Ásia fecha em alta com payroll fraco nos EUA; Europa opera mista com França sob pressão

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Foto: Shutterstock/SynthEx

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Os mercados asiáticos fecham nesta segunda-feira (5) em alta, com China continental e Coreia do Sul fechadas por feriados: Dia Nacional na China e Dia da Fundação Nacional na Coreia. O Nikkei 225 (Japão) fecha em alta de 2,40% e o Hang Seng (Hong Kong) em alta de 0,28%. O Shanghai Composite e o Kospi permanecem nas cotações de 30 de setembro e de sexta-feira (2), quando haviam fechado em alta de 0,31% e de 0,46%, respectivamente. O dado de emprego dos Estados Unidos de setembro, mais fraco que o esperado, reduziu as apostas em novas altas de juros do Federal Reserve em outubro, para menos de 25% de probabilidade, e animou as ações de tecnologia na região, com a TSMC avançando cerca de 3% em meio a relatos de possível colaboração com a Terafab, de Elon Musk. Em Tóquio, os setores imobiliário, bancário e têxtil lideraram os ganhos. No petróleo, o Brent recuava para cerca de US$ 101,60 o barril, depois de ter superado US$ 103 com a ofensiva de forças apoiadas pela Arábia Saudita contra os houthis no Iêmen.

Os mercados europeus operam nesta segunda-feira (5) em direções mistas. O FTSE 100 (Reino Unido) opera em alta de 0,39%, o DAX (Alemanha) praticamente estável, com alta de 0,07%, e o CAC 40 (França) em queda de 0,81%. A pressão sobre a França segue: o rendimento do título francês de 10 anos subiu a 4,917% na abertura, perto da máxima em 24 anos registrada na semana passada, e o euro tocou US$ 1,1161, menor nível em 17 meses, após quatro semanas seguidas de queda. A incerteza política na Espanha também pesa, com o primeiro-ministro Pedro Sánchez convocando eleições gerais antecipadas para 29 de novembro. O dado de emprego americano fraco, com apenas 29 mil vagas criadas em setembro, bem abaixo do esperado, levou operadores a reduzir as apostas de alta de juros do Fed. Na zona do euro, os PMIs compostos de setembro vieram em linha com a previsão, em 53,1 pontos na região e 53,8 na Alemanha, e levemente abaixo na França, em 51,1 ante 51,2; o índice de preços ao produtor subiu 8,2% na comparação anual, acima dos 8,1% esperados, enquanto a confiança do investidor medida pelo Sentix para outubro decepcionou, em 2,7 pontos ante previsão de 4,5 pontos.

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