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	<title>inflação &#8211; Minhas Economias</title>
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	<title>inflação &#8211; Minhas Economias</title>
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		<title>O que é a Taxa Selic? Entenda para que serve e como afeta a economia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Equipe Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Feb 2023 12:23:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comece a Investir]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se você chegou a este texto e está lendo essas linhas é porque já ouviu falar da taxa Selic. Talvez queira entender a relação desse referencial com investimentos ou com a inflação, por exemplo, ou simplesmente saber seu significado. Vamos tratar, então, dessas e de outras dúvidas ou curiosidades que você possa ter a respeito [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Se você chegou a este texto e está lendo essas linhas é porque já ouviu falar da taxa Selic. Talvez queira entender a relação desse referencial com investimentos ou com a inflação, por exemplo, ou simplesmente saber seu significado.</p>
<p>Vamos tratar, então, dessas e de outras dúvidas ou curiosidades que você possa ter a respeito da taxa básica de juros do mercado brasileiro.</p>
<h2>Origem do termo Selic</h2>
<p>A Selic foi criada em 1979 e, desde então, influencia todas as demais taxas de juros do país, inclusive as de empréstimo do seu banco.</p>
<p>Selic é uma sigla formada pelas iniciais de Sistema Especial de Liquidação e Custódia, administrado pelo Banco Central (BC) e destinado à custódia, ao registro e à liquidação de operações com títulos públicos (do Tesouro Nacional) por instituições financeiras, ou seja, os bancos.</p>
<p>A Selic expressa diariamente a taxa média de juros aplicada em operações de financiamento de curtíssimo prazo, de apenas um dia, feitas pelo Banco Central, com os títulos públicos federais a instituições financeiras.</p>
<p>Já a taxa Selic “meta” é a taxa básica de juros do Brasil e é provavelmente dela que você ouve falar frequentemente. Definida em reuniões periódicas de um comitê do Banco Central intitulado Copom, serve de referência para operações de crédito do país e para aplicações financeiras.</p>
<h2>Para que serve a Selic e como a taxa impacta a economia</h2>
<p>Sempre presente no noticiário econômico, a Selic é o principal instrumento de política monetária utilizado pelo Banco Central para buscar a meta de inflação, definida pelo CMN (Conselho Monetário Nacional). A taxa influencia todos os juros cobrados no país, de empréstimos e financiamentos a investimentos financeiros.</p>
<h2>Quando e como é definida a Selic</h2>
<p>É o próprio BC o responsável pela definição da meta Selic. A instituição é responsável pela política monetária do Brasil e tem como seu principal objetivo o controle da inflação.</p>
<p>Dentro do Banco Central, a discussão sobre o rumo da Selic cabe a um órgão específico: o Comitê de Política Monetária, o chamado Copom, instituído em junho de 1996 e formado por diretores da instituição.</p>
<p>Segundo o próprio BC, a criação do Copom buscou proporcionar maior transparência e um ritual adequado ao processo decisório, a exemplo do que já era adotado pelo Federal Open Market Committee (Fomc), do Banco Central dos Estados Unidos (conhecido pela sigla Fed), e pelo Central Bank Council, do Banco Central da Alemanha.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-large wp-image-158996" src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Efeitos-de-mudancas-na-Selic-320x1024.png" alt="Arte com texto mostrando como funciona a Selic no combate à inflação." width="320" height="1024" srcset="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Efeitos-de-mudancas-na-Selic-320x1024.png 320w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Efeitos-de-mudancas-na-Selic-94x300.png 94w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Efeitos-de-mudancas-na-Selic-768x2459.png 768w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Efeitos-de-mudancas-na-Selic-480x1536.png 480w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Efeitos-de-mudancas-na-Selic-640x2048.png 640w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Efeitos-de-mudancas-na-Selic.png 1140w" sizes="(max-width: 320px) 100vw, 320px" /></p>
<h3>Periodicidade das revisões</h3>
<p>A Selic é revista a cada 45 dias. Esse é o intervalo atual entre as reuniões do Copom. Os encontros ocorrem em dois dias seguidos. O primeiro é reservado às apresentações técnicas de conjuntura econômica e o segundo, à decisão referente à taxa básica de juros.</p>
<p>No primeiro dia das reuniões, os chefes de departamento do BC tratam de inflação, economia internacional, mercado de câmbio e expectativas gerais para variáveis macroeconômicas, entre outros pontos.</p>
<p>No segundo dia, com base na avaliação do cenário visto anteriormente, os integrantes do Copom deliberam, por maioria simples de votos, a taxa Selic.</p>
<p>Os comunicados das decisões do Copom são apresentados após o término da segunda sessão da reunião, a partir das 18h. Já as atas são divulgadas às 8h da terça-feira da semana posterior à realização de cada encontro.</p>
<p>Caso queira estar atento a mudanças na Selic, acesse o calendário anual das reuniões. Fica tudo disponível no site do BC.</p>
<h2>Por que a Selic sobe ou desce?</h2>
<p>A Selic é um instrumento utilizado pelo Banco Central na política monetária, com foco no controle da inflação.</p>
<p>Ao aumentar o patamar da taxa, diminuir ou mantê-lo, o Banco Central regula, de modo indireto, os preços de produtos e serviços no país e, consequentemente, afeta o poder de compra da população.</p>
<p>Ao elevar a taxa Selic, o BC aumenta os juros de empréstimos e financiamentos, restringe o crédito e diminui o total de dinheiro em circulação, o que contribui para a redução a inflação.</p>
<p>Com menos pessoas propensas a consumir produtos e serviços, ou seja, com uma demanda menor, os preços tendem a cair, com a consequência de desaceleração da economia.</p>
<p>O inverso, quando há a decisão de reduzir a taxa Selic, também é verdadeiro. A economia tende a crescer porque a condição do crédito fica mais propícia ao consumo. Com uma taxa básica de juro mais baixa, as pessoas têm mais condições de obter dinheiro e de se endividar.</p>
<p>Como o cenário favorece o consumo, a demanda por produtos e serviços aumenta e o dinheiro em circulação, também. O efeito é uma inflação mais alta.</p>
<h2>Histórico da Selic</h2>
<p>A taxa básica de juros brasileiro tem um histórico de patamares elevados. Chegou a 42% ao ano ao fim de 1990.</p>
<p>Após esse período e com a implementação do Plano Real, a taxa Selic chegou a níveis superiores a 10% ao ano em meados dos anos 2000.</p>
<p>Depois de um intervalo de bastante variação para cima e para baixo, a Selic recuou até 2% ao ano em agosto de 2020.</p>
<p>Em março de 2021, durante a pandemia de Covid-19, houve a primeira elevação da taxa após quase seis anos. O avanço foi de 0,75 ponto percentual (p.p.), para 2,75% ao ano.</p>
<p>Foi a partir desse período que teve início o maior ciclo de elevação da taxa básica de juros brasileira em mais de duas décadas. Em agosto de 2022, a Selic alcançou 13,75%, nível em que encerrou o ano.</p>
<h2>Como ficam meus investimentos com a mudança da taxa Selic?</h2>
<p>Quando a Selic aumenta, são criadas oportunidades em investimentos de renda fixa com rendimentos pós-fixados, porque essa modalidade tem a taxa básica de juros &#8211; ou o CDI (Certificado de Depósito Interbancário), que anda lado a lado com a Selic &#8211; como principal referencial de retorno.</p>
<p>Dessa forma, se a Selic ou o CDI aumentam, investimentos que pagam um percentual desses referenciais também entregam mais retorno aos investidores. E o contrário também é verdadeiro.</p>
<p>Já produtos de renda variável, como ações ou fundos imobiliários, podem ficar menos atrativos em momentos de aperto monetário, isto é, de alta de juros, dada a relação entre risco e retorno na comparação com a renda fixa.</p>
<p>O Tesouro Selic é um título público federal cuja rentabilidade varia conforme a Selic, ou seja, quando a taxa aumenta, a rentabilidade do papel também cresce. E quando a Selic cai, o retorno do título diminui.</p>
<p>A caderneta de poupança também rende de acordo com a Selic. Esse tipo de aplicação tem uma regra especial, mas, basicamente, quando a Selic está igual ou abaixo de 8,5%, a poupança rende apenas 70% da Selic anualizada, acrescida da variação da Taxa Referencial, a famosa TR. Se a Selic for maior que 8,5% ao ano, o retorno da caderneta passa a ser de 0,5% ao mês sobre o valor depositado acrescido da TR.</p>
<h2>O que fazer para superar a taxa básica de juros?</h2>
<p>Quando a Selic está em baixa, há uma forte migração de investimentos para a renda variável. O objetivo, nesse caso, é a busca de opções que possam gerar um rendimento superior à taxa básica.</p>
<p>Os chamados investimentos de renda variável não têm, contudo, um retorno garantido. Nessa categoria, estão ativos como ações, fundos imobiliários, ETFs (Exchange-Traded Funds) &#8211; fundos com cotas negociados em bolsa -, moedas e commodities, entre tantos outros.</p>
<p>Para saber se o tipo de investimento vale a pena, é importante estudar cada um deles, buscar especialistas no assunto, entender as oscilações do mercado e o tamanho do risco a ser assumido.</p>
<p>Agora se sua praia é ter certeza das condições dos rendimentos a serem pagos, com o menor risco possível, a renda fixa se apresenta como um investimento mais adequado.</p>
<p>Dentro dessa opção, a Selic é uma das bases para a definição da rentabilidade.</p>
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		<title>PlayStation 5 vai ficar mais caro &#8211; e a culpa é da inflação, diz a Sony</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/consumo/playstation-5-vai-ficar-mais-caro-e-culpa-e-da-inflacao-diz-sony</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Aug 2022 18:39:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[PlayStation]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Que a inflação costuma ser um problema, todo brasileiro sabe. Mas agora ela é um problema tão grande que atingiu escala mundial e fez uma vítima no mercado dos games. Por causa dela, a Sony decidiu anunciar um aumento nos preços do Playstation 5. &#8220;O ambiente econômico global é um desafio que muitos de vocês [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Que a inflação costuma ser um problema, todo brasileiro sabe. Mas agora ela é um problema tão grande que atingiu escala mundial e fez uma vítima no mercado dos games. Por causa dela, a Sony decidiu anunciar um aumento nos preços do Playstation 5.</p>
<p>&#8220;O ambiente econômico global é um desafio que muitos de vocês em todo o mundo sem dúvida estão vivenciando&#8221;, disse a companhia japonesa, em um comunicado. &#8220;Estamos vendo taxas altas de inflação mundial, assim como tendências adversas no câmbio, afetarem os consumidores e criarem pressão sobre muitas indústrias.&#8221;</p>
<p>A maior alta de preço, segundo a Sony, deve acontecer no Japão. O novo valor sugerido para o país é 24% maior que o da época do lançamento, em novembro de 2020.  China e Europa aparecem na sequência, com reajuste de 13%, na mesma comparação. Nas demais regiões, o aumento fica entre 4% e 9%.</p>
<p>O único país que ficará livre de aumentos será os Estados Unidos.</p>
<p>Veja a seguir alguns dos preços novos publicados pela Sony para a versão mais barata do console, a digital:</p>
<h2>O que significa a inflação?</h2>
<p>Inflação é o nome dado ao aumento dos preços de produtos e serviços. Quando os preços recuam, este movimento é chamado de deflação.</p>
<p>Quem calcula a inflação ou a deflação de uma economia são os institutos de estatística oficiais. Eles pesquisam quanto o preço de cada produto ou serviço variou num determinado período, e reúnem estes dados num índice único, que mostra se houve alta ou queda nos preços.</p>
<p>No Brasil, quem faz esta conta é o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), e o indicador oficial de inflação é o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo).</p>
<h2>O que gera a inflação?</h2>
<p>São várias as causas da inflação e, segundo o Banco Central, elas podem ser agrupadas da seguinte forma:</p>
<p><strong>pressões de demanda:</strong> quando há muita procura por um determinado bem ou serviço, o preço costuma aumentar até que haja um equilíbrio entre a demanda e a oferta;</p>
<p><strong>pressões de custos:</strong> se fica mais caro produzir um bem ou ofertar um serviço, esse custo maior pode ser repassado aos consumidores. Foi o que aconteceu no caso da Sony e do Playstation 5;</p>
<p><strong>inércia inflacionária:</strong> ocorre quando os preços atuais são ajustados de acordo com a inflação passada. Um exemplo disso são os aluguéis, que costumam ser corrigidos por índices de inflação como o IPCA e o IGP-M;</p>
<p><strong>expectativas de inflação:</strong> quando as pessoas acreditam que os preços vão subir, a tendência é que ajam de acordo com essa perspectiva e se antecipem aumentando os preços de produtos e serviços que oferecem.​</p>
<h2>A inflação está muito alta?</h2>
<p>Sim. Em alguns países, como nos Estados Unidos e na Europa, a taxa está nos maiores níveis desde a década de 1980, beirando os 10% ao ano.</p>
<p>No Brasil, a inflação também está forte. A leitura mais recente, referente a julho, foi de alta de preços de 10,07% ao ano, mas a expectativa é de que a inflação desacelere nos próximos meses. Em abril, por exemplo, a taxa por aqui estava em 12,13% ao ano.</p>
<h2>Quem controla a inflação?</h2>
<p>Os bancos centrais são as instituições responsáveis por vigiar e controlar a inflação. Suas políticas são direcionadas para manter a alta de preços dentro de um limite aceitável e, dessa forma, evitar que a população perca poder de compra.</p>
<p>Para calibrar a inflação, o Banco Central do Brasil usa como principal ferramenta a taxa de juros, que determina o custo do dinheiro e do crédito.</p>
<p>Ao aumentar os juros, a instituição inibe o consumo e os financiamentos, resfriando a economia e fazendo pressão para que a inflação diminua. O contrário acontece quando o Banco Central reduz a taxa Selic.</p>
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		<title>Copa do Mundo: inflação do torcedor tem itens com alta de mais de 70%</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/copa-mundo-inflacao-torcedor-tem-itens-com-alta-de-mais-de-70</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Aug 2022 12:45:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Planejamento Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Copa do Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Futebol]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O brasileiro vai ter que desembolsar (muito) mais dinheiro para torcer pela seleção de futebol na Copa de 2022. Alguns &#8220;itens essenciais&#8221; do torcedor acumulam alta de mais de 70% desde a última Copa &#8211; e ainda podem subir um pouco mais até a estreia do time do técnico Tite, em 24 de novembro. A [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O brasileiro vai ter que desembolsar (muito) mais dinheiro para torcer pela seleção de futebol na Copa de 2022. Alguns &#8220;itens essenciais&#8221; do torcedor acumulam alta de mais de 70% desde a última Copa &#8211; e ainda podem subir um pouco mais até a estreia do time do técnico Tite, em 24 de novembro.</p>
<p>A alta é disseminada e não irá passar desapercebida. Em muitos itens, a elevação supera o índice oficial de inflação, o IPCA, que acumula elevação de 28,7% desde a última Copa.</p>
<p>Um dos exemplos é a camisa oficial da seleção brasileira, lançada pela Nike no início de agosto a R$ 349,90, valor 40% superior ao preço de lançamento da versão da Copa de 2018.</p>
<p>Ainda entre os itens oficiais, a bola de futebol da Copa, a a Al Rihla, da Adidas, está R$ 249,90, valor 40% acima da irmã da Copa de 2018, a Telstar 18. E para quem se contenta com itens mais em conta, o envelope com cinco figurinhas da Copa está sendo vendido a R$ 4, o dobro do valor cobrado na Copa da Rússia.</p>
<h2>Churrasco mais caro</h2>
<p>Até dá para dispensar a camisa e as figurinhas, mas é impensável acompanhar os jogos sem pensar automaticamente em um churrasco. Pois o desembolso será maior não só para comprar as carnes, mas também acompanhamentos e bebidas (alcóolicas ou não).</p>
<p>As carnes acumulam uma alta de 76,6% desde a Copa da Rússia. Ter o acompanhamento de um pãozinho está mais de 30% mais caro e a cerveja subiu em torno de 18%. Não consome álcool? O refrigerante também tem preços mais elevados, acumulando alta de 23%.</p>
<p>O item de menor alta foi a farinha de mandioca, utilizada para a farofa, que subiu 2,6%.</p>
<p>A má notícia é que ainda há espaço para novas elevações até novembro.</p>
<p>&#8220;A inflação vai continuar incomodando nos próximos meses até a Copa. Devemos verificar aumento nas bebidas alcóolicas e não alcóolicas e ainda há a pressão dos alimentos&#8221;, diz Bruno Imaizumi, economista da LCA Consultores.</p>
<p>O economista explica que a maior parte da alta de preços ocorreu entre maio do ano passado e abril de 2022. Foi nesse intervalo de tempo que a inflação medida pelo IPCA atingiu o pico do entre Copas: 12,13%.</p>
<h2>Motivos da alta da inflação</h2>
<p>Fatores externos e internos contribuíram para essa alta de preços. No exterior, o motivo mais recente é a guerra na Ucrânia, que contribuiu para a elevação do preço de matérias-primas, como petróleo e grãos.</p>
<p>Já no cenário interno, os preços da energia encareceram os custos de produção em 2021 devido à escassez hídrica. Também houve um aumento da demanda devido ao avanço da vacinação contra a Covid-19.</p>
<p>Esses fatores seguem gerando efeito. Com o encarecimento dos grãos, ficou mais caro alimentar animais de abate, elevando o preço final das carnes. Esse processo ainda não está normalizado, segundo Imaizumi.</p>
<p>Para o economista, os aumentos de preços de alimentos e bebidas podem reduzir o consumo durante a Copa ou, no mínimo, fazer com que o consumidor busque por alternativas mais baratas.</p>
<p>&#8220;Esses preços podem restringir o consumo ou afetar a qualidade, se a opção for por um item mais barato. Isso ocorre porque o brasileiro não só perdeu o poder de compra com a inflação como ainda precisou aceitar empregos de menores salários&#8221;, explica.</p>
<p>Decidiu abandonar a camisa e desistiu do churrasco para assistir sozinho o jogo pela TV? Os televisores acumulam alta de 17%.</p>
<h2>Auxílio Brasil</h2>
<p>Alexandre Espírito Santo, economista-Chefe da Órama Investimentos, lembra que a inflação tem atingido todas as economias. Para lidar com os preços em alta, um dos mecanismos é a elevação das taxas de juros. A Selic está atualmente em 13,75% ao ano &#8211; durante a pandemia, chegou a 2%.</p>
<p>&#8220;A desaceleração da inflação no Brasil está começando antes. Esse ano vamos ter uma inflação perto de 7% e no ano que vem, pouco acima de 5%&#8221;, diz.</p>
<p>Apesar da desaceleração, o economista lembra que esse é um processo lento devido à indexação na economia, o que faz com que parte da inflação passada se reflita no presente.</p>
<p>Para ele, ainda é incerto o efeito do aumento do Auxílio Brasil em R$ 200, que é válido até dezembro mas que deve ser renovado em 2023. Isso porque, de um lado, a medida tem um efeito de aumento da demanda e pressão dos preços, mas, por outro, os juros elevados seguram a economia.</p>
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		<title>O que é deflação e por que ela não é sentida por todos</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/o-que-e-deflacao-e-por-que-ela-nao-e-sentida-por-todos</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Aug 2022 14:51:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Planejamento Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Deflação]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[IPCA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O mês de julho foi marcado por uma deflação de 0,68% no IPCA, que é um índice de preços. Quem vê esse número, pode entender que todos os preços caíram, mas o bolso sabe que a realidade é bem diferente disso. Para entender melhor o que aconteceu, primeiro é preciso saber o que é o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mês de julho foi marcado por uma deflação de 0,68% no IPCA, que é um índice de preços. Quem vê esse número, pode entender que todos os preços caíram, mas o bolso sabe que a realidade é bem diferente disso.</p>
<p>Para entender melhor o que aconteceu, primeiro é preciso saber o que é o IPCA, o principal índice de preços do país.</p>
<p>O IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) é uma cesta composta por nove grupos de produtos. Dentro de cada um, há vários subtipos de produtos ou serviços. A variação de todos esses itens, ponderada pela participação de cada um na cesta, é o que resultará em uma variação positiva (inflação) ou negativa (deflação).</p>
<p>Os grupos são os seguintes: alimentação e bebidas (responde por 21,3% do índice); habitação (15,2%); artigos para a residência (3,9%); vestuário (4,5%); transportes (22,3%); saúde e cuidados pessoais (12,4%); despesas pessoais (9,7%); educação (5,6%); e comunicação (5,1%).</p>
<p>Essa cesta tem o objetivo de refletir o gasto médio de uma família. No entanto, a depender da realidade de cada consumidor, a variação do índice de inflação nem sempre vai coincidir com o que é sentido na prática.</p>
<p>Uma família de menor renda gasta uma maior parte do seu salário com alimentação. A variação dos itens desse grupo, portanto, será o mais relevante na percepção de consumo de renda.</p>
<p>A deflação de julho, que também deve se repetir em agosto, é fruto da queda do preço da gasolina e energia. A gasolina é o item que, individualmente, tem o maior peso na composição do IPCA, 6,7%, maior que grupos inteiros de produtos.</p>
<p>&#8220;Esses preços caíram como efeito da redução do ICMS e dos tributos federais sobre a gasolina. A dinâmica da inflação, no entanto, não foi alterada&#8221;, diz Flavio Serrano, economista-chefe da Greenbay Investimentos.</p>
<p>Por dinâmica da inflação o economista quer dizer que ainda há pressões que fazem com que, no geral, os preços continuem em alta.</p>
<p>É por isso que uma família que não tenha carro para abastecer terá sentido muito pouco dessa deflação de julho. Pelo contrário, a sensação pode inclusive ser de que os preços estão mais elevados.</p>
<p>Isso pode ser visto melhor ao olhar a inflação no acumulado dos 12 meses encerrados em julho. O IPCA, nesse intervalo, acumula alta de 10,07%. Ao olhar apenas o grupo de alimentos e bebidas, a inflação é ainda maior, de 14,7% em 12 meses.</p>
<p>Outros itens também ligados ao dia a dia acumulam altas próximas a dois dígitos, como aluguel (8,8%) e produtos farmacêuticos (15,1%).</p>
<h2>Leite dispara</h2>
<p>Dentro do grupo de alimentação, o item que chama mais a atenção é o leite e derivados, com inflação de 41,2% em 12 meses &#8211; só o longa vida acumula uma alta de 66,4%.</p>
<p>No caso do leite, essa alta é fruto de alguns fatores. O primeiro é a entressafra característica do período, em que a produção cai, jogando os preços do produto para cima.</p>
<p>No entanto, outros dois motivos turbinaram esse movimento. No início do ano, com a alta no preço da carne bovina, muitos produtores destinaram parte do rebanho para o abate, reduzindo o número de animais destinados à produção do leite. Outro é o aumento dos insumos, como ração.</p>
<p>Ainda entre os alimentos, frango e peixes acumulam altas de quase 20%.</p>
<p>E na famosa dupla brasileira, o alívio só ocorre no arroz, que apresenta deflação de 7,9% em 12 meses. No mesmo período, o feijão carioca sobe 28,6%.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Copa de 2022: Pacote de figurinhas dobra de preço &#8211; inflação brasileira justifica a disparada?</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/consumo/copa-de-2022-pacote-de-figurinhas-dobra-de-preco-inflacao-brasileira-justifica-a-disparada</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Equipe Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Jul 2022 16:17:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Copa do Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Copa do Mundo de 2022 começa apenas em novembro, mas o evento já tem deixado muito torcedor indignado. A razão, porém, passa longe do desempenho da seleção brasileira. Ela está relacionada a um item de colecionador, mais especificamente, ao preço dos pacotes de figurinhas do álbum do mundial. Neste ano, um envelope com cinco [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Copa do Mundo de 2022 começa apenas em novembro, mas o evento já tem deixado muito torcedor indignado. A razão, porém, passa longe do desempenho da seleção brasileira. Ela está relacionada a um item de colecionador, mais especificamente, ao preço dos pacotes de figurinhas do álbum do mundial.</p>
<p>Neste ano, um envelope com cinco figurinhas vai custar R$ 4,0, o dobro do cobrado na Copa da Rússia (R$ 2,0), e quase sete vezes mais caro do que na Copa de 2006 (R$ 0,60).</p>
<p>Os valores foram anunciados pela fabricante Panini nesta segunda-feira (18). Os envelopes devem chegar às bancas apenas no dia 15 de agosto, mas a pré-venda já está disponível no site da editora.</p>
<p>Também foram divulgados os valores dos álbuns: a edição com capa simples terá custo de R$ 12, enquanto a opção de capa dura sairá pela bagatela de R$ 44,90.</p>
<p>O álbum vai contar com 80 páginas e 670 espaços para figurinhas de jogadores, arenas, logos das seleções, mascotes e bola oficial. Também haverá 50 cromos especiais e mais 80 extras.</p>
<p>Os valores geraram revolta entre os torcedores e foram alvos de piadas nas redes sociais. Mas afinal, o que justifica o aumento tão significativo das tradicionais figurinhas?</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true">
<p lang="pt" dir="ltr">QUATRO REAIS o pacote com 5 figurinhas do álbum da copa</p>
<p>670 figurinhas, pra completar o álbum você vai precisar gastar pelo menos RS 536.</p>
<p>meio salário-minimo em FIGURINHA</p>
<p>e eu vou pagar dando risada</p>
<p>&mdash; vegeta (@BYDistaDaBola) <a href="https://twitter.com/BYDistaDaBola/status/1549203846328721410?ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">July 19, 2022</a></p></blockquote>
<p><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true">
<p lang="pt" dir="ltr">&gt;QUATRO REAIS&lt; o pacotinho de figurinhas do álbum da copa</p>
<p>Tu abre o pacote</p>
<p>5 laterais reserva do Canadá</p>
<p>&mdash; memes futebolisticos. &#8211; vito (@Mfutebolisticos) <a href="https://twitter.com/Mfutebolisticos/status/1549196351824601090?ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">July 19, 2022</a></p></blockquote>
<p><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<h2>Inflação até na Copa</h2>
<p>A resposta mais esperada para o aumento dos preços das figurinhas aponta para a inflação, que tem atormentado os brasileiros e já chega a 5,49%, no ano, e a 11,89%, em 12 meses. Mas a pressão não explica a razão de o pacote estar custando o dobro em quatro anos.</p>
<p>O álbum de 2018 foi lançado no fim de março. Desde então até junho deste ano (último mês com dados do IBGE), o IPCA, índice oficial de inflação, acumulou variação de 30,5%, o que levaria o álbum a custar R$ 2,61, acima dos R$ 2 cobrados há quatro anos, mas bem abaixo dos R$ 4,0 atuais.</p>
<p>E nem mesmo o IGP-M (Índice Geral de Preços &#8211; Mercado), tradicionalmente usado como base para o reajuste do preço dos aluguéis e que está mais pressionado que o IPCA, justificaria o aumento de 100% das figurinhas.</p>
<p>No período de quatro ano, o IGP-M teve inflação de 79,5%, o que levaria o preço do pacote para R$ 3,59.</p>
<p>Por fim, o custo da matéria-prima para a produção das figurinhas e do álbum também não conseguiria justificar a cobrança de R$ 4 por um pacote de cinco figurinhas.</p>
<p>Dados do IBGE mostram que custo de produção das indústrias de papel e celulose sofreu um reajuste de 59,1% entre 2018 e 2022, ou seja, bastante abaixo dos 100% necessários para justificar que o valor dobrasse de tamanho.</p>
<h2><strong>O lado da Panini</strong></h2>
<p>Questionada pela <strong>Agência TradeMap</strong> sobre os aumentos, a Panini informou em nota que o valor respeita políticas de equiparação de preços em todos os países da América Latina, conforme regras definidas pela Fifa. &#8220;A finalidade disso é evitar problemas de <em>cross-border</em> e proteger mercados de diferentes localidades.&#8221;</p>
<p>A editora também afirmou que há dois anos mantém o preço de produtos colecionáveis entre R$ 3,50 e R$ 4, &#8220;valor este alinhado e praticado em toda a América Latina&#8221;.</p>
<p>[sc name=&#8221;granamap-quer-cuidar-melhor-do-seu-bolso-e-ficar-no-controle-da-sua-vida-financeira&#8221; ][/sc]</p>
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		<title>Bola de neve: renda comprometida e inflação pressionam (ainda mais) a inadimplência</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/bola-de-neve-renda-comprometida-e-inflacao-pressionam-ainda-mais-a-inadimplencia</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 May 2022 15:52:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Suas dívidas]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[endividamento]]></category>
		<category><![CDATA[inadimplência]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O endividamento em nível recorde e a inflação sem dar um sinal consistente de trégua devem resultar em (ainda) mais inadimplência para o consumidor. E em meio a esse cenário, colocar as contas em dia deve demorar ainda mais tempo. &#8220;O cenário está mais deteriorado [para o consumidor] que em períodos anteriores. Há um maior [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O endividamento em nível recorde e a inflação sem dar um sinal consistente de trégua devem resultar em (ainda) mais inadimplência para o consumidor. E em meio a esse cenário, colocar as contas em dia deve demorar ainda mais tempo.</p>



<p>&#8220;O cenário está mais deteriorado [para o consumidor] que em períodos anteriores. Há um maior endividamento, o desemprego está elevado há um longo período e a inflação não dá trégua&#8221;, diz Guilherme Dietze, analista econômico da Fecomércio-SP (Federação do Comércio de São Paulo).</p>



<p>Com os preços subindo a um ritmo superior ao da renda e os juros em alta, sobram menos recursos para as famílias pagarem as contas. No momento que os gastos essenciais são priorizados, como alimentação e transportes, os atrasos começam a aparecer.</p>



<p>Esse aumento da inadimplência já está presente nos dados do Banco Central (BC) e também nos grandes bancos. A expectativa é que esse movimento continue ao longo dos próximos meses.</p>



<p>No Santander, primeiro dos grandes bancos a divulgar balanço, a taxa de inadimplência (atrasos acima de 90 dias) na pessoa física chegou a 4% ao final do primeiro trimestre, ante 3,6% ao final do trimestre anterior e 3,1% em março de 2021.</p>



<p>Já os dados do BC estão um pouco mais defasados devido à paralisação dos servidores, mas o movimento é similar. A inadimplência na pessoa física foi de 3,3% em fevereiro. Esse número indica uma alta de 0,1 ponto percentual na comparação com o mês anterior e de 0,4 ponto em 12 meses.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Mais difícil sair do calote</h2>



<p>Na visão de analistas, a inadimplência à pessoa física não irá superar momentos de alta de inadimplência anteriores. Em maio de 2016, a taxa de atrasos para esse público chegou a 4,32%. Em contrapartida, será mais difícil o endividado sair dessa situação.</p>



<p>Dietze lembra que em 2016, o endividamento estava abaixo de 40%, o que significa que as dívidas de uma pessoa ou família equivaliam a menos de 40% de seus rendimentos em 12 meses. O endividamento agora está em 52,6%, o maior já registrado.</p>



<p>&#8220;Os juros estão mais elevados, então quem tem uma prestação está transferindo mais dinheiro para o banco e sobrando menos salário. A inflação e os juros limitam o pagamento de contas&#8221;, diz o economista.</p>



<p>A taxa Selic está em 11,75% ao ano, e tudo indica que terá uma nota alta de 1 ponto percentual, a 12,75%, nesta quarta (4). A inflação em 12 meses está em 11,30%.<br /><br />E quando se considera as dívidas além do setor financeiro, a situação fica pior. A pesquisa da Confederação Nacional do Comércio (CNC) mostrou que em abril 28,6% dos entrevistados tinha contas em atraso. No mesmo mês de 2021, essa porcentagem era de 24,2%, com uma situação pior para os que ganham até 10 salários-mínimos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Risco para os bancos?</h2>



<p>Apesar dessa alta da inadimplência, Leo Monteiro, analista da Ativa Investimentos, acredita que os bancos vão conseguir lidar com esse aumento da inadimplência.</p>



<p>A razão é que as grandes instituições estão com uma espécie de colchão para lidar com calotes. No jargão do setor bancário, isso é chamado de provisão para devedores duvidosos (PDD).</p>



<p>Essa despesa subiu em 2020, com os bancos se preparando para enfrentar a pandemia da Covid-19. No entanto, a inadimplência não veio, mas eles continuaram com as provisões elevadas.</p>



<p>A expectativa é que além de Santander, Bradesco, Itaú e Banco do Brasil também registrem aumento da inadimplência, mas com um impacto menor sobre o lucro. Isso porque essas instituições já possuem provisões elevadas e não vão ter despesas adicionais para lidar com os calotes.</p>



<p>&#8220;Esses bancos vão passar menos sufoco, mesmo com inadimplência maior&#8221;, diz. &#8220;</p>



<p>Flávio Conde, analista da Levante Investimentos, também vê Bradesco, Itaú e BB sofrendo menos com a inadimplência. Não porque ela não irá subir, mas porque estão mais preparados para esse momento.</p>



<p>Além disso, são instituições com atuação relevante em outras áreas, como seguros e crédito rural, que ajudarão a amenizar as perdas no segmento de crédito à pessoa física.</p>



<p>O que não muda é a percepção de que o ciclo de inadimplência no segmento pessoa física será mais persistente devido ao cenário macroeconômico.</p>



<p>&#8220;Essa inadimplência ocorre em função da menor disponibilidade de renda. As famílias estão sendo obrigadas a gastar mais com alimentos e transporte. Isso não muda no curto prazo&#8221;, avalia.</p>
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		<title>Suas milhas viraram pó? Inflação de pontos para passagens aéreas triplica em um ano</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/consumo/suas-milhas-viraram-po-inflacao-de-pontos-para-passagens-aereas-triplica-em-um-ano</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Apr 2022 21:31:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[milhas]]></category>
		<category><![CDATA[pacotes de viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Passagens aéreas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A volta à vida normal tem elevado a demanda por viagens e, consequentemente, o uso de milhas e pontos dos programas de fidelidade na compra de passagens. Mas se a inflação chegou nas passagens aéreas, chegou mais ainda no uso de milhas, o que significa que o consumidor precisa acumular muito mais desses pontos de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A volta à vida normal tem elevado a demanda por viagens e, consequentemente, o uso de milhas e pontos dos programas de fidelidade na compra de passagens. Mas se a inflação chegou nas passagens aéreas, chegou mais ainda no uso de milhas, o que significa que o consumidor precisa acumular muito mais desses pontos de fidelidade para comprar um mesmo trecho.</p>
<p>Levantamento feito pela Oktoplus, plataforma que faz o gerenciamento de pontos de programas de milhagem, ajuda a entender o tamanho do problema: se os preços de passagens mais que dobraram em um ano em alguns trechos, o custo em milhas mais que triplicou.</p>
<p>Entre 1º de janeiro e 12 de abril do ano passado, a passagem entre São Paulo e Rio de Janeiro custava, na média, R$ 443, valor que subiu para R$ 1.003 no mesmo período de 2022. Um aumento de 126%, impulsionado pela alta do querosene de aviação, que segue a cotação internacional do petróleo e que responde por quase metade dos custos das aéreas, e menor oferta de voos.</p>
<p>Mas a disparada no custo de comprar bilhetes com milhas foi muito maior. No programa da Gol, o Smiles, o mesmo trecho era adquirido por 16.632 pontos no ano passado, quantidade que saltou para 57.876 pontos neste ano, um salto de 248%. O levantamento leva em conta uma antecedência de compra de 18 dias.</p>
<p>Bruno Nissental, sócio da Oktoplus, explica que essa disparidade pode ser explicada em parte pelo funcionamento das bonificações de pontos de cartão de crédito no momento da transferência para os programas de milhagem. Como em geral é a companhia que arca com essas promoções, como contrapartida ela passa a exigir mais pontos para o mesmo trecho.</p>
<p>&#8220;Ao arcar com essa bonificação, a companhia precisa compensar essa perda. O jeito de fazer isso é reduzindo o custo de emissão de passagens com milhas, que é o mesmo que dizer que eles aumentam a quantidade de milhas necessárias para emitir a passagem&#8221;, aponta Nissental.</p>
<p>As três grandes companhias aéreas do país, Azul (AZUL4), Gol (GOLL4) e Latam (LATM33), têm programas de milhagem internalizados. Nesse modelo, o objetivo é dar a melhor rentabilidade possível à empresa e, nesse caso, o preço em milhas vai acompanhar a oscilação do valor das passagens.</p>
<p>&#8220;Atualmente, os programas de fidelidade são gerenciados pelas próprias companhias. Dessa forma, a oscilação de preços em dinheiro é repassada automaticamente para o preços em milhas&#8221;, diz.</p>
<p>E o aumento de preços tem sido constantes. Dados da Decolar, plataforma de venda de produtos de viagem, mostram que as passagens aéreas subiram em março entre 16% e 26% na comparação com fevereiro. O levantamento levou em conta voos partindo de São Paulo com destino a Aracaju (SE), Brasília (DF), Natal (RN), Porto Seguro (BA) e Rio de Janeiro (RJ).</p>
<h2>Foco nas promoções</h2>
<p>Para quem tem se assustado com os preços mas precisa viajar, o que fazer?</p>
<p>Rafael Palácio, gerente de negócios da MaxMilhas (empresa que faz transações com milhas para a aquisição de passagens ou pacotes de viagens), recomenda que o consumidor compare o preço da passagem com e sem milhas e também sempre faça uso dos programas parceiros, que podem gerar bonificação extra.</p>
<p>“Uma compra no cartão ou em uma varejista parceira do programa pode gerar 3.000 pontos. Ao converter esses pontos para milhas, em uma promoção do programa de fidelidade da companhia aérea, com 100% de bônus, o rendimento é de 6.000 milhas&#8221;, cita como exemplo.</p>
<p>Essas promoções variam a todo momento. A Livelo, por exemplo, está com uma promoção vigente em que os pontos transferidos para o Latam Passa geram uma bonificação de 30%. Para Gol e Azul, não há esse benefício, mas há menos de duas semanas havia uma campanha em que os pontos Livelo tinham bonificação de 100% no momento da transferência.</p>
<p>Vale só fazer a transferência dos pontos do cartão para o programa de milhagem no momento dessas promoções ou quando realmente for comprar a passagem.</p>
<p>E caso o número de pontos não seja suficiente para comprar uma passagem, o consumidor deve usá-los para adquirir algum outro produto ou serviço. Deixar vencer é o mesmo que jogar dinheiro fora, afinal, há uma verdadeira indústria no segmento de fidelidade.</p>
<p>A ABEMF (Associação Brasileira das Empresas do Mercado de Fidelização) estima que o faturamento das empresas de fidelidade foi de R$ 1,6 bilhão no terceiro trimestre de 2021, patamar já similar ao registrado no pré-pandemia.</p>
<p>A origem desses valores se dá nas transações mais cotidianas. Enquanto a compra de passagens responde por apenas 3,6% das milhas e ou pontos gerados, as compras de produtos e serviços no varejo representam 96,4%.</p>
<p>Para Paulo Curro, diretor executivo da associação, a tendência é que o consumidor cada vez mais faça a adesão (e o uso) desses programas de acúmulo de pontos e milhas, em especial em um contexto macroeconômico mais desfavorável.</p>
<p>“Está muito mais claro para os consumidores brasileiros que os programas de fidelidade geram uma economia real no dia a dia. O que ainda é importante entender é que todos os gastos podem e devem trazer benefícios a eles”, diz.</p>
<h2>Passagens respondem por 70% do uso de pontos</h2>
<p>Mesmo com a maior quantidade de milhas para um mesmo trecho, a companha de passagem aérea concentra a utilização dos pontos dos programas de fidelidade, que respondem pelo uso de 70% dos pontos resgatados &#8211; no auge da pandemia, chegou a ser zero.</p>
<p>&#8220;Durante a pandemia, devido às restrições de circulação impostas, chegamos a registrar 100% dos pontos sendo utilizados para aquisição de produtos e serviços no varejo&#8221;, diz Curro.</p>
<p>O pior momento do resgate de passagens se deu no segundo trimestre de 2020 e a recuperação vem se dando gradualmente. No terceiro trimestre de 2021, último dado consolidado disponível, o uso de pontos para a compra de passagens chegou a 70,7% dos resgates, ante 55,9% no trimestre anterior.</p>
<p>A ABEMF não tem dados sobre o preço das passagens em milhas, uma vez que esse custo varia de acordo com a data do voo e as ofertas dos programas de fidelidade e dos cartões de crédito no momento da transferência dos pontos.</p>
<p>No entanto, a associação mostra um crescimento no resgate de milhas superior ao número de transações. No terceiro trimestre, foram resgatados 80,3 bilhões de pontos/ milhas, número 93,8% maior na comparação com o mesmo período de 2020. Em relação a 2019, período em que não há o impacto da pandemia, o crescimento é de 22,6%.</p>
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			</item>
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		<title>Inflação na prática: automóveis, carnes e até o cuscuz vão ficar mais caros</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/consumo/inflacao-na-pratica-automoveis-carnes-e-ate-o-cuscuz-vao-ficar-mais-caros</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Mar 2022 11:10:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[IPI]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O bolso do brasileiro não tem um dia de paz e a calmaria ainda vai demorar a chegar, já que o aumento no preço de diferentes insumos, consequência da guerra na Ucrânia, será cada vez mais repassado aos preços, atingindo em cheio a renda do consumidor. O primeiro exemplo desse efeito recai sobre os preços [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O bolso do brasileiro não tem um dia de paz e a calmaria ainda vai demorar a chegar, já que o aumento no preço de diferentes insumos, consequência da guerra na Ucrânia, será cada vez mais repassado aos preços, atingindo em cheio a renda do consumidor.</p>
<p>O primeiro exemplo desse efeito recai sobre os preços da gasolina, do diesel e do gás de cozinha, em que o aumento foi anunciado no dia 10 de março (com altas de 18,8%, 24,9% e 16,1%, respectivamente). Infelizmente, as elevações não vão parar por aí. Automóveis e peças para veículos, carnes em geral, energia e derivados de milho e soja também vão sofrer novos aumentos de preços nos próximos meses.</p>
<p>&#8220;As surpresas inflacionárias estão aí sendo encomendadas. Há um choque de oferta em função da guerra&#8221;, diz Julio Hegedus Netto, economista na Mirae Asset.</p>
<p>Até o início do ano, a expectativa era que a inflação, que fechou 2021 a 10,06%, começasse a recuar entre abril e maio, chegando perto de 5% ao fim do ano. O cenário mudou e o IPCA em 12 meses está em 10,54% e o boletim Focus indica que o mercado prevê alta de 6,59% para o ano fechado de 2022.</p>
<blockquote><p>Mas o que é exatamente esse choque de oferta? Esse é o termo dado quando uma determinada situação (pandemia, guerra) altera ou impossibilita o fornecimento de mercadorias ou serviços. A oferta dos produtos cai e os preços, sobem.</p></blockquote>
<p>Esse primeiro choque de oferta está se dando nas commodities, com petróleo, grãos e minério de ferro subindo mais forte que o esperado. Isso significa que os produtos que utilizam esses insumos também vão ter seus preços elevados.</p>
<p>Para o economista, esse choque de oferta será maior a medida que a guerra na Ucrânia se estenda, já que o contexto atípico tende a agravar a situação das cadeias produtivas.</p>
<h2>Carros ainda mais caros</h2>
<p>Esse é o caso de veículos. Era esperado que, em 2022, os preços dos automóveis parassem de subir, já que haveria uma normalização na entrega de semicondutores e, adicionalmente, a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre veículos.</p>
<p>&#8220;A redução de IPI deve segurar um pouco a taxa do aumento dos preços, mas os preços não vão se manter nos níveis que estão hoje&#8221;, diz Fernando Trujillo, analista do setor automotivo da empresa de pesquisa IHS Markit.</p>
<p>A razão é que o aumento do minério de ferro encarece o aço, um dos principais insumos do setor automotivo. Outros fatores de risco inflacionário para essa indústria são a eventual interrupção no fornecimento de peças devido ao conflito na Ucrânia e a recomposição dos preços por parte das fabricantes de autopeças.</p>
<p>Ainda falando sobre o aço, a construção civil também deve sofrer nos próximos meses com o aumento do preço, refletindo a valorização do minério de ferro no mercado internacional.</p>
<p>&#8220;Alguns setores conseguem repassar os preços. É o caso daqueles que vendem para a construção civil, como de aço e cimento, que subiram mais do que a inflação&#8221;, explica o economista Luís Barone, sócio-diretor da Galápagos Capital.</p>
<p>E mesmo quem não vai comprar um carro, reformar ou comprar um imóvel continuará convivendo com os efeitos da inflação. Além de o reajuste dos combustíveis afetar o preço dos fretes, há ainda um efeito na alimentação, que acaba atingindo em maior escala as famílias de menor renda.</p>
<h2>Efeito nos alimentos</h2>
<p>A Associação Brasileira de Supermercados (Abras) lembra que os preços nos supermercados têm subido acima do registrado pelo IPCA. O índice Abrasmercado subiu 11,5% no ano passado.</p>
<p>Para esse ano, a pressão deve partir de diferentes produtos. Frutas, carnes e alimentos em geral devem ficar mais caros ao longo do ano.</p>
<p>No caso da banana, o impacto nos preços em 2022 será proveniente dos maiores custos de energia (a fruta é acondicionada em estufas). Para 2023, deve pesar o aumento do preço dos fertilizantes (o Brasil importa o insumo, principalmente, da Rússia).</p>
<p>Já o milho e a soja são usados na alimentação de animais, sendo responsáveis por cerca de 70% dos custos. Com isso, são esperados novos aumentos nos preços de frango, suínos e carne bovina.</p>
<p>E o milho, que já subiu mais de 20%, tem 15% da produção nacional destinada ao consumo humano. É esse o insumo básico para a farinha de milho, canjica, fubá. Sim, o cuscuz ficará mais caro. O mesmo ocorre com o trigo, utilizado na fabricação de pães, massas e bolachas.</p>
<p>Por fim, a redução do IPI deve beneficiar o setor de higiene pessoal, beleza e cosméticos. No entanto, a Associação Brasileira da Indústria de Higiene (Abihpec) não sabe dizer se esse alívio chegará ao preço final. No caso de empresas que estão com margens apertas, o efeito deve ser apenas o de postergar reajustes.</p>
<p>&#8220;É difícil fazer diagnóstico claro, porque o mercado está difícil de prever&#8221;, diz João Basílio, presidente da associação.</p>
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		<title>Meu investimento rendeu 10%: fiquei 10% mais rico?</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/meu-investimento-rendeu-10-fiquei-10-mais-rico</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Jul 2012 03:08:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Planejamento Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Aposentadoria]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[juros nominais]]></category>
		<category><![CDATA[juros reais]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento longo prazo]]></category>
		<category><![CDATA[rentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando analisamos os retornos dos nossos investimentos, geralmente prestamos atenção somente no percentual final do rendimento. Mas sempre é necessário lembrar que há outros aspectos que devem ser levados em conta,  principalmente no planejamento de longo prazo. Vamos a um exemplo simples: o seu investimento rendeu 10% no ano. Dá pra concluir que você está 10% mais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando analisamos os retornos dos nossos investimentos, geralmente <span style="text-decoration: underline;">prestamos atenção somente no percentual final do rendimento</span>.<span id="more-5943"></span></p>
<p>Mas sempre é necessário lembrar que há outros aspectos que devem ser levados em conta,  principalmente no planejamento de longo prazo.</p>
<p>Vamos a um exemplo simples: o seu investimento rendeu 10% no ano. Dá pra concluir que você está 10% mais rico?</p>
<p>Se você respondeu sim &#8230;bem, é melhor refazer os cálculos.</p>
<p>Em primeiro lugar, <span style="text-decoration: underline;">você deve descontar deste percentual todos os gastos que ainda terá que pagar</span>. E isso vai variar de investimento para investimento.</p>
<p>Por exemplo, os fundos de investimento geralmente já incluem neste percentual os valores cobrados de taxas de administração &#8230; mas não incluem o Imposto de Renda que incidirá sobre o lucro das operações.</p>
<p>No caso da poupança, a rentabilidade divulgada já é a final, não haverá mais nenhum desconto.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">INFLAÇÃO</span></p>
<p>Mas o que a maioria das pessoas mais esquece de levar em conta é a inflação. E, nos dias de hoje, ela não é desprezível.</p>
<p>Por exemplo, em outubro o <span style="text-decoration: underline;">IPCA acumulado de 12 meses ficou perto de 7%</span>(há diversos índices que medem a inflação, mas vamos considerar aqui o IPCA para simplificar). Ou seja, em média, precisamos desembolsar este percentual a mais para comprar os mesmos produtos e serviços que comprávamos há 1 ano atrás.</p>
<p>Assim, se o nosso rendimento neste mesmo período de tempo foi de 10%, seria mais correto dizer que<span style="text-decoration: underline;"> ficamos apenas 3% mais ricos. </span>É uma grande diferença, não?</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">APOSENTADORIA</span></p>
<p>Como dissemos anteriormente, considerar a inflação em seus cálculos é extremamente importante principalmente no planejamento de nossa aposentadoria.</p>
<p>Costumamos sempre mencionar que o efeito dos <span style="text-decoration: underline;">“juros sobre juros”</span> é importantíssimo nos investimentos de longo prazo, fazendo o dinheiro se multiplicar várias vezes.</p>
<p>Mas não se esqueça que os preços em geral também aumentarão, seguindo uma lógica parecida: poderíamos chamá-la de <span style="text-decoration: underline;">“inflação sobre inflação”</span>!</p>
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		<title>“Inflação do feijão” chega a quase 50%. Como conseguir economizar?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Jun 2012 03:05:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Planejamento Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[economia doméstica]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[inflação alimentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em tempos de redução de taxa Selic e controle da inflação no Brasil, um fato que chama muita a atenção aqui é o preço do feijão. Desde o início do ano até maio, ela acumula um aumento de 49,25% (contra 5,50% do arroz, por exemplo). É claro que isto é uma disparidade, já que as [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em tempos de redução de taxa Selic e controle da inflação no Brasil, um fato que chama muita a atenção aqui é o preço do feijão.</p>
<p>Desde o início do ano até maio, <strong>ela acumula um aumento de 49,25%</strong> (contra 5,50% do arroz, por exemplo).</p>
<p><span id="more-7316"></span>É claro que isto é uma disparidade, já que as taxas médias de inflação estão bem mais baixas. Mas quando falamos em economia doméstica, é importante conhecer e buscar alternativas para que isso não afete o nosso orçamento.</p>
<p><strong>Se você não é um consumidor frequente deste alimento, não se preocupe:</strong> o efeito deste aumento de preços pode não ser muito importante para você.</p>
<p>Caso contrário, ainda assim não é preciso cortar 100% do feijão das refeições,<strong> mas pode-se reduzir um pouco o seu consumo</strong>. Buscar outros alimentos alternativos e pesquisar muito bem os preços (há variedades, como o feijão preto, que aumentaram “apenas” 26% &#8230;) são algumas opções.</p>
<p>E fique de olho! Quando os preços começarem a reduzir novamente, aí sim, mate a saudade com aquela feijoada completa, sem afetar o seu bolso!</p>
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