Ásia recua com Kospi perto de 6.000 pontos e estrangeiros vendendo; Europa abre em alta

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Foto: Shutterstock/ranjith ravindran

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Os mercados asiáticos fecham nesta quarta-feira (14) em queda. O Nikkei 225 (Japão) fecha em queda de 0,05%, o Hang Seng (Hong Kong) em queda de 0,13%, o Shanghai Composite (China continental) em queda de 0,89% e o Kospi (Coreia do Sul) em queda de 0,44%, aos 6.008,81 pontos, enquanto o Taiex (Taiwan) sobe 0,59%. Em Seul, o Kospi defendeu por pouco a marca de 6.000 pontos e acumula a sexta queda consecutiva, a primeira sequência assim desde setembro de 2004; o Kosdaq fechou em queda de 1,57%, e os investidores estrangeiros venderam 23,0819 trilhões de won no mercado principal desde 23 de setembro, dos quais 18,3256 trilhões em SK Hynix e Samsung Electronics. O dólar fechou a 1.338,3 won, queda de 6,8 won no dia. Na China, as ações do continente seguem pressionadas, e cresce a expectativa por medidas de apoio ao mercado antes do discurso do chefe da CSRC, Wu Qing, no Financial Street Forum, em Pequim, na segunda-feira (19); os dados de crédito de setembro vieram acima do esperado, com novos empréstimos de 1.080 bilhões, ante previsão de 1.025 bilhões, e financiamento social total de 3.550 bilhões, ante 3.270 bilhões previstos, enquanto o M2 subiu 7,2%, abaixo dos 7,4% esperados.

Os mercados europeus operam nesta quarta-feira (14) em alta. O FTSE 100 (Reino Unido) opera em alta de 0,28%, o DAX (Alemanha) em alta de 0,54% e o CAC 40 (França) em alta de 0,51%. A projeção forte de vendas da ASML para o quarto trimestre reacendeu o apetite por ações de tecnologia, com a empresa em alta de 1,9%. O petróleo sobe, com o WTI em alta de cerca de 1%, depois de relatos de ataques a navios no Estreito de Hormuz, Na Espanha, o índice de preços ao consumidor de setembro subiu 4,9% na comparação anual, em linha com a previsão, ante 4,3% em agosto; na Alemanha, os preços no atacado subiram 1,9% na comparação mensal, acima dos 0,6% previstos. A presidente do Banco Central Europeu, Christine Lagarde, afirmou que a solução primária para a França está dentro do país, afastando a ideia de o banco central acionar seu instrumento de proteção de transmissão de política monetária, com o déficit orçamentário francês em 5,4% do PIB.

No radar corporativo, a Technip Energies (TE.PA) sobe cerca de 1,3% depois de o UBS elevar a recomendação para compra, de neutra, com preço-alvo de € 39, na sequência de um upgrade do Goldman Sachs na sessão anterior.

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