Ibovespa sobe com alívio da inflação nos EUA e tensões no Oriente Médio

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Ibovespa sobe com alívio da inflação nos EUA e tensões no Oriente Médio

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Foto: Shutterstock/Bigc Studio

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O Ibovespa encerrou o pregão desta terça-feira (14) em alta de 0,51%, aos 176.641 pontos, impulsionado pela divulgação do índice de preços ao consumidor (CPI) dos Estados Unidos, que veio abaixo das expectativas do mercado. Os investidores também seguiram acompanhando os desdobramentos do conflito entre Estados Unidos e Irã.

No cenário internacional, o principal destaque foi a divulgação do CPI norte-americano, que recuou 0,4% em junho, superando a expectativa de queda de 0,1% e registrando a maior retração mensal desde abril de 2020. Em 12 meses, a inflação desacelerou para 3,5%, reforçando a percepção de alívio das pressões inflacionárias na economia dos Estados Unidos.

No campo geopolítico, o presidente norte-americano, Donald Trump, desistiu da cobrança de uma tarifa de 20% sobre as cargas transportadas pelo Estreito de Ormuz, substituindo a medida por acordos comerciais e de investimento com países do Golfo. Ao mesmo tempo, notificou o Congresso dos Estados Unidos sobre a retomada de medidas contra o Irã, mantendo as tensões na região no radar dos mercados.

No cenário microeconômico, os papéis do setor bancário tiveram desempenho misto. O Banco do Brasil (BBAS3) liderou os ganhos do segmento, com alta de 1,73%, seguido pelo Itaú Unibanco (ITUB4), que avançou 0,25%. O Santander (SANB11) encerrou o pregão com leve recuo de 0,11%, enquanto o Bradesco (BBDC4) registrou queda de 0,75%.

No setor de petróleo, as ações apresentaram desempenho misto, em linha com a alta da commodity no mercado internacional. Os preços do petróleo foram sustentados pela permanência das tensões no Oriente Médio. Na Bolsa brasileira, as ações ordinárias da Petrobras (PETR3) recuaram 0,50%, enquanto as preferenciais (PETR4) encerraram estáveis. A Prio (PRIO3) avançou 0,65%, e a PetroReconcavo (RECV3) registrou alta de 1,26%.

Entre as maiores altas do Ibovespa, destaque para Hapvida (HAPV3), que avançou 6,98%, seguida por Brava Energia (BRAV3), com valorização de 6,49%, e Vamos (VAMO3), que ganhou 4,31%. Também figuraram entre os destaques positivos TIM (TIMS3), com alta de 2,81%, Marfrig (MBRF3), que subiu 2,35%, e Cyrela (CYRE3), com avanço de 2,32%.

Na ponta negativa, a CSN Mineração (CMIN3) liderou as perdas do índice, com recuo de 6,42%. Na sequência apareceram Ultrapar (UGPA3), que caiu 2,65%, e Azzas 2154 (AZZA3), com baixa de 1,93%. Também registraram desempenho negativo Usiminas (USIM5), que perdeu 1,79%, Totvs (TOTS3), com queda de 1,71%, e Braskem (BRKM5), que recuou 1,59%.

As listas das maiores altas e baixas da carteira do Ibovespa ficaram assim:

Altas

• Hapvida (HAPV3): +6,98%

• Brava Energia (BRAV3): +6,49%

• Vamos (VAMO3): +4,31%

• TIM (TIMS3): +2,81%

• Marfrig (MBRF3): +2,35%


Baixas

• CSN Mineração (CMIN3): -6,42%

• Ultrapar (UGPA3): -2,65%

• Azzas (AZZA3): -1,93%

• Usiminas (USIM5): -1,79%

• Totvs (TOTS3): -1,71%


Confira a evolução do IBOV no fechamento de hoje (14/07):

• Segunda-Feira (13): -1,20%

• Terça-Feira (14): +0,51%

• Na semana: -0,69%

• Em julho: +2,68%

• No 3°tri./26: +2,68%

• Em 12 meses: +30,56%

• Em 2026: +9,63%


EUA

Os principais índices de Nova York encerraram o dia em alta:

• Dow Jones: +0,02%

• Nasdaq: +0,90%

• S&P 500: +0,38%

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