Ibovespa fecha em leve queda com piora no cenário externo

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Ibovespa fecha em leve queda com piora no cenário externo

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Foto: Shutterstock/Bigc Studio

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O Ibovespa encerrou o pregão desta segunda-feira com recuo de 0,17%, aos 176.976 pontos. O desempenho do principal índice da bolsa brasileira refletiu a postura de cautela dos investidores frente ao cenário externo, marcado pelo impasse nas negociações geopolíticas no Oriente Médio e o acirramento do conflito entre Rússia e Ucrânia.

No cenário geopolítico, o mercado acompanhou os desdobramentos internacionais após os Estados Unidos rejeitarem uma nova proposta de acordo apresentada pelo Irã. No plano doméstico, o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) registrou retração de 0,70% em março, embora, no trimestre encerrado em março de 2026 ante o trimestre terminado em dezembro de 2025, o índice tenha registrado alta de 1,3%. Em paralelo, o Boletim Focus apontou elevação nas estimativas do IPCA de 2026 para 4,92% e revisou a projeção da taxa Selic para 13,25% ao ano. 

No cenário microeconômico, as ações da Vale (VALE3) exerceram pressão negativa sobre o índice e cederam 2,00%. O setor financeiro acompanhou a tendência de baixa, registrando perdas de 1,35% para o Banco do Brasil (BBAS3), 0,26% para o Santander (SANB11), 0,20% para o Itaú Unibanco (ITUB4) e 0,17% para o Bradesco (BBDC4). Em sentido oposto, a valorização internacional do petróleo amparou os ativos do setor petrolífero. A Petrobras registrou alta de 2,66% em suas ações ordinárias (PETR3) e de 2,13% nas preferenciais (PETR4), movimento que foi seguido pelas petroleiras independentes PetroRecôncavo (RECV3) e Brava Energia (BRAV3), que avançaram 2,71% e 2,57%, respectivamente.

Entre as maiores variações do índice, a Copasa (CSMG3) registrou ganho de 3,48%, após o Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCE-MG) autorizar o prosseguimento de sua oferta subsequente de ações no âmbito do processo de privatização da companhia. A Hapvida (HAPV3) também figurou na ponta positiva, com avanço de 3,05%. Na ponta das baixas, a CSN Mineração (CMIN3) apresentou o recuo mais acentuado do pregão, com queda de 9,32%, seguida pela CSN (CSNA3), que cedeu 4,20%, e pela Marfrig (MBRF3), com perda de 3,50%.

As listas das maiores altas e baixas da carteira do Ibovespa ficaram assim:


Altas

• Copasa (CSMG3): +3,48%

• Hapvida (HAPV3): +3,05%

• PetroRecôncavo (RECV3): +2,71%

• Petrobras (PETR3): +2,66%

• Brava Energia (BRAV3): +2,57%


Baixas

• CSN Mineração (CMIN3): -9,32%

• CSN (CSNA3): -4,21%

• Marfrig (MBRF3): -3,50%

• Magalu (MGLU3): -2,65%

• Direcional (DIRR3): -2,62%


Confira a evolução do IBOV no fechamento de hoje (18/05):

• Segunda-Feira (18): -0,17%

• Na semana: -0,17%

• Em maio: -5,52%

• No 2°tri./26: -5,59%

• Em 12 meses: +27,15%

• Em 2026: +9,84%


EUA

Os principais índices de Nova York encerraram o dia sem direção única:

• Dow Jones: +0,32%

• Nasdaq: -0,51%

• S&P 500: -0,07%


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