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	<title>Suas dívidas &#8211; Minhas Economias</title>
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	<description>Minhas Economias é um gerenciador financeiro completo, online, seguro e gratuito. Organize suas contas, gerencie seu orçamento e faça seus objetivos acontecerem.</description>
	<lastBuildDate>Mon, 06 Mar 2023 20:54:50 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Suas dívidas &#8211; Minhas Economias</title>
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		<title>Desenrola dará desconto para dívidas que somam R$ 50 bi, diz Haddad</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Equipe Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Mar 2023 17:44:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Suas dívidas]]></category>
		<category><![CDATA[Desenrola]]></category>
		<category><![CDATA[Dívidas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo ministro da Fazenda, lançamento será feito após desenvolvimento do sistema com credores privados</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O programa de renegociação de dívidas Desenrola dará descontos para débitos de 37 milhões de CPFs negativados e que somam R$ 50 bilhões, anunciou nesta segunda-feira (6) o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. </p>



<p>O desenho foi fechado pelo ministro com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em reunião na manhã de hoje, e prevê um fundo garantidor do Tesouro Nacional de R$ 10 bilhões como forma de facilitar as renegociações.</p>



<p>De acordo com Haddad, o governo fará a contratação do desenvolvimento de um sistema de oferta de descontos. O programa será lançado quando esse sistema ficar pronto.</p>



<p> &#8220;É um processo complexo pois envolve credores privados, e os programas vão entrar no programa pelo tamanho do desconto que se dispuserem a dar para os devedores&#8221;, disse. &#8220;Então o modelo foi validado [por Lula], o desenvolvimento do sistema vai ser contratado e nós vamos lançar o programa quando o sistema tiver pronto.&#8221; </p>



<p>Para entrar no programa, os credores deverão estar dispostos a dar desconto na renegociação. &#8220;A exigência do programa vai ser o desconto que credores estão dispostos a dar, é uma dívida privada, com um banco, com uma concessionária, com uma financeira. Então nós temos que modelar o sistema para que quanto maior seja o desconto, mais chances o credor tenha de receber o débito que vai ser honrado pelo devedor.&#8221;</p>



<p>Segundo o ministro, o programa não terá linha de corte, e as dívidas de pessoas que ganham até dois salários-mínimos deverão ter descontos maiores. </p>



<p></p>



<p></p>
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		<item>
		<title>Mutirão &#8220;limpa nome&#8221; vai até o dia 31 de março; veja como renegociar sua dívida</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/suas-dividas/mutirao-limpa-nome-vai-ate-o-dia-31-de-marco-veja-como-renegociar-sua-divida</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Mar 2023 19:42:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Suas dívidas]]></category>
		<category><![CDATA[Bancos]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<category><![CDATA[Dívidas]]></category>
		<category><![CDATA[endividamento]]></category>
		<category><![CDATA[Febraban]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para quem tem dívidas em atraso, tem início nesta quarta-feira (dia 1º) e vai até o dia 31 de março mais uma edição do mutirão &#8220;limpa nome&#8221;, que é feito pela Febraban (Federação Brasileira dos Bancos) em parceria com o Banco Central (BC) e os órgãos de proteção de crédito. Fazem parte desse mutirão as [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Para quem tem dívidas em atraso, tem início nesta quarta-feira (dia 1º) e vai até o dia 31 de março mais uma edição do mutirão &#8220;limpa nome&#8221;, que é feito pela Febraban (Federação Brasileira dos Bancos) em parceria com o Banco Central (BC) e os órgãos de proteção de crédito.</p>



<p>Fazem parte desse mutirão as dívidas contraídas com bancos ou financeiras: cartão de crédito, cheque especial, empréstimos e financiamentos garantidos, como os de veículos e imóveis.</p>



<p>O interessado em fazer a renegociação pode procurar a própria instituição financeira ou ir a um Procon. Outra opção é acessar o portal <a href="https://www.consumidor.gov.br/" target="_blank" rel="noopener">consumidor.gov.br</a> e checar as ofertas disponíveis.</p>



<p>Cada instituição tem sua política própria de desconto sobre o valor da dívida e parcelamento do débito.</p>



<p>No último mutirão, realizado em novembro de 2022, foram 2,325 milhões de contratos renegociados, segundo dados da Febraban.</p>
<h2>Planejamento para sair da dívida</h2>



<p>O diretor de relações com o consumidor da Febraban, Amaury Oliva, explica que no momento de fechar o acordo, o consumidor deve se atentar ao valor da parcela e ter certeza que conseguirá honrá-la, evitando novas inadimplências.</p>



<p>“Não adianta negociar uma parcela que seja alta e que não caiba no orçamento. A organização financeira é fundamental tanto para que o consumidor consiga sair das dívidas, quanto para planejar as coisas que deseja realizar assim que seu nome sair da lista de inadimplentes”, afirmou, em nota.</p>



<p>A Febraban recomenda alguns passos antes de fechar o acordo. O primeiro deles é saber qual o valor da dívida e depois definir o valor máximo que se pode gastar ao mês com o pagamento desses débitos em atraso.</p>



<p>Para os consumidores que possuem mais de um débito em atraso, a sugestão é priorizar o pagamento dos vinculados a serviços essenciais, como água e luz, e créditos com garantia, como financiamento de veículo ou do imóvel.</p>



<p>Dívidas consideradas caras, como o cheque especial e cartão, devem ser quitadas antes do que o consignado ou crédito pessoal, que possuem juros menores.</p>



<p>O endividado deve ainda negociar com o seu credor. Ao acessar as ofertas disponíveis, ele pode, e deve, fazer uma contraproposta, que pode ser um valor menor para quitação à vista ou um maior parcelamento.</p>
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		<item>
		<title>Consignado para beneficiário do Auxílio Brasil terá juro de até 3,5% ao mês</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/suas-dividas/consignado-para-beneficiario-auxilio-brasil-tera-juro-de-ate-35-ao-mes</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Sep 2022 16:16:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Suas dívidas]]></category>
		<category><![CDATA[Auxílio Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Consignado]]></category>
		<category><![CDATA[endividamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O governo federal publicou as regras para os empréstimos consignados dos beneficiários do Auxílio Brasil (antigo Bolsa Família), conforme portaria publicada nesta terça-feira no &#8220;Diário Oficial da União&#8221;. O juro máximo para a operação será de 3,5% ao ano e prazo de pagamento é de até 24 meses. O consignado é aquele crédito concedido pelas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal publicou as regras para os empréstimos consignados dos beneficiários do Auxílio Brasil (antigo Bolsa Família), conforme portaria publicada nesta terça-feira no &#8220;Diário Oficial da União&#8221;. O juro máximo para a operação será de 3,5% ao ano e prazo de pagamento é de até 24 meses. </p>
<p>O consignado é aquele crédito concedido pelas instituições financeiras com desconto automático das parcelas em folhas de pagamento de salários ou benefícios sociais. </p>
<p>A taxa máxima desse consignado, de 3,5% ao mês, é superior à taxa média de 1,85% ao mês praticada pelos demais tipos de consignado (beneficiários do INSS, servidores públicos e funcionários da iniciativa privada). </p>
<p>No caso do Auxílio Brasil, os beneficiários poderão fazer empréstimos de até 40% do valor permanente do benefício, que é de R$ 400 &#8211; o Auxílio Brasil atualmente é de R$ 600, mas o adicional de R$ 200 tem previsão para ser pago apenas até dezembro. </p>
<p>“A portaria estabelece o limite de juros de 3,5% ao mês. Esse teto pode ser ainda menor, dependendo da negociação da instituição financeira com o tomador do empréstimo”, informou, em nota, o Ministério da Cidadania.</p>
<p>Ao justificar a necessidade desse tipo de crédito, o ministério informou que ele possibilitará às famílias a reorganização do orçamento doméstico, com a troca de operações com juros mais elevados pelo consignado. </p>
<p>O consignado para os beneficiários do auxílio está previsto na Lei 14.431, de 3 de agosto, mas o decreto que regulamenta a concessão só foi publicado nesta terça-feira. </p>
<p>Atualmente, mais de 20 milhões de famílias recebem o auxílio. </p>
<h2>Riscos</h2>
<p>Se por algum motivo o auxílio for suspenso, o tomador do crédito continuará com a dívida até que todas as parcelas sejam quitadas. </p>
<p>Segundo César Bergo, professor de mercado financeiro da Universidade de Brasília (UnB), o tomador desse crédito deve tomar alguns cuidados para evitar cair em fraudes ou mesmo entrar em uma dívida sem condições de pagá-la. </p>
<p>“De repente a pessoa assume uma dívida, e o que ela recebe para poder se manter, que já é pouco, fica ainda menor. Porque o objetivo maior dessa ajuda é [beneficiar as] pessoas que, muitas vezes, estão totalmente fora do mercado de trabalho e não têm outra renda”, disse.</p>
<p>Para acessar esse crédito, os interessados terão que preencher um questionário sobre educação financeira. </p>
<p>São sete perguntas ao todo. Entre elas, o questionamento se o beneficiário fez as contas para ver se conseguirá arcar com as parcelas e o aviso de que se o benefício for cancelado, o empréstimo continuará ativo.</p>
<p>Com informações da Agência Brasil</p>
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		<item>
		<title>Serasa: renegociação de dívidas cresce 22% em agosto, chegando a R$ 4,8 bilhões</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/suas-dividas/serasa-renegociacao-de-dividas-cresce-22-em-agosto-chegando-r-48-bilhoes</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Sep 2022 13:22:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Suas dívidas]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[inadimplência]]></category>
		<category><![CDATA[Serasa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O brasileiro está tentando sair dos cadastros de inadimplência e quitou mais dívidas em agosto. Segundo a Serasa, 1,8 milhão de pessoas fizeram renegociações na plataforma da empresa em agosto, um crescimento mensal de 22%. O total de dívidas renegociadas, já com os descontos, somaram R$ 4,8 bilhões. O que contribuiu para o crescimento foi [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O brasileiro está tentando sair dos cadastros de inadimplência e quitou mais dívidas em agosto. Segundo a Serasa, 1,8 milhão de pessoas fizeram renegociações na plataforma da empresa em agosto, um crescimento mensal de 22%.</p>
<p>O total de dívidas renegociadas, já com os descontos, somaram R$ 4,8 bilhões.</p>
<p>O que contribuiu para o crescimento foi a disponibilização do parcelamento da dívida em até 24 vezes sem juros, após acordo do serviço <a href="https://www.serasa.com.br/limpa-nome-online/" target="_blank" rel="noopener">Limpa Nome</a> da Serasa com cerca de 50 empresas (varejistas, concessionárias de serviços públicos, bancos).</p>
<p>“É um momento desafiador para todos os brasileiros e, para quem não tem crédito no mercado, a situação fica pior”, disse, em nota, Aline Maciel, gerente da Serasa.</p>
<p>Nos cadastros da empresa, são 52,1 milhões os brasileiros que estão com restrição de crédito devido a contas em atraso.</p>
<h2>Perfil das renegociações</h2>
<p>A maior parte das renegociações está relacionada a empresas de telecomunicações, que responderam por 41% do total. As dívidas com securitizadoras e bancos aparecerem em seguida, com fatias de, respectivamente, 24% e 15%. Os débitos com varejistas responderam por 14% e o restante está pulverizado em outras categorias.</p>
<p>Em relação ao perfil dos endividados que fizeram acordos, a maior parte (44%) tem renda de até R$ 2 mil. A faixa de renda de até R$ 5 mil foi a segunda mais significativa, com participação de 26%.</p>
<p>Em relação à faixa etária, consumidores de 30 a 40 anos lideraram as negociações, com 30%. Já os jovens de até 25 anos foram responsáveis por 22% do total de acordos fechados em agosto.</p>
<h2>Endividamento e inadimplência</h2>
<p>Juros em patamares elevados e o processo inflacionário fazem com que os consumidores recorram mais ao crédito fácil para quitar necessidades do dia a dia, como fazer parcelamento das compras do mês no supermercado. Isso tem efeito sobre o nível de endividamento – e contribui para o aumento da inadimplência.</p>
<p>O nível do endividamento dos brasileiros está no maior patamar da história, segundo dados do Banco Central (BC). O endividamento das famílias chegou a 52,8% em maio (último dado disponível), uma alta de 6,1 pontos percentuais em 12 meses.</p>
<p>Esse indicador significa que, da renda bruta das famílias recebida em 12 meses, uma fatia de 49,4% foi destinada ao pagamento de dívidas, o que é recorde dentro dessa metodologia.</p>
<p>O aumento do endividamento é seguido por um aumento da inadimplência. O índice de atrasos acima de 90 dias entre as pessoas físicas chegou a 3,5% em junho, alta de 0,6 ponto percentual em 12 meses, segundo o BC.</p>
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		<item>
		<title>Inadimplência: veja os motivos da alta e saiba como evitar ser parte dessa estatística</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/suas-dividas/inadimplencia-veja-os-motivos-da-alta-e-saiba-como-evitar-ser-parte-dessa-estatistica</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Equipe Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Aug 2022 18:58:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Suas dívidas]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<category><![CDATA[inadimplência]]></category>
		<category><![CDATA[juros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Consumidor deve ser cauteloso para driblar dívidas caras, como a do cartão de crédito</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O consumidor está tendo que lidar com juros em alta, inflação em patamar elevado e a renda estagnada &#8211; ou em queda. Nesse cenário restritivo, você deve ter cautela para acabar não engrossando as estatísticas de inadimplência, que estão em crescimento.</p>
<p>A inadimplência é o percentual de contas em atraso em relação ao total de crédito de uma instituição, empresa ou prestadora de serviço. Em geral, entram nesse índice os atrasos acima de 90 dias. Quando o consumidor entra nessa condição, ele passa a fazer parte dos cadastros de negativados e tem mais dificuldade em conseguir novos empréstimos ou mesmo contratar serviços.</p>
<p>Olhando só o sistema bancário, a inadimplência da pessoa física nas operações com recursos livres (que é o dinheiro que o banco capta e pode destinar para a modalidade de crédito que quiser) estava em abril em 5% ao ano, uma alta de um ponto percentual em 12 meses.</p>
<p>Mas esses dados estão defasados devido à greve dos servidores do Banco Central durante o primeiro semestre. Indicadores dos bancos privados e de outras empresas indicam que a tendência de alta continua, e que vai se agravar.</p>
<p>&#8220;O risco de inadimplência é elevado. Temos um ambiente econômico de baixo crescimento e juros e inflação elevada que comprometem a renda. As taxas de desemprego também não ajudam&#8221;, diz Miguel José Ribeiro de Oliveira, diretor executivo de estudos e pesquisas da Anefac (Associação Nacional de Executivos de Finanças).</p>
<h2>PIB, inflação, juros e renda</h2>
<p>Por ambiente econômico, entenda-se os principais indicadores que medem crescimento, nível de preços e outras variáveis.</p>
<p>A expectativa do crescimento da economia, medida pelo PIB, é de 2% para esse ano, segundo o boletim Focus do BC, que reúne a média das projeções de diversos economistas.</p>
<p>Esse número é acima do que era esperado no início do ano, mas ainda assim baixo para impulsionar a geração de renda. E, para o ano que vem, a projeção é de um crescimento do PIB de apenas 0,41%.</p>
<p>O consumidor ainda precisa lidar com a inflação. O IPCA nos 12 meses encerrados em julho está em 10,07%. Até o final do ano, a expectativa é que fique em 7%, ou seja, desacelere, ainda de acordo com o Focus.</p>
<p>Essa desaceleração, no entanto, está mais concentrada nos preços dos combustíveis e energia. Outros produtos relevantes para o dia a dia, como alimentos e itens para manutenção da casa, não têm perspectiva de redução dos preços.</p>
<p>E para quem tem dívida ou vai se endividar, a Selic está em 13,75% a ano. Um ano antes, a taxa básica era de 5,25%.<br />
Pagando mais caro pela alimentação e outros gastos essenciais e com dívidas mais caras, fica mais difícil honrar os compromissos.</p>
<p>Para piorar, o juro que o consumidor paga não é esse. Essa é a taxa que os bancos captam dinheiro para emprestar. A taxa paga por quem precisa de dinheiro é superior e varia de acordo com a modalidade de crédito. Um financiamento de veículos, por exemplo, tem taxa de menos 2% ao mês (26,7% ao ano), mas a do cartão de crédito fica em torno de 13,5% (350% ao ano).</p>
<p>O que poderia ajudar o cidadão é o aumento da renda. O desemprego até tem caído, mas os salários não estão subindo &#8211; o rendimento médio real mensal ficou no período em R$ 2.652, uma queda de 5,1% ante o mesmo trimestre de 2021.</p>
<h2>Fuja da estatística</h2>
<p>Para não ficar inadimplente e ter o nome nos cadastros de restrição, como Serasa, o importante é ter o orçamento doméstico sob controle e, como o cenário é ruim, fugir de novas dívidas.</p>
<p>Mas se for necessário fazer uma dívida ou financiamento, avalie a real capacidade de pagamento, levando em conta as demais despesas já assumidas, como alimentação e moradia.</p>
<p>&#8220;O momento está ruim para endividamentos. Se não tiver alternativa, é melhor tentar migrar para dívidas mais baratas e ser cauteloso, evitando as linhas caras&#8221;, diz Oliveira.</p>
<h2>Dívida dobra em 6 meses</h2>
<p>A linha de crédito mais cara, e acessível, é o rotativo do cartão de crédito, que é quando o consumidor não consegue pagar a fatura integralmente. Essa taxa está em média a 13,5% ao mês, o que significa que uma dívida pode dobrar de tamanho em menos de seis meses.</p>
<p>Para evitar cair nas armadilhas do cartão, o consumidor também deve evitar parcelar compras que são recorrentes, como o supermercado e o combustível, e ter atenção às pequenas dívidas. Uma parcela de R$ 100 ou R$ 50 pode parecer não fazer falta no orçamento. Mas ao se juntar várias delas, a fatura do cartão pode dar um susto no consumidor.</p>
<p>Ser realista também pode ajudar a evitar entrar em uma bola de neve.</p>
<p>Se você viu que não vai conseguir pagar a fatura do cartão, o melhor é tentar conseguir um empréstimo para quitar essa dívida (para os assalariados, o consignado é a melhor opção) e, no último dos casos, fazer o parcelamento da fatura, que ainda tem juros elevados, mas bem mais baixo do que o do rotativo.</p>
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		<item>
		<title>Percentual de famílias com dívidas a vencer atinge recorde de 78% em julho</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/suas-dividas/percentual-de-familias-com-dividas-a-vencer-atinge-recorde-de-78-em-julho</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Equipe Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Aug 2022 16:25:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Suas dívidas]]></category>
		<category><![CDATA[Cartão de Crédito]]></category>
		<category><![CDATA[endividamento]]></category>
		<category><![CDATA[inadimplência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Endividamento cresceu tanto nas famílias na faixa de renda acima quanto abaixo de dez salários mínimos mensais</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br/blog/suas-dividas/percentual-de-familias-com-dividas-a-vencer-atinge-recorde-de-78-em-julho">Percentual de famílias com dívidas a vencer atinge recorde de 78% em julho</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br">Minhas Economias</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O percentual de famílias com dívidas a vencer cresceu 0,7 ponto percentual em julho, atingindo a marca recorde de 78% dos lares brasileiros. O aumento em relação a julho de 2021 foi de 6,6 pontos percentuais. Os dados são da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgada hoje (8) pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).</p>
<p>O total de famílias com dívidas ou contas em atraso ficou em 29% em julho, ante 28,5% em junho deste ano e 25,6% em julho de 2021. Desses, 10,7% disseram não ter como pagar os compromissos assumidos, proporção 0,1 ponto percentual maior do que no mês anterior e 0,2 ponto percentual menor do que no mesmo período do ano anterior.</p>
<p>O aumento do endividamento foi de 0,5 ponto percentual entre as mulheres e de 1 ponto percentual entre os homens, ficando em 80,6% e 77,5% respectivamente. Entre as mulheres, a pesquisa aponta desaceleração no endividamento nos últimos meses, mas o incremento na comparação anual foi de 8,3 pontos percentuais, enquanto entre os homens subiu 6,3 pontos percentuais.</p>
<p>Por faixa de renda, a Peic aponta que as famílias na faixa acima de dez salários mínimos mensais contraíram mais 0,8 ponto percentual de dívidas em julho, chegando a 75% com dívidas. Na faixa com renda abaixo de dez salários mínimos, o endividamento cresceu 0,6 ponto percentual, atingindo 78,8%. Nas duas faixas, a taxa é recorde.</p>
<h2>Modalidades de endividamento</h2>
<p>Por modalidade de endividamento, a Peic mostra queda de 1,2 ponto percentual no número de famílias que devem no cartão de crédito, a terceira seguida. Entre os que têm dívidas, 85,4% possuem dívidas no cartão de crédito. Em abril, a proporção havia chegado a 88,8%.</p>
<p>Na avaliação da CNC, a queda no cartão de crédito ocorreu pela busca por opções mais baratas de juros.</p>
<p>“Esse movimento de queda da proporção de endividados no cartão de crédito mostra que as famílias têm buscado alternativas de crédito mais baratas no contexto de juros elevados. Com isso, carnês de lojas e crédito pessoal foram as modalidades que avançaram no endividamento, neste início de semestre, representando 18,8% e 9,2% do total de famílias com dívidas, respectivamente”, diz a nota da confederação.</p>
<h2>Inadimplência</h2>
<p>O número de famílias com contas ou dívidas em atraso subiu 0,5 ponto percentual em julho, para 29%. A proporção é 3,4 pontos percentuais maior do que o apurado em julho de 2021. Já a proporção daquelas que não terão condições de saldar seus débitos ficou em 10,7%, percentual que se manteve praticamente estável no último ano.</p>
<p>“A alta dos indicadores de inadimplência, após moderação e queda entre abril, maio e junho, indica que as medidas extraordinárias de suporte à renda, como os saques extras do FGTS e a antecipação do 13º salário aos beneficiários do INSS, aparentemente tiveram efeito restrito ao segundo trimestre no pagamento de contas e/ou dívidas já atrasadas”, avalia a CNC.</p>
<p>De acordo com a confederação, o mercado de trabalho está absorvendo trabalhadores com menor nível de escolaridade e de maneira informal, o que aumenta a incerteza na gestão das finanças pessoais. Além disso, segundo a CNC, a inflação elevada achata os rendimentos e dificulta a organização do orçamento familiar.</p>
<p>Os dados da Peic são coletados em todas as capitais e no Distrito Federal, com cerca de 18 mil consumidores. Os principais tipos de dívida levantados são cartão de crédito, cheque especial, cheque pré-datado, crédito consignado, crédito pessoal, carnês, financiamento de carro e financiamento de casa.</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Bola de neve: renda comprometida e inflação pressionam (ainda mais) a inadimplência</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/bola-de-neve-renda-comprometida-e-inflacao-pressionam-ainda-mais-a-inadimplencia</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 May 2022 15:52:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Suas dívidas]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[endividamento]]></category>
		<category><![CDATA[inadimplência]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O endividamento em nível recorde e a inflação sem dar um sinal consistente de trégua devem resultar em (ainda) mais inadimplência para o consumidor. E em meio a esse cenário, colocar as contas em dia deve demorar ainda mais tempo. &#8220;O cenário está mais deteriorado [para o consumidor] que em períodos anteriores. Há um maior [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O endividamento em nível recorde e a inflação sem dar um sinal consistente de trégua devem resultar em (ainda) mais inadimplência para o consumidor. E em meio a esse cenário, colocar as contas em dia deve demorar ainda mais tempo.</p>



<p>&#8220;O cenário está mais deteriorado [para o consumidor] que em períodos anteriores. Há um maior endividamento, o desemprego está elevado há um longo período e a inflação não dá trégua&#8221;, diz Guilherme Dietze, analista econômico da Fecomércio-SP (Federação do Comércio de São Paulo).</p>



<p>Com os preços subindo a um ritmo superior ao da renda e os juros em alta, sobram menos recursos para as famílias pagarem as contas. No momento que os gastos essenciais são priorizados, como alimentação e transportes, os atrasos começam a aparecer.</p>



<p>Esse aumento da inadimplência já está presente nos dados do Banco Central (BC) e também nos grandes bancos. A expectativa é que esse movimento continue ao longo dos próximos meses.</p>



<p>No Santander, primeiro dos grandes bancos a divulgar balanço, a taxa de inadimplência (atrasos acima de 90 dias) na pessoa física chegou a 4% ao final do primeiro trimestre, ante 3,6% ao final do trimestre anterior e 3,1% em março de 2021.</p>



<p>Já os dados do BC estão um pouco mais defasados devido à paralisação dos servidores, mas o movimento é similar. A inadimplência na pessoa física foi de 3,3% em fevereiro. Esse número indica uma alta de 0,1 ponto percentual na comparação com o mês anterior e de 0,4 ponto em 12 meses.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Mais difícil sair do calote</h2>



<p>Na visão de analistas, a inadimplência à pessoa física não irá superar momentos de alta de inadimplência anteriores. Em maio de 2016, a taxa de atrasos para esse público chegou a 4,32%. Em contrapartida, será mais difícil o endividado sair dessa situação.</p>



<p>Dietze lembra que em 2016, o endividamento estava abaixo de 40%, o que significa que as dívidas de uma pessoa ou família equivaliam a menos de 40% de seus rendimentos em 12 meses. O endividamento agora está em 52,6%, o maior já registrado.</p>



<p>&#8220;Os juros estão mais elevados, então quem tem uma prestação está transferindo mais dinheiro para o banco e sobrando menos salário. A inflação e os juros limitam o pagamento de contas&#8221;, diz o economista.</p>



<p>A taxa Selic está em 11,75% ao ano, e tudo indica que terá uma nota alta de 1 ponto percentual, a 12,75%, nesta quarta (4). A inflação em 12 meses está em 11,30%.<br /><br />E quando se considera as dívidas além do setor financeiro, a situação fica pior. A pesquisa da Confederação Nacional do Comércio (CNC) mostrou que em abril 28,6% dos entrevistados tinha contas em atraso. No mesmo mês de 2021, essa porcentagem era de 24,2%, com uma situação pior para os que ganham até 10 salários-mínimos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Risco para os bancos?</h2>



<p>Apesar dessa alta da inadimplência, Leo Monteiro, analista da Ativa Investimentos, acredita que os bancos vão conseguir lidar com esse aumento da inadimplência.</p>



<p>A razão é que as grandes instituições estão com uma espécie de colchão para lidar com calotes. No jargão do setor bancário, isso é chamado de provisão para devedores duvidosos (PDD).</p>



<p>Essa despesa subiu em 2020, com os bancos se preparando para enfrentar a pandemia da Covid-19. No entanto, a inadimplência não veio, mas eles continuaram com as provisões elevadas.</p>



<p>A expectativa é que além de Santander, Bradesco, Itaú e Banco do Brasil também registrem aumento da inadimplência, mas com um impacto menor sobre o lucro. Isso porque essas instituições já possuem provisões elevadas e não vão ter despesas adicionais para lidar com os calotes.</p>



<p>&#8220;Esses bancos vão passar menos sufoco, mesmo com inadimplência maior&#8221;, diz. &#8220;</p>



<p>Flávio Conde, analista da Levante Investimentos, também vê Bradesco, Itaú e BB sofrendo menos com a inadimplência. Não porque ela não irá subir, mas porque estão mais preparados para esse momento.</p>



<p>Além disso, são instituições com atuação relevante em outras áreas, como seguros e crédito rural, que ajudarão a amenizar as perdas no segmento de crédito à pessoa física.</p>



<p>O que não muda é a percepção de que o ciclo de inadimplência no segmento pessoa física será mais persistente devido ao cenário macroeconômico.</p>



<p>&#8220;Essa inadimplência ocorre em função da menor disponibilidade de renda. As famílias estão sendo obrigadas a gastar mais com alimentos e transporte. Isso não muda no curto prazo&#8221;, avalia.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Evolução das taxas de juros de empréstimos</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/suas-dividas/cheque-especial-e-credito-rotativo-cartao</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Apr 2022 13:00:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Suas dívidas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Banco Central do Brasil divulgou em 28 de abril os dados relativos às taxas de operação de crédito de fevereiro de 2022. O destaque no mês foi a alta nas taxas de seis das oito modalidades na comparação mensal. Na comparação com o mês anterior, o cheque especial apresentou alta, de 125,65% para 132,60% [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Banco Central do Brasil divulgou em 28 de abril os dados relativos às <a href="https://www.bcb.gov.br/estatisticas/estatisticasmonetariascredito" target="_blank" rel="noopener">taxas de operação de crédito de fevereiro de 2022</a>. O destaque no mês foi a alta nas taxas de seis das oito modalidades na comparação mensal. <span id="more-16900"></span></p>
<p>Na comparação com o mês anterior, o cheque especial apresentou alta, de 125,65% para 132,60% ao ano, sendo esta a alta mais significativa. Para uma dívida de R$ 10.000, esta alta representa um pagamento adicional de juros no valor de R$ 27,09</p>
<p>Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, sete das oito modalidades apresentaram alta, sendo a mais significativa a do rotativo de cartão de crédito, cujo aumento representou um acréscimo de R$ 60,20 em uma dívida de R$ 10.000. Já o crédito pessoal não-consignado foi a única que apresentou queda, de 84,45% para 83,42% ao ano, o que representa uma redução mensal de R$ 4,91 para o mesmo saldo devedor de R$ 10.000.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>[visualizer id=&#8221;27587&#8243;]</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Cheque especial</h2>
<p>Com as novas regras do Banco Central para esta modalidade, houve queda expressiva da taxa nos últimos meses.<br />
&nbsp;<br />
[visualizer id=&#8221;27588&#8243;]<br />
&nbsp;</p>
<h2>Rotativo do cartão de crédito</h2>
<p>A taxa do rotativo de cartão de crédito continua sendo a mais alta do mercado e, com a queda da taxa do cheque especial, ela chega a ser mais do que o dobro desta última.<br />
&nbsp;<br />
[visualizer id=&#8221;27594&#8243;]<br />
&nbsp;</p>
<h2>Crédito pessoal não-consignado</h2>
<p>As taxas do crédito pessoal não-consignado são muito mais baixas do que aquelas cobradas no parcelamento e no rotativo de cartão. Com isto, este tipo de empréstimo passa a ser interessante para aqueles que estão bastante endividados e não conseguem obter dinheiro em modalidades mais baratas, mas menos acessíveis como o crédito consignado. Vale lembrar que, como as taxas de juros variam bastante de um banco para outro, é importante pesquisar as taxas oferecidas para que se possa encontrar a menor possível.<br />
&nbsp;<br />
[visualizer id=&#8221;27589&#8243;]<br />
&nbsp;</p>
<h2>Parcelamento do cartão de crédito</h2>
<p>No caso do parcelamento de cartão, apesar da queda expressiva, a taxa ainda é absurdamente alta e, na maioria das vezes, vale mais a pena pegar dinheiro no crédito pessoal e quitar integralmente a fatura, ao invés de parcelar a mesma.<br />
&nbsp;<br />
[visualizer id=&#8221;27595&#8243;]<br />
&nbsp;</p>
<h2>Financiamento de veículos</h2>
<p>Esta é uma modalidade de crédito diferente das anteriores, pois envolve uma garantia, que é o próprio veículo financiado. E, pelo fato de haver uma garantia envolvida, as taxas de juros neste tipo de empréstimo tendem a ser bem mais baixas do que as das modalidades anteriores.<br />
&nbsp;<br />
[visualizer id=&#8221;27593&#8243;]<br />
&nbsp;</p>
<h2>Crédito pessoal consignado</h2>
<p>De certa forma, esta também é uma modalidade de crédito com garantia, pois o desconto da parcela é feito diretamente da folha de pagamento, não chegando nem a entrar na conta bancária do devedor. Os dados do Banco Central são abertos em 3 tipos de crédito consignado, a saber:<br />
&#8211; Crédito pessoal consignado para trabalhadores do setor privado<br />
&#8211; Crédito pessoal consignado para trabalhadores do setor público<br />
&#8211; Crédito pessoal consignado para aposentados e pensionistas do INSS</p>
<p>Como podemos ver nos próximos três gráficos, as taxas do crédito voltado a servidores públicos e pensionistas e aposentados do INSS são mais baixas do que as do crédito voltado aos trabalhadores do setor privado. Novamente, a explicação está relacionada ao risco apresentado por cada tipo de cliente. O trabalhador da iniciativa privada tem a possibilidade de ser demitido, ao contrário do servidor público, de forma que há uma probabilidade maior de se tornar inadimplente, uma vez que ao ser demitido, o desconto em folha não mais ocorrerá. Apesar da empresa poder descontar 35% do valor da rescisão para quitar ou amortizar a dívida e de estar prevista a negociação de uma nova taxa de juros, o risco de inadimplência é maior e isto é refletido em uma taxa de juros mais alta.<br />
&nbsp;<br />
[visualizer id=&#8221;27590&#8243;]<br />
&nbsp;<br />
[visualizer id=&#8221;27591&#8243;]<br />
&nbsp;<br />
[visualizer id=&#8221;27592&#8243;]<br />
&nbsp;</p>
<h2>Dicas</h2>
<p>Com as taxas de juros do cheque especial, do parcelamento e do rotativo do cartão de crédito ainda em patamares absurdamente elevados, é absolutamente inviável contrair dívidas nestas modalidades. Para quem está devendo dinheiro nestes tipos de empréstimos, é preciso sair o quanto antes deles, seja vendendo um bem, seja tomando dinheiro emprestado a uma taxa de juros mais baixa. Para quem tem acesso ao crédito consignado, esta é uma das modalidades de crédito com taxas de juros razoavelmente baixas. Outra possibilidade, para quem tem um carro (já quitado) e não pode desistir de possuir um, é vendê-lo para poder pagar ao menos parte das dívidas e financiar a compra de outro. Obviamente, a ideia aqui é, na medida do possível, pegar um carro mais barato do que o anterior, afinal, estamos falando de uma pessoa que já está com o orçamento apertado.</p>
<p>Para aqueles que ainda não conseguem fazer um bom planejamento financeiro, vale a pena ler o seguinte texto:</p>
<p><a href="https://minhaseconomias.com.br/blog/dicas-uso/dicas-para-nao-entrar-cheque-especial" target="_blank" rel="noopener"><strong>&#8211; Dicas para não entrar no cheque especial usando o Minhas Economias</strong></a></p>
<p>Ainda que você feche as suas contas no vermelho ao final do mês, ao menos você terá uma boa ideia do quanto precisa para pagar as suas contas e poder pegar dinheiro emprestado a uma taxa de juros menor. E, para sair das dívidas, seguem algumas dicas no link abaixo:</p>
<p><a href="https://minhaseconomias.com.br/blog/educacao-financeira/como-sair-das-dividas" target="_blank" rel="noopener"><strong>&#8211; Como sair das dívidas</strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Caixa reduz juro do financiamento imobiliário atrelado à poupança nesta 2ª, mas linha só é vantajosa no longo prazo; entenda</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/suas-dividas/caixa-reduz-juro-do-financiamento-imobiliario-atrelado-a-poupanca-nesta-2a-mas-linha-so-e-vantajosa-no-longo-prazo-entenda</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Mar 2022 11:26:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Suas dívidas]]></category>
		<category><![CDATA[Bancos]]></category>
		<category><![CDATA[Caderneta de Poupança]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa]]></category>
		<category><![CDATA[Financiamento Imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[taxa Selic]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na contramão do mercado, a Caixa Econômica Federal decidiu reduzir a taxa de juros de uma de suas linhas de financiamento imobiliário. O corte, que passa a valer nos contratos fechados a partir desta segunda-feira (28), até pode ser vantajoso ao tomador de crédito, mas só no longo prazo. A redução foi feita na linha Poupança [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br/blog/suas-dividas/caixa-reduz-juro-do-financiamento-imobiliario-atrelado-a-poupanca-nesta-2a-mas-linha-so-e-vantajosa-no-longo-prazo-entenda">Caixa reduz juro do financiamento imobiliário atrelado à poupança nesta 2ª, mas linha só é vantajosa no longo prazo; entenda</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br">Minhas Economias</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na contramão do mercado, a Caixa Econômica Federal decidiu reduzir a taxa de juros de uma de suas linhas de financiamento imobiliário. O corte, que passa a valer nos contratos fechados a partir desta segunda-feira (28), até pode ser vantajoso ao tomador de crédito, mas só no longo prazo.</p>
<p>A redução foi feita na linha Poupança Caixa, em que a taxa de juros final é atrelada ao rendimento da caderneta.</p>
<p>Para o tomador, significa dizer que a taxa saiu de 9,30% para 9,14% ao ano. A leve diminuição, no entanto, ainda deixa esse juro bem acima do que estava sendo praticado na última mudança de taxa promovida pelo banco nessa mesma linha de financiamento, em outubro de 2021. Na ocasião, a taxa final ficava em 7,45%.</p>
<p>&#8220;A Caixa fez essa alteração para compensar a alta da parcela pós-fixada. A vantagem para o tomador é que, como a poupança já está pagando a remuneração máxima, ele não terá surpresas&#8221;, opina Alberto Ajzental, coordenador do curso de Desenvolvimento de Negócios Imobiliários da Fundação Getúlio Vargas (FGV).</p>
<p>A instituição financeira informou, em nota, que a definição das taxas de juros é feita com as condiçoes de mercado e da conjuntura econômica. &#8220;A Caica esclarece que a definição das taxas de juros se baseia na análise da associação de fatores mercadológicos e conjunturais dentro das regras prudenciais de definição das condições do crédito, variando de acordo com o perfil de relacionamento do cliente com o banco.&#8221;</p>
<h2>Composição da fórmula</h2>
<p>Essa linha tem duas componentes na formação da taxa final. Uma equivale a uma parcela prefixada e a outra é a remuneração da poupança (essa é variável, mas limitada a 6,17% ao ano mais a variação da TR).</p>
<p>Com a mudança, que começará a valer a partir do dia 28 de março, essa linha irá cobrar a partir de TR (taxa referencial, que está próxima a zero) + 2,80% ao ano, valor somado aos 6,17% ao ano que a poupança está pagando.</p>
<p>O anúncio de redução de taxas pode passar ao tomador de crédito a falsa impressão de que os juros para a compra da casa própria estão mais baratos, o que não é verdade.</p>
<p>Em outubro, a Caixa já havia promovido uma redução na componente prefixada dessa linha de crédito, quando foi reduzida para 2,95% ao ano. No entanto, naquela ocasião, a remuneração da poupança era de 6,75% ao ano, o que fazia com que a taxa final ao tomador ficasse em 7,45%.</p>
<p>Esse salto está atrelado ao aumento da taxa Selic, atualmente em 11,75% ao ano, que afeta a remuneração da caderneta de poupança e, consequentemente, o que esses mutuários vão pagar de prestação.</p>
<p>Quando a taxa básica está acima de 8,5%, todos os depósitos são remunerados a 6,17% ao ano mais a variação da TR. Quando a Selic está abaixo desse patamar, a remuneração da caderneta é de 70% da Selic.</p>
<p>Apesar dessa componente pós-fixada, Ajzental considera que essa linha pode ser vantajosa ao tomador de crédito, já que ele vai assumir a dívida em um momento que a taxa estará em seu máximo e, quando a Selic começar a cair, vai ser beneficiado por um alívio nas prestações.</p>
<p>A queda da taxa Selic para um nível inferior a 8,5% ao ano não deve acontecer no curto prazo, mas os contratos de financiamento imobiliário são, em geral, de longa duração, acima de 20 ou 30 anos.</p>
<p>&#8220;Já o financiamento atrelado ao IPCA não é legal. Não tem um teto. Uma outra opção é o contrato tradicional, de taxa pré mais a variação da TR, que está perto de zero&#8221;, explica.</p>
<h2>Mudança de indexador</h2>
<p>O custo maior do financiamento imobiliário também se reflete nos dados do Banco Central (BC). A taxa média em janeiro (último dado disponível) para o crédito imobiliário feito com recursos direcionados era de 9,4% ao ano para pessoas físicas, alta de 2,4 pontos percentuais em 12 meses, o que mostra o encarecimento do custo do dinheiro para quem quer comprar a casa própria.</p>
<p>Para o mutuário que tem o contrato atrelado ao IPCA, que passou dos 10% em 2021 e deverá continuar em um patamar elevado neste ano, a saída é negociar a troca do indexador.</p>
<p>Daniele Akamine, sócia do Akimini Advogados, afirma que essa negociação pode ser feita diretamente com o banco em que o crédito foi contratado ou o mutuário pode procurar uma outra instituição financeira, fazendo a portabilidade do crédito.</p>
<p>&#8220;Ir para um contrato mais tradicional vai dar maior estabilidade ao mutuário, que não fica atrelado a um índice de preços, que faz com que a parcela fique exposta a uma variação maior&#8221;, diz.</p>
<p>Para aqueles que por algum motivo não conseguirem realizar a troca de indexador, a sugestão da advogada é aderir aos programas de suspensão do pagamento de parcela oferecido por alguns bancos. No entanto, o mutuário deve estar ciente que os juros e valores não pagos durante a suspensão serão adicionados ao restante do contrato.</p>
<p>&#8220;Essa é uma alternativa para quem precisa de um fôlego para ajustar as contas, mas o melhor é alterar a forma de reajuste do contrato&#8221;, afirma.</p>
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		<item>
		<title>Então é Natal: Brasileiro vai às compras mesmo com contas em atraso</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/suas-dividas/entao-e-natal-brasileiro-vai-as-compras-mesmo-com-contas-em-atraso</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Dec 2021 18:16:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Suas dívidas]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[endividamento]]></category>
		<category><![CDATA[Natal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A economia em desaceleração e a inflação em alta não foram suficientes para tirar da maior parte dos brasileiros o desejo de dar presentes de Natal, que será comemorado em dez dias. O curioso é que entre os que vão bancar uma de Papai Noel, 30% estão com contas em atraso. É o que mostra [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A economia em desaceleração e a inflação em alta não foram suficientes para tirar da maior parte dos brasileiros o desejo de dar presentes de Natal, que será comemorado em dez dias. O curioso é que entre os que vão bancar uma de Papai Noel, 30% estão com contas em atraso.</p>
<p>É o que mostra pesquisa da Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) divulgada nesta quarta-feira.</p>
<p>O levantamento mostrou que mais de 85% dos entrevistados têm o desejo de comprar presentes no Natal ou fazer gastos relacionados ao Ano-Novo. Desses, uma fatia relevante (27%) admitiu gastar mais do que pode nessas compras. Esse excesso está mais presente entre os jovens (18 a 34 anos).</p>
<p>Ainda entre os que querem dar presente, 30% estão com dívidas em atraso &#8211; a maior parte já está com restrição no nome ou &#8220;nome sujo&#8221;, como o termo também é conhecido. No Natal de 2020, a fatia de quem estava com dívida em atraso era um pouco menor, de 25,8%.</p>
<p>Outro dado relevado pela pesquisa é que as classes de menor renda (C, D e E) possuem uma maior incidência de contas em atraso: 37,7% ante 8,2% dos consumidores das classes A e B. São as famílias de menor renda que estão com mais dificuldade em manter o padrão de consumo em meio a um cenário de aumento dos preços. A inflação no acumulado dos 12 meses encerrados em novembro já passa dos 10%.</p>
<p>E além da parcela dos devedores ter subido, subiu o quanto eles estão devendo. O valor médio das dívidas era de R$ 551 em dezembro do ano passado e atualmente está em  R$ 1.042.</p>
<p>Segundo o Banco Central (BC), o endividamento do brasileiro está em 59,9%, o índice mais alto já registrado desde o início da série, em 2005. Isso significa dizer que as dívidas das famílias representam 59,9% da renda acumulada em 12 meses.</p>
<h2>Contas x presentes</h2>
<p>E de acordo com a pesquisa da CNDL e SPC, mais dívidas devem entrar em atraso após o Natal. Isso porque uma fatia de 7% dos entrevistados afirmou que irá deixar de pagar alguma conta para comprar os presentes de Natal.</p>
<p>&#8220;O recomendável é não comprar por impulso e planejar as despesas de acordo com o orçamento, sempre priorizando a quitação de contas&#8221;, afirmou o presidente da CNDL, José César da Costa.</p>
<p>As principais contas que deixarão de ser pagas são a TV por assinatura (24%), cartão de crédito (20%), internet (20%), financiamento de carro ou moto (13%) e conta de água/luz (11%).</p>
<p>Vale lembrar que o cartão de crédito é a modalidade com juros mais elevados entre as pessoas físicas, podendo chegar a mais de 300% ao ano quando o consumidor entra no rotativo, que é o juro que incide sobre o valor não pago da fatura.</p>
<p>“Se há dívidas a pagar, assumir novos compromissos poderá piorar ainda mais este quadro. O ideal é restringir os gastos e equacionar as contas em atraso em primeiro lugar”, afirmou Costa.</p>
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