Ásia cai com Kospi em queda de mais de 5% após avanço da chinesa CXMT em memórias; Europa opera em alta

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Os mercados asiáticos fecham nesta terça-feira (13) em direções mistas, com a Coreia do Sul de volta após o feriado do Dia do Hangul e o Japão após o feriado de ontem. O Nikkei 225 (Japão) fecha em queda de 1,82%, o Hang Seng (Hong Kong) em alta de 0,30%, o Shanghai Composite (China continental) em alta de 0,10% e o Kospi (Coreia do Sul) em queda de 5,46%, aos 6.035,35 pontos, enquanto o Taiex (Taiwan) cai 1,95%. Em Seul, o índice chegou a cair abaixo de 6.000 pontos pela primeira vez desde 31 de julho, com mínima de 5.911,11, as negociações de venda foram temporariamente suspensas pela bolsa pela manhã e os investidores estrangeiros venderam 4,5198 trilhões de won, em meio ao anúncio da chinesa CXMT de que lançará até o fim do ano um módulo de memória para servidor com nova arquitetura. Na China, as bolsas de futuros vão intensificar o combate a irregularidades ligadas a negociações automatizadas, para conter riscos em um mercado acionário que segue pressionado, e o Fundo Monetário Internacional reduziu a projeção de crescimento do PIB chinês de 2026 em 0,1 ponto percentual, para 4,5%.

No radar corporativo, a SK Hynix (000660.KS) fechou em queda de 10,09%, a 1.443.000 won, e a Samsung Electronics (005930.KS) em queda de 7,39%, depois da divulgação, pela chinesa CXMT, de tecnologia de D-RAM.

Os mercados europeus operam nesta terça-feira (13) em alta moderada. O FTSE 100 (Reino Unido) opera em alta de 0,61%, o DAX (Alemanha) em alta de 0,30% e o CAC 40 (França) em alta de 0,09%. As ações de chips têm forte queda na região, com a ASML em queda de 3,3% e a STMicroelectronics e a Infineon em queda de 5%, em meio à venda global de ações ligadas à inteligência artificial, puxada pela queda de 10% da SK Hynix e de 7,4% da Samsung. O petróleo recua, com o Brent em queda de 1,49%, a US$ 105,06 o barril, e o WTI em queda de 1,86%, a US$ 92. Na Alemanha, o índice de preços ao consumidor de setembro subiu 0,6% na comparação mensal e 3,3% na anual, ambos em linha com a previsão, ante 2,9% em agosto na comparação anual. Na França, o Parlamento começa a debater o orçamento de 2027, em meio a déficits elevados, dívida crescente e protestos estudantis.

No radar corporativo, a LVMH (MC.PA) cai mais de 1,6% depois de divulgar receita de € 18,5 bilhões no terceiro trimestre, com crescimento orgânico de 1%, abaixo do esperado, e queda orgânica de 5% nas vendas de moda e couro.

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