A partir de 23/05/2012, a alíquota diária de IOF incidente sobre operações de crédito para pessoas físicas passou a ser de 0,0041% (cerca de 1,5% ao ano), sendo que a anterior era de 0,0068% ao dia (ou 2,5% ao ano). Para quem não sabe, além desta alíquota ainda há uma outra de 0,38% incidente sobre o valor total do empréstimo (principal) e, pode não parecer, mas este imposto continuará gerando uma boa receita ao governo. A pergunta que muita gente tem feito é em relação ao impacto que este “presente” gera em nossos bolsos. Para tanto, fizemos uma simulação de um empréstimo no valor de R$ 10 mil (e considerando que não há cobrança de taxas ou tarifas) em diferentes prazos (12 a 60 parcelas mensais) e taxas de juros (1% a 5% ao mês) e mostramos o desconto que temos em cada parcela com a diminuição do IOF.

Como podemos ver na tabela acima, um empréstimo de R$ 10 mil, taxa de juros mensais de 2% e 60 parcelas terá uma redução no valor a ser pago mensalmente de apenas R$ 2,84, com a parcela indo de R$ 297,99 para R$ 295,15. Obviamente, ao longo dos 60 meses, a economia total será significativa: R$ 170,40 (R$ 2,84 x 60).

No entanto, o melhor seria que o IOF não fosse mais cobrado ou, então, que suas alíquotas fossem reduzidas a zero. O impacto no nosso bolso seria muito mais significativo:

Usando o mesmo exemplo, sem o IOF, a parcela cairia para R$ 289,83 e a redução seria de R$ 8,16 por prestação ou R$ 489,60 no total (R$ 8,16 x 60).

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