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	<title>Riscos de Investimentos &#8211; Minhas Economias</title>
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	<description>Minhas Economias é um gerenciador financeiro completo, online, seguro e gratuito. Organize suas contas, gerencie seu orçamento e faça seus objetivos acontecerem.</description>
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	<title>Riscos de Investimentos &#8211; Minhas Economias</title>
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		<title>Por que um fundo DI oferece menos risco do que um fundo de renda fixa?</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/comece-a-investir/por-que-um-fundo-di-oferece-menos-risco-do-que-um-fundo-de-renda-fixa</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Oct 2014 00:31:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comece a Investir]]></category>
		<category><![CDATA[Análise de Investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[fundos de investimento]]></category>
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		<category><![CDATA[perfil de investidor]]></category>
		<category><![CDATA[Riscos de Investimentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fundos DI e fundos de renda fixa investem de forma direta ou indireta (através da aquisição de cotas de outros fundos) quase a totalidade de seu patrimônio em títulos de renda fixa, tanto prefixados quanto pós-fixados. Mas, qual a diferença entre eles? Segundo dados divulgados pela Anbima em 25/set/14, os fundos DI representavam 15,63% do [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br/blog/comece-a-investir/por-que-um-fundo-di-oferece-menos-risco-do-que-um-fundo-de-renda-fixa">Por que um fundo DI oferece menos risco do que um fundo de renda fixa?</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br">Minhas Economias</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Fundos DI e fundos de renda fixa investem de forma direta ou indireta (através da aquisição de cotas de outros fundos) quase a totalidade de seu patrimônio em títulos de renda fixa, tanto prefixados quanto pós-fixados. Mas, qual a diferença entre eles?<span id="more-7999"></span><br />
Segundo dados divulgados pela Anbima em 25/set/14, os fundos DI representavam 15,63% do patrimônio total (R$ 2,37 trilhões) dos fundos de investimento (sem considerar fundos imobiliários, de direitos creditórios e de participação) no Brasil, enquanto os fundos de renda fixa representavam 32,08%. Veja no gráfico abaixo a participação relativa de cada tipo de fundos de investimento.<br />
<figure id="attachment_14299" aria-describedby="caption-attachment-14299" style="width: 1147px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Distribuição-relativa-por-tipo-de-fundo-20140925.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Distribuição-relativa-por-tipo-de-fundo-20140925.jpg" alt="Distribuição relativa por tipo de fundo 20140925" width="620" height="428" class="size-full wp-image-14299" srcset="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Distribuição-relativa-por-tipo-de-fundo-20140925.jpg 1147w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Distribuição-relativa-por-tipo-de-fundo-20140925-300x207.jpg 300w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Distribuição-relativa-por-tipo-de-fundo-20140925-1024x707.jpg 1024w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Distribuição-relativa-por-tipo-de-fundo-20140925-80x55.jpg 80w" sizes="(max-width: 620px) 100vw, 620px" /></a><figcaption id="caption-attachment-14299" class="wp-caption-text"><span style="font-style: italic; font-size: 13px;">Distribuição relativa por tipo de fundo 25/09/2014</span></figcaption></figure></p>
<p>Os fundos de investimento são regulamentados pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários) e, para cada tipo de fundo, são estabelecidas regras que os administradores de fundos devem seguir ao compor os seus ativos.</p>
<p><a href="https://minhaseconomias.com.br/blog/investimentos/como-investir-pouco-dinheiro">&#8211; Como investir pouco dinheiro</a><br />
<a href="https://minhaseconomias.com.br/blog/investimentos/poupanca-x-lci-x-fundo-di-x-cdb-di">&#8211; Poupança x LCI x Fundo DI x CDB-DI</a></p>
<p>Os <strong>Fundos Referenciados DI</strong> devem identificar em sua denominação o seu<br />
indicador de desempenho, em função da estrutura dos ativos financeiros integrantes das respectivas carteiras, desde que atendidas, cumulativamente, às seguintes condições:</p>
<p style="padding-left: 20px;">I – tenham 80% (oitenta por cento), no mínimo, de seu patrimônio líquido representado, isolada ou cumulativamente, por:</p>
<p style="padding-left: 40px;">a) títulos de emissão do Tesouro Nacional e/ou do Banco Central do Brasil;</p>
<p style="padding-left: 40px;">b) títulos e valores mobiliários de renda fixa cujo emissor esteja classificado na categoria baixo risco de crédito ou equivalente, com certificação por agência de classificação de risco localizada no País;</p>
<p style="padding-left: 20px;">II – estipulem que 95% (noventa e cinco por cento), no mínimo, da carteira seja composta por ativos financeiros de forma a acompanhar, direta ou indiretamente, a variação do indicador de desempenho (“benchmark”) escolhido;</p>
<p style="padding-left: 20px;">III – restrinjam a respectiva atuação nos mercados de derivativos à realização de operações com o objetivo de proteger posições detidas à vista, até o limite dessas.</p>
<p>Já os <strong>Fundos de Renda Fixa</strong> devem possuir, no mínimo 80% (oitenta por cento) da carteira em ativos relacionados diretamente, ou sintetizados, via derivativos, aos principais fatores de risco da carteira, que são a variação da taxa de juros doméstica ou de índice de inflação, ou ambos.</p>
<p>Basicamente, podemos dizer que um fundo DI investe em títulos pós-fixados indexados à taxa CDI (Certificado de Depósito Interbancário). Já um fundo de renda fixa, geralmente investe em títulos prefixados ou então indexados a outros índices como os de inflação (em geral, IGP-M ou IPCA).</p>
<p>Para entender a dinâmica de funcionamento destes fundos, é preciso compreender as diferenças entre um investimento indexado à taxa CDI e outro prefixado.</p>
<p>A diferença mais perceptível é que, ao investir em um título pós-fixado, não se sabe quanto irá receber no vencimento. No exemplo abaixo, ao investir R$ 1.000 por 1 ano em um título indexado ao CDI, não há como saber quanto se receberá no vencimento, pois não há como saber com certeza e de forma antecipada como o CDI irá evoluir ao longo do tempo. Por outro lado, desde que o título tenha sido emitido por uma instituição sólida (com baixíssimo risco de crédito), ele não desvalorizará quando o CDI subir. Assim, ao comprar um título indexado ao CDI por R$ 1.000, mesmo que o CDI suba de 10% para 11% ao ano, no minuto seguinte, o título continuará valendo R$ 1.000. Como o fundo DI aplica quase todo o seu patrimônio neste tipo de título, raramente este fundo terá prejuízo.</p>
<figure id="attachment_14298" aria-describedby="caption-attachment-14298" style="width: 953px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Risco-fundo-CDI-.jpg"><img decoding="async" src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Risco-fundo-CDI-.jpg" alt="Risco fundo - CDI" width="620" height="184" class="size-full wp-image-14298" srcset="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Risco-fundo-CDI-.jpg 953w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Risco-fundo-CDI--300x89.jpg 300w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Risco-fundo-CDI--80x23.jpg 80w" sizes="(max-width: 620px) 100vw, 620px" /></a><figcaption id="caption-attachment-14298" class="wp-caption-text"><span style="font-style: italic; font-size: 13px;">Risco fundo &#8211; CDI</span></figcaption></figure>
<p>Quanto ao investimento em um título prefixado, já se sabe de início quanto irá receber no vencimento. No exemplo abaixo, a remuneração proporcionada por um ano de aplicação será de 10%, o que implica receber R$ 1.100 no vencimento, sendo R$ 1.000 de principal (o valor investido originalmente) e R$ 100 de juros.</p>
<figure id="attachment_14297" aria-describedby="caption-attachment-14297" style="width: 953px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Risco-fundo-VF-pré-1-ano.jpg"><img decoding="async" src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Risco-fundo-VF-pré-1-ano.jpg" alt="Risco fundo - VF pré 1 ano" width="620" height="165" class="size-full wp-image-14297" srcset="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Risco-fundo-VF-pré-1-ano.jpg 953w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Risco-fundo-VF-pré-1-ano-300x79.jpg 300w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Risco-fundo-VF-pré-1-ano-80x21.jpg 80w" sizes="(max-width: 620px) 100vw, 620px" /></a><figcaption id="caption-attachment-14297" class="wp-caption-text"><span style="font-style: italic; font-size: 13px;">Risco fundo &#8211; VF pré 1 ano</span></figcaption></figure>
<p><strong>Bom, se ao investir em um título prefixado eu sei quanto eu vou receber no vencimento, porque este investimento apresenta mais risco do que outro indexado ao CDI?</strong></p>
<p>A resposta a esta pergunta reside no fato de que, em caso de venda antecipada, há o risco de se perder dinheiro no título prefixado. Como exemplo, digamos que logo após a compra do título, você resolva vendê-lo. Só que agora, a taxa de juros de mercado passou de 10% para 11% ao ano. Isto significa que os seus R$ 1.100 a receber daqui a um ano e que valiam R$ 1.000 hoje, passaram a valer apenas R$ 990,99, o que representa uma perda (desvalorização) de 0,90%.</p>
<figure id="attachment_14296" aria-describedby="caption-attachment-14296" style="width: 953px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Risco-fundo-VP-pré-1-ano.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Risco-fundo-VP-pré-1-ano.jpg" alt="Risco fundo - VP pré 1 ano" width="620" height="181" class="size-full wp-image-14296" srcset="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Risco-fundo-VP-pré-1-ano.jpg 953w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Risco-fundo-VP-pré-1-ano-300x87.jpg 300w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Risco-fundo-VP-pré-1-ano-80x23.jpg 80w" sizes="(max-width: 620px) 100vw, 620px" /></a><figcaption id="caption-attachment-14296" class="wp-caption-text"><span style="font-style: italic; font-size: 13px;">Risco fundo &#8211; VP pré 1 ano</span></figcaption></figure>
<p>Vendo de outra forma, para receber os mesmos R$ 1.100 daqui a um ano, o investidor precisaria de apenas R$ 990,99 ao invés de R$ 1.000.</p>
<p>Quanto ao título indexado ao CDI, caso ele fosse vendido neste mesmo dia, seu valor de mercado continuaria sendo de R$ 1.000, sem prejuízo ao investidor, como já explicamos anteriormente.</p>
<p><strong>E se, ao invés de comprar um título prefixado de 1 ano, eu optasse por um de 2 anos?</strong></p>
<p>Neste caso, supondo que a taxa de mercado inicial seja de 10% ao ano, ao investir R$ 1.000 agora, eu receberia R$ 1.210 daqui a dois anos.</p>
<figure id="attachment_14295" aria-describedby="caption-attachment-14295" style="width: 953px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Risco-fundo-VF-pré-2-anos.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Risco-fundo-VF-pré-2-anos.jpg" alt="Risco fundo - VF pré 2 anos" width="620" height="165" class="size-full wp-image-14295" srcset="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Risco-fundo-VF-pré-2-anos.jpg 953w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Risco-fundo-VF-pré-2-anos-300x79.jpg 300w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Risco-fundo-VF-pré-2-anos-80x21.jpg 80w" sizes="(max-width: 620px) 100vw, 620px" /></a><figcaption id="caption-attachment-14295" class="wp-caption-text"><span style="font-style: italic; font-size: 13px;">Risco fundo &#8211; VF pré 2 anos</span></figcaption></figure>
<p>No entanto, se, no momento seguinte à compra, a taxa de juros de mercado passasse a ser de 11% ao ano, o meu título passaria a valer apenas R$ 982,06, desvalorizando 1,79%.</p>
<figure id="attachment_14294" aria-describedby="caption-attachment-14294" style="width: 953px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Risco-fundo-VP-pré-2-anos.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Risco-fundo-VP-pré-2-anos.jpg" alt="Risco fundo - VP pré 2 anos" width="620" height="181" class="size-full wp-image-14294" srcset="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Risco-fundo-VP-pré-2-anos.jpg 953w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Risco-fundo-VP-pré-2-anos-300x87.jpg 300w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Risco-fundo-VP-pré-2-anos-80x23.jpg 80w" sizes="(max-width: 620px) 100vw, 620px" /></a><figcaption id="caption-attachment-14294" class="wp-caption-text"><span style="font-style: italic; font-size: 13px;">Risco fundo &#8211; VP pré 2 anos</span></figcaption></figure>
<p>Nestas mesmas condições, um título de 10 anos apresentaria perda ainda maior, -8,65%. Assim, quanto mais longo for o vencimento de um título prefixado, maior risco ele terá com as oscilações das taxas de mercado.</p>
<p>No caso de títulos indexados a um índice de inflação, estes normalmente são negociados pela variação da inflação acrescida de uma taxa prefixada, por exemplo, IPCA + 6% ao ano. Na comparação com um título prefixado de mesmo prazo, o título indexado a um índice de inflação apresenta menor risco, por ter uma &#8220;parcela&#8221; prefixada menor. No entanto, enquanto os títulos prefixados costumam ser negociados com prazos inferiores a 5 anos, os títulos atrelados a índice de inflação chegam a ter vencimentos superiores a 30 anos.</p>
<p>Desta forma, como um fundo de renda fixa é composto principalmente por títulos prefixados e/ou indexados a índice de inflação, o investimento em fundos de renda fixa apresenta risco superior ao de um fundo DI. Isto pode ser acompanhado nos rankings de investimentos que divulgamos todos os meses.</p>
<p dir="ltr">Felizmente, não há necessidade de fazer estes cálculos na hora de decidir em qual fundo aplicar, mas é importante ter em mente o risco que se está assumindo ao fazer os seus investimentos para não ser pego de surpresa.</p>
<p>Veja como está a <a href="https://wwws.minhaseconomias.com.br/investimento.do" target="_blank" rel="noopener">rentabilidade dos fundos</a> DI frente aos de Renda Fixa e decida qual o tipo de risco você está disposto a assumir considerando o seu perfil de investidor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="font-style: italic;">Caso queira comentar este e outros textos, por favor, encaminhe uma mensagem para contato@minhaseconomias.com.br</p>
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			</item>
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		<title>Aprenda a lidar com quatro situações financeiras estressantes</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/aprenda-a-lidar-com-quatro-situacoes-financeiras-estressantes</link>
					<comments>https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/aprenda-a-lidar-com-quatro-situacoes-financeiras-estressantes#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Aug 2013 11:03:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Planejamento Financeiro]]></category>
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		<category><![CDATA[Riscos de Investimentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dizem que Dinheiro não é problema, o problema é ter pouco Dinheiro! Isso não deixa de ser verdade, mas o fato é que, seja com pouco ou muito dinheiro, temos que lidar com ele diariamente. E desse modo é inevitável que ocorram situações de estresse neste “relacionamento”! Vamos listar algumas destas situações estressantes e dar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Dizem que Dinheiro não é problema, o problema é ter pouco Dinheiro! Isso não deixa de ser verdade, mas o fato é que, seja com pouco ou muito dinheiro, temos que lidar com ele diariamente. E desse modo é inevitável que ocorram situações de estresse neste “relacionamento”!</p>
<p><span id="more-9218"></span>Vamos listar algumas destas situações estressantes e dar algumas dicas para que você consiga encará-las de uma maneira diferente:</p>
<p><em><strong>1) Não ter dinheiro para pagar as contas</strong></em><br />
Quando chega aquele boleto na sua casa pelo correio e você sabe que não tem dinheiro para pagá-lo, é inevitável que uma sensação ruim tome conta da gente. Respire fundo, levante a cabeça e não entre em desespero: a dica é sempre trocar o estresse por alguma ação concreta que vá ajudar o seu futuro financeiro!</p>
<p>A primeira coisa a fazer é analisar se este produto ou serviço que você está pagando é realmente imprescindível para você. Se não for (por exemplo, se for a conta de uma TV a cabo) corte o gasto imediatamente.</p>
<p>Se não for possível eliminar a despesa, avalie se é possível diminuir o gasto daqui para frente. Por exemplo, gastos com telefone, luz e água são importantes, mas podem ser controlados para que a conta no final do mês seja menor.</p>
<p>E se a conta for de algum parcelamento de uma compra feita no passado, avalie se é possível vender ou devolver o bem. Um carro pode ser trocado por outro mais barato. E uma bolsa ou um relógio podem ser vendidos pela internet, por exemplo.</p>
<p><strong><em>2) Ter que pedir dinheiro emprestado</em></strong><br />
Esta com certeza é uma das situações mais desagradáveis que podemos passar. Se você precisa pedir dinheiro emprestado para alguém, provavelmente já chegou no “fundo do poço”, o que já não é algo bom. Além disso, terá que passar pelo constrangimento de revelar este seu problema para outras pessoas.</p>
<p>Mas se isto for inevitável, use esta situação a seu favor. Antes de pedir o dinheiro emprestado, prepare um plano completo para re-estabelecer o seu controle financeiro, ou seja, faça a sua lição de casa. Avalie o total de suas dívidas, renegocie-as se for possível, estabeleça um <a href="https://minhaseconomias.com.br/blog/educacao-financeira/como-o-orcamento-familiar-pode-ajudar-a-realizar-seus-sonhos" target="_blank" rel="noopener">orçamento </a>mensal, faça corte nos seus gastos e passe a fazer um <a href="https://minhaseconomias.com.br/" target="_blank" rel="noopener">controle financeiro diário</a>. E explique todas estas ações à pessoa que lhe emprestará o dinheiro: isto fará com que ela tenha mais confiança de que o dinheiro emprestado será bem gasto e ao mesmo tempo lhe dará um boa dose de autoestima para superar esta situação!</p>
<p><strong><em>3) Emprestar dinheiro para alguém</em></strong><br />
Pois é, mesmo os que têm uma situação financeira tranquila podem passar por algum estresse financeiro. O fato de ter que emprestar dinheiro para alguém pode ser uma das causas! Ficamos sempre na dúvida se devemos emprestar e se o dinheiro será devolvido. E também muitas vezes não temos coragem de dizer “Não”, ainda mais se quem está pedindo é um<a href="https://minhaseconomias.com.br/blog/educacao-financeira/voce-emprestaria-dinheiro-para-um-parente" target="_blank" rel="noopener"> parente ou uma pessoa próxima</a>.</p>
<p>É realmente uma decisão difícil. A nossa dica é que você se prepare para esta situação, antes que ela aconteça. Estabeleça para si mesmo algumas regras, por exemplo: para quem você faria um empréstimo, qual o valor máximo a ser emprestado, que condições você exigiria para realizar esta operação, etc.</p>
<p>E se a decisão for a de não emprestar em nenhuma hipótese, elabore as razões pelas quais você tomou esta decisão. Então, imagine-se explicando estas razões para alguém que lhe pediu o dinheiro. É um tipo de um ensaio, que vai lhe ajudar muito a manter esta posição de forma tranquila quando o caso realmente acontecer.</p>
<p><em><strong>4)Perder dinheiro na bolsa ou outra aplicação</strong></em><br />
Mais um exemplo de que pessoas com dinheiro também podem passar por algum estresse financeiro. Perder o dinheiro que foi poupado com muita dedicação é sempre uma situação estressante.</p>
<p>E isto pode acontecer quando você aplica o seu dinheiro em algum investimento de alto risco (como a bolsa de valores ou câmbio) ou mesmo em algum negócio próprio. O retorno destes investimentos pode ser grande, mas a chance de você efetivamente perder dinheiro também é.</p>
<p>Nossa dica é seguir um dos grandes ensinamentos da educação financeira: entenda muito bem os riscos e regras de cada investimento que irá fazer. Encontre o balanceamento correto entre investimentos conservadores e de alto risco, de acordo com o seu perfil. Isso fará com que você tenha consciência dos riscos que está correndo: assim, caso o pior aconteça, você estará preparado para esta situação.</p>
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		<title>Entenda a diferença entre Investimentos Pré e Pós-Fixado</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/comece-a-investir/entenda-a-diferenca-entre-investimentos-pre-e-pos-fixado</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jul 2013 00:00:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comece a Investir]]></category>
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		<category><![CDATA[renda fixa]]></category>
		<category><![CDATA[Riscos de Investimentos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www2.minhaseconomias.com.br/?p=9037</guid>

					<description><![CDATA[<p>Na hora de escolher um investimento para o seu dinheiro (economizado com muito Controle Financeiro), você já deve ter ouvido falar nos termos Pré-Fixado e Pós-Fixado. Mas você sabe o que eles significam? E mais importante, como eles influenciam na rentabilidade e risco de seu investimento? Um investimento é pré-fixado quando a taxa de retorno [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Na hora de escolher um investimento para o seu dinheiro (economizado com muito Controle Financeiro), você já deve ter ouvido falar nos termos Pré-Fixado e Pós-Fixado. Mas você sabe o que eles significam? E mais importante, como eles influenciam na rentabilidade e risco de seu investimento?</p>
<p><span id="more-9037"></span>Um investimento é <strong>pré-fixado quando a taxa de retorno do investimento já é conhecida no momento em que você fizer a aplicação</strong>. Neste caso, você já sabe o quanto vai render o seu dinheiro, independentemente do que ocorrer na economia. É uma forma de garantir, antecipadamente, um certo percentual de rendimento.<br />
Por exemplo, uma aplicação em CDB (Certificado de Depósito Bancário) que oferece um rendimento de 8% ao ano é do tipo pré-fixado.</p>
<p>Por outro lado, um investimento é <strong>pós-fixado quando o seu rendimento só será conhecido no futuro</strong>. Geralmente, este rendimento estará atrelado a algum outro índice. Por exemplo, um certo investimento pode lhe oferecer um rendimento anual igual à taxa de inflação (como o IGP-M ou o IPCA) mais 4% de juros fixos. Assim, seu rendimento final só será conhecido no futuro (posteriormente), quando for divulgada a taxa da inflação do período todo.<br />
Da mesma forma, um CDB que oferece uma rentabilidade de 85% do percentual do CDI é considerado pós-fixado, pois não há como saber qual será a taxa do CDI no futuro.</p>
<p><strong>E afinal, qual é o melhor entre esses dois tipos?</strong> Bem, infelizmente aqui não há uma regra geral, é preciso sempre analisar as condições de mercado e a própria situação financeira e objetivos do investidor.</p>
<p><strong>Do ponto de vista de Risco</strong>, podemos dizer de uma forma geral que o investimento Pós-Fixado em CDI, por exemplo, apresenta um risco menor que o Pré-Fixado, pois caso queira vendê-lo (resgatá-lo) antes do vencimento, o preço terá uma oscilação menor. <a href="https://minhaseconomias.com.br/blog/investimentos/por-que-um-fundo-di-oferece-menos-risco-do-que-um-fundo-de-renda-fixa" target="_blank" rel="noopener">Veja aqui uma análise entre fundos DI e de Renda Fixa para entender com mais detalhes sobre este tema</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><i>Observações:</i></strong></p>
<p><em>&#8211; As informações aqui apresentadas não caracterizam recomendações de investimento;</em></p>
<p>&#8211; As decisões de investimento são de responsabilidade total e irrestrita do leitor. O site não pode ser responsabilizado por prejuízos oriundos de decisões tomadas com base nas informações aqui apresentadas.</p>
<p><strong>Quer ver outras informações de fundos? Confira o <a title="Comparador de Fundos - Minhas Economias" href="https://minhaseconomias.com.br/comparador" target="_blank" rel="noopener">Comparador de Fundos do Minhas Economias</a>.</strong></p>
<p>Caso queira comentar este e outros textos, por favor, encaminhe uma mensagem para contato@minhaseconomias.com.br ou entre em <a title="Entre em Contato - Minhas Economias" href="https://minhaseconomias.com.br/contato" target="_blank" rel="noopener">contato pelo formulário do site</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Gerenciar Investimento é como no Futebol: tem que ter ataque e defesa!</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/comece-a-investir/gerenciar-investimento-e-como-no-futebol-tem-que-ter-ataque-e-defesa</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jul 2012 01:59:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comece a Investir]]></category>
		<category><![CDATA[reserva]]></category>
		<category><![CDATA[Riscos de Investimentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De política e futebol, todo mundo dá palpite. Mas, como o assunto da moda é a Copa de 2014 no Brasil, vamos falar de futebol&#8230; aplicado às finanças pessoais. Por acaso você já viu um time campeão que tinha um ótimo ataque, mas uma péssima defesa? E o contrário, um time campeão com defesa impecável, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>De política e futebol, todo mundo dá palpite. Mas, como o assunto da moda é a Copa de 2014 no Brasil, vamos falar de <strong>futebol<span id="more-5187"></span>&#8230; aplicado às finanças pessoais.</strong></p>
<p>Por acaso você já viu um time campeão que tinha um ótimo ataque, mas uma péssima defesa? E o contrário, um time campeão com defesa impecável, mas que não conseguia marcar gols?</p>
<p>Pois é, o mais comum é ver grandes campeões que conseguem <strong>implementar um estratégia que alie ataque e defesa.</strong> Nas finanças pessoais é a mesma coisa.</p>
<p><a href="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2011/09/jogo.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-5201" title="jogo" src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2011/09/jogo.png" alt="jogo" width="569" height="440" /></a></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Primeiro é preciso definir uma estratégia para o seu ataque.</span> Isto envolve tudo aquilo que pode trazer dinheiro para você, como o seu emprego ou o seu negócio próprio ou seus investimentos.</p>
<p>Neste sentido, enquanto o time não está bem treinado e você precisa conhecer melhor os seus jogadores, o ideal é adotar uma<span style="text-decoration: underline;"> estratégia mais defensiva</span>, jogando bem fechado e atacando somente no contra-ataque. Seria como concentrar seus investimentos em <span style="text-decoration: underline;">poupança, fundos de renda fixa CDB ou Tesouro Direto</span>. E buscar um emprego mais estável (apesar de que esta palavra já não é tão comum em nosso mundo profissional), onde você possa aprender com seus erros e ganhar muita experiência prática.</p>
<p>À medida que o tempo passa e você se sinta mais seguro, poderá partir para uma <span style="text-decoration: underline;">estratégia mais agressiva</span>. Por exemplo, pode começar a trabalhar com três atacantes (<span style="text-decoration: underline;">investindo em bolsa ou abrindo o próprio negócio</span>).</p>
<p>Mas não se esqueça que você terá que assumir riscos de contra-ataque do time adversário (queda da bolsa ou baixo rendimento de sua empresa). Assim, neste caso é importantíssimo ter uma excelente defesa (ou seja, uma boa quantia de <span style="text-decoration: underline;">reserva financeira, planos de previdência e seguros</span>) e um meio de campo que também saiba marcar (busque uma boa diversificação nos seus investimentos).</p>
<p>Agora, seja o técnico de seu próprio time de finanças pessoais! Pense na Copa de 2014, e defina objetivos para quando esta data chegar. Alie ataque e defesa para poder assistir aos jogos e torcer com toda alegria e tranqüilidade.</p>
<p>E mais importante de tudo, poder comemorar a sua vida (inclusive a financeira) independentemente do resultado dos jogos &#8230; pois no futebol, ao contrário de nossa vida, a gente só consegue mesmo é opinar!</p>
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		<title>Como o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) pode ajudar suas Finanças?</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/comece-a-investir/como-o-fundo-garantidor-de-credito-fgc-pode-ajudar-suas-financas</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Apr 2012 23:59:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comece a Investir]]></category>
		<category><![CDATA[fgc]]></category>
		<category><![CDATA[Riscos de Investimentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Investimento: na busca pelas melhores rentabilidades e pelas menores taxas a serem pagas, muita gente acaba encontrando boas oportunidades em bancos menores. E aí surge a grande dúvida: será que é SEGURO? Mas se o banco quebrar, vou PERDER todo o meu dinheiro investido? Esta preocupação é corretíssima, já que uma eventual perda do dinheiro investido [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Investimento</strong>: na busca pelas melhores rentabilidades e pelas menores taxas a serem pagas, muita gente acaba encontrando boas oportunidades em bancos menores.<span id="more-6756"></span></p>
<p>E aí surge a grande dúvida: será que é <strong>SEGURO?</strong> Mas se o banco quebrar, vou<strong> PERDER</strong> todo o meu dinheiro investido?</p>
<p>Esta preocupação é corretíssima, já que uma eventual perda do dinheiro investido pode literalmente arruinar a vida financeira de uma pessoa. E, obviamente, muitos destes bancos menores apresentam um risco de calote maior do que os grandes bancos.</p>
<p>Assim, fica a dica: verifique se o investimento que lhe interessou é garantido pelo FGC (Fundo Garantidor de Créditos). Se sim, o valor de sua aplicação <strong>até o limite de R$250.000</strong> (incluindo os juros que irá receber) estará resguardado.</p>
<p>Mas atenção: este limite vale para a soma de todas as suas aplicações em uma determinada instituição financeira. Por cautela, consulte se a instituição financeira escolhida participa do FGC no site<a href="http://www.fgc.org.br/" target="_blank" rel="noopener"> http://www.fgc.org.br</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><object id="694a788b-7939-84b7-49bb-e8a1b9aaa992" width="0" height="0" type="application/gas-events-abn"></object></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Investimentos: O QUE SIGNIFICA ASSUMIR O RISCO?</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/comece-a-investir/investimentos-o-que-significa-assumir-o-risco</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Aug 2011 11:00:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comece a Investir]]></category>
		<category><![CDATA[Riscos de Investimentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De tudo o que temos estudado e vivenciado em nossas vidas até o momento, já ficou bem claro para nós que o êxito em qualquer desafio ou situação-problema depende, primordialmente, do nosso estado de espírito que, por sua vez, é alimentado pelos pensamentos que escolhemos ter em razão do livre-arbítrio que nos confere liberdade absoluta [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>De tudo o que temos estudado e vivenciado em nossas vidas até o momento, já ficou bem claro para nós que o<strong> êxito em qualquer desafio <span id="more-5083"></span>ou situação-problema depende, primordialmente, do nosso estado de espírito</strong> que, por sua vez, é alimentado pelos pensamentos que escolhemos ter em razão do livre-arbítrio que nos confere liberdade absoluta para fazermos as nossas escolhas.</p>
<p>Isso nos torna criadores da nossa realidade interior deixando-nos, por exemplo, serenos ao cultivarmos pensamentos de aceitação ou revoltados quando a escolha é pela não-aceitação da realidade como ela se apresenta.</p>
<p>Mas além de sermos criadores da nossa realidade interior, existem também forças naturais decorrentes de leis imutáveis como a da gravidade, da ação e reação, da atração, da evolução das espécies, etc., que nos tornam, também, criadores da nossa realidade exterior quando os nossos pensamentos são plasmados materilizando-se na concretização, voluntária e consciente, de nossos sonhos ou, de modo involuntário e inconsciente, como é o caso do surgimento de doenças psicossomáticas.</p>
<p>Sabendo disso e da importância desses conceitos para os nossos propósitos de sucesso não apenas como como traders e investidores, mas também na vida, dedicamos um tempo considerável ao conhecimento da natureza e da mente humanas para nos conhecermos cada vez mais e nos alinharmos a essas forças naturais já que ir contra essas forças, muito superiores às nossas, provoca imenso desgaste físico, emocional, psíquico e financeiro.</p>
<p>E, na seara da psicologia, gostaríamos de abordar um conceito essencial para o sucesso de um trader ou investidor, mas que também costuma ser muito mal compreendido pela maioria e que tem nos auxiliado a incorporar uma mentalidade mais voltada para esse tipo de desafio.</p>
<p>Em geral, as pessoas acreditam que pelo simples fato de exercerem uma atividade que envolve riscos, desde um piloto de Fórmula 1 a um trader de ações, commodities ou opções ou um simples investidor, já estão assumindo tais riscos. Porém, o que ocorre é que <strong>quando o risco se concretiza, elas se veêm surprendidas com a tal “possibilidade que parecia tão remota”, e sentem uma dor emocional muito grande e até inimaginável ao se defrontarem com as consequências advindas da escolha que fizeram ao se engajarem naquela atividade ou investimento de risco.</strong></p>
<p>Em face dessa observação, citamos a seguinte conclusão de Mark Douglas em Trading in the Zone, que descreve com muita propriedade o que significa, efetivamente, assumir o risco:</p>
<p>( Tradução livre: veja o texto original em inglês logo abaixo)</p>
<p>“Assumir o risco significa <strong>aceitar as consequências dos seus trades sem desconforto emocional ou medo</strong>. Isso significa que você deve aprender como pensar sobre o seu trading e como se relaciona com os mercados de tal modo que a possibilidade de estar errado, de perder, de deixar passar uma oportunidade ou deixar dinheiro na mesa não acione os mecanismos de defesa mental que o tire do fluxo de oportunidades. Não lhe fará nenhum bem montar um trade se estiver com medo das consequências porque seus medos irão influenciar na sua percepção das informações e em seu comportamento de forma a levá-lo a criar a experiência que você mais teme, aquela que você está tentando evitar.”</p>
<p>“Accepting the risk means accepting the consequences of your trades without emotional discomfort or fear. This means that you must learn how to think about trading and your relationship with the markets in such a way that the possibility of being wrong, losing, missing out, or leaving money on the table doesn’t cause your mental defense mechanisms to kick in and take you out of the opportunity flow. It doesn’t do you any good to take the risk of putting on a trade if you are afraid of the consequences, because your fears will act on your perception of information and your behaviour in a way that will cause you to create the very experience you fear the most, the one you are trying to avoid.”</p>
<p><strong>Texto Original: Eliane Ino Fujikawa Tokunaga</strong></p>
<p><em><strong>Eliane Ino Fujikawa Tokunaga &#8211; Proprietária<br />
Babylon Capital Management<br />
eliane@babyloncapital.com.br</strong></em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Guia Básico de Investimentos &#8211; parte II</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/comece-a-investir/guia-basico-de-investimentos-parte-ii</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 08:24:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comece a Investir]]></category>
		<category><![CDATA[liquidez]]></category>
		<category><![CDATA[risco]]></category>
		<category><![CDATA[Riscos de Investimentos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www2.minhaseconomias.com.br/?p=2844</guid>

					<description><![CDATA[<p>Continuamos hoje com o nosso Guia de Investimento, explicando um pouco das principais características dos investimentos que você deve conhecer para conseguir classificá-los. Se você não leu a primeira parte, clique Aqui para acessá-la. Nela, explicamos as características &#8220;Renda Fixa x Renda Variável&#8221; e &#8220;Pré-Fixados x Pós-Fixados&#8221;. Agora iremos detalhar mais 2 importantes características: a [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br/blog/comece-a-investir/guia-basico-de-investimentos-parte-ii">Guia Básico de Investimentos &#8211; parte II</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br">Minhas Economias</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Continuamos hoje com o nosso Guia de Investimento, explicando um pouco das principais características dos investimentos que <span id="more-2844"></span>você deve conhecer para conseguir classificá-los.</p>
<p>Se você não leu a primeira parte, <a href="https://minhaseconomias.com.br/blog/geral/guia-basico-de-investimentos-parte-i/#more-2840">clique Aqui</a> para acessá-la. Nela, explicamos as características &#8220;Renda Fixa x Renda Variável&#8221; e &#8220;Pré-Fixados x Pós-Fixados&#8221;.</p>
<p>Agora iremos detalhar mais 2 importantes características: a “Liquidez” e os”Risco de investimento”.</p>
<p><strong>3. Liquidez</strong><br />
Ao se fazer um investimento é necessário também analisá-lo com relação à sua liquidez, ou seja, o quão fácil ou difícil será sair deste investimento e transformá-lo novamente em dinheiro vivo.<br />
&#8211; alguns investimentos são feitos por um <strong>prazo determinado</strong>. Caso você decida ou precise sair antes deste prazo, provavelmente terá um rendimento menor ou mesmo nenhum rendimento;<br />
&#8211; outros investimentos <strong>não possuem prazo determinado</strong>, podendo ser “baixados” (resgatados) a qualquer momento. Entretanto, podem ter uma carência de alguns dias para efetivamente estarem disponíveis para você. Por exemplo, você pode requerer o resgate de um investimento hoje e receber o dinheiro somente três dias depois;<br />
&#8211; há investimentos cuja l<strong>iquidez é considerada baixa </strong>pelo fato de ser mais difícil encontrar compradores no curto prazo. Neste grupo se encontram os investimentos em imóveis (casas, apartamentos, etc.).</p>
<p><strong>4. Risco do investimento</strong><br />
Outra característica muito importante a ser analisada é quanto ao risco do investimento, que é a possibilidade de perder parte ou todo o investimento (ou de deixar de ganhar mais, o que seria uma perda de oportunidade). Este risco pode e deve ser analisado sob diversos pontos de vista, e como você verá muitos deles estão relacionados com as características anteriormente explicadas:</p>
<p><strong>&#8211; risco de mercado: </strong>é o risco decorrente da variação de preços e taxas como ações, câmbio, títulos e juros. Sob este ponto de vista, investimentos com retornos que sejam mais previsíveis apresentam menor risco. É por isso que é comum ouvir dizer que o investimento em ações é de alto risco, pois como já vimos o seu retorno é variável e menos previsível do que na renda fixa;</p>
<p><strong>&#8211; risco de crédito:</strong> é o risco que você tem de investir o dinheiro e não receber nada ou somente uma parte de volta. Ou então de receber com atraso. Dando um exemplo bem simples, você pode emprestar um dinheiro a seu parente, cobrando certos juros, mas não receber nada de volta pelo fato dele ter falido. Isto também pode acontecer com instituições financeiras. Alguns tipos de investimentos oferecem garantia contra este tipo de risco através do Fundo Garantidor de Crédito (FGC). De modo geral, o FGC garante até R$ 60.000,00 por CPF e por instituição financeira;</p>
<p><strong>&#8211; risco de liquidez:</strong> é o risco de você ter um investimento, mas não consegue transformá-lo em dinheiro no prazo necessário ou por um valor justo. Por exemplo, suponha que você comprou uma casa e agora quer vendê-la para pagar algumas dívidas. Será que vai ser fácil e rápido encontrar um comprador que pague à vista e por um preço que possa ser considerado como justo? Você corre o risco de continuar com a casa (e também as despesas associadas a ela como IPTU, manutenção, etc.) ou então acabar vendendo-a por uma pechincha &#8230;</p>
<p>É bom lembrar que não existe investimento com “risco 0”, 100% seguro. Em todo investimento há riscos envolvidos, em maior ou menor grau.</p>
<p><em>Não perca o nosso próximo &#8216;post&#8217; com a última parte do Guia de Investimentos, e o detalhamento das características &#8220;Tributação&#8221; e &#8220;Custos Operacionais&#8221;.</em></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br/blog/comece-a-investir/guia-basico-de-investimentos-parte-ii">Guia Básico de Investimentos &#8211; parte II</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br">Minhas Economias</a>.</p>
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