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	<title>perfil de investidor &#8211; Minhas Economias</title>
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	<description>Minhas Economias é um gerenciador financeiro completo, online, seguro e gratuito. Organize suas contas, gerencie seu orçamento e faça seus objetivos acontecerem.</description>
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	<title>perfil de investidor &#8211; Minhas Economias</title>
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		<title>Como começar a investir no mercado financeiro?</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/comece-a-investir/educacao-financeira-como-comecar-a-investir-no-mercado-financeiro</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 May 2021 19:00:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comece a Investir]]></category>
		<category><![CDATA[Começando a Investir]]></category>
		<category><![CDATA[ETFs]]></category>
		<category><![CDATA[Exchange Traded Fund]]></category>
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		<category><![CDATA[renda fixa]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><span style="font-weight: 400;">Já pensou em investir seu dinheiro, mas não sabe como dar o primeiro passo? Essa dúvida não é só sua e, muito provavelmente,  é o principal questionamento de todos os que estão começando no mercado financeiro.</span></p>
<p>Ainda bem que <span style="font-weight: 400;">fazer aplicações não é nenhum bicho de sete cabeças e podemos te ajudar a perceber isso. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O mais importante para começar nesse universo é entender como funcionam os principais ativos de investimentos e como eles rendem. </span><span style="font-size: inherit;">Depois, é só decidir qual deles se encaixa melhor no seu bolso e no que você deseja para o futuro. </span></p>
<p><em>Simples, não?</em> 😁</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dito isso, vamos começar este artigo pelo princípio de tudo:</span><strong> como funcionam os principais ativos de investimentos e como eles rendem</strong><span style="font-weight: 400;"><strong>.</strong> </span><span style="font-weight: 400;">Fica com a gente até o final do texto que você vai entender o que são: </span></p>
<ul>
<li><strong>Ações</strong></li>
<li><strong>Renda Fixa</strong></li>
<li><strong>ETFs</strong></li>
<li><strong>Fundos Imobiliários</strong></li>
<li><strong>Fundos de Investimentos</strong></li>
</ul>
<p>E de quebra ainda vai ler sobre como decidir o próximo passo, que é:<strong> <span style="font-size: inherit;">qual dos investimentos se encaixa melhor no meu bolso. </span></strong></p>
<h3><span style="color: #666699;"><b>❖ Ações</b></span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Vamos começar pelo investimento mais conhecido e querido do mercado: </span><i><span style="font-weight: 400;">as ações! </span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma ação é um ativo financeiro que representa uma fração do capital social de uma empresa. Isso quer dizer que, se o capital social das empresas fossem bolos, as ações seriam pequenas fatias desse bolo, postas à venda. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As negociações de compra e venda desses ativos financeiros são feitas em bolsas de valores, como o Ibovespa, no Brasil; o S&amp;P 500, nos Estados Unidos; o FTSE 100, no Reino Unidos; entre outras mundo afora. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quem compra ações têm direito a uma proporção dos ativos e dos lucros da empresa, acontece que o rendimento de ações não vem só da distribuição de lucros, mas também da sua cotação do dia. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso porque o preço da ação listada na bolsa de valores varia diariamente de acordo com fatores do mercado, como uma aquisição vantajosa, o fechamento de lojas na pandemia, oferta e demanda do mercado, entre outras variáveis. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por isso, ações são classificadas como renda variável, afinal, você não sabe quanto aquele investimento pode te render do momento que faz a aplicação. </span></p>
<p><span style="font-size: 12pt;"><b>→ Saiba mais em: </b><b>O que são ações e quais os principais tipos?</b></span></p>
<h3><span style="color: #666699;"><b>❖ Renda Fixa</b></span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Renda fixa são investimentos com taxas de retorno determinadas no momento da aplicação, isso permite que o investidor tenha um rendimento planejado desde o começo, de acordo com o tempo que deseja manter seu capital investido.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em renda fixa temos duas classes de ativos: os </span><b>títulos públicos</b><span style="font-weight: 400;">, oferecidos pelo Tesouro Nacional, e os </span><b>privados</b><span style="font-weight: 400;">, ofertados por bancos e instituições financeiras.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De modo geral, são investimentos mais seguros do que a renda variável, sujeita a oscilações do mercado, porém, também existem riscos, já que empresas podem falir e os títulos do Tesouro podem desvalorizar.</span></p>
<p><span style="font-size: 12pt;"><b>→ </b><a href="https://trademap.com.br/blog-educacao-financeira-cambio-e-juros-como-eles-afetam-os-investimentos/" target="_blank" rel="noopener"><b>Entenda os riscos da renda fixa </b></a></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No entanto, para prevenir o bolso do investidor, alguns títulos de renda fixa possuem Fundo Garantidor de Crédito (FGC), uma instituição que paga o rendimento caso o emissor do título não tenha dinheiro para a operação. PS: </span><a href="https://www.fgc.org.br/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">o FGC garante o retorno de até R$ 250 mil, nos limites da regulamentação</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;">Se é tão seguro, por que todo mundo não investe só em renda fixa? </span></em></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Pois bem, é porque tanta segurança tem um preço: esses títulos têm como base a taxa mãe dos juros no Brasil, </span><b>a Selic</b><span style="font-weight: 400;">, que de uns tempos pra cá anda bem minguada, em 3,5% ao ano. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso quer dizer que esses papéis não rendem muita coisa e, no geral, acomodam apenas a reserva de emergência, que não pode correr riscos. </span></p>
<p><span style="font-size: 12pt;"><b>→ Saiba mais em: </b><b>O que é a renda fixa? Conheça os primeiros passos para começar a investir</b></span></p>
<h3><span style="color: #666699;"><b>❖ ETFs</b></span></h3>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Exchange Traded Fund</span></i><span style="font-weight: 400;"> (ETF), é um título que rastreia um índice, setor, commodity ou outro ativo, e pode ser comprado ou vendido em uma bolsa de valores da mesma forma que uma ação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Basicamente, os ETFs reúnem características de </span><b>ações </b><span style="font-weight: 400;">&#8211; ativos com cotação flutuante &#8211; </span><b>e fundos </b><span style="font-weight: 400;">&#8211; bolsa de ativos que minimiza a variação do desempenho, o que permite ao investidor ter acesso  a uma carteira diversificada, sem ter que comprar todos os ativos individualmente. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso quer dizer que investir em um ETF replicador do Ibovespa corresponde a ter o mesmo desempenho do índice, sem precisar comprar cada um dos mais de 80 papéis contidos na carteira teórica. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já um ETF de </span><i><span style="font-weight: 400;">big techs </span></i><span style="font-weight: 400;">(principais empresas de tecnologia americanas), por exemplo,  vai condensar o desempenho de Amazon, Apple, Tesla, Twitter, Google, entre outras, sem que o investidor tenha participação em cada uma dessas empresas. </span></p>
<blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">Fica a ressalva de que, ao investir em um </span><i><span style="font-weight: 400;">Exchange Traded Fund</span></i><span style="font-weight: 400;">, o investidor não se torna um acionista minoritário das empresas. Logo, não tem direito a participação nos lucros e a rentabilidade do título fica exclusivamente por conta do desempenho do ETF. </span></p>
</blockquote>
<p><span style="font-size: 12pt;"><b>→ Saiba mais em: </b><b>O que são ETFs e como funcionam?</b> </span></p>
<h3><span style="color: #666699;"><b>❖ </b></span><span style="color: #666699;"><b>Fundos de Investimento</b></span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Os fundos de investimento são aplicações feitas em conjunto por vários investidores. Funciona assim: um grupo de pessoas reúnem o dinheiro que querem aplicar e todo esse valor vai para o mercado financeiro e de capitais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O dinheiro arrecadado é o patrimônio do fundo, que é aplicado por uma instituição financeira ou um profissional especializado em ativos diversos, podem ser ações, moedas, derivativos, renda fixa e até mesmo em papéis estrangeiros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os ganhos são divididos entre todos os participantes, de acordo com o valor depositado por cada um deles. Já os objetivos e as regras de investimento passam por decisão coletiva. Porém, existem algumas posições-chave dentro do grupo de investidores dos fundos, são elas: </span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Gestor: </b><span style="font-weight: 400;">agente responsável pela estratégia de alocação dos recursos do fundo, normalmente se trata de um profissional do mercado financeiro; </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Administrador:</b><span style="font-weight: 400;"> responsável pelos serviços relacionados à manutenção do fundo, como convocação de assembleia, comunicação com cotistas, e por aí vai… </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Custodiante: </b><span style="font-weight: 400;">encarregado de guardar os ativos do fundo. </span></li>
</ul>
<p><span style="font-size: 12pt;"><b>→ Saiba mais em: O que são fundos de investimento?</b></span></p>
<h3><span style="color: #666699;"><b>❖ </b><b>Fundos Imobiliários</b></span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O fundo de investimento imobiliário, também conhecido como FII, funciona da mesma forma que o fundo de investimento, porém com ativos voltados para o mercado imobiliário. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É bastante comum que o patrimônio do fundo seja usado para a construção ou a aquisição de imóveis, que serão locados ou arrendados para gerar renda. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outra possibilidade é a compra de títulos ligados ao mercado imobiliário, como letras de crédito imobiliário (LCI), letras hipotecárias (LH), certificados de potencial adicional de construção (CEPAC), e outros. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim como nos fundos de investimentos, os rendimentos são compartilhados de acordo com a proporção investida.</span><span style="font-weight: 400;"> Há casos em que o fundo gera renda mensal, como títulos de renda fixa, no entanto, essa aplicação é considerada renda variável. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso porque não há garantia de manutenção dos rendimentos ao longo do tempo, já que inquilinos podem deixar de pagar o aluguel ou um imóvel pode acabar desocupando inesperadamente. </span>Além disso, as cotas de FIIs que os investidores têm podem valorizar ou desvalorizar, o que torna essa aplicação tão instável quanto qualquer papel de renda variável. </p>
<p><span style="font-size: 12pt;"><b>→ Saiba mais em: FIIs são uma boa opção? Veja levantamento do TM sobre esse investimento!</b></span></p>
<h3><span style="color: #666699;"><b>❖ </b></span><span style="color: #666699;"><b>Perfil e Horizonte</b></span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Agora que você conheceu os principais investimentos do mercado financeiro, chegou o momento de </span><b>“qual deles se encaixa melhor no meu bolso?”.</b><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na área de finanças pessoais, existe um teste de </span><b>perfil do investidor</b><span style="font-weight: 400;"> que ajuda nessa escolha. A avaliação tem como objetivo analisar quais os riscos que o investidor está disposto a correr a partir do momento em que coloca seu dinheiro em uma aplicação financeira. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os resultados de perfil podem ser: </span></p>
<ul>
<li><b>Conservador: </b><span style="font-weight: 400;">aquele que dá preferência à segurança e procura diminuir ao máximo o risco de perda, e, por isso, aceita até rendimentos menores.</span><span style="font-weight: 400;"><br /><br /></span></li>
<li><b>Moderado: </b><span style="font-weight: 400;">procura equilíbrio entre segurança e rentabilidade na hora de investir, podendo até mesmo correr algum risco para ter um rendimento maior do que em investimentos mais seguros. </span><span style="font-weight: 400;"><br /><br /></span></li>
<li><b>Arrojado:</b><span style="font-weight: 400;"> prioriza as aplicações de maior rentabilidade, sendo capaz de correr grandes riscos para alcançá-las. </span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Após definir o perfil mais adequado, você deve conciliar o objetivo com o tempo de aplicação, também conhecido como </span><span style="font-weight: 400;">horizonte de investimento</span><span style="font-weight: 400;">. Nesse ponto, temos três prazos determinados pelo mercado: <strong>c</strong></span><b>urto prazo</b>, que é um período de até dois anos; <strong>m</strong><b>édio prazo, </b>entre dois e cinco anos; e<strong> l</strong><b>ongo prazo,</b> no mínimo cinco anos de aplicação.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nunca se esqueça de que o perfil de risco (objetivo) e o horizonte de investimento (tempo) devem sempre andar de mãos dadas, uma vez que um complementa o outro para garantir o melhor retorno a você, investidor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sobre este último tópico, que tal dar uma olhada neste vídeo da Bea Aguilar, do Papo de Bolsa, para tirar as dúvidas que ficaram e fazer a melhor escolha para você? 😉</span></p>
<p><iframe title="Estratégias de Investimentos: Longo x Curto Prazo" width="800" height="450" src="https://www.youtube.com/embed/5IVSXq6ZG4g?list=PLJOJT33798I7POsGMk2zJ5HtvzRWCe7b3" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<item>
		<title>O que é a renda fixa? Conheça os primeiros passos para começar a investir</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/comece-a-investir/blog-educacao-financeira-o-que-e-a-renda-fixa-conheca-os-primeiros-passos-para-comecar-a-investir</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Equipe Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 May 2021 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comece a Investir]]></category>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A palavra “investimento” pode soar um pouco adulta demais, certo? Para quem nunca investiu na vida, isso pode ser um verdadeiro bicho de sete cabeças. Mas quer uma palavra amiga? Isso não é verdade. E um bom exemplo para explicar isso é a <strong>renda fixa</strong>.</p>
<p>Claro que, para começar de vez a investir, é necessário sentar em frente ao computador ou celular e traçar caminhos. E isso é normal, já que é comum definir metas ao longo da vida: seja uma viagem, seja a troca de um carro ou seja a compra de um imóvel. E por aí vai.</p>
<p>No mercado financeiro chamamos essa etapa de <a href="https://trademap.com.br/o-que-e-horizonte-de-investimento/" target="_blank" rel="noopener"><strong>horizonte de investimentos</strong></a> e, junto com ele, <strong>perfil de investidor</strong>. Assim, cada pessoa consegue definir seus objetivos e encontrar os melhores investimentos para atingir tais metas, que variam de investidor para investidor.</p>
<h2>Afinal, o que é investimento?</h2>
<p>Vamos usar o português claro aqui: <strong>investimento vem do verbo investir</strong>, um termo utilizado muitas vezes para falar de <strong>metas</strong>, <strong>objetivos</strong>, <strong>planos</strong> e <strong>futuro</strong>. Mas quando se trata de dinheiro isso pode ficar um pouquinho mais complicado, certo? Errado!</p>
<p>O investimento está muito atrelado a um mito de que somente pessoas endinheiradas podem aplicar dinheiro em inúmeras modalidades: ações, fundos, ETFs ou a tal da renda fixa!</p>
<p>Assim como mencionamos antes, o investimento deve ser bem pensado para que surta o efeito esperado.</p>
<p>Quando falamos em <strong>investimento financeiro</strong>, queremos dizer, de uma forma simples e prática, em pegar uma determinada quantia hoje e tentar transformá-la em mais dinheiro em um momento futuro.</p>
<p>Isso não é mágica, viu? Até queríamos que fosse! Já pensou poder sacudir uma varinha e ficar rico?</p>
<p>Mas na verdade é um conceito bem simples: deixe o dinheiro trabalhar para você!</p>
<h2>Renda fixa? É de comer?</h2>
<p>Nada disso! Investir em <strong>Renda Fixa</strong> significa emprestar dinheiro para uma instituição para ganhar juros sobre o período emprestado, da mesma maneira que um banco faz quando empresta dinheiro para as pessoas.</p>
<p>Eles são investimentos com taxas já determinadas no momento da aplicação e possibilitam que o investidor tenha um retorno planejado de acordo com o tempo que deseja manter seu capital investido.</p>
<p>Até aí tudo tranquilo, certo? Nada muito complicado. Agora que já entendemos o conceito básico dessa modalidade de investimento, podemos partir para outro quesito: “mas como posso saber qual é o melhor momento para aplicar em renda fixa?”.</p>
<p>Bom, essa é uma pergunta que só tem um tipo de resposta (assim como as outras modalidades de investimentos também): <strong>depende</strong>. Isso porque cada pessoa ganha um valor e tem gastos diferentes umas das outras. Então é preciso colocar tudo isso na ponta do lápis.</p>
<blockquote>
<h5><span style="font-size: 14pt;">Mas, para começar, depois de separar os <strong>gastos mensais</strong> e fazer uma <strong>reserva de emergência </strong>para cobrir qualquer tipo de gasto extraordinário na vida, a pessoa pode começar a separar uma quantia para investir.</span></h5>
</blockquote>
<p>E é por isso que a renda fixa entra em foco: muita gente fica com dúvida, visto que existem diversos investimentos mundo afora e, com isso, quais deles são uma boa opção para o ponta pé inicial?</p>
<p><u>Então lá vai uma dica: </u></p>
<p>Para quem está começando a conhecer as possibilidades de investimentos agora é recomendado títulos que tenham um baixo risco para começar a ter um patrimônio extra e, assim, poder partir para outros ativos mais arriscados no futuro e que, consequentemente, podem render mais.</p>
<h2>Quais são os tipos de renda fixa?</h2>
<p>Os títulos de renda fixa possuem algumas características muito importantes que precisam ser compreendidas para começar a investir neles:</p>
<ul>
<li><strong>São prefixados ou pós fixados?</strong></li>
<li><strong>Possuem liquidez diária ou apenas no vencimento? </strong></li>
<li><strong>Têm cobertura do Fundo Garantidor de Crédito (FGC)?</strong></li>
<li><strong>Pagam ou são isentos de Imposto de Renda?</strong></li>
</ul>
<p>Em primeiro lugar, existem títulos que o investidor já sabe exatamente quanto que vai ganhar no vencimento da aplicação. Eles são chamados títulos <strong>prefixados</strong>.</p>
<p>Há também aqueles títulos que pagam uma taxa de juros flutuante, como as taxas de juros <strong>CDI</strong> ou <strong>Selic</strong>, ou inflação <strong>IPCA</strong> ou <strong>IGPM</strong>. O resultado é sempre positivo, mas não é possível saber antes qual o valor será recebido – são títulos <strong>pós fixados</strong>.</p>
<p>O segundo ponto a ser observado é que tem títulos de renda fixa que podem ser resgatados a qualquer dia depois de feita a aplicação. Esses são os que têm <strong>liquidez diária</strong> (como o <strong><a href="https://trademap.com.br/o-que-e-o-tesouro-direto/" target="_blank" rel="noopener">Tesouro Direto</a></strong>) e pagarão a taxa de investimento correspondente ao período aplicado.</p>
<blockquote>
<h4><span style="font-size: 14pt;">Já outros títulos permitem o resgate apenas na data de vencimento da aplicação. Esses títulos em geral pagam uma rentabilidade maior pela baixa liquidez oferecida.</span></h4>
</blockquote>
<p>Em terceiro lugar, o investimento em renda fixa como um empréstimo bancário exige um pagamento em retorno que pode acontecer somente no caso de a instituição devedora ir à falência. Para proteger os investidores, o governo federal criou um fundo de segurança que garante o reembolso do valor devido, mas apenas para alguns tipos de aplicação e até o valor máximo de R$ 250 mil. Essa organização se chama <strong><a href="https://www.fgc.org.br/" target="_blank" rel="noopener">Fundo Garantidor de Crédito</a> </strong>(FGC).</p>
<p>Por fim, como a maioria dos investimentos, os títulos têm impostos cobrados sobre o lucro, no momento do resgate. Contudo, existem alguns tipos de aplicações que são isentas do Imposto de Renda (IR).</p>
<p><em>Em geral, o investidor tem que fazer uma conta para comparar títulos que pagam Imposto de Renda e aqueles que não pagam para saber qual é o mais vantajoso para o período de investimento desejado.</em></p>
<p>Quer saber mais informações sobre os tipos de renda fixa no mercado brasileiro? <strong><a href="https://trademap.com.br/tipos-de-investimentos-em-renda-fixa/" target="_blank" rel="noopener">Clique aqui</a></strong>.</p>
<h2>Onde encontro essas informações?</h2>
<p>Emendando o assunto anterior, pelo TradeMap é possível buscar a prateleira de títulos de renda fixa já ordenada pela rentabilidade líquida obtida por cada investimento. Assim fica mais fácil comparar qual aplicação é a mais lucrativa (mesmo depois de pagar o IR).</p>
<p>O TradeMap apresenta todas essas informações sobre cada produto ofertado, além de muitos outros dados, para que os novos investidores saibam escolher o investimento que mais tem a ver com os seus objetivos e, claro, para facilitar a vida de quem está começando agora no mercado financeiro.</p>



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			</item>
		<item>
		<title>Por que um fundo DI oferece menos risco do que um fundo de renda fixa?</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/comece-a-investir/por-que-um-fundo-di-oferece-menos-risco-do-que-um-fundo-de-renda-fixa</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Oct 2014 00:31:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comece a Investir]]></category>
		<category><![CDATA[Análise de Investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[fundos de investimento]]></category>
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		<category><![CDATA[perfil de investidor]]></category>
		<category><![CDATA[Riscos de Investimentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fundos DI e fundos de renda fixa investem de forma direta ou indireta (através da aquisição de cotas de outros fundos) quase a totalidade de seu patrimônio em títulos de renda fixa, tanto prefixados quanto pós-fixados. Mas, qual a diferença entre eles? Segundo dados divulgados pela Anbima em 25/set/14, os fundos DI representavam 15,63% do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Fundos DI e fundos de renda fixa investem de forma direta ou indireta (através da aquisição de cotas de outros fundos) quase a totalidade de seu patrimônio em títulos de renda fixa, tanto prefixados quanto pós-fixados. Mas, qual a diferença entre eles?<span id="more-7999"></span><br />
Segundo dados divulgados pela Anbima em 25/set/14, os fundos DI representavam 15,63% do patrimônio total (R$ 2,37 trilhões) dos fundos de investimento (sem considerar fundos imobiliários, de direitos creditórios e de participação) no Brasil, enquanto os fundos de renda fixa representavam 32,08%. Veja no gráfico abaixo a participação relativa de cada tipo de fundos de investimento.<br />
<figure id="attachment_14299" aria-describedby="caption-attachment-14299" style="width: 1147px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Distribuição-relativa-por-tipo-de-fundo-20140925.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Distribuição-relativa-por-tipo-de-fundo-20140925.jpg" alt="Distribuição relativa por tipo de fundo 20140925" width="620" height="428" class="size-full wp-image-14299" srcset="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Distribuição-relativa-por-tipo-de-fundo-20140925.jpg 1147w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Distribuição-relativa-por-tipo-de-fundo-20140925-300x207.jpg 300w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Distribuição-relativa-por-tipo-de-fundo-20140925-1024x707.jpg 1024w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Distribuição-relativa-por-tipo-de-fundo-20140925-80x55.jpg 80w" sizes="(max-width: 620px) 100vw, 620px" /></a><figcaption id="caption-attachment-14299" class="wp-caption-text"><span style="font-style: italic; font-size: 13px;">Distribuição relativa por tipo de fundo 25/09/2014</span></figcaption></figure></p>
<p>Os fundos de investimento são regulamentados pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários) e, para cada tipo de fundo, são estabelecidas regras que os administradores de fundos devem seguir ao compor os seus ativos.</p>
<p><a href="https://minhaseconomias.com.br/blog/investimentos/como-investir-pouco-dinheiro">&#8211; Como investir pouco dinheiro</a><br />
<a href="https://minhaseconomias.com.br/blog/investimentos/poupanca-x-lci-x-fundo-di-x-cdb-di">&#8211; Poupança x LCI x Fundo DI x CDB-DI</a></p>
<p>Os <strong>Fundos Referenciados DI</strong> devem identificar em sua denominação o seu<br />
indicador de desempenho, em função da estrutura dos ativos financeiros integrantes das respectivas carteiras, desde que atendidas, cumulativamente, às seguintes condições:</p>
<p style="padding-left: 20px;">I – tenham 80% (oitenta por cento), no mínimo, de seu patrimônio líquido representado, isolada ou cumulativamente, por:</p>
<p style="padding-left: 40px;">a) títulos de emissão do Tesouro Nacional e/ou do Banco Central do Brasil;</p>
<p style="padding-left: 40px;">b) títulos e valores mobiliários de renda fixa cujo emissor esteja classificado na categoria baixo risco de crédito ou equivalente, com certificação por agência de classificação de risco localizada no País;</p>
<p style="padding-left: 20px;">II – estipulem que 95% (noventa e cinco por cento), no mínimo, da carteira seja composta por ativos financeiros de forma a acompanhar, direta ou indiretamente, a variação do indicador de desempenho (“benchmark”) escolhido;</p>
<p style="padding-left: 20px;">III – restrinjam a respectiva atuação nos mercados de derivativos à realização de operações com o objetivo de proteger posições detidas à vista, até o limite dessas.</p>
<p>Já os <strong>Fundos de Renda Fixa</strong> devem possuir, no mínimo 80% (oitenta por cento) da carteira em ativos relacionados diretamente, ou sintetizados, via derivativos, aos principais fatores de risco da carteira, que são a variação da taxa de juros doméstica ou de índice de inflação, ou ambos.</p>
<p>Basicamente, podemos dizer que um fundo DI investe em títulos pós-fixados indexados à taxa CDI (Certificado de Depósito Interbancário). Já um fundo de renda fixa, geralmente investe em títulos prefixados ou então indexados a outros índices como os de inflação (em geral, IGP-M ou IPCA).</p>
<p>Para entender a dinâmica de funcionamento destes fundos, é preciso compreender as diferenças entre um investimento indexado à taxa CDI e outro prefixado.</p>
<p>A diferença mais perceptível é que, ao investir em um título pós-fixado, não se sabe quanto irá receber no vencimento. No exemplo abaixo, ao investir R$ 1.000 por 1 ano em um título indexado ao CDI, não há como saber quanto se receberá no vencimento, pois não há como saber com certeza e de forma antecipada como o CDI irá evoluir ao longo do tempo. Por outro lado, desde que o título tenha sido emitido por uma instituição sólida (com baixíssimo risco de crédito), ele não desvalorizará quando o CDI subir. Assim, ao comprar um título indexado ao CDI por R$ 1.000, mesmo que o CDI suba de 10% para 11% ao ano, no minuto seguinte, o título continuará valendo R$ 1.000. Como o fundo DI aplica quase todo o seu patrimônio neste tipo de título, raramente este fundo terá prejuízo.</p>
<p><figure id="attachment_14298" aria-describedby="caption-attachment-14298" style="width: 953px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Risco-fundo-CDI-.jpg"><img decoding="async" src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Risco-fundo-CDI-.jpg" alt="Risco fundo - CDI" width="620" height="184" class="size-full wp-image-14298" srcset="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Risco-fundo-CDI-.jpg 953w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Risco-fundo-CDI--300x89.jpg 300w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Risco-fundo-CDI--80x23.jpg 80w" sizes="(max-width: 620px) 100vw, 620px" /></a><figcaption id="caption-attachment-14298" class="wp-caption-text"><span style="font-style: italic; font-size: 13px;">Risco fundo &#8211; CDI</span></figcaption></figure></p>
<p>Quanto ao investimento em um título prefixado, já se sabe de início quanto irá receber no vencimento. No exemplo abaixo, a remuneração proporcionada por um ano de aplicação será de 10%, o que implica receber R$ 1.100 no vencimento, sendo R$ 1.000 de principal (o valor investido originalmente) e R$ 100 de juros.</p>
<p><figure id="attachment_14297" aria-describedby="caption-attachment-14297" style="width: 953px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Risco-fundo-VF-pré-1-ano.jpg"><img decoding="async" src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Risco-fundo-VF-pré-1-ano.jpg" alt="Risco fundo - VF pré 1 ano" width="620" height="165" class="size-full wp-image-14297" srcset="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Risco-fundo-VF-pré-1-ano.jpg 953w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Risco-fundo-VF-pré-1-ano-300x79.jpg 300w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Risco-fundo-VF-pré-1-ano-80x21.jpg 80w" sizes="(max-width: 620px) 100vw, 620px" /></a><figcaption id="caption-attachment-14297" class="wp-caption-text"><span style="font-style: italic; font-size: 13px;">Risco fundo &#8211; VF pré 1 ano</span></figcaption></figure></p>
<p><strong>Bom, se ao investir em um título prefixado eu sei quanto eu vou receber no vencimento, porque este investimento apresenta mais risco do que outro indexado ao CDI?</strong></p>
<p>A resposta a esta pergunta reside no fato de que, em caso de venda antecipada, há o risco de se perder dinheiro no título prefixado. Como exemplo, digamos que logo após a compra do título, você resolva vendê-lo. Só que agora, a taxa de juros de mercado passou de 10% para 11% ao ano. Isto significa que os seus R$ 1.100 a receber daqui a um ano e que valiam R$ 1.000 hoje, passaram a valer apenas R$ 990,99, o que representa uma perda (desvalorização) de 0,90%.</p>
<p><figure id="attachment_14296" aria-describedby="caption-attachment-14296" style="width: 953px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Risco-fundo-VP-pré-1-ano.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Risco-fundo-VP-pré-1-ano.jpg" alt="Risco fundo - VP pré 1 ano" width="620" height="181" class="size-full wp-image-14296" srcset="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Risco-fundo-VP-pré-1-ano.jpg 953w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Risco-fundo-VP-pré-1-ano-300x87.jpg 300w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Risco-fundo-VP-pré-1-ano-80x23.jpg 80w" sizes="(max-width: 620px) 100vw, 620px" /></a><figcaption id="caption-attachment-14296" class="wp-caption-text"><span style="font-style: italic; font-size: 13px;">Risco fundo &#8211; VP pré 1 ano</span></figcaption></figure></p>
<p>Vendo de outra forma, para receber os mesmos R$ 1.100 daqui a um ano, o investidor precisaria de apenas R$ 990,99 ao invés de R$ 1.000.</p>
<p>Quanto ao título indexado ao CDI, caso ele fosse vendido neste mesmo dia, seu valor de mercado continuaria sendo de R$ 1.000, sem prejuízo ao investidor, como já explicamos anteriormente.</p>
<p><strong>E se, ao invés de comprar um título prefixado de 1 ano, eu optasse por um de 2 anos?</strong></p>
<p>Neste caso, supondo que a taxa de mercado inicial seja de 10% ao ano, ao investir R$ 1.000 agora, eu receberia R$ 1.210 daqui a dois anos.</p>
<p><figure id="attachment_14295" aria-describedby="caption-attachment-14295" style="width: 953px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Risco-fundo-VF-pré-2-anos.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Risco-fundo-VF-pré-2-anos.jpg" alt="Risco fundo - VF pré 2 anos" width="620" height="165" class="size-full wp-image-14295" srcset="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Risco-fundo-VF-pré-2-anos.jpg 953w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Risco-fundo-VF-pré-2-anos-300x79.jpg 300w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Risco-fundo-VF-pré-2-anos-80x21.jpg 80w" sizes="(max-width: 620px) 100vw, 620px" /></a><figcaption id="caption-attachment-14295" class="wp-caption-text"><span style="font-style: italic; font-size: 13px;">Risco fundo &#8211; VF pré 2 anos</span></figcaption></figure></p>
<p>No entanto, se, no momento seguinte à compra, a taxa de juros de mercado passasse a ser de 11% ao ano, o meu título passaria a valer apenas R$ 982,06, desvalorizando 1,79%.</p>
<p><figure id="attachment_14294" aria-describedby="caption-attachment-14294" style="width: 953px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Risco-fundo-VP-pré-2-anos.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Risco-fundo-VP-pré-2-anos.jpg" alt="Risco fundo - VP pré 2 anos" width="620" height="181" class="size-full wp-image-14294" srcset="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Risco-fundo-VP-pré-2-anos.jpg 953w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Risco-fundo-VP-pré-2-anos-300x87.jpg 300w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Risco-fundo-VP-pré-2-anos-80x23.jpg 80w" sizes="(max-width: 620px) 100vw, 620px" /></a><figcaption id="caption-attachment-14294" class="wp-caption-text"><span style="font-style: italic; font-size: 13px;">Risco fundo &#8211; VP pré 2 anos</span></figcaption></figure></p>
<p>Nestas mesmas condições, um título de 10 anos apresentaria perda ainda maior, -8,65%. Assim, quanto mais longo for o vencimento de um título prefixado, maior risco ele terá com as oscilações das taxas de mercado.</p>
<p>No caso de títulos indexados a um índice de inflação, estes normalmente são negociados pela variação da inflação acrescida de uma taxa prefixada, por exemplo, IPCA + 6% ao ano. Na comparação com um título prefixado de mesmo prazo, o título indexado a um índice de inflação apresenta menor risco, por ter uma &#8220;parcela&#8221; prefixada menor. No entanto, enquanto os títulos prefixados costumam ser negociados com prazos inferiores a 5 anos, os títulos atrelados a índice de inflação chegam a ter vencimentos superiores a 30 anos.</p>
<p>Desta forma, como um fundo de renda fixa é composto principalmente por títulos prefixados e/ou indexados a índice de inflação, o investimento em fundos de renda fixa apresenta risco superior ao de um fundo DI. Isto pode ser acompanhado nos rankings de investimentos que divulgamos todos os meses.</p>
<p dir="ltr">Felizmente, não há necessidade de fazer estes cálculos na hora de decidir em qual fundo aplicar, mas é importante ter em mente o risco que se está assumindo ao fazer os seus investimentos para não ser pego de surpresa.</p>
<p>Veja como está a <a href="https://wwws.minhaseconomias.com.br/investimento.do" target="_blank" rel="noopener">rentabilidade dos fundos</a> DI frente aos de Renda Fixa e decida qual o tipo de risco você está disposto a assumir considerando o seu perfil de investidor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="font-style: italic;">Caso queira comentar este e outros textos, por favor, encaminhe uma mensagem para contato@minhaseconomias.com.br</p>
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