Ibovespa bate novo recorde com fluxo estrangeiro e expectativa sobre juros

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Foto: Shutterstock/Alf Ribeiro

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O Ibovespa encerrou a quarta-feira (28) em alta de 1,52%, aos 184.691 pontos, renovando a máxima histórica pelo segundo pregão consecutivo e consolidando um início de ano com valorização próxima de 15%. O desempenho foi sustentado principalmente pela forte entrada de capital estrangeiro, pela valorização do real frente ao dólar e por dados recentes de inflação abaixo das expectativas, que reforçaram o apetite por ações brasileiras.

No Brasil, os investidores aguardaram a decisão do Copom, com expectativa amplamente majoritária de manutenção da Selic em 15,00% ao ano. A atenção do mercado se volta para o tom do comunicado e para eventuais sinais sobre o início do ciclo de cortes de juros, possivelmente a partir de março, diante de avanços graduais no processo de desinflação.

No cenário internacional, o Federal Reserve manteve os juros entre 3,50% e 3,75%, adotando uma postura cautelosa. O banco central americano destacou a resiliência da economia e reforçou que futuras decisões dependerão da evolução dos dados de inflação e do mercado de trabalho, mantendo os investidores atentos às sinalizações de Jerome Powell.

Entre os destaques corporativos, a Vale (VALE3) impulsionou o índice ao subir 2,44% após divulgar resultados operacionais sólidos no quarto trimestre. A mineradora produziu 336 milhões de toneladas de minério de ferro em 2025, retomando a liderança global e reforçando a percepção de maior estabilidade operacional.

As ações da Petrobras (PETR4) avançaram 3,35%, acompanhadas por outras petroleiras, em linha com a alta do petróleo no mercado internacional, sustentada por restrições temporárias de oferta, dólar mais fraco e riscos geopolíticos. Já a Raízen (RAIZ4) liderou os ganhos do dia, com alta de 20,00%, impulsionada por fatores técnicos, expectativa de reestruturação financeira e maior interesse de investidores institucionais, levando o papel a voltar a negociar acima de R$ 1 após três meses.

Na ponta negativa, a Embraer (EMBR3) recuou 3,53%, apesar de ter divulgado uma carteira de pedidos recorde, que reforça a visibilidade de demanda para os próximos anos, em um pregão marcado por maior volatilidade no papel.


As listas das maiores altas e baixas da carteira do Ibovespa ficaram assim:


Altas

• Raízen (RAIZ4): +20,00%

• C&A Modas (CEAB3): +8,60%

• Usiminas (USIM5): +6,58%

• Magalu (MGLU3): +4,56%

• IRB (IRBR3): +4,44%


Baixas

• Embraer (EMBJ3): -3,53%

• CPFL Energia (CPFE3): -2,84%

• Marfrig (MBRF3): -2,51%

• Braskem (BRKM5): -2,41%

• Weg (WEGE3): -2,14%


Confira a evolução do IBOV no fechamento de hoje (28/01):

• Segunda-Feira (26): -0,08%

• Terça-Feira (27): +1,79%

• Quarta-Feira (28): +1,52%

• Na semana: +3,26%

• Em janeiro: +14,63%

• No 1°tri./26: +14,63%

• Em 12 meses: +48,88%

• Em 2026: +14,63%


EUA

Os principais índices de Nova York encerraram o dia sem direção única:

• Dow Jones: +0,02%

• Nasdaq: +0,17%

• S&P 500: -0,01%


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