Pergunta: Gostaria de orientações em relação a rendimentos. Por exemplo: é melhor poupança ou renda fixa? Há outras opções além das que mencionei? Estou com um dinheiro que economizei e, no momento, desempregada. Preciso fazer meu dinheiro render.

Resposta:
A melhor opção dependerá do seu horizonte de investimento (prazo de aplicação do dinheiro), valor disponível e perfil de risco (o quanto você se propõe a arriscar parte de seu patrimônio). Mas creio que você está em busca de investimentos conservadores, de baixo risco, o que é ideal devido à sua atual situação.

Nesta linha, a poupança é isenta de taxas de administração e Imposto de Renda (IR), porém tende a pagar juros menores. Já os fundos DI ou de renda fixa não possuem estas isenções, mas podem render um pouco mais, dependendo da taxa de administração. Atualmente, uma taxa de 3% ou mais já faria o fundo render menos do que a poupança.

Outra opção é o CDB (Certificado de Depósito Bancário), que pode superar a poupança. E, quanto mais você aplicar e, em alguns casos, mais tempo deixar o dinheiro investido, melhor a taxa de juros paga. Assim como a poupança, o CDB tem a garantia do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) até o limite de R$ 250 mil por CPF. Ou seja, se o seu banco quebrar, você receberá pelo menos esta quantia de volta.

O Tesouro Direto é mais um produto interessante. Ele consiste na compra de títulos do governo brasileiro e, por isto, apresenta poucas chances de “calote”. Mas, de outro lado, acarreta alguns custos operacionais, como corretagem (com variações significativas entre as corretoras que oferecem o serviço) e taxa de custódia.

Com um tema tão rico, como o de investimentos, que renderia várias páginas, ninguém deve se limitar a poucas respostas. Portanto, invista em sua própria educação financeira e busque mais conhecimento em livros, na Internet e junto a instituições financeiras. Dessa forma, você se sentirá mais seguro para analisar e optar pelo melhor.