Uma recente pesquisa da CNI (Confederação Nacional da Indústria) mostrou que o maior problema enfrentado pelos brasileiros nos 12 meses passados é a dificuldade em reduzir as despesas de casa, devido à falta de dinheiro.

Bem, cortar despesas não é uma atividade simples, mas é algo que deve ser praticado diariamente. A seguir, algumas dicas para conseguir alcançar o seu objetivo:

- Comece fazendo uma lista com todas as suas despesas. Para cada uma delas, classifique-as segundo a necessidade do gasto. Por exemplo, pagar a água ou a luz pode ser um gasto importante. A TV a cabo, por outro lado, pode ser classificada como não importante. A partir daí, busque cortar aqueles valores menos importantes.

- Converse com todo mundo, comunique-se com todos de sua família antes de decidir o que cortar. Se você não explicar o porquê dos cortes, cada um(a ) vai imaginar uma história e uma razão diferente. E, normalmente, as pessoas vão pensar nas piores possibilidades, achando que é algum tipo de castigo ou repreensão individual!

- Distribua os cortes entre todas as pessoas envolvidas e de maneira a mais equilibrada possível. Isto fará com que nenhuma se sinta especialmente prejudicada.

- Esclareça o objetivo final, o motivo dos cortes. É muito mais fácil fazer sacrifícios quando a gente sabe que isto é em prol de um objetivo maior, algo que vai nos dar uma grande satisfação. Estabeleça e mostre qual é o sonho, o projeto a atingir. Fica muito mais leve caminhar assim!

- Ao fazer cortes, busque alternativas criativas para compensá-los. Despesas de lazer, por exemplo, tradicionalmente representadas pela ida ao cinema (sempre acompanhada de pipoca e refrigerante) e ao restaurante, podem tomar a forma de outros divertimentos legais, porém mais baratos. Quem sabe um passeio no parque, com um belo lanche caseiro, seguido de futebol? Quem sabe uma visita ao museu?

- E lembre-se:
Quando tomamos a decisão de fazer cortes para enxugar o orçamento familiar, não podemos esquecer que a medida envolve muito mais do que dinheiro: envolve nossa vida como um todo. O reflexo mais direto, porém, ocorre em nossa própria família, principalmente em relação às pessoas que sustentamos financeiramente.