Ibovespa sobe com IPCA acima do esperado e petróleo em alta

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Foto: Shutterstock/Quality Stock Arts

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O Ibovespa fechou o pregão desta sexta-feira (09) em alta de 1,38%, aos 209.067 pontos, acumulando valorização de 8,82% na semana. A sessão foi marcada pela divulgação do IPCA de setembro, acima das expectativas do mercado, e pelos desdobramentos da guerra no Oriente Médio, em meio à alta dos preços do petróleo no mercado internacional.

No cenário doméstico, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu 0,82% em setembro, acima da projeção de 0,73%, após recuar 0,32% em agosto. No acumulado de 12 meses, a inflação atingiu 4,58%, também superando a expectativa de 4,50%. Todos os grupos registraram alta no mês, com destaque para Habitação, que avançou 2,31%, impulsionada pelo aumento de 7,98% na energia elétrica residencial.

No cenário internacional, os investidores acompanharam os desdobramentos do conflito no Oriente Médio e os riscos ao abastecimento global de petróleo. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o conflito com o Irã terminará mesmo sem a necessidade de um acordo entre os países, enquanto a Saudi Aramco informou que atenderá integralmente aos pedidos de petróleo das refinarias europeias para novembro. As atenções também se voltaram para o furacão Isaias, que provocou a interrupção de parte da produção no Golfo do México.

No setor bancário, os papéis fecharam majoritariamente em alta. O Itaú Unibanco (ITUB4) avançou 2,27%, seguido pelo Banco do Brasil (BBAS3), com ganho de 1,57%, e Bradesco (BBDC4), com valorização de 0,46%. Na contramão, o Santander Brasil (SANB11) recuou 0,86%.

Entre as ações ligadas ao petróleo, a Petrobras ON (PETR3) avançou 1,82%, seguida pela Prio (PRIO3), com alta de 1,10%; PetroReconcavo (RECV3), com 0,99%; e Petrobras PN (PETR4), com 0,94%. 

Entre as maiores altas do Ibovespa, a MRV (MRVE3) liderou os ganhos, com avanço de 21,62%, seguida pelo Magazine Luiza (MGLU3), com 19,22%; Lojas Renner (LREN3), com 11,56%; Cury (CURY3), com 9,66%; e Cogna (COGN3), com 8,53%.

Na ponta negativa, a Telefônica Brasil (VIVT3) registrou a maior queda, de 5,25%, seguida pela TIM (TIMS3), que recuou 4,18%; Auren Energia (AURE3), com baixa de 2,93%; Caixa Seguridade (CXSE3), que caiu 2,48%; e Klabin (KLBN11), com perda de 2,00%.

As listas das maiores altas e baixas da carteira do Ibovespa ficaram assim:

Altas

• MRV (MRVE3): +21,62%

• Magalu (MGLU3): +19,22%

• Lojas Renner (LREN3): +11,56%

• Cury (CURY3): +9,66%

• Cogna (COGN3): +8,53%


Baixas

• Telefônica (VIVT3): -5,25%

• TIM (TIMS3): -4,18%

• Auren (AURE3): -2,93%

• Caixa Seguridade (CXSE3): -2,48%

• Klabin (KLBN11): -2,00%


Confira a evolução do IBOV no fechamento de hoje (09/10):

• Segunda-Feira (05): +7,70%

• Terça-Feira (06): -0,52%

• Quarta-Feira (07): -0,74%

• Quinta-Feira (08): +0,94%

• Sexta-Feira (09): +1,38%

• Na semana: +8,82%

• Em outubro: +12,20%

• No 4°tri./26: +12,20%

• Em 12 meses: +47,53%

• Em 2026: +29,75%


EUA

Os principais índices de Nova York encerraram o dia em alta:

• Dow Jones: +0,83%

• Nasdaq: +0,64%

• S&P 500: +0,59%

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