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	<title>Horizonte de Investimento &#8211; Minhas Economias</title>
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	<description>Minhas Economias é um gerenciador financeiro completo, online, seguro e gratuito. Organize suas contas, gerencie seu orçamento e faça seus objetivos acontecerem.</description>
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	<title>Horizonte de Investimento &#8211; Minhas Economias</title>
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		<title>Como começar a investir no mercado financeiro?</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/comece-a-investir/educacao-financeira-como-comecar-a-investir-no-mercado-financeiro</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 May 2021 19:00:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comece a Investir]]></category>
		<category><![CDATA[Começando a Investir]]></category>
		<category><![CDATA[ETFs]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><span style="font-weight: 400;">Já pensou em investir seu dinheiro, mas não sabe como dar o primeiro passo? Essa dúvida não é só sua e, muito provavelmente,  é o principal questionamento de todos os que estão começando no mercado financeiro.</span></p>
<p>Ainda bem que <span style="font-weight: 400;">fazer aplicações não é nenhum bicho de sete cabeças e podemos te ajudar a perceber isso. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O mais importante para começar nesse universo é entender como funcionam os principais ativos de investimentos e como eles rendem. </span><span style="font-size: inherit;">Depois, é só decidir qual deles se encaixa melhor no seu bolso e no que você deseja para o futuro. </span></p>
<p><em>Simples, não?</em> 😁</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dito isso, vamos começar este artigo pelo princípio de tudo:</span><strong> como funcionam os principais ativos de investimentos e como eles rendem</strong><span style="font-weight: 400;"><strong>.</strong> </span><span style="font-weight: 400;">Fica com a gente até o final do texto que você vai entender o que são: </span></p>
<ul>
<li><strong>Ações</strong></li>
<li><strong>Renda Fixa</strong></li>
<li><strong>ETFs</strong></li>
<li><strong>Fundos Imobiliários</strong></li>
<li><strong>Fundos de Investimentos</strong></li>
</ul>
<p>E de quebra ainda vai ler sobre como decidir o próximo passo, que é:<strong> <span style="font-size: inherit;">qual dos investimentos se encaixa melhor no meu bolso. </span></strong></p>
<h3><span style="color: #666699;"><b>❖ Ações</b></span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Vamos começar pelo investimento mais conhecido e querido do mercado: </span><i><span style="font-weight: 400;">as ações! </span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma ação é um ativo financeiro que representa uma fração do capital social de uma empresa. Isso quer dizer que, se o capital social das empresas fossem bolos, as ações seriam pequenas fatias desse bolo, postas à venda. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As negociações de compra e venda desses ativos financeiros são feitas em bolsas de valores, como o Ibovespa, no Brasil; o S&amp;P 500, nos Estados Unidos; o FTSE 100, no Reino Unidos; entre outras mundo afora. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quem compra ações têm direito a uma proporção dos ativos e dos lucros da empresa, acontece que o rendimento de ações não vem só da distribuição de lucros, mas também da sua cotação do dia. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso porque o preço da ação listada na bolsa de valores varia diariamente de acordo com fatores do mercado, como uma aquisição vantajosa, o fechamento de lojas na pandemia, oferta e demanda do mercado, entre outras variáveis. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por isso, ações são classificadas como renda variável, afinal, você não sabe quanto aquele investimento pode te render do momento que faz a aplicação. </span></p>
<p><span style="font-size: 12pt;"><b>→ Saiba mais em: </b><b>O que são ações e quais os principais tipos?</b></span></p>
<h3><span style="color: #666699;"><b>❖ Renda Fixa</b></span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Renda fixa são investimentos com taxas de retorno determinadas no momento da aplicação, isso permite que o investidor tenha um rendimento planejado desde o começo, de acordo com o tempo que deseja manter seu capital investido.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em renda fixa temos duas classes de ativos: os </span><b>títulos públicos</b><span style="font-weight: 400;">, oferecidos pelo Tesouro Nacional, e os </span><b>privados</b><span style="font-weight: 400;">, ofertados por bancos e instituições financeiras.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De modo geral, são investimentos mais seguros do que a renda variável, sujeita a oscilações do mercado, porém, também existem riscos, já que empresas podem falir e os títulos do Tesouro podem desvalorizar.</span></p>
<p><span style="font-size: 12pt;"><b>→ </b><a href="https://trademap.com.br/blog-educacao-financeira-cambio-e-juros-como-eles-afetam-os-investimentos/" target="_blank" rel="noopener"><b>Entenda os riscos da renda fixa </b></a></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No entanto, para prevenir o bolso do investidor, alguns títulos de renda fixa possuem Fundo Garantidor de Crédito (FGC), uma instituição que paga o rendimento caso o emissor do título não tenha dinheiro para a operação. PS: </span><a href="https://www.fgc.org.br/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">o FGC garante o retorno de até R$ 250 mil, nos limites da regulamentação</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;">Se é tão seguro, por que todo mundo não investe só em renda fixa? </span></em></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Pois bem, é porque tanta segurança tem um preço: esses títulos têm como base a taxa mãe dos juros no Brasil, </span><b>a Selic</b><span style="font-weight: 400;">, que de uns tempos pra cá anda bem minguada, em 3,5% ao ano. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso quer dizer que esses papéis não rendem muita coisa e, no geral, acomodam apenas a reserva de emergência, que não pode correr riscos. </span></p>
<p><span style="font-size: 12pt;"><b>→ Saiba mais em: </b><b>O que é a renda fixa? Conheça os primeiros passos para começar a investir</b></span></p>
<h3><span style="color: #666699;"><b>❖ ETFs</b></span></h3>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Exchange Traded Fund</span></i><span style="font-weight: 400;"> (ETF), é um título que rastreia um índice, setor, commodity ou outro ativo, e pode ser comprado ou vendido em uma bolsa de valores da mesma forma que uma ação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Basicamente, os ETFs reúnem características de </span><b>ações </b><span style="font-weight: 400;">&#8211; ativos com cotação flutuante &#8211; </span><b>e fundos </b><span style="font-weight: 400;">&#8211; bolsa de ativos que minimiza a variação do desempenho, o que permite ao investidor ter acesso  a uma carteira diversificada, sem ter que comprar todos os ativos individualmente. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso quer dizer que investir em um ETF replicador do Ibovespa corresponde a ter o mesmo desempenho do índice, sem precisar comprar cada um dos mais de 80 papéis contidos na carteira teórica. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já um ETF de </span><i><span style="font-weight: 400;">big techs </span></i><span style="font-weight: 400;">(principais empresas de tecnologia americanas), por exemplo,  vai condensar o desempenho de Amazon, Apple, Tesla, Twitter, Google, entre outras, sem que o investidor tenha participação em cada uma dessas empresas. </span></p>
<blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">Fica a ressalva de que, ao investir em um </span><i><span style="font-weight: 400;">Exchange Traded Fund</span></i><span style="font-weight: 400;">, o investidor não se torna um acionista minoritário das empresas. Logo, não tem direito a participação nos lucros e a rentabilidade do título fica exclusivamente por conta do desempenho do ETF. </span></p>
</blockquote>
<p><span style="font-size: 12pt;"><b>→ Saiba mais em: </b><b>O que são ETFs e como funcionam?</b> </span></p>
<h3><span style="color: #666699;"><b>❖ </b></span><span style="color: #666699;"><b>Fundos de Investimento</b></span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Os fundos de investimento são aplicações feitas em conjunto por vários investidores. Funciona assim: um grupo de pessoas reúnem o dinheiro que querem aplicar e todo esse valor vai para o mercado financeiro e de capitais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O dinheiro arrecadado é o patrimônio do fundo, que é aplicado por uma instituição financeira ou um profissional especializado em ativos diversos, podem ser ações, moedas, derivativos, renda fixa e até mesmo em papéis estrangeiros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os ganhos são divididos entre todos os participantes, de acordo com o valor depositado por cada um deles. Já os objetivos e as regras de investimento passam por decisão coletiva. Porém, existem algumas posições-chave dentro do grupo de investidores dos fundos, são elas: </span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Gestor: </b><span style="font-weight: 400;">agente responsável pela estratégia de alocação dos recursos do fundo, normalmente se trata de um profissional do mercado financeiro; </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Administrador:</b><span style="font-weight: 400;"> responsável pelos serviços relacionados à manutenção do fundo, como convocação de assembleia, comunicação com cotistas, e por aí vai… </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Custodiante: </b><span style="font-weight: 400;">encarregado de guardar os ativos do fundo. </span></li>
</ul>
<p><span style="font-size: 12pt;"><b>→ Saiba mais em: O que são fundos de investimento?</b></span></p>
<h3><span style="color: #666699;"><b>❖ </b><b>Fundos Imobiliários</b></span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O fundo de investimento imobiliário, também conhecido como FII, funciona da mesma forma que o fundo de investimento, porém com ativos voltados para o mercado imobiliário. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É bastante comum que o patrimônio do fundo seja usado para a construção ou a aquisição de imóveis, que serão locados ou arrendados para gerar renda. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outra possibilidade é a compra de títulos ligados ao mercado imobiliário, como letras de crédito imobiliário (LCI), letras hipotecárias (LH), certificados de potencial adicional de construção (CEPAC), e outros. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim como nos fundos de investimentos, os rendimentos são compartilhados de acordo com a proporção investida.</span><span style="font-weight: 400;"> Há casos em que o fundo gera renda mensal, como títulos de renda fixa, no entanto, essa aplicação é considerada renda variável. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso porque não há garantia de manutenção dos rendimentos ao longo do tempo, já que inquilinos podem deixar de pagar o aluguel ou um imóvel pode acabar desocupando inesperadamente. </span>Além disso, as cotas de FIIs que os investidores têm podem valorizar ou desvalorizar, o que torna essa aplicação tão instável quanto qualquer papel de renda variável. </p>
<p><span style="font-size: 12pt;"><b>→ Saiba mais em: FIIs são uma boa opção? Veja levantamento do TM sobre esse investimento!</b></span></p>
<h3><span style="color: #666699;"><b>❖ </b></span><span style="color: #666699;"><b>Perfil e Horizonte</b></span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Agora que você conheceu os principais investimentos do mercado financeiro, chegou o momento de </span><b>“qual deles se encaixa melhor no meu bolso?”.</b><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na área de finanças pessoais, existe um teste de </span><b>perfil do investidor</b><span style="font-weight: 400;"> que ajuda nessa escolha. A avaliação tem como objetivo analisar quais os riscos que o investidor está disposto a correr a partir do momento em que coloca seu dinheiro em uma aplicação financeira. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os resultados de perfil podem ser: </span></p>
<ul>
<li><b>Conservador: </b><span style="font-weight: 400;">aquele que dá preferência à segurança e procura diminuir ao máximo o risco de perda, e, por isso, aceita até rendimentos menores.</span><span style="font-weight: 400;"><br /><br /></span></li>
<li><b>Moderado: </b><span style="font-weight: 400;">procura equilíbrio entre segurança e rentabilidade na hora de investir, podendo até mesmo correr algum risco para ter um rendimento maior do que em investimentos mais seguros. </span><span style="font-weight: 400;"><br /><br /></span></li>
<li><b>Arrojado:</b><span style="font-weight: 400;"> prioriza as aplicações de maior rentabilidade, sendo capaz de correr grandes riscos para alcançá-las. </span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Após definir o perfil mais adequado, você deve conciliar o objetivo com o tempo de aplicação, também conhecido como </span><span style="font-weight: 400;">horizonte de investimento</span><span style="font-weight: 400;">. Nesse ponto, temos três prazos determinados pelo mercado: <strong>c</strong></span><b>urto prazo</b>, que é um período de até dois anos; <strong>m</strong><b>édio prazo, </b>entre dois e cinco anos; e<strong> l</strong><b>ongo prazo,</b> no mínimo cinco anos de aplicação.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nunca se esqueça de que o perfil de risco (objetivo) e o horizonte de investimento (tempo) devem sempre andar de mãos dadas, uma vez que um complementa o outro para garantir o melhor retorno a você, investidor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sobre este último tópico, que tal dar uma olhada neste vídeo da Bea Aguilar, do Papo de Bolsa, para tirar as dúvidas que ficaram e fazer a melhor escolha para você? 😉</span></p>
<p><iframe title="Estratégias de Investimentos: Longo x Curto Prazo" width="800" height="450" src="https://www.youtube.com/embed/5IVSXq6ZG4g?list=PLJOJT33798I7POsGMk2zJ5HtvzRWCe7b3" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>O que é a renda fixa? Conheça os primeiros passos para começar a investir</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/comece-a-investir/blog-educacao-financeira-o-que-e-a-renda-fixa-conheca-os-primeiros-passos-para-comecar-a-investir</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Equipe Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 May 2021 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comece a Investir]]></category>
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		<category><![CDATA[tesouro direto]]></category>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A palavra “investimento” pode soar um pouco adulta demais, certo? Para quem nunca investiu na vida, isso pode ser um verdadeiro bicho de sete cabeças. Mas quer uma palavra amiga? Isso não é verdade. E um bom exemplo para explicar isso é a <strong>renda fixa</strong>.</p>
<p>Claro que, para começar de vez a investir, é necessário sentar em frente ao computador ou celular e traçar caminhos. E isso é normal, já que é comum definir metas ao longo da vida: seja uma viagem, seja a troca de um carro ou seja a compra de um imóvel. E por aí vai.</p>
<p>No mercado financeiro chamamos essa etapa de <a href="https://trademap.com.br/o-que-e-horizonte-de-investimento/" target="_blank" rel="noopener"><strong>horizonte de investimentos</strong></a> e, junto com ele, <strong>perfil de investidor</strong>. Assim, cada pessoa consegue definir seus objetivos e encontrar os melhores investimentos para atingir tais metas, que variam de investidor para investidor.</p>
<h2>Afinal, o que é investimento?</h2>
<p>Vamos usar o português claro aqui: <strong>investimento vem do verbo investir</strong>, um termo utilizado muitas vezes para falar de <strong>metas</strong>, <strong>objetivos</strong>, <strong>planos</strong> e <strong>futuro</strong>. Mas quando se trata de dinheiro isso pode ficar um pouquinho mais complicado, certo? Errado!</p>
<p>O investimento está muito atrelado a um mito de que somente pessoas endinheiradas podem aplicar dinheiro em inúmeras modalidades: ações, fundos, ETFs ou a tal da renda fixa!</p>
<p>Assim como mencionamos antes, o investimento deve ser bem pensado para que surta o efeito esperado.</p>
<p>Quando falamos em <strong>investimento financeiro</strong>, queremos dizer, de uma forma simples e prática, em pegar uma determinada quantia hoje e tentar transformá-la em mais dinheiro em um momento futuro.</p>
<p>Isso não é mágica, viu? Até queríamos que fosse! Já pensou poder sacudir uma varinha e ficar rico?</p>
<p>Mas na verdade é um conceito bem simples: deixe o dinheiro trabalhar para você!</p>
<h2>Renda fixa? É de comer?</h2>
<p>Nada disso! Investir em <strong>Renda Fixa</strong> significa emprestar dinheiro para uma instituição para ganhar juros sobre o período emprestado, da mesma maneira que um banco faz quando empresta dinheiro para as pessoas.</p>
<p>Eles são investimentos com taxas já determinadas no momento da aplicação e possibilitam que o investidor tenha um retorno planejado de acordo com o tempo que deseja manter seu capital investido.</p>
<p>Até aí tudo tranquilo, certo? Nada muito complicado. Agora que já entendemos o conceito básico dessa modalidade de investimento, podemos partir para outro quesito: “mas como posso saber qual é o melhor momento para aplicar em renda fixa?”.</p>
<p>Bom, essa é uma pergunta que só tem um tipo de resposta (assim como as outras modalidades de investimentos também): <strong>depende</strong>. Isso porque cada pessoa ganha um valor e tem gastos diferentes umas das outras. Então é preciso colocar tudo isso na ponta do lápis.</p>
<blockquote>
<h5><span style="font-size: 14pt;">Mas, para começar, depois de separar os <strong>gastos mensais</strong> e fazer uma <strong>reserva de emergência </strong>para cobrir qualquer tipo de gasto extraordinário na vida, a pessoa pode começar a separar uma quantia para investir.</span></h5>
</blockquote>
<p>E é por isso que a renda fixa entra em foco: muita gente fica com dúvida, visto que existem diversos investimentos mundo afora e, com isso, quais deles são uma boa opção para o ponta pé inicial?</p>
<p><u>Então lá vai uma dica: </u></p>
<p>Para quem está começando a conhecer as possibilidades de investimentos agora é recomendado títulos que tenham um baixo risco para começar a ter um patrimônio extra e, assim, poder partir para outros ativos mais arriscados no futuro e que, consequentemente, podem render mais.</p>
<h2>Quais são os tipos de renda fixa?</h2>
<p>Os títulos de renda fixa possuem algumas características muito importantes que precisam ser compreendidas para começar a investir neles:</p>
<ul>
<li><strong>São prefixados ou pós fixados?</strong></li>
<li><strong>Possuem liquidez diária ou apenas no vencimento? </strong></li>
<li><strong>Têm cobertura do Fundo Garantidor de Crédito (FGC)?</strong></li>
<li><strong>Pagam ou são isentos de Imposto de Renda?</strong></li>
</ul>
<p>Em primeiro lugar, existem títulos que o investidor já sabe exatamente quanto que vai ganhar no vencimento da aplicação. Eles são chamados títulos <strong>prefixados</strong>.</p>
<p>Há também aqueles títulos que pagam uma taxa de juros flutuante, como as taxas de juros <strong>CDI</strong> ou <strong>Selic</strong>, ou inflação <strong>IPCA</strong> ou <strong>IGPM</strong>. O resultado é sempre positivo, mas não é possível saber antes qual o valor será recebido – são títulos <strong>pós fixados</strong>.</p>
<p>O segundo ponto a ser observado é que tem títulos de renda fixa que podem ser resgatados a qualquer dia depois de feita a aplicação. Esses são os que têm <strong>liquidez diária</strong> (como o <strong><a href="https://trademap.com.br/o-que-e-o-tesouro-direto/" target="_blank" rel="noopener">Tesouro Direto</a></strong>) e pagarão a taxa de investimento correspondente ao período aplicado.</p>
<blockquote>
<h4><span style="font-size: 14pt;">Já outros títulos permitem o resgate apenas na data de vencimento da aplicação. Esses títulos em geral pagam uma rentabilidade maior pela baixa liquidez oferecida.</span></h4>
</blockquote>
<p>Em terceiro lugar, o investimento em renda fixa como um empréstimo bancário exige um pagamento em retorno que pode acontecer somente no caso de a instituição devedora ir à falência. Para proteger os investidores, o governo federal criou um fundo de segurança que garante o reembolso do valor devido, mas apenas para alguns tipos de aplicação e até o valor máximo de R$ 250 mil. Essa organização se chama <strong><a href="https://www.fgc.org.br/" target="_blank" rel="noopener">Fundo Garantidor de Crédito</a> </strong>(FGC).</p>
<p>Por fim, como a maioria dos investimentos, os títulos têm impostos cobrados sobre o lucro, no momento do resgate. Contudo, existem alguns tipos de aplicações que são isentas do Imposto de Renda (IR).</p>
<p><em>Em geral, o investidor tem que fazer uma conta para comparar títulos que pagam Imposto de Renda e aqueles que não pagam para saber qual é o mais vantajoso para o período de investimento desejado.</em></p>
<p>Quer saber mais informações sobre os tipos de renda fixa no mercado brasileiro? <strong><a href="https://trademap.com.br/tipos-de-investimentos-em-renda-fixa/" target="_blank" rel="noopener">Clique aqui</a></strong>.</p>
<h2>Onde encontro essas informações?</h2>
<p>Emendando o assunto anterior, pelo TradeMap é possível buscar a prateleira de títulos de renda fixa já ordenada pela rentabilidade líquida obtida por cada investimento. Assim fica mais fácil comparar qual aplicação é a mais lucrativa (mesmo depois de pagar o IR).</p>
<p>O TradeMap apresenta todas essas informações sobre cada produto ofertado, além de muitos outros dados, para que os novos investidores saibam escolher o investimento que mais tem a ver com os seus objetivos e, claro, para facilitar a vida de quem está começando agora no mercado financeiro.</p>



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