></p>
<h2>O Rei do Stonks (Criadores: Philipp Käßbohrer e Matthias Murmann)</h2>
<p><figure id="attachment_158681" aria-describedby="caption-attachment-158681" style="width: 268px" class="wp-caption alignright"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-158681" src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2022/08/stonks-268x300.jpg" alt="" width="268" height="300" srcset="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2022/08/stonks-268x300.jpg 268w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2022/08/stonks-768x860.jpg 768w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2022/08/stonks.jpg 828w" sizes="(max-width: 268px) 100vw, 268px" /><figcaption id="caption-attachment-158681" class="wp-caption-text">Foto: Reprodução</figcaption></figure></p>
<p>A série, ainda em primeira temporada, é quase uma sátira ao mundo das startups e do ambiente corporativo. A trama alemã gira em torno de Felix Armand (Thomas Schubert), vice-presidente de tecnologia da empresa de pagamentos digitais CableCash. Querendo chegar ao cargo de co-CEO, precisa lidar com o chefe megalomaníaco e as disputas internas. A obra mostra o protagonista querendo agradar os acionistas, fraudes, as projeções de ganhos astronômicos, relações de trabalho, atrações inusitadas e também as tentativas para se abafar um escândalo de pornografia digital. A trama remete à história da alemã Wirecard, que foi à falência em 2020, com um rombo de mais de R$ 4 bilhões.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br/blog/consumo/coffee-break-uber-o-mundos-dos-investimentos-e-startups-estao-entre-as-dicas-de-series">Coffee Break: Uber, o mundos dos investimentos e startups estão entre as dicas de séries</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br">Minhas Economias</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>PlayStation 5 vai ficar mais caro &#8211; e a culpa é da inflação, diz a Sony</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/consumo/playstation-5-vai-ficar-mais-caro-e-culpa-e-da-inflacao-diz-sony</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Aug 2022 18:39:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[PlayStation]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www2.minhaseconomias.com.br/?p=28764</guid>

					<description><![CDATA[<p>Que a inflação costuma ser um problema, todo brasileiro sabe. Mas agora ela é um problema tão grande que atingiu escala mundial e fez uma vítima no mercado dos games. Por causa dela, a Sony decidiu anunciar um aumento nos preços do Playstation 5. &#8220;O ambiente econômico global é um desafio que muitos de vocês [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br/blog/consumo/playstation-5-vai-ficar-mais-caro-e-culpa-e-da-inflacao-diz-sony">PlayStation 5 vai ficar mais caro &#8211; e a culpa é da inflação, diz a Sony</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br">Minhas Economias</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Que a inflação costuma ser um problema, todo brasileiro sabe. Mas agora ela é um problema tão grande que atingiu escala mundial e fez uma vítima no mercado dos games. Por causa dela, a Sony decidiu anunciar um aumento nos preços do Playstation 5.</p>
<p>&#8220;O ambiente econômico global é um desafio que muitos de vocês em todo o mundo sem dúvida estão vivenciando&#8221;, disse a companhia japonesa, em um comunicado. &#8220;Estamos vendo taxas altas de inflação mundial, assim como tendências adversas no câmbio, afetarem os consumidores e criarem pressão sobre muitas indústrias.&#8221;</p>
<p>A maior alta de preço, segundo a Sony, deve acontecer no Japão. O novo valor sugerido para o país é 24% maior que o da época do lançamento, em novembro de 2020.  China e Europa aparecem na sequência, com reajuste de 13%, na mesma comparação. Nas demais regiões, o aumento fica entre 4% e 9%.</p>
<p>O único país que ficará livre de aumentos será os Estados Unidos.</p>
<p>Veja a seguir alguns dos preços novos publicados pela Sony para a versão mais barata do console, a digital:</p>
<h2>O que significa a inflação?</h2>
<p>Inflação é o nome dado ao aumento dos preços de produtos e serviços. Quando os preços recuam, este movimento é chamado de deflação.</p>
<p>Quem calcula a inflação ou a deflação de uma economia são os institutos de estatística oficiais. Eles pesquisam quanto o preço de cada produto ou serviço variou num determinado período, e reúnem estes dados num índice único, que mostra se houve alta ou queda nos preços.</p>
<p>No Brasil, quem faz esta conta é o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), e o indicador oficial de inflação é o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo).</p>
<h2>O que gera a inflação?</h2>
<p>São várias as causas da inflação e, segundo o Banco Central, elas podem ser agrupadas da seguinte forma:</p>
<p><strong>pressões de demanda:</strong> quando há muita procura por um determinado bem ou serviço, o preço costuma aumentar até que haja um equilíbrio entre a demanda e a oferta;</p>
<p><strong>pressões de custos:</strong> se fica mais caro produzir um bem ou ofertar um serviço, esse custo maior pode ser repassado aos consumidores. Foi o que aconteceu no caso da Sony e do Playstation 5;</p>
<p><strong>inércia inflacionária:</strong> ocorre quando os preços atuais são ajustados de acordo com a inflação passada. Um exemplo disso são os aluguéis, que costumam ser corrigidos por índices de inflação como o IPCA e o IGP-M;</p>
<p><strong>expectativas de inflação:</strong> quando as pessoas acreditam que os preços vão subir, a tendência é que ajam de acordo com essa perspectiva e se antecipem aumentando os preços de produtos e serviços que oferecem.​</p>
<h2>A inflação está muito alta?</h2>
<p>Sim. Em alguns países, como nos Estados Unidos e na Europa, a taxa está nos maiores níveis desde a década de 1980, beirando os 10% ao ano.</p>
<p>No Brasil, a inflação também está forte. A leitura mais recente, referente a julho, foi de alta de preços de 10,07% ao ano, mas a expectativa é de que a inflação desacelere nos próximos meses. Em abril, por exemplo, a taxa por aqui estava em 12,13% ao ano.</p>
<h2>Quem controla a inflação?</h2>
<p>Os bancos centrais são as instituições responsáveis por vigiar e controlar a inflação. Suas políticas são direcionadas para manter a alta de preços dentro de um limite aceitável e, dessa forma, evitar que a população perca poder de compra.</p>
<p>Para calibrar a inflação, o Banco Central do Brasil usa como principal ferramenta a taxa de juros, que determina o custo do dinheiro e do crédito.</p>
<p>Ao aumentar os juros, a instituição inibe o consumo e os financiamentos, resfriando a economia e fazendo pressão para que a inflação diminua. O contrário acontece quando o Banco Central reduz a taxa Selic.</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br/blog/consumo/playstation-5-vai-ficar-mais-caro-e-culpa-e-da-inflacao-diz-sony">PlayStation 5 vai ficar mais caro &#8211; e a culpa é da inflação, diz a Sony</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br">Minhas Economias</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Coffee Break: Negócios familiares, transformação pelo esporte e redes sociais estão entre as dicas de filmes</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/consumo/coffee-break-negocios-familiares-transformacao-pelo-esporte-e-redes-sociais-estao-entre-as-dicas-de-filmes</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Equipe Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Aug 2022 18:06:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Coffee Break]]></category>
		<category><![CDATA[Criptomoedas]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Casa Gucci e Dilema nas redes estão entre as sugestões de profissionais do mercado financeiro </p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br/blog/consumo/coffee-break-negocios-familiares-transformacao-pelo-esporte-e-redes-sociais-estao-entre-as-dicas-de-filmes">Coffee Break: Negócios familiares, transformação pelo esporte e redes sociais estão entre as dicas de filmes</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br">Minhas Economias</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Coffee Break é um espaço destinado a mostrar que há vida para além das contas e planilhas financeiras. Livros, filmes e músicas também são essenciais para nos ajudar a alcançar mais conhecimento e a pensar melhor – e a relaxar, claro.</em></p>
<p><em>Quinzenalmente, o GranaMap vai convidar gestores, economistas, planejadores financeiros e outros profissionais do mercado para que compartilhem o que estão lendo ou assistindo, dando sugestões sobre obras que sejam consideradas essenciais para sua formação.</em></p>
<p><em>Nessa quinzena, profissionais do mercado financeiro dão suas indicações sobre filmes.</em></p>
<p><strong>Danilo Ribeiro, sócio da gestora Paramis Capital</strong><br />
<em><br />
</em></p>
<p><figure id="attachment_158517" aria-describedby="caption-attachment-158517" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-158517" src="https://granamap.com.br/wp-content/uploads/2022/08/casa-gucci-300x169.jpeg" alt="" width="300" height="169" srcset="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2022/08/casa-gucci-300x169.jpeg 300w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2022/08/casa-gucci-768x432.jpeg 768w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2022/08/casa-gucci.jpeg 980w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-158517" class="wp-caption-text">Foto: Reprodução</figcaption></figure></p>
<h2><em>Casa Gucci</em> (diretor: Ridley Scott)</h2>
<p>O filme retrata a história da família, dos negócios e da ostentação em torno de uma das grifes mais famosas do mundo. Dirigida por Ridley Scott, a obra retrata 30 anos da história dessa família. O fio condutor é a jovem de classe média Patrizia Reggiani, interpretada por Lady Gaga. Ambiciosa, se casa com um Gucci, mais precisamente, Maurizio Gucci (Adam Driver). Mais do que mostrar o estilo de vida dos muito endinheirados, Casa Gucci retrata toda a dinâmica familiar e o auge e declínio dos negócios da família ao longo de quase 30 anos. O filme é baseado no livro <em>&#8220;Casa Gucci: Uma história de glamour, ganância, loucura e morte&#8221;</em> de Sara Gay Forden. Sim, há um crime no filme. Como há também desavenças entre os integrantes da família, a tentativa de manutenção o legado da família, sonegação fiscal, vida conjugal tumultuada e, por fim, a venda da empresa. O filme está disponível no Amazon Prime.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Cristiane Quartaroli, economista do Banco Ourinvest</strong></p>
<p><figure id="attachment_158518" aria-describedby="caption-attachment-158518" style="width: 221px" class="wp-caption alignright"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-158518" src="https://granamap.com.br/wp-content/uploads/2022/08/um-sonho-possivel-221x300.jpg" alt="" width="221" height="300" srcset="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2022/08/um-sonho-possivel-221x300.jpg 221w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2022/08/um-sonho-possivel.jpg 310w" sizes="(max-width: 221px) 100vw, 221px" /><figcaption id="caption-attachment-158518" class="wp-caption-text">Foto: Reprodução</figcaption></figure></p>
<h2><em>Um Sonho Possível</em> (diretor: John Lee Hancock)</h2>
<p>Baseado no livro &#8220;<em>The Blind Side: Evolution of a Game&#8221;</em>, de Michael Lewis, o filme conta a trajetória de Michael &#8220;Big Mike&#8221; Oher, que mesmo oriundo de abrigos para jovens e com uma vida acadêmica pouco promissora, conseguiu uma bolsa de estudos para jogar futebol americano em uma escola. Sua vida, no entanto, muda quando se depara com Leigh Anne Tuohy (Sandra Bullock), que encontra o adolescente andando para o estádio de uma escola para dormir e se proteger da chuva. A milionária decide ajudar Mike, o que afeta as relações em torno desse encontro improvável. Por esse filme, Bullock ganhou o Oscar de melhor atriz, assim como o Globo de Ouro e o Critics Choice Awards. O filme está disponível na HBO Max.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Daniel Miraglia, economista-chefe da Integral Group</strong></p>
<p><figure id="attachment_158519" aria-describedby="caption-attachment-158519" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-158519" src="https://granamap.com.br/wp-content/uploads/2022/08/dilema-das-redes-300x112.jpg" alt="" width="300" height="112" srcset="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2022/08/dilema-das-redes-300x112.jpg 300w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2022/08/dilema-das-redes-768x287.jpg 768w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2022/08/dilema-das-redes.jpg 980w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-158519" class="wp-caption-text">Foto: Reprodução</figcaption></figure></p>
<h2><em>O Dilema das Redes</em> (diretor: Jeff Orlowski)</h2>
<p>Propício para os tempos atuais, a obra trata dos impactos, nem sempre positivos, das redes sociais e da inteligência artificial sobre a sociedade. O filme, disponível no Netflix, pode ser colocado na categoria de &#8220;docudrama&#8221;. Com relatório de profissionais da área e de ex-funcionários de &#8220;big techs&#8221;, o longa-metragem tem também dramatizações para exemplificar o poder das redes. Técnicas para captar e manter a atenção dos usuários, jogos psicológicos e manipulação estão entre os temas abordados. Esses relatos são feitos por ex-funcionários e executivos de empresas como Google, Facebook e Twitter, que mostram como os algoritmos ajudam na amplificação de notícias falsas e na intensificação de ideias polarizadas (se você gosta de um tema, você verá cada vez mais conteúdos relacionados a sua preferência).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sugestão GranaMap</strong></p>
<p><figure id="attachment_158520" aria-describedby="caption-attachment-158520" style="width: 200px" class="wp-caption alignright"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-158520" src="https://granamap.com.br/wp-content/uploads/2022/08/crypto-200x300.jpeg" alt="" width="200" height="300" srcset="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2022/08/crypto-200x300.jpeg 200w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2022/08/crypto.jpeg 500w" sizes="(max-width: 200px) 100vw, 200px" /><figcaption id="caption-attachment-158520" class="wp-caption-text">Foto: Reprodução</figcaption></figure></p>
<h2><em>Crypto &#8211; Máfia digital</em> (diretor: John Stalberg Jr.)</h2>
<p>Martin Duran Jr., interpretado por Beau Knapp, é um jovem agente que atua em investigações de lavagem no ambiente corporativo. Transferido para uma cidade menor, é encarregado de investigar uma rede de corrupção. Ao tentar investigar o submundo do crime, se depara com uma negociadora de obras de arte (Alexis Bledel), um entusiasta das criptomoedas (Jeremie Harris) e um contador (Vicent Kartheiser) sempre pronto para acatar as ordens, nem sempre dentro das regras de seus clientes. O filme, diferente do que o título dá a entender, não é exatamente sobre criptomoedas, mas esse é um dos ativos utilizado pela máfia para a lavagem de dinheiro. O filme está disponível para assinantes do Telecine ou para aluguel na Apple TV, Claro Vídeo e Google Play.</p>
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		<title>Coffee Break: Disney, Facebook e previsões fazem parte de dicas de livros dadas por gestores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Equipe Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Jul 2022 18:28:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Coffee Break]]></category>
		<category><![CDATA[Disney]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Coffee Break é um espaço destinado a mostrar que há vida para além do pregão. Livros, filmes e músicas também são essenciais para nos ajudar a alcançar mais conhecimento e a pensar melhor – e a relaxar, claro. Quinzenalmente, o GranaMap vai convidar gestores, economistas, planejadores financeiros e outros profissionais do mercado para que compartilhem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Coffee Break é um espaço destinado a mostrar que há vida para além do pregão. Livros, filmes e músicas também são essenciais para nos ajudar a alcançar mais conhecimento e a pensar melhor – e a relaxar, claro.</em></p>
<p><em>Quinzenalmente, o <strong>GranaMap</strong> vai convidar gestores, economistas, planejadores financeiros e outros profissionais do mercado para que compartilhem o que estão lendo ou assistindo, dando sugestões sobre obras que sejam consideradas essenciais para sua formação.</em></p>
<p><em>Nessa primeira coluna no GranaMap, vamos mostrar quais livros sobre investimentos e economia os gestores indicam.</em></p>
<p><strong>Marcelo Miranda de Mattos, CIO da Inter Asset</strong></p>
<p><figure id="attachment_158002" aria-describedby="caption-attachment-158002" style="width: 208px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-158002" src="https://granamap.com.br/wp-content/uploads/2022/07/o-sinal-208x300.jpg" alt="capa de livro o sinal e o ruído" width="208" height="300" srcset="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2022/07/o-sinal-208x300.jpg 208w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2022/07/o-sinal.jpg 346w" sizes="(max-width: 208px) 100vw, 208px" /><figcaption id="caption-attachment-158002" class="wp-caption-text">Foto: Reprodução</figcaption></figure></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A enxurrada de informações às vezes deixa o investidor perdido, sem saber quais dados ele deve realmente considerar para tomar uma decisão. É falando de probabilidades, aprimoramento das análises e correlações que devem ser descartadas que trata o livro &#8220;O Sinal e o Ruído&#8221;, de Nate Silver. Dando exemplos práticos em diversas áreas, como jogos de baseball e pesquisas eleitorais, o autor defende que a interpretação correta dos dados numéricos é essencial para dar segurança nas tomadas de decisão nas mais diversas áreas, sem deixar de mostrar que as previsões falham e de indicar como separar o ruído do sinal. O livro aborda ainda conceitos estatísticos, como os modelos preditivos e as limitações de cada metodologia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Mucio Mattos, sócio e responsável pela área de crédito da gestora Vectis</strong></p>
<p><figure id="attachment_158003" aria-describedby="caption-attachment-158003" style="width: 209px" class="wp-caption alignright"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-158003" src="https://granamap.com.br/wp-content/uploads/2022/07/onde-os-sonhos-209x300.jpg" alt="capa de livro onde os sonhos acontecem" width="209" height="300" srcset="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2022/07/onde-os-sonhos-209x300.jpg 209w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2022/07/onde-os-sonhos.jpg 348w" sizes="(max-width: 209px) 100vw, 209px" /><figcaption id="caption-attachment-158003" class="wp-caption-text">Foto: Reprodução</figcaption></figure></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Onde os Sonhos Acontecem&#8221; é a autobiografia de Robert Iger, que por 15 anos foi CEO da Disney. A obra trata de fatos marcantes na história da gigante de entretenimento, lições de liderança, bastidores de decisões que foram tomadas e preocupações que o executivo tinha &#8211; como o temor dos parques virarem um alvo de terroristas após os ataques do 11 de Setembro. A Disney conta hoje com cerca de 190 mil funcionários e boa parte de seu crescimento, através de aquisições, foi feita sob o comando de Iger, incluindo aí Pixar, Marvel e Lucasfilm. Também foi uma aquisição que levou Iger até a Disney &#8211; ele era CEO da ABC, comprada pela gigante em 1996.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Amanda Coura, gestora da Suno Asset</strong></p>
<p><figure id="attachment_158004" aria-describedby="caption-attachment-158004" style="width: 200px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-158004" src="https://granamap.com.br/wp-content/uploads/2022/07/faca-acontecer-1-200x300.jpg" alt="capa de livro faça acontecer" width="200" height="300" srcset="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2022/07/faca-acontecer-1-200x300.jpg 200w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2022/07/faca-acontecer-1.jpg 333w" sizes="(max-width: 200px) 100vw, 200px" /><figcaption id="caption-attachment-158004" class="wp-caption-text">Foto: Reprodução</figcaption></figure></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sheryl Sandberg, COO do Facebook, decidiu colocar em um livro, o &#8220;Faça Acontecer&#8221;, as dificuldades que identificou em relação à ascensão na carreira de acordo com o gênero &#8211; mulheres são a maior parte da força de trabalho, mas não são a maioria em cargos de liderança. Para despertar as discussões sobre as questões de gênero no mercado de trabalho e as limitações implícitas que a sociedade impõe às mulheres, a executiva dá exemplos pessoais, fala de liderança e faz uma reflexão sobre as decisões que tomou &#8211; fazendo a ressalva de que nem todas foram acertadas. O prefácio da edição brasileira é feito por Luiza Helena Trajano, presidente do conselho de administração do Magazine Luiza.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Leonardo Costa, head de Alocação e sócio da Ethimos</strong></p>
<p><figure id="attachment_158001" aria-describedby="caption-attachment-158001" style="width: 234px" class="wp-caption alignright"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-158001" src="https://granamap.com.br/wp-content/uploads/2022/07/mais-importante-234x300.jpg" alt="capa de livro O Mais importante para o Investidor" width="234" height="300" srcset="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2022/07/mais-importante-234x300.jpg 234w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2022/07/mais-importante.jpg 260w" sizes="(max-width: 234px) 100vw, 234px" /><figcaption id="caption-attachment-158001" class="wp-caption-text">Foto: Reprodução</figcaption></figure></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;O Mais Importante para o Investidor&#8221; é um livro de Howard Marks, um dos fundadores da Oaktree Capital. Fazendo uso de toda a sua experiência como gestor, ele tenta mostrar ao leitor quais as chaves para o sucesso e como não cair em armadilhas. Lições sobre tomada de decisões, gestão de risco e ciclos de mercado também estão presentes na obra. Entre as lições do livro, está a sugestão de saber comprar não só um bom ativo, mas também fazer uma compra boa, levando em consideração não só a análise dos fundamentos do investimento, mas também os ciclos econômicos e o comportamento dos investidores.</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>C6 Bank lidera ranking de reclamações pelo terceiro trimestre seguido; veja lista completa</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/consumo/c6-bank-lidera-ranking-de-reclamacoes-pelo-terceiro-trimestre-seguido-veja-lista-completa-2</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Equipe Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Jul 2022 20:38:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Bancos]]></category>
		<category><![CDATA[Ranking]]></category>
		<category><![CDATA[Reclamações]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://granamap.com.br/?p=157778</guid>

					<description><![CDATA[<p>O C6 Bank foi a instituição financeira com o maior número de reclamações por cliente no primeiro trimestre deste ano, de acordo com um ranking divulgado pelo Banco Central. O C6 lidera a lista há três trimestres seguidos, mas vem melhorando seus índices nos últimos meses. Para determinar a instituição financeira com o maior número [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br/blog/consumo/c6-bank-lidera-ranking-de-reclamacoes-pelo-terceiro-trimestre-seguido-veja-lista-completa-2">C6 Bank lidera ranking de reclamações pelo terceiro trimestre seguido; veja lista completa</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br">Minhas Economias</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O C6 Bank foi a instituição financeira com o maior número de reclamações por cliente no primeiro trimestre deste ano, de acordo com um ranking divulgado pelo Banco Central. O C6 lidera a lista há três trimestres seguidos, mas vem melhorando seus índices nos últimos meses.</p>
<p>Para determinar a instituição financeira com o maior número de reclamações, o Banco Central mede quantas queixas válidas recebeu contra cada uma delas em um determinado período, divide esse número pelo total de clientes e depois multiplica esse valor por mil. Quanto maior a nota final, pior o desempenho.</p>
<p>No caso do C6 Bank, a nota recebida após esta conta foi de 77,99. O índice, no entanto, já foi muito pior. No terceiro trimestre do ano passado, quando assumiu a liderança das instituições financeiras com mais reclamações, a nota do banco era de 149,45, e nos últimos três meses de 2021 baixou para 106,22.</p>
<p>A melhora foi motivada tanto pela queda no número total de reclamações &#8211; que passou de 1.651 no terceiro trimestre de 2021 para 1.265 no primeiro trimestre deste ano &#8211; quanto pelo aumento no número de clientes &#8211; que saiu de 11 milhões para 16,2 milhões.</p>
<p>O segundo lugar do ranking de reclamações nos primeiros três meses deste ano foram BTG Pactual e Banco Pan, que tiveram um índice de 68,20, seguidos pelo Banco Inter, com 48,85.</p>
<p>Veja o ranking completo:</p>
<table style="border-collapse: collapse; width: 100%; height: 352px;">
<tbody>
<tr style="height: 22px;">
<td style="width: 25%; height: 22px;"><strong>Instituição Financeira</strong></td>
<td style="width: 25%; height: 22px;"><strong>Nota</strong></td>
</tr>
<tr style="height: 22px;">
<td style="width: 25%; height: 22px;">C6 Bank</td>
<td style="width: 25%; height: 22px;">77,99</td>
</tr>
<tr style="height: 22px;">
<td style="width: 25%; height: 22px;">BTG Pactual / Banco Pan</td>
<td style="width: 25%; height: 22px;">68,20</td>
</tr>
<tr style="height: 22px;">
<td style="width: 25%; height: 22px;">Inter</td>
<td style="width: 25%; height: 22px;">48,85</td>
</tr>
<tr style="height: 22px;">
<td style="width: 25%; height: 22px;">BMG</td>
<td style="width: 25%; height: 22px;">47,20</td>
</tr>
<tr style="height: 22px;">
<td style="width: 25%; height: 22px;">Santander</td>
<td style="width: 25%; height: 22px;">27,37</td>
</tr>
<tr style="height: 22px;">
<td style="width: 25%; height: 22px;">Bradesco</td>
<td style="width: 25%; height: 22px;">25,22</td>
</tr>
<tr style="height: 22px;">
<td style="width: 25%; height: 22px;">Mercado Crédito</td>
<td style="width: 25%; height: 22px;">24,96</td>
</tr>
<tr style="height: 22px;">
<td style="width: 25%; height: 22px;">Original</td>
<td style="width: 25%; height: 22px;">21,59</td>
</tr>
<tr style="height: 22px;">
<td style="width: 25%; height: 22px;">PagBank/PagSeguro</td>
<td style="width: 25%; height: 22px;">14,87</td>
</tr>
<tr style="height: 22px;">
<td style="width: 25%; height: 22px;">Caixa Econômica Federal</td>
<td style="width: 25%; height: 22px;">13,17</td>
</tr>
<tr style="height: 22px;">
<td style="width: 25%; height: 22px;">Banco do Brasil</td>
<td style="width: 25%; height: 22px;">12,32</td>
</tr>
<tr style="height: 22px;">
<td style="width: 25%; height: 22px;">Itaú Unibanco</td>
<td style="width: 25%; height: 22px;">12,26</td>
</tr>
<tr style="height: 22px;">
<td style="width: 25%; height: 22px;">Votorantim</td>
<td style="width: 25%; height: 22px;">8,17</td>
</tr>
<tr style="height: 22px;">
<td style="width: 25%; height: 22px;">Nubank</td>
<td style="width: 25%; height: 22px;">7,48</td>
</tr>
<tr style="height: 22px;">
<td style="width: 25%; height: 22px;">Midway</td>
<td style="width: 25%; height: 22px;">2,87</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Reclamações mais frequentes</h2>
<p>O Banco Central também divulgou os problemas mais recorrentes dos clientes com as instituições financeiras. As queixas relacionadas a cartões de crédito liderou o ranking. No total, foram recebidas 2.312 reclamações sobre este assunto ao longo do primeiro trimestre.</p>
<p>Neste caso, o banco que mais deu dor de cabeça aos consumidores foi o Inter, com 254 reclamações, seguido pelo Bradesco (237) e pelo Santander (226).</p>
<p>A segunda queixa mais frequente, com 1.158 ocorrências, foram os problemas nas operações bancárias sem relação com cartão de crédito &#8211; por exemplo, falha no débito automático autorizado pelo cliente e divergências em saques e em depósitos feitos em caixas tradicionais.</p>
<p>O campeão neste tipo de reclamação foi o C6 Bank, com 259 reclamações, seguido pela Caixa Econômica (213) e pelo Banco Inter (145).</p>
<p>O terceiro problema mais frequente reportado pelos consumidores ao Banco Central foi a oferta ou prestação de serviço de crédito consignado de forma inadequada. Foram 1.107 registros ao longo do primeiro trimestre. BTG Pactual e Banco Pan encabeçaram as queixas, com 235 reclamações cada. Bradesco veio na sequência, com 200, seguido pelo C6 (183).</p>
<p>O ranking do Banco Central sobre as reclamações de clientes referente ao primeiro trimestre deveria ter sido divulgado em 20 de abril, mas a greve dos servidores da instituição fez a divulgação dos dados ser adiada para esta quinta-feira (21). Na próxima quinta-feira, dia 28, serão publicados os dados referentes ao segundo trimestre.</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br/blog/consumo/c6-bank-lidera-ranking-de-reclamacoes-pelo-terceiro-trimestre-seguido-veja-lista-completa-2">C6 Bank lidera ranking de reclamações pelo terceiro trimestre seguido; veja lista completa</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br">Minhas Economias</a>.</p>
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		<title>C6 Bank lidera ranking de reclamações pelo terceiro trimestre seguido; veja lista completa</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/consumo/c6-bank-lidera-ranking-de-reclamacoes-pelo-terceiro-trimestre-seguido-veja-lista-completa</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Jul 2022 20:38:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[C6 Bank]]></category>
		<category><![CDATA[Reclamações]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O C6 Bank foi a instituição financeira com o maior número de reclamações por cliente no primeiro trimestre deste ano, de acordo com um ranking divulgado pelo Banco Central. O C6 lidera a lista há três trimestres seguidos, mas vem melhorando seus índices nos últimos meses. Para determinar a instituição financeira com o maior número [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O C6 Bank foi a instituição financeira com o maior número de reclamações por cliente no primeiro trimestre deste ano, de acordo com um ranking divulgado pelo Banco Central. O C6 lidera a lista há três trimestres seguidos, mas vem melhorando seus índices nos últimos meses.</p>



<p>Para determinar a instituição financeira com o maior número de reclamações, o Banco Central mede quantas queixas válidas recebeu contra cada uma delas em um determinado período, divide esse número pelo total de clientes e depois multiplica esse valor por mil. Quanto maior a nota final, pior o desempenho.</p>



<p>No caso do C6 Bank, a nota recebida após esta conta foi de 77,99. O índice, no entanto, já foi muito pior. No terceiro trimestre do ano passado, quando assumiu a liderança das instituições financeiras com mais reclamações, a nota do banco era de 149,45, e nos últimos três meses de 2021 baixou para 106,22.</p>



<p>A melhora foi motivada tanto pela queda no número total de reclamações &#8211; que passou de 1.651 no terceiro trimestre de 2021 para 1.265 no primeiro trimestre deste ano &#8211; quanto pelo aumento no número de clientes &#8211; que saiu de 11 milhões para 16,2 milhões.</p>



<p>O segundo lugar do ranking de reclamações nos primeiros três meses deste ano foram BTG Pactual e Banco Pan, que tiveram um índice de 68,20, seguidos pelo Banco Inter, com 48,85.</p>



<p>Veja o ranking completo:</p>



<figure class="wp-block-table">
<table>
<tbody>
<tr>
<td><strong>Instituição Financeira</strong></td>
<td><strong>Nota</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>C6 Bank</td>
<td>77,99</td>
</tr>
<tr>
<td>BTG Pactual / Banco Pan</td>
<td>68,20</td>
</tr>
<tr>
<td>Inter</td>
<td>48,85</td>
</tr>
<tr>
<td>BMG</td>
<td>47,20</td>
</tr>
<tr>
<td>Santander</td>
<td>27,37</td>
</tr>
<tr>
<td>Bradesco</td>
<td>25,22</td>
</tr>
<tr>
<td>Mercado Crédito</td>
<td>24,96</td>
</tr>
<tr>
<td>Original</td>
<td>21,59</td>
</tr>
<tr>
<td>PagBank/PagSeguro</td>
<td>14,87</td>
</tr>
<tr>
<td>Caixa Econômica Federal</td>
<td>13,17</td>
</tr>
<tr>
<td>Banco do Brasil</td>
<td>12,32</td>
</tr>
<tr>
<td>Itaú Unibanco</td>
<td>12,26</td>
</tr>
<tr>
<td>Votorantim</td>
<td>8,17</td>
</tr>
<tr>
<td>Nubank</td>
<td>7,48</td>
</tr>
<tr>
<td>Midway</td>
<td>2,87</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<figcaption class="wp-element-caption">Fonte: Banco Central</figcaption>
</figure>



<h2 class="wp-block-heading">Reclamações mais frequentes</h2>



<p>O Banco Central também divulgou os problemas mais recorrentes dos clientes com as instituições financeiras. As queixas relacionadas a cartões de crédito liderou o ranking. No total, foram recebidas 2.312 reclamações sobre este assunto ao longo do primeiro trimestre.</p>



<p>Neste caso, o banco que mais deu dor de cabeça aos consumidores foi o Inter, com 254 reclamações, seguido pelo Bradesco (237) e pelo Santander (226).</p>



<p>A segunda queixa mais frequente, com 1.158 ocorrências, foram os problemas nas operações bancárias sem relação com cartão de crédito &#8211; por exemplo, falha no débito automático autorizado pelo cliente e divergências em saques e em depósitos feitos em caixas tradicionais.</p>



<p>O campeão neste tipo de reclamação foi o C6 Bank, com 259 reclamações, seguido pela Caixa Econômica (213) e pelo Banco Inter (145).</p>



<p>O terceiro problema mais frequente reportado pelos consumidores ao Banco Central foi a oferta ou prestação de serviço de crédito consignado de forma inadequada. Foram 1.107 registros ao longo do primeiro trimestre. BTG Pactual e Banco Pan encabeçaram as queixas, com 235 reclamações cada. Bradesco veio na sequência, com 200, seguido pelo C6 (183).</p>



<p>O ranking do Banco Central sobre as reclamações de clientes referente ao primeiro trimestre deveria ter sido divulgado em 20 de abril, mas a greve dos servidores da instituição fez a divulgação dos dados ser adiada para esta quinta-feira (21). Na próxima quinta-feira, dia 28, serão publicados os dados referentes ao segundo trimestre.</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br/blog/consumo/c6-bank-lidera-ranking-de-reclamacoes-pelo-terceiro-trimestre-seguido-veja-lista-completa">C6 Bank lidera ranking de reclamações pelo terceiro trimestre seguido; veja lista completa</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br">Minhas Economias</a>.</p>
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		<title>Copa de 2022: Pacote de figurinhas dobra de preço &#8211; inflação brasileira justifica a disparada?</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/consumo/copa-de-2022-pacote-de-figurinhas-dobra-de-preco-inflacao-brasileira-justifica-a-disparada</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Equipe Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Jul 2022 16:17:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Copa do Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Copa do Mundo de 2022 começa apenas em novembro, mas o evento já tem deixado muito torcedor indignado. A razão, porém, passa longe do desempenho da seleção brasileira. Ela está relacionada a um item de colecionador, mais especificamente, ao preço dos pacotes de figurinhas do álbum do mundial. Neste ano, um envelope com cinco [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Copa do Mundo de 2022 começa apenas em novembro, mas o evento já tem deixado muito torcedor indignado. A razão, porém, passa longe do desempenho da seleção brasileira. Ela está relacionada a um item de colecionador, mais especificamente, ao preço dos pacotes de figurinhas do álbum do mundial.</p>
<p>Neste ano, um envelope com cinco figurinhas vai custar R$ 4,0, o dobro do cobrado na Copa da Rússia (R$ 2,0), e quase sete vezes mais caro do que na Copa de 2006 (R$ 0,60).</p>
<p>Os valores foram anunciados pela fabricante Panini nesta segunda-feira (18). Os envelopes devem chegar às bancas apenas no dia 15 de agosto, mas a pré-venda já está disponível no site da editora.</p>
<p>Também foram divulgados os valores dos álbuns: a edição com capa simples terá custo de R$ 12, enquanto a opção de capa dura sairá pela bagatela de R$ 44,90.</p>
<p>O álbum vai contar com 80 páginas e 670 espaços para figurinhas de jogadores, arenas, logos das seleções, mascotes e bola oficial. Também haverá 50 cromos especiais e mais 80 extras.</p>
<p>Os valores geraram revolta entre os torcedores e foram alvos de piadas nas redes sociais. Mas afinal, o que justifica o aumento tão significativo das tradicionais figurinhas?</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true">
<p lang="pt" dir="ltr">QUATRO REAIS o pacote com 5 figurinhas do álbum da copa</p>
<p>670 figurinhas, pra completar o álbum você vai precisar gastar pelo menos RS 536.</p>
<p>meio salário-minimo em FIGURINHA</p>
<p>e eu vou pagar dando risada</p>
<p>&mdash; vegeta (@BYDistaDaBola) <a href="https://twitter.com/BYDistaDaBola/status/1549203846328721410?ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">July 19, 2022</a></p></blockquote>
<p><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true">
<p lang="pt" dir="ltr">&gt;QUATRO REAIS&lt; o pacotinho de figurinhas do álbum da copa</p>
<p>Tu abre o pacote</p>
<p>5 laterais reserva do Canadá</p>
<p>&mdash; memes futebolisticos. &#8211; vito (@Mfutebolisticos) <a href="https://twitter.com/Mfutebolisticos/status/1549196351824601090?ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">July 19, 2022</a></p></blockquote>
<p><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<h2>Inflação até na Copa</h2>
<p>A resposta mais esperada para o aumento dos preços das figurinhas aponta para a inflação, que tem atormentado os brasileiros e já chega a 5,49%, no ano, e a 11,89%, em 12 meses. Mas a pressão não explica a razão de o pacote estar custando o dobro em quatro anos.</p>
<p>O álbum de 2018 foi lançado no fim de março. Desde então até junho deste ano (último mês com dados do IBGE), o IPCA, índice oficial de inflação, acumulou variação de 30,5%, o que levaria o álbum a custar R$ 2,61, acima dos R$ 2 cobrados há quatro anos, mas bem abaixo dos R$ 4,0 atuais.</p>
<p>E nem mesmo o IGP-M (Índice Geral de Preços &#8211; Mercado), tradicionalmente usado como base para o reajuste do preço dos aluguéis e que está mais pressionado que o IPCA, justificaria o aumento de 100% das figurinhas.</p>
<p>No período de quatro ano, o IGP-M teve inflação de 79,5%, o que levaria o preço do pacote para R$ 3,59.</p>
<p>Por fim, o custo da matéria-prima para a produção das figurinhas e do álbum também não conseguiria justificar a cobrança de R$ 4 por um pacote de cinco figurinhas.</p>
<p>Dados do IBGE mostram que custo de produção das indústrias de papel e celulose sofreu um reajuste de 59,1% entre 2018 e 2022, ou seja, bastante abaixo dos 100% necessários para justificar que o valor dobrasse de tamanho.</p>
<h2><strong>O lado da Panini</strong></h2>
<p>Questionada pela <strong>Agência TradeMap</strong> sobre os aumentos, a Panini informou em nota que o valor respeita políticas de equiparação de preços em todos os países da América Latina, conforme regras definidas pela Fifa. &#8220;A finalidade disso é evitar problemas de <em>cross-border</em> e proteger mercados de diferentes localidades.&#8221;</p>
<p>A editora também afirmou que há dois anos mantém o preço de produtos colecionáveis entre R$ 3,50 e R$ 4, &#8220;valor este alinhado e praticado em toda a América Latina&#8221;.</p>
<p>[sc name=&#8221;granamap-quer-cuidar-melhor-do-seu-bolso-e-ficar-no-controle-da-sua-vida-financeira&#8221; ][/sc]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br/blog/consumo/copa-de-2022-pacote-de-figurinhas-dobra-de-preco-inflacao-brasileira-justifica-a-disparada">Copa de 2022: Pacote de figurinhas dobra de preço &#8211; inflação brasileira justifica a disparada?</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br">Minhas Economias</a>.</p>
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