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	<title>Educação Financeira &#8211; Minhas Economias</title>
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	<description>Minhas Economias é um gerenciador financeiro completo, online, seguro e gratuito. Organize suas contas, gerencie seu orçamento e faça seus objetivos acontecerem.</description>
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	<title>Educação Financeira &#8211; Minhas Economias</title>
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	<item>
		<title>Descubra os truques do viés comportamental que fazem você gastar mais (e como escapar deles!) </title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/evitar-vies-comportamental-economizar-gastos</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jan 2025 20:41:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Planejamento Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Viés]]></category>
		<category><![CDATA[Vieses comportamentais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muitas vezes, nossas decisões financeiras são influenciadas por algum viés comportamental, que nos levam a gastar mais do que o necessário. Esses atalhos mentais, que são úteis no dia a dia, podem resultar em erros significativos quando se trata de dinheiro. Já comprou algo apenas porque parecia uma &#8220;oportunidade imperdível&#8221; ou se deixou levar por [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Muitas vezes, nossas decisões financeiras são influenciadas por algum viés comportamental, que nos levam a gastar mais do que o necessário. Esses atalhos mentais, que são úteis no dia a dia, podem resultar em erros significativos quando se trata de dinheiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já comprou algo apenas porque parecia uma &#8220;oportunidade imperdível&#8221; ou se deixou levar por uma tendência sem análise crítica? Esses comportamentos têm raízes nos vieses comportamentais e podem prejudicar sua saúde financeira. Nesta matéria, vamos mostrar como identificar essas armadilhas e tomar decisões financeiras mais conscientes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O Poder da Escassez</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Um truque psicológico muito utilizado é o poder da escassez. Quando um produto ou oferta é apresentado como limitado, como nas promoções com contagem regressiva, sentimos uma pressão de tempo que nos leva a comprar por impulso, com medo de perder a oportunidade.<ins></ins></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O Viés do Status Quo</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, existe o viés do status quo, que faz com que as pessoas prefiram manter a situação como está, mesmo quando ela não é mais vantajosa. Muitas empresas exploram isso ao dificultar o cancelamento de serviços ou assinaturas, como nos casos de streaming ou academias. A preguiça ou o esquecimento acabam fazendo com que o consumidor continue pagando por um serviço que não usa mais.<ins></ins></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A Armadilha do Efeito Ancoragem</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O efeito ancoragem é um truque psicológico em que um produto é apresentado inicialmente com um preço muito alto, como “Este produto vale R$ 500, mas estamos vendendo por R$ 200!”. O cérebro se fixa no preço inicial de R$ 500, gerando a sensação de que o preço de R$ 200 é uma grande oportunidade, mesmo que essa oferta não seja tão vantajosa quanto parece.<ins></ins></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O Efeito Manada</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O efeito manada acontece quando as pessoas tomam decisões financeiras baseadas no comportamento dos outros, sem fazer uma análise própria. Isso pode nos levar a gastar impulsivamente, apenas porque &#8220;todo mundo está comprando&#8221; ou porque acreditamos que algo é uma oportunidade imperdível, sem avaliar se realmente precisamos ou se o gasto é justificado.<ins></ins></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A Personalização Emocional</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A personalização emocional é outro truque utilizado para nos fazer gastar mais. A publicidade personalizada, com base em dados sobre nossos gostos e preferências, cria um vínculo emocional com os consumidores. Isso nos faz sentir que determinado produto ou serviço é perfeito para nós, aumentando as chances de uma compra impulsiva.<ins></ins></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Viés da Confirmação</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O viés da confirmação acontece quando procuramos informações que reforçam nossas crenças e ignoramos dados que podem contradizê-las. Isso nos leva a buscar apenas justificativas para os nossos gastos e hábitos financeiros, ignorando alertas ou razões para economizar ou cortar despesas. Esse comportamento nos impede de tomar decisões financeiras mais racionais e equilibradas.<ins></ins></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Viés do Presente</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O viés do presente leva as pessoas a priorizarem o prazer imediato, ignorando os benefícios de poupar para o futuro. Essa mentalidade imediatista, exemplificada por frases como “Guardar dinheiro para quê? Nem sei se vou estar vivo amanhã”, incentiva gastos impulsivos e falta de planejamento financeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Como escapar dessas armadilhas?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Evitar os vieses comportamentais que nos levam a gastar mais e tomar decisões financeiras erradas exige consciência e disciplina. A seguir, algumas dicas práticas para aplicar no dia a dia e escapar dessas armadilhas psicológicas.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Faça uma lista de compras e respeite-a:</strong> Planejar antes de sair de casa ou acessar sites de compras é uma das melhores formas de evitar compras por impulso. Quando temos uma lista, sabemos exatamente o que precisamos, e isso nos ajuda a não cair nas tentações das promoções ou da vontade momentânea de adquirir algo que não seja essencial.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Espere 24 horas antes de fazer uma compra por impulso:</strong> O tempo de espera de 24 horas pode ser uma tática poderosa para quebrar o ciclo de compras impulsivas. Muitas vezes, o desejo de comprar é momentâneo e pode desaparecer após algum tempo. Essa pausa nos ajuda a distinguir entre necessidades reais e desejos passageiros, tornando mais fácil tomar uma decisão mais racional.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Fique atento às promoções falsas:</strong> Use comparadores de preços, como Zoom ou Buscapé, para verificar se os descontos são reais. Pesquise o preço original antes de comprar e evite cair em vieses como a ancoragem, que cria uma falsa sensação de vantagem.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Controle o uso do cartão de crédito:</strong> O cartão de crédito pode ser uma armadilha financeira por mascarar o impacto imediato das compras. Para evitar isso, é recomendável priorizar pagamentos à vista, pois eles ajudam a perceber o custo real, e estabelecer limites mensais no uso do cartão, controlando melhor os gastos e evitando surpresas.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Configure limites para assinaturas:</strong> O viés do status quo nos leva a manter serviços e assinaturas que não usamos por preguiça de cancelar. Para evitar isso, é importante revisar mensalmente suas assinaturas, cancelar as desnecessárias e estabelecer limites para novos compromissos, controlando gastos com serviços inúteis.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Estabeleça metas financeiras claras:</strong> Ter objetivos financeiros claros ajuda a combater o viés do presente, facilitando a resistência a gastos impulsivos. Estabelecer metas, como economizar para uma viagem ou criar um fundo de emergência, mantém o foco no longo prazo e torna as decisões financeiras mais racionais.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao aplicar estratégias para reduzir os impactos dos vieses comportamentais, como planejar compras, esperar antes de agir impulsivamente e estabelecer metas financeiras, você pode tomar decisões mais informadas e conscientes. Esses vieses, como o efeito da manada e a ilusão de promoções, nos levam a agir de forma irracional, mas com prática e disciplina, podemos ter um controle maior sobre nossas finanças. A mudança de comportamento exige ações diárias e conscientização dos vieses, permitindo a construção de hábitos financeiros saudáveis e uma vida financeira mais equilibrada e próspera.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<title>Entenda o que é reserva de emergência e aproveite dicas para montar a sua</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/planejamento-financeiro-reserva-de-emergencia</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Dec 2024 14:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Planejamento Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[rentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Planejamento Financeiro: Por que ter uma Reserva de Emergência? Imprevistos fazem parte da vida, mas suas consequências podem ser suavizadas com planejamento financeiro. Ter uma reserva de emergência é essencial para garantir tranquilidade diante de situações inesperadas, como a perda de emprego ou despesas médicas. Construí-la com estratégia e disciplina pode fazer toda a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>


<h2 class="wp-block-heading"><strong>Planejamento Financeiro: Por que ter uma Reserva de Emergência?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Imprevistos fazem parte da vida, mas suas consequências podem ser suavizadas com planejamento financeiro. Ter uma reserva de emergência é essencial para garantir tranquilidade diante de situações inesperadas, como a perda de emprego ou despesas médicas. Construí-la com estratégia e disciplina pode fazer toda a diferença na sua saúde financeira.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quanto guardar?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Uma reserva de emergência ideal deve cobrir, no mínimo, <strong>seis meses dos seus custos fixos mensais</strong>. No entanto, dependendo da sua realidade familiar e dos seus planos, pode ser prudente aumentar essa cobertura para até 12 meses.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como calcular?</strong></h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>Identifique seus custos fixos essenciais (aluguel, supermercado, transporte, saúde, entre outros).</li>



<li>Multiplique o valor total por 6 ou 12, dependendo do seu perfil e necessidades.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Exemplo: Se suas despesas fixas somam R$ 3 mil por mês, sua reserva deve ter, no mínimo, R$ 18 mil.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Fatores que influenciam o tamanho da reserva:</strong></h2>



<ol class="wp-block-list" start="1">
<li><strong>Estabilidade no emprego:</strong> Avalie a segurança do seu trabalho atual e a probabilidade de perda de renda.</li>



<li><strong>Empregabilidade na sua área:</strong> Considere a facilidade de recolocação no mercado em caso de demissão.</li>



<li><strong>Responsabilidades financeiras:</strong> Tenha em mente os custos adicionais com filhos, dependentes ou animais de estimação.</li>



<li><strong>Dívidas existentes:</strong> Calcule como dívidas e parcelamentos podem impactar sua capacidade de lidar com emergências.</li>



<li><strong>Perfil profissional:</strong> Autônomos e empreendedores devem considerar uma reserva maior, idealmente cobrindo até 12 meses de despesas fixas.</li>
</ol>



<p class="wp-block-paragraph">A meta é oferecer segurança financeira em momentos desafiadores.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como começar?</strong></h2>



<ol class="wp-block-list" start="1">
<li><strong>Conheça suas finanças:</strong> Registre sua renda líquida e todos os gastos fixos e variáveis.</li>



<li><strong>Planeje cortes:</strong> Identifique e elimine despesas desnecessárias para facilitar a economia.</li>



<li><strong>Estabeleça metas realistas:</strong> Mesmo pequenas quantias mensais fazem diferença; a consistência é o mais importante.</li>



<li><strong>Aproveite receitas extras:</strong> Utilize bônus ou o décimo terceiro para impulsionar a construção da reserva.</li>



<li><strong>Cultive disciplina:</strong> Foco e paciência são indispensáveis para alcançar seus objetivos.</li>
</ol>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Onde investir?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O ideal é que sua reserva esteja em aplicações seguras, com alta liquidez e baixo risco. Ela não busca rendimentos extraordinários, mas sim proteger seu dinheiro contra a inflação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Opções de aplicação incluem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>CDBs de liquidez diária</strong></li>



<li><strong>Tesouro Selic</strong></li>



<li><strong>Fundos de renda fixa conservadores com baixa volatilidade</strong></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Certifique-se de que o investimento escolhido tenha:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Alta liquidez:</strong> Isso significa que você pode resgatar o dinheiro a qualquer momento, sem precisar esperar por prazos longos ou enfrentar restrições. Para identificar essa característica, verifique no regulamento ou na descrição do investimento se há menção a “liquidez diária” ou “resgate imediato”.</li>



<li><strong>Segurança:</strong> Cobertura pelo FGC (Fundo Garantidor de Créditos). O FGC protege o investidor, garantindo o reembolso de até R$ 250.000 por CPF e por instituição financeira, caso a instituição sofra problemas financeiros graves.</li>



<li><strong>Baixo custo:</strong> Sem taxas de administração elevadas. Verifique no contrato ou na descrição do investimento se há cobrança de taxa de administração e o percentual (% a.a.). Taxas acima da média do mercado, como 1% ao ano em fundos de renda fixa, podem ser consideradas altas. Compare com produtos similares para avaliar.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quando usar a reserva?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A reserva de emergência deve ser utilizada somente em situações imprevistas, como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Perda de emprego.</li>



<li>Despesas médicas urgentes não cobertas por planos de saúde.</li>



<li>Manutenção ou reparos inadiáveis em casa ou no carro.</li>



<li>Substituição de eletrodomésticos essenciais.</li>



<li>Evitar dívidas com juros altos.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Lembre-se: a reserva é para emergências, não para desejos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Manutenção e renovação</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Após utilizar sua reserva, é crucial reabastecê-la gradualmente. Revise o valor-alvo regularmente para ajustá-lo às mudanças no seu estilo de vida e despesas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com essas orientações, construir e manter uma reserva de emergência torna-se mais acessível. Para tornar esse processo ainda mais prático, você pode usar o aplicativo <strong>Minhas Economias</strong>, que permite criar objetivos financeiros, como sua reserva de emergência. Nele, você pode definir o valor que deseja alcançar, o prazo para atingir essa meta e o app calculará quanto você precisa guardar por mês. Além disso, ele ajuda a controlar gastos, organizar seu orçamento e acompanhar o progresso das suas finanças. A reserva de emergência é a base da sua segurança financeira, e ferramentas como essa tornam sua construção ainda mais simples e eficiente.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Dê um passo rumo ao controle financeiro! <a href="https://minhaseconomias.com.br/ac">Baixe ou acesse o Minhas Economias.</a></p>
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		<title>Tem dívidas? Confira as dicas para se organizar e saber o que priorizar na negociação</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/tem-dividas-confira-as-dicas-para-se-organizar-e-saber-o-que-priorizar-na-negociacao</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Feb 2023 12:00:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Planejamento Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[controle das dívidas]]></category>
		<category><![CDATA[Dívidas]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Organização financeira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com a chegada de um novo ano, a decisão de organizar as finanças ganha um lugar prioritário na lista de consumidores endividados. E quem tem diversas contas a pagar sabe que lidar com elas não é tarefa simples. Para começar, definir as prioridades de quais dívidas devem ser liquidadas primeiro é imprescindível. Antes, porém, a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Com a chegada de um novo ano, a decisão de organizar as finanças ganha um lugar prioritário na lista de consumidores endividados. E quem tem diversas contas a pagar sabe que lidar com elas não é tarefa simples.</p>
<p>Para começar, definir as prioridades de quais dívidas devem ser liquidadas primeiro é imprescindível. Antes, porém, a pessoa endividada deve ter a clareza de todos os fatores que prejudicam seu ganho mensal e, a partir disso, manter a disciplina para colocar em prática um plano para a gestão das contas a pagar.</p>
<p>&#8220;É importante que o consumidor faça o planejamento, anote suas dívidas, todas as compras do dia a dia e as pequenas despesas que podem comprometer o orçamento para começar a colocar a vida financeira em ordem&#8221;, afirma Kelly Carvalho, assessora econômica da Fecomercio-SP.</p>
<h2>Quais são as dívidas prioritárias?</h2>
<p>No topo das prioridades, devem ser consideradas as dívidas de maior risco. São aquelas que possuem bens materiais como garantia e as de juros elevados, como as detidas em cartões de crédito e cheque especial.</p>
<p>Há também as dívidas relacionadas à educação. Nesse caso, prefira negociar com a instituição a usar o cheque especial para pagar mensalidades de faculdade ou escolares atrasadas. Os juros desse tipo de crédito concedido por bancos são muito superiores aos cobrados por instituições de ensino em caso de atraso no pagamento, destaca Thiago Ramos, gerente da Serasa.</p>
<p>Em outubro de 2022, a taxa do cheque especial alcançou uma média de 132,5% ao ano, segundo dados do Banco Central. O crédito pessoal tem uma taxa menor, de 83,5%, assim como o consignado, de 27,6% ao ano.</p>
<h2>Palavras de ordem: negociação de valor e prazo</h2>
<p>Antes de pagar qualquer dívida, a tarefa mais importante é negociar o valor devido, assim como a quantidade de parcelas. Bancos e outras instituições financeiras tendem a reduzir os montantes a serem pagos com o intuito de receber algum recurso que, de certa forma, já era considerado perdido.</p>
<p>Thiago Ramos, gerente da Serasa, aponta que, passada essa etapa, o endividado deve considerar o número de parcelas negociadas para a quitação do valor. A quantia a ser paga a cada mês precisa caber no orçamento, levando em conta as demais contas do dia a dia, como as essenciais (água, luz, moradia), para que a negociação assumida seja viável.</p>
<p>Ele afirma que, eventualmente, deixar de pagar uma dessas contas básicas por um mês pode ser mais adequado do que atrasar uma parcela de dívida com juros elevados, como os cobrados por instituições financeiras.</p>
<p>E, se houver alguma possibilidade, vale propor o pagamento da dívida em uma única parcela. Para isso, há a opção até da contratação de um empréstimo com juros mais baixos, que inclusive pode ser suficiente para quitar o valor devido.</p>
<h2>Cartão de crédito</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Uma ação a ser evitada é o uso do rotativo do cartão, que corresponde a um crédito oferecido ao consumidor quando ele não faz o pagamento total da fatura até o vencimento. Em outubro, a taxa média desse tipo de financiamento atingiu 196,9% ao ano.</p>
<p>“Partir para uma negociação também é melhor do que pagar o valor mínimo exigido [que só posterga a dívida para o mês seguinte], mesmo que isso signifique o congelamento do limite do crédito do cartão. A medida é melhor do que começar a pagar juros, já que, em dois meses, a fatura pode até dobrar de tamanho&#8221;, afirma o gerente da Serasa.</p>
<p>Parar de usar o cartão pode ser uma ação necessária para evitar gastos acima da renda ou do orçamento já abarrotado de dívidas. &#8220;Se o consumidor guardar o cartão, a fatura do mês seguinte vai ser zero&#8221;, ressalta Eduardo Dellavolpi, planejador financeiro com certificação CFP e consultor CVM.</p>
<h2>Cheque especial</h2>
<p>A orientação é que a pessoa endividada também deixe de usar o chamado &#8220;cheque especial&#8221;, um tipo disponível em conta para o cliente recorrer sempre que precisar. Nesse caso, não é necessário que o correntista vá ao banco assinar um contrato de empréstimo a cada necessidade de uso do cheque especial.</p>
<p>Então, nada de utilizar recursos extras concedidos pelas instituições financeiras e o chamado &#8220;limite&#8221; disponível no cartão de crédito como &#8220;extensão do salário&#8221;, alerta Ramos.</p>
<h2>Atendimento no Procon-SP</h2>
<p>Por meio do Procon-SP, o consumidor endividado consegue orientação para organizar sua vida financeira e planejar os pagamentos de dívidas, além de obter ajuda para renegociar valores com os credores.</p>
<p>O chamado <a href="https://www.procon.sp.gov.br/espaco-consumidor/#ApoioSuperendividado" target="_blank" rel="noopener">Programa de Apoio ao Superendividado (PAS)</a> é um trabalho conjunto do Núcleo de Tratamento do Superendividamento da Fundação Procon-SP e do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJSP).</p>
<p>O público-alvo são pessoas físicas com qualquer renda familiar.</p>
<p>E na <a href="https://www.serasa.com.br/consultar-meu-cpf/" target="_blank" rel="noopener">Serasa</a>, o consumidor pode consultar o CPF e verificar se existem dívidas em seu nome, por meio do uso de seus dados financeiros e documentos.</p>
<p>Além disso, há o serviço de negociação de dívidas que pode ser feito nos <a href="https://www.serasa.com.br/limpa-nome-online/correios/" target="_blank" rel="noopener">Correios</a>, em uma parceria com a Serasa. O consumidor interessado pode ir a uma das agências com seu CPF e um documento oficial com foto e solicitar atendimento para o Serasa Limpa Nome.</p>
<p>Lá mesmo, é possível consultar as dívidas, fechar acordo, se for o caso, e receber o boleto para pagamento. De acordo com a Serasa, a baixa da dívida por ocorrer em até cinco dias.</p>



<h2>Dívidas, não mais!</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Nesse caminho de combate ao endividamento, há também a &#8220;proibição&#8221; de adquirir novas dívidas antes que se tenha o controle do que foi planejado e se tudo está correndo como previsto.</p>
<p>É sempre importante não ultrapassar o patamar de dívidas considerado adequado para a vida financeira. &#8220;O endividamento saudável é o que não compromete mais que 30% da renda&#8221;, diz Carvalho.</p>
<p>O objetivo é gerar um grau de segurança para que a parcela da renda destinada a dívidas não afete a receita mensal a ponto de impedir o pagamento de consumo e serviços básicos e de levar à inadimplência.</p>
<h2>13º salário</h2>
<p>Para ter mais fôlego diante das dívidas, o 13ºsalário vem a calhar. A venda das férias também pode ser um recurso pontual para contribuir para a quitação do saldo devedor. Caso o endividado não tenha direito a esse período de forma remunerada, deve pensar em adiar a saída para o período de descanso para evitar gastos em eventual viagem ou com atividades de lazer não rotineiras.</p>
<p>Na avaliação de Dellavolpi, a gestão da dívida esbarra muitas vezes no medo que as pessoas têm de saber quanto realmente estão devendo. Com isso, a bola de neve só aumenta, e há uma maior dificuldade para o saneamento das contas.</p>
<p>Em casos muito complexos, de alto endividamento e um número elevado de contas em atraso, o planejador financeiro sugere a suspensão dos pagamentos por um período para que tudo o que se tem a quitar seja colocado em ordem de prioridade.</p>
<p>A partir de então, é possível enxergar melhor a capacidade de pagamento mensal, negociar com os credores com mais tempo e, aí sim, retomar os pagamentos.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Vivendo um pouco abaixo de suas possibilidades</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/vivendo-um-pouco-abaixo-de-suas-possibilidades</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2020 11:01:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Planejamento Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[consumo consciente]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[endividamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sempre que vamos comprar ou consumir certo produto ou serviço, buscamos aqueles com maior qualidade e que nos proporcione mais satisfação. Claro, isto é um comportamento bem normal. Buscamos o melhor carro, uma viagem mais confortável, uma roupa mais elegante e com melhor estilo, um restaurante com comida mais saborosa etc. Desde que tudo isto esteja [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Sempre que vamos comprar ou consumir certo produto ou serviço, buscamos aqueles com maior qualidade e que nos proporcione mais satisfação. Claro, isto é um comportamento bem normal. Buscamos o melhor carro, uma viagem mais confortável, uma roupa mais elegante e com melhor estilo, um restaurante com comida mais saborosa etc.<span id="more-3499"></span></p>
<p>Desde que tudo isto esteja dentro de nossas possibilidades financeiras, não haveria problemas, certo? Bom, sim e não. Se você mantém as suas contas em dia, mantém um bom controle financeiro e ainda consegue ter uma poupança para imprevistos e também para o seu futuro, não há grandes problemas. Mas, mesmo neste caso, não é bom exagerar. O ideal é sempre viver um pouco abaixo de suas possibilidades.</p>
<p>À medida que nos desenvolvemos em nossa vida pessoal e profissional, a nossa condição financeira (ou seja, o salário) também vai aumentando. E, com isto temos acesso a produtos melhores e mais caros. Nosso padrão de consumo tende a aumentar. Vamos dar um exemplo, só para ilustrar.</p>
<p><strong>Quando éramos adolescentes e não tínhamos nenhuma renda própria, a vida era uma dureza</strong>. Andávamos somente de ônibus e a única diversão era assistir televisão ou passear no shopping. Somente passear, sem comprar nada.</p>
<p><a href="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2017/10/viver_abaixopossibilidade_int.png"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-22256" src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2017/10/viver_abaixopossibilidade_int.png" alt="viver_abaixopossibilidade_int" width="620" height="203" srcset="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2017/10/viver_abaixopossibilidade_int.png 620w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2017/10/viver_abaixopossibilidade_int-300x98.png 300w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2017/10/viver_abaixopossibilidade_int-80x26.png 80w" sizes="(max-width: 620px) 100vw, 620px" /></a></p>
<p>Enfim, conseguimos o nosso primeiro emprego, com um salário bem baixo, mas já era alguma coisa. O ônibus continuava sendo nosso companheiro, mas já era possível assistir ao cinema de vez em quando sem pedir uma grana aos pais. Só o cinema, nada de comprar pipoca ou refrigerante.</p>
<p>A situação melhora, trabalhamos arduamente e recebemos um aumento. O sonho do carro próprio ainda está longe, mas já dá para comprar pipoca e refrigerante no cinema, e até um lanche depois da sessão.</p>
<p><strong>O tempo passa, as promoções começam a aparecer e finalmente conseguimos dar adeus ao ônibus e comprar o nosso primeiro carro &#8230; usado, claro, mas próprio</strong>. O cinema, pipoca e refrigerante continuam, mas agora buscamos um restaurante melhor. E ficar na cidade nas férias? Nem pensar, pelo menos uma viagem por ano é sagrada.</p>
<p>Mais alguns aumentos devido a uma carreira bem sucedida, e o carro passa a ser sempre novo e com ar-condicionado. E você se pergunta: “Como eu consegui viver dirigindo com todo aquele calor no carro?”.</p>
<p>Bom, essa estória poderia continuar indefinidamente. O fato é que à medida que vamos experimentando e vivenciando melhores condições de vida, fica difícil voltar atrás. Será que conseguiríamos voltar a andar de ônibus? Ou, pelo menos, em um carro sem ar-condicionado? Ou então deixar de pedir a pipoca, ou cortar os restaurantes mais finos? Não, o cinema perderia a graça, e a comida dos outros restaurantes é muito simples &#8230;</p>
<p>É claro que este exemplo pode não se aplicar perfeitamente à você. Mas pense nas coisas em que você não abre mão hoje. Qualquer que seja a situação em que estamos é sempre difícil e doloroso dar um passo atrás em nosso nível de consumo e deixar de lado certos confortos com os quais acostumamos.</p>
<p><strong>Por isto, não se esqueça: procure sempre viver um pouco abaixo de suas possibilidades</strong>. Isto é muito bom não só para o seu bolso, mas também para o meio-ambiente. Não deixe de fazer algumas extravagâncias uma vez ou outra, nem deixe de aproveitar a vida. Mas tenha a consciência de que muito disso não é essencial. Além disto, nunca se sabe o dia de amanhã. Algum imprevisto pode ocorrer (a perda do emprego, uma doença na família) e você acabar sendo obrigado a cortar gastos abruptamente. Quanto mais alto for o seu padrão de consumo, mais difícil será a tarefa de readequar seu estilo de vida.</p>
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		<title>Controle financeiro em 15 minutos</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/controle-financeiro-em-15-minutos</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Apr 2020 03:00:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Planejamento Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Controle de Despesas]]></category>
		<category><![CDATA[Controle de Gastos]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em tempos de crise, ter um bom controle e gerenciamento de suas finanças pessoais passa a ser ainda mais importante. Fazer um bom controle financeiro demanda uma certa paciência e tempo, mas é algo que trará bons frutos no futuro. O controle financeiro  ideal é aquele em que todas as receitas e despesas são lançadas, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em tempos de crise, ter um bom controle e gerenciamento de suas finanças pessoais passa a ser ainda mais importante. Fazer um bom controle financeiro demanda uma certa paciência e tempo, mas é algo que trará bons frutos no futuro. O controle financeiro  ideal é aquele em que todas as receitas e despesas são lançadas, mesmo aqueles gastos de valores menores, que acumulados, podem gerar um impacto significativo ao longo do tempo.</p>
<p><span id="more-8307"></span></p>
<p>Entretanto, poucas são as pessoas que conseguem manter as suas finanças tão organizadas. Basta esquecer de lançar algumas despesas em um mês para perder o ímpeto de fazer o controle financeiro.</p>
<p>Mas por que é tão difícil manter as finanças em dia? Mal nos damos conta, mas temos a tendência de repetir o que estamos habituados e criamos uma certa resistência para aderir a novos hábitos. Como começar uma academia, por exemplo.</p>
<p>O segredo é ir, gradativamente, incorporando o controle financeiro na sua rotina. A medida que se faz o controle financeiro, os benefícios começam a aparecer e este é o grande fator motivacional. Com um planejamento financeiro, os sonhos se tornam possíveis.  Por isso é tão importante fazer do controle financeiro um hábito.</p>
<p>A seguir, listamos algumas dicas de como fazer o seu controle financeiro com apenas <strong>15 minutos por semana</strong>. Apesar das dicas serem ilustradas na versão web, os mesmos princípios valem para nossos aplicativos iOS e Android.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong> 1. Faça uma lista com as principais receitas e gastos fixos</strong></h4>
<p dir="ltr">Vamos começar listando os principais receitas e <a href="https://minhaseconomias.com.br/blog/varios/como-organizar-as-contas-do-dia-a-dia">gastos fixos</a>, aqueles que são recorrentes. Lance não só os gastos e receitas semanais e mensais, como também os anuais (IPTU, IPVA, Licenciamento do automóvel etc.).</p>
<p>Você pode lançá-los um a um direto no sistema de controle financeiro, ou se preferir, <a href="https://minhaseconomias.com.br/tutoriais/transacoes-no-minhas-economias#importando-transacoes" target="_blank" rel="noopener">importando os lançamentos através de uma planilha Excel</a>. Como muitas vezes não sabemos os valores exatos das despesas, devemos lançá-las com a nossa melhor estimativa de valor e corrigindo-as à medida que sabemos o valor preciso.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2013/05/2013-05-20-18.27.17.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-8309" style="border: 1px solid black;" title="Planilha de importação" src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2013/05/2013-05-20-18.27.17.jpg" alt="Planilha de importação" width="463" height="248" srcset="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2013/05/2013-05-20-18.27.17.jpg 463w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2013/05/2013-05-20-18.27.17-300x160.jpg 300w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2013/05/2013-05-20-18.27.17-80x42.jpg 80w" sizes="(max-width: 463px) 100vw, 463px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong> 2. Lance apenas uma vez. Utilize o lançamento de transações recorrentes</strong></h4>
<p>Uma funcionalidade importante é o <a href="https://minhaseconomias.com.br/tutoriais/transacoes-no-minhas-economias#transacoes-recorrentes">lançamento de transações recorrentes</a>. Com isto, não é preciso realizar os lançamentos um a um. Basta corrigi-los quando houver alguma alteração. E aproveite também para ativar o <a href="https://minhaseconomias.com.br/blog/dicas-uso/nunca-mais-se-esqueca-de-pagar-as-suas-contas">lembrete</a>, que fará com que o sistema envie um e-mail para que não se esqueça de pagar a conta.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-8315" src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2013/05/2013-05-20-19.15.02-e1369094167724.jpg" alt="Lançando transações recorrentes" width="600" height="167" /></p>
<h4></h4>
<h4><strong><br />
3. Verificando o saldo do mês</strong></h4>
<p>Tudo isto dá um pouco de trabalho no início, mas depois você terá uma boa ideia de sua situação financeira. No exemplo, é possível ver que sobrará dinheiro no final do mês na conta bancária.</p>
<p>Selecionando a conta desejada, o sistema de controle financeiro irá mostrar apenas as transações relacionadas e a evolução do saldo dia-a-dia.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-8316" src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2013/05/2013-05-20-21.06.01-e1369094790448.jpg" alt="Saldo bancário no final do mês" width="600" height="180" /></p>
<h4><strong> 4. Fluxo de caixa futuro</strong></h4>
<p>No entanto, como há pagamentos a serem feitos no início do mês seguinte, é preciso verificar o quanto sobra antes de receber o próximo salário. O gráfico de saldos permite que se visualize isto rapidamente:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-8318" src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2013/05/2013-05-20-19.22.26-e1369095292888.jpg" alt="Gráfico de saldos" width="600" height="432" /></p>
<h4><strong><br />
5. Controlando Investimentos</strong></h4>
<p>E se investir R$ 1.000 na poupança todo mês, ao receber o salário, como fica? Basta lançar uma transação recorrente de transferência da conta bancária para a poupança e acompanhar no gráfico a projeção do saldo da conta bancária.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-8317" src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2013/05/2013-05-20-19.25.22-e1369095117311.jpg" alt="Gráfico de saldos" width="600" height="430" /></p>
<h4><strong><br />
6. Acompanhamento de extratos</strong></h4>
<p>Ao final de cada mês ou semana, você deve olhar seu extrato bancário, extrato do cartão de crédito etc. e verificar se há valores significativos a serem lançados em seu controle financeiro.</p>
<h4><strong><br />
7. Resumo financeiro</strong></h4>
<p>Aproveite para acessar o Minhas Economias, verifique como está sua situação financeira e quais são os seus próximos compromissos financeiros.<br />
<a href="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2013/05/2013-05-21-00.30.36-e1369107141886.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-8325 " style="border: 1px solid black;" src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2013/05/2013-05-21-00.30.36-e1369107141886.jpg" alt="Resumo financeiro na página inicial" width="600" height="436" /></a> Resumo financeiro na página inicial</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Isto tudo é só uma sugestão de como fazer um controle e planejamento financeiro simples, rápido e eficiente. Sempre é possível fazer algo melhor, mas se você não tem tempo ou sempre se esquece de realizar lançamentos, este controle financeiro já lhe será útil.</p>
<p>Veja mais dicas de como utilizar o Minhas Economias acessando nosso <a href="https://minhaseconomias.com.br/tutoriais" target="_blank" rel="noopener">tutorial</a>, nossos <a href="https://minhaseconomias.com.br/cursos-controle-financeiro" target="_blank" rel="noopener">cursos</a> e conceitos básicos de <a href="https://minhaseconomias.com.br/educacao-financeira" target="_blank" rel="noopener">Educação Financeira</a>.</p>
<p>Baixe também os aplicativos de controle financeiro para <a href="https://minhaseconomias.com.br/como-funciona/aplicativos-controle-financeiro">iPhone e Android</a>. Assim fica mais fácil manter o seu controle financeiro em dia.</p>
<p><span style="color: #888888;"><em>Caso queira comentar este e outros textos, por favor, encaminhe uma mensagem para contato@minhaseconomias.com.br ou entre em <a title="Entre em Contato - Minhas Economias" href="https://minhaseconomias.com.br/contato" target="_blank" rel="noopener"><span style="color: #888888;">contato pelo formulário do site</span></a>.</em></span></p>
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		<title>Veja os 3 hábitos de quem vive reclamando que está sem dinheiro.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2020 19:00:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Planejamento Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Aposentadoria]]></category>
		<category><![CDATA[consumo consciente]]></category>
		<category><![CDATA[Controle de Gastos]]></category>
		<category><![CDATA[Dívidas]]></category>
		<category><![CDATA[economia doméstica]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É muito comum encontrarmos pessoas que estão sempre “sem dinheiro”! Não estão necessariamente endividadas, mas estão sempre reclamando que o “dinheiro está curto” e que “não sobra nada no final do mês”. Bem, analisando melhor estas pessoas, você verá que elas têm algumas características em comum. Vamos descrever 3 hábitos deste tipo de pessoa. São [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>É muito comum encontrarmos pessoas que estão sempre “sem dinheiro”! Não estão necessariamente endividadas, mas estão sempre reclamando que o “dinheiro está curto” e que “não sobra nada no final do mês”. Bem, analisando melhor estas pessoas, você verá que elas têm algumas características em comum.</p>
<p><span id="more-9045"></span>Vamos descrever 3 hábitos deste tipo de pessoa. São comportamentos gerais e não necessariamente ligados somente a assuntos monetários, mas que afetam profundamente a nossa vida financeira.</p>
<p><em><strong> 1) Busca por satisfação Imediata</strong></em><br />
Algumas pessoas tem uma tendência a buscar a satisfação imediata e não conseguem ‘postergar’ esta necessidade. Elas acabam priorizando o presente ao futuro.<br />
Mas isto não é uma questão somente financeira: a decisão entre aproveitar o presente ou preparar-se para o futuro deve ser tomada com relação a várias de nossas atividades do dia a dia. Por exemplo:</p>
<ul>
<li>&#8211; Devo estudar para a prova de álgebra desde já ou aproveitar o dia ensolarado e deixar para estudar somente na véspera do teste?</li>
<li>&#8211; Devo começar a fazer o meu imposto de renda nesta semana ou deixar para a última hora, quando certamente passarei pela mesma correria do ano passado, quando quase não deu tempo de entregar a declaração no prazo?</li>
<li>&#8211; Devo voltar a estudar inglês já, quando ainda não me é exigido a fluência nesta língua, ou esperar até que meu chefe me diga: “Abriu aquela excelente vaga no exterior: como está seu inglês?”</li>
</ul>
<p>Aquelas pessoas que conseguem controlar o <a href="https://minhaseconomias.com.br/blog/educacao-financeira/teste-do-marshmallow-voce-controla-o-seu-impulso-de-satisfacao-imediata" target="_blank" rel="noopener">impulso da sua satisfação imediata</a>, são, na média, pessoas com situação financeira mais estável e com empregos mais rentáveis.</p>
<p><em><strong>2) Associar Consumo ao Prazer</strong></em><br />
Comprar é sempre uma atividade prazerosa, não há como negar isso. Mas quando esta associação do consumo à sensação de prazer se torna muito grande, podemos ter um problema. A compra passar a ser feita de modo emocional e não racional. Ou seja, o individuo faz uma compra mesmo sem ter a necessidade do produto ou serviço. O importante é a atividade de adquirir algo, isto é o que lhe traz satisfação.<br />
Este sentimento é parecido com o de comer algo muito gostoso, com um doce ou algum alimento especial. Muitas vezes nem estamos com fome e o nosso corpo nem precisa de mais alimento, mas o prazer de comer um bom brigadeiro ou um chocolate é indescritível!<br />
Na verdade, não há problema algum em satisfazer estes desejos e apreciar um belo pudim &#8230; o importante é ter isso sob controle e fazê-lo apenas esporadicamente.</p>
<p><em><strong>3) Falta de Disciplina e Perseverança para mudar</strong></em><br />
Mudanças são muito difíceis, principalmente no caso de problemas financeiros. A falta constante de dinheiro tem que ser combatida com uma boa dose de Controle Financeiro e isto exige muita disciplina e perseverança. Disciplina para controlar os gastos e eliminar os hábitos de consumo imediatistas, mudando a maneira de encarar a vida do ponto de vista financeiro. Perseverança para continuar com este controle por toda a vida, mesmo se a condição financeira melhorar.<br />
A maioria das pessoas “sem dinheiro” até inicia este processo de controle, mas muitas vezes acaba abandonando-o alguns meses depois.</p>
<p>Bem, se você se identificou com alguns dos hábitos acima, há tempo para mudar! Não fique sentado esperando que as coisas se resolvam automaticamente. <strong>Já dizia Einstein: “Insanidade é continuar fazendo sempre a mesma coisa e esperar resultados diferentes”.</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Dúvida eterna: como dividir a conta do bar ou do restaurante?</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/duvida-eterna-como-dividir-a-conta-do-bar-ou-do-restaurante</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Jul 2018 03:10:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Planejamento Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[conta de bar]]></category>
		<category><![CDATA[conta de restaurante]]></category>
		<category><![CDATA[dividir a conta]]></category>
		<category><![CDATA[economia doméstica]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www2.minhaseconomias.com.br/?p=4176</guid>

					<description><![CDATA[<p>Final de semana chegando, ótima desculpa para sair com os amigos, ir a um restaurante ou bar para bater um papo, dar risada e se divertir. Excelente, não? Mas como nem tudo são flores, chega o momento do pagamento e aí começa um dos grande dilemas de nossa vida: Como dividir a conta? O nosso [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/duvida-eterna-como-dividir-a-conta-do-bar-ou-do-restaurante">Dúvida eterna: como dividir a conta do bar ou do restaurante?</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br">Minhas Economias</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span>Final de semana chegando, ótima desculpa para sair com os amigos, ir a um restaurante ou bar para bater um papo, dar risada e se divertir. Excelente, não? <span id="more-4176"></span>Mas como nem tudo são flores, chega o momento do pagamento e aí começa um dos grande dilemas de nossa vida: </span></p>
<p>Como dividir a conta?</p>
<p>O nosso primeiro impulso seria dividir igualmente o valor total das despesas pelas pessoas que estão na mesa, solução esta realmente bem simples e fácil. Porém não exatamente a mais justa. O que dirá aquela pessoa que pediu o prato mais barato? Ou aqueles que não beberam as várias caipirinhas ou outras bebidas alcoólicas que geralmente são bem mais caras que o suco ou refrigerante?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><figure id="attachment_23531" aria-describedby="caption-attachment-23531" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2012/05/restaurante_gasto_interior.png"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2012/05/restaurante_gasto_interior.png" alt="Como dividir a conta do bar ou do restaurante?" width="620" height="203" class="size-full wp-image-23531" srcset="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2012/05/restaurante_gasto_interior.png 620w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2012/05/restaurante_gasto_interior-300x98.png 300w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2012/05/restaurante_gasto_interior-80x26.png 80w" sizes="(max-width: 620px) 100vw, 620px" /></a><figcaption id="caption-attachment-23531" class="wp-caption-text"><span style="font-size: 13px; font-style: italic;">Como dividir a conta do bar ou do restaurante?</span></figcaption></figure></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span>Em situações como esta, os seres humanos civilizados (ou seja, nós) costumam aplicar o que chamamos de “bom senso”. Se a diferença de preço entre os vários pedidos não for muito grande, não há problema nenhum em dividir a conta igualmente. Caso contrário, estipula-se alguma divisão mais equilibrada, mas sem a necessidade de se fazer um “cálculo exato, até os centavos”.</span></p>
<p><span>Mas nem sempre nossos comportamentos são tão civilizados assim. E é até possível identificar alguns perfis mais comuns que surgem nestes momentos, o que vamos tentar caracterizar e descrever a seguir.</span></p>
<p><span>O perfil mais fácil de identificar é o <strong>“Mão de Vaca”</strong>. Você pode notá-lo sempre chegando mais tarde ao encontro, pedindo somente um refrigerante e saindo cedo, não sem antes deixar o dinheiro contado de seus gastos (afinal ele é um mão de vaca, mas não um “aproveitador”). Prefere comparecer somente quando há a famosa comanda individual ou, claro, quando o evento é “boca livre”.</span></p>
<p><span>O <strong>“Justo”</strong>: conversa pouco, mas fica o tempo todo observando o que cada um pede.Quando a conta chega, confere os valores (e o número de cervejas pedidas) e faz a divisão de exata de cada um. </span></p>
<p><span>Já o<strong> “Aproveitador”</strong> pede de tudo, toma várias bebidas e tem como lema de vida a frase “Divide tudo igual para todo mundo, é mais fácil!”. Procura não participar dos mesmos encontros que o “Justo”, com o qual já teve algumas discussões fervorosas.</span></p>
<p><span>Tem também o <strong>“Vai com os outros”</strong>, ou seja, espera para ser o último a fazer o seu pedido pois isto lhe permite seguir a média do pessoal. Assim, se no final dividirem igualmente, não vai sair perdendo tanto.</span></p>
<p><span>E o <strong>“Gastão”</strong> é aquele que sempre quer pagar para todo mundo, entrega o cartão de crédito e nem se preocupa em olhar o valor cobrado (este comportamento é mais exacerbado quanto maior o grau etílico em que se encontra a pessoa). Coincidentemente, é sempre lembrado e “querido” por todos os amigos&#8230;</span></p>
<p><span>Há que se dizer que cada pessoa assume um certo perfil com mais freqüência, mas isto não é algo fixo. Vai depender muito da situação financeira de cada um. Por exemplo, um “Gastão” se torna rapidamente um “Mão de vaca” em tempos de aperto financeiro!</span></p>
<p><span>E você, conhece algum perfil diferente?</span></p>
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		<title>Um colchão contra Imprevistos</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/um-colchao-contra-imprevistos</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 May 2018 11:55:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Planejamento Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muitas pessoas só começam efetivamente a fazer um orçamento doméstico ou controle de gastos quando a situação já está ruim. Ou seja, quando estão endividadas e percebem que a bola de neve da inadimplência só está aumentando, aí sim é que finalmente decidem “fazer algo a respeito”. Muito bem! Antes tarde do que nunca! Mas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Muitas pessoas só começam efetivamente a fazer um orçamento doméstico ou controle de gastos quando a situação já está ruim. <span id="more-2748"></span>Ou seja, quando estão endividadas e percebem que a bola de neve da inadimplência só está aumentando, aí sim é que finalmente decidem “fazer algo a respeito”. Muito bem! Antes tarde do que nunca! Mas a situação poderia estar melhor (e a dor de cabeça menor) se o controle já estivesse sendo feito.</p>
<p>Para estas pessoas, o objetivo imediato é sair desta situação de endividamento. Nada mais natural, já que as dívidas são, nesta situação, o principal inimigo a ser combatido. E quando, depois de muito trabalho, controle dos impulsos consumistas e cortes de despesas, finalmente elas conseguem equilibrar as contas, muitas delas param por aí. Isto é, ficam no “zero a zero”, entre despesas e receitas. Não ficam mais &#8220;no vermelho&#8221; ao final do mês, mas também não economizam nada, ou muito pouco. Bom, isto já é uma grande vitória considerando a situação anterior delas, mas ainda seria preciso ir um pouco mais adiante.</p>
<p>Viver no limite ainda é uma situação muito arriscada! Imprevistos podem acontecer a qualquer hora, levando novamente a uma situação de endividamento. Somos otimistas por natureza, sempre achamos que o pior não acontecerá conosco. E podemos sim, continuar a ser otimistas. É até mais interessante viver a vida assim, mas sempre fazendo um bom planejamento e tendo uma pitada de precaução.</p>
<p>Em uma situação hipotética, vamos supor que uma família esteja exatamente nesta situação de equilíbrio. E, de repente, algo pouco previsível aconteça: alguém da família acaba perdendo o emprego. Bom, conseguir obter um novo emprego não é uma tarefa fácil e rápida. Mesmo recebendo uma indenização, muitas vezes o valor desta cobre apenas um ou dois meses de gastos. E há que se lembrar que só se recebe o salário do novo emprego após o início do mesmo. Sem recursos poupados para imprevistos, fica muito difícil não se endividar novamente.</p>
<p>Ou, em outra situação inusitada, a geladeira quebra. Como pagar o conserto se não há recursos destinados a imprevistos ou sobras de recursos financeiros no orçamento familiar. Novamente, volta-se a ter uma dívida. Poderíamos continuar citando vários outros imprevistos aqui, mas o fato é que eles, como o próprio nome diz, são difíceis de prever. Não apenas o que vai acontecer, mas quando irão acontecer.</p>
<p>Para alguns destes imprevistos (como uma batida ou um roubo do carro, uma enfermidade, ou uma perna quebrada), muitas vezes lançamos mão dos seguros para nos dar uma proteção, o que é muito bom. Mas como não há seguro para tudo, é imprescindível termos uma economia guardada para isso, uma espécie de colchão de segurança para qualquer “queda” em nossas vidas.</p>
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		<title>Suas Economias atraindo mais &#8220;Sorte&#8221; para você!</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/suas-economias-atraindo-mais-sorte-para-voce</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 May 2018 11:21:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Planejamento Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muita gente passa a vida inteira reclamando que não têm sorte, que nunca estão no lugar e nem na hora certa, que as boas oportunidades sempre batem na porta do vizinho e nunca na deles. É, esta percepção sobre a “sorte” é muito comum, mas não podemos deixar que isto vire uma desculpa. Sobre &#8220;galinhas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Muita gente passa a vida inteira reclamando que não têm sorte, que nunca estão no lugar e nem na hora certa, que as boas oportunidades sempre batem na porta do vizinho e nunca na deles. <span id="more-2672"></span>É, esta percepção sobre a “sorte” é muito comum, mas não podemos deixar que isto vire uma desculpa.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" title="Sobre &quot;galinhas mortas&quot; e a sua poupança" src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2009/10/trevo.jpg" alt="Sobre &quot;galinhas mortas&quot;" width="598" height="125" /><br />
<strong><span style="font-size: 13px; font-style: italic;">Sobre &#8220;galinhas mortas&#8221;</span></strong></p>
<p>A verdade é que a sorte e as oportunidades são aleatórias, não escolhem as pessoas pela classe social ou localização e nem são racistas ou preconceituosas. Não há uma votação secreta dos deuses para saber quem será o próximo agraciado. As oportunidades estão em todo lugar, a toda hora, para todos.</p>
<p>Mas algumas pessoas se preparam e conseguem percebê-las de uma forma melhor e aproveitá-las mais eficazmente. São as nossas ações (preparação, treinamento, estudo, pesquisa, trabalho, perseverança, entre outras) que aumentam a nossa chance de encontrá-las.</p>
<p>Vamos dar um exemplo: o caso das “galinhas mortas”.</p>
<p>Todo mundo fala que é necessário economizar dinheiro para que consigamos conquistar nossos sonhos, nossos objetivos de consumo. Mas não somente para isso, esta economia também é muito importante para garantir uma renda em nossa aposentadoria, além de funcionar como um “seguro” para cobrir despesas devido a alguma eventualidade (acidente, doença, desemprego repentino etc.).</p>
<p>Mas uma outra razão muito importante para que tenhamos uma poupança em dinheiro é conseguir aproveitar as oportunidades que aparecem ao longo da vida e que, muitas vezes, não são planejáveis: as famosas “galinhas mortas”. Elas não aparecem sempre, mas quando surgem é preciso ter um dinheiro “vivo” para agarrá-las.</p>
<p>E elas podem surgir de várias formas:</p>
<p>&#8211; pode ser um carro cujo dono precisa vendê-lo para pagar uma dívida ou para comprar um apartamento (pois vai casar &#8230;) e, por isso, abaixa o preço deste bem;</p>
<p>&#8211; ou um apartamento cujos donos conseguiram um emprego no exterior, e querem vender todos os bens rapidamente, mesmo que a um menor preço, pois não sabem quando voltarão para o País;</p>
<p>&#8211; ou então, das viagens para o exterior, que porventura tenham uma queda abrupta por causa de crise, obrigando as operadoras a fazer grandes descontos para pelo menos cobrir o custo operacional;</p>
<p>Tudo isso pode estar acontecendo à nossa volta, mas se você não tiver um dinheiro economizado, sobrando mesmo, provavelmente não vai poder aproveitá-los. Afinal, na maioria dos casos não vale a pena fazer dívida para poder pagar por estas barganhas.</p>
<p>Comece hoje. Crie o seu fundo “galinha morta”, e vá colocando nele um dinheiro para ser usado naqueles “negócios da china” que vão surgindo no nosso caminho. E entre definitivamente para o grupo de pessoas “sortudas”!</p>
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		<title>Teste do &#8220;marshmallow&#8221;: você controla o seu impulso de satisfação imediata?</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/teste-do-marshmallow-voce-controla-o-seu-impulso-de-satisfacao-imediata</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jan 2018 10:00:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Planejamento Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[marshmallow]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em 1972, um estudo foi realizado na Universidade de Stanford, nos Estado Unidos, com o intuito de testar a capacidade das pessoas de adiar uma satisfação.  A um grupo de crianças foi oferecido um delicioso &#8220;marshmallow&#8221; (um tipo de doce, muito apreciado por lá), com a seguinte explicação: &#8220;Você pode comer o doce a hora que quiser, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 1972, um estudo foi realizado na Universidade de Stanford, nos Estado Unidos, com o intuito de testar a capacidade das pessoas de adiar uma satisfação.  A um grupo de crianças foi oferecido um delicioso &#8220;marshmallow&#8221; (um tipo de doce, muito apreciado por lá), com a seguinte explicação: &#8220;Você pode comer o doce a hora que quiser, mas se conseguir resistir por 15 minutos e não comê-lo, ganhará DOIS doces&#8221;</p>
<p><span id="more-5947"></span></p>
<p>O que você faria?</p>
<p><a href="https://minhaseconomias.com.br/blog/educacao-financeira/teste-do-marshmallow-voce-controla-o-seu-impulso-de-satisfacao-imediata/attachment/mars03" rel="attachment wp-att-5948"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-5948 alignnone" title="Teste do &quot;marshmallow&quot;" src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2011/12/mars03-300x162.png" alt="Teste do &quot;marshmallow&quot;" width="300" height="162" srcset="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2011/12/mars03-300x162.png 300w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2011/12/mars03.png 422w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p>O objetivo dos cientistas era medir quanto tempo cada criança conseguiria resistir ao impulso de comer o doce. Mas também queriam analisar se este comportamento teria algum efeito ou relação com o sucesso pessoal e profissional no futuro de cada uma.</p>
<p>Das 600 crianças participantes, somente uma minoria comeu o doce imediatamente. E cerca de um terço das restantes conseguiu resistir à tentação durante os 15 minutos e ganhara o segundo &#8220;marshmallow&#8221;.</p>
<p><a href="https://minhaseconomias.com.br/blog/educacao-financeira/teste-do-marshmallow-voce-controla-o-seu-impulso-de-satisfacao-imediata/attachment/mars021" rel="attachment wp-att-5949"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-5949" title="Teste do &quot;marshmallow&quot;" src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2011/12/mars021-300x230.png" alt="Teste do &quot;marshmallow&quot;" width="300" height="230" srcset="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2011/12/mars021-300x230.png 300w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2011/12/mars021.png 330w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p>Parte destas mesmas crianças foram avaliadas novamente muitos anos mais tarde.</p>
<p>A conclusão: aquelas pessoas que conseguiram controlar o impulso da sua satisfação imediata, eram, na média, pessoas adultas com mais sucesso tanto profissional quanto pessoal.</p>
<p>E você: quanto tempo você resistiria ao doce?</p>
<p>Fontes: <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Stanford_marshmallow_experiment" target="_blank" rel="noopener">http://en.wikipedia.org/wiki/Stanford_marshmallow_experiment</a></p>
<p><iframe title="The Marshmallow Test | Igniter Media | Church Video" width="800" height="450" src="https://www.youtube.com/embed/QX_oy9614HQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe><br />
&nbsp;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/teste-do-marshmallow-voce-controla-o-seu-impulso-de-satisfacao-imediata">Teste do &#8220;marshmallow&#8221;: você controla o seu impulso de satisfação imediata?</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br">Minhas Economias</a>.</p>
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