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	<title>aluguel &#8211; Minhas Economias</title>
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	<description>Minhas Economias é um gerenciador financeiro completo, online, seguro e gratuito. Organize suas contas, gerencie seu orçamento e faça seus objetivos acontecerem.</description>
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	<title>aluguel &#8211; Minhas Economias</title>
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	<item>
		<title>Reajuste acima dos 20% em seu aluguel? Confira como negociar com locatário</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/reajuste-acima-dos-20-em-seu-aluguel-confira-como-negociar-com-locatario</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Nov 2021 18:29:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Planejamento Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[aluguel]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Morar de aluguel tem suas vantagens, mas que estão acompanhadas por algumas preocupações. Uma delas é o momento do vencimento de reajuste do valor acordado em contrato. Em tempos de inflação na casa de dois dígitos, a correção no valor do aluguel pode ser inviável e aí o que resta ao inquilino é tentar negociar [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Morar de aluguel tem suas vantagens, mas que estão acompanhadas por algumas preocupações. Uma delas é o momento do vencimento de reajuste do valor acordado em contrato. Em tempos de inflação na casa de dois dígitos, a correção no valor do aluguel pode ser inviável e aí o que resta ao inquilino é tentar negociar com o locatário. <br /><br />Nos 12 meses encerrados em setembro, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulou alta de 10,25%. Esse é o indicador referência no Brasil e utilizado pelo sistema de metas de inflação, aquelas que o Banco Central tem que seguir – embora não esteja conseguindo. <br /><br />Para aluguéis, no entanto, o índice mais utilizado é o Índice Geral de Preços ao Mercado (IGP-M), que, no mesmo período, registrou alta de 24,86%. Um dos fatores que faz com que o IGP-M esteja mais elevado é que parte do índice é composta por itens mais ligados à variação do dólar. <br /><br />Esse cenário de IGP-M muito mais elevado, causando desequilíbrio nos contratos de aluguel, está presente desde o ano passado. A saída indicada tem sido a substituição do índice ou mesmo a imposição de um limite máximo de reajuste. <br /><br />Segundo Ana Luiza Taques, responsável pela área de direito imobiliário do escritório Siqueira Castro Advogados, não é preciso esperar o vencimento do contrato para fazer essa troca de indicador. <br /><br />&#8220;Em um contrato articular, não precisa esperar pela renovação para se negociar. Em geral, o ideal é fazer isso um mês antes do reajuste anual&#8221;, diz.<br /><br />Nesse caso, em um contrato de 30 meses, que é comum em aluguéis residenciais, o reajuste do valor será feito após 12 meses. Antes de a correção ser aplicada, contudo, o inquilino pode procurar o locatório para buscar uma alternativa. <br /><br />Segundo Taques, o mais comum tem sido estabelecer um limite para o reajuste, como 12% ou 15%. Uma forma de não desequilibrar a situação do inquilino, para que ele continue no imóvel. <br /><br />É possível também fazer a troca pelo IPCA, mas essa opção tem sido menos comum. O IPCA está sendo mais utilizado em novos contratos, mas não como novo indexador em contratos já vigentes. <br /><br />E se o locatório não quiser negociar? Nesse caso, cabe ao inquilino fazer a rescisão do contrato. Ele até pode entrar com uma ação na Justiça pedindo a revisão do reajuste, mas Taques explica que, por se tratar de um acordo entre as partes, os juízes costumam não interferir. <br /><br />Cyro Naufel, diretor institucional da empresa de administração imobiliária Lopes, conta que a explosão do IGP-M fez os locatórios buscarem a renegociação ao longo do ano passado. <br /><br />&#8220;Não é uma camisa de força. Qualquer o índice que seja adotado, se houver um estresse, as partes podem negociar juntas &#8220;, disse. <br /><br />Mas com o IGP-M de forma persistente bem acima do IPCA, o executivo conta que, em contratos novos, em especial no segmento residencial, a preferência majoritária tem sido pelo uso do IPCA. <br /><br />&#8220;O IPCA está sendo mais vantajoso em contratos novos. Mas é sempre bom as partes saberem que é possível trocar o índice, de maneira definitiva ou não, ao longo do contrato&#8221;, explicou. <br /><br />No caso da Quinto Andar, aplicativo de locação e venda de imóveis, desde o novembro de 2020 o IPCA tem sido a referência para os novos contratos de aluguel. Nos contratos firmados antes desse prazo, é possível, em comum acordo, fazer a migração do IGP-M para o IPCA.</p>
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		<item>
		<title>30 anos para financiar o imóvel: vale a pena?</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/30-anos-para-financiar-o-imovel-vale-a-pena</link>
					<comments>https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/30-anos-para-financiar-o-imovel-vale-a-pena#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Jul 2018 01:42:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Planejamento Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[aluguel]]></category>
		<category><![CDATA[Casa Própria]]></category>
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		<category><![CDATA[financiamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A grande vantagem é que esta decisão pode lhe proporcionar o usufruto de sua casa própria já (e provavelmente lhe livrará das despesas de aluguel) pagando uma mensalidade que caiba no seu bolso. Por outro lado, você deve saber que estará assumindo um compromisso de longo &#8230; muito longo prazo. Você consegue imaginar o que [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A grande vantagem é que esta decisão pode lhe proporcionar o usufruto de sua casa própria já (e provavelmente lhe livrará das despesas de aluguel) pagando uma mensalidade que caiba no seu bolso. Por outro lado, você deve saber que estará assumindo um compromisso de longo &#8230; muito longo prazo. <span id="more-7295"></span></p>
<p>Você consegue imaginar o que estará fazendo ou como estará a sua vida em 30 anos? Bem, imaginar como será o futuro depois de tantos anos é um desafio até para os mais renomados futurólogos da nossa era.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><figure id="attachment_23550" aria-describedby="caption-attachment-23550" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2012/06/imovel_custosadicionais_interior.png"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2012/06/imovel_custosadicionais_interior.png" alt="30 anos para financiar o imóvel: vale a pena?" width="620" height="203" class="size-full wp-image-23550" srcset="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2012/06/imovel_custosadicionais_interior.png 620w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2012/06/imovel_custosadicionais_interior-300x98.png 300w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2012/06/imovel_custosadicionais_interior-80x26.png 80w" sizes="(max-width: 620px) 100vw, 620px" /></a><figcaption id="caption-attachment-23550" class="wp-caption-text"><span style="font-size: 13px; font-style: italic;">30 anos para financiar o imóvel: vale a pena?</span></figcaption></figure></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por isso, caso venha a adquirir um financiamento como este, é preciso estar ciente de todas as implicações deste compromisso. Para lhe ajudar, aqui vão 3 dicas que não devem nunca ser deixadas de lado:</p>
<p>&#8211; É imprescindível que você já tenha ou seja capaz de construir, no curto prazo,<strong> uma reserva para imprevistos</strong>. Isto lhe possibilitará continuar pagando as mensalidades mesmo que a sua renda mensal sofra alguma redução. Fazer um orçamento é uma excelente maneira de alcançar este objetivo.</p>
<p>&#8211; <strong>Compare e negocie os juros cobrados pelo financiamento</strong>. Pequenos percentuais podem significar enormes montantes de dinheiro em prazos muitos longos como esse.</p>
<p>&#8211; <strong>Não deixe de ler e entender cada linha do seu contrato!</strong> Por exemplo, analise qual será a multa por atrasos e o que pode acontecer em caso de inadimplência (o seu imóvel pode ser tomado de você?). Saiba também qual o índice para a correção das mensalidades (se houver) e qual será o tratamento em caso de adiantamento das parcelas.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>&#8220;Por dívidas no aluguel, não consigo devolver o imóvel&#8221;</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/por-dividas-no-aluguel-nao-consigo-devolver-o-imovel</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Nov 2011 10:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Planejamento Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[aluguel]]></category>
		<category><![CDATA[Dívidas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pergunta: Tenho um imóvel alugado que está sem contrato há mais de um ano. Faltando dois meses para terminar o contrato, em outubro de 2010, eu já não conseguia mais pagar o aluguel. Quis devolver o imóvel em dezembro, mas o proprietário havia me colocado na Justiça pedindo despejo. Sempre mando e-mail tentando devolver o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Pergunta:</span> </strong>Tenho um imóvel alugado que está sem contrato há mais de um ano. Faltando dois meses para terminar o contrato, em <span id="more-5296"></span>outubro de 2010, eu<strong> já não conseguia mais pagar o alugue</strong>l.</p>
<p>Quis devolver o imóvel em dezembro, mas o <span style="text-decoration: underline;">proprietário havia me colocado na Justiça pedindo despejo</span>. Sempre mando e-mail tentando devolver o imóvel, que está fechado todo esse tempo, mas o proprietário <span style="text-decoration: underline;">quer que eu entregue as chaves e assuma o compromisso de pagar os aluguéis atrasados</span> e demais despesas. Como não tenho condição alguma para isso, e nem bens ou fiador, o que devo fazer? O que pode acontecer comigo? (J.C.)</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Resposta:</span></strong></p>
<p>A maioria de suas dúvidas está relacionada a aspectos legais. Portanto, elas só poderão ser respondidas com clareza depois de uma <span style="text-decoration: underline;">análise detalhada dos fatos e da documentação do processo (incluindo o contrato de locação)</span> — o que, infelizmente, não será possível nesta coluna.</p>
<p>Recomendo que você procure, em primeiro lugar, uma <strong>assessoria jurídica </strong>para definir as possíveis soluções para o seu problema. Se não tiver condições de contratar um advogado, busque informações junto à <strong>Defensoria Pública do seu Estado e também nas faculdades de Direito </strong>sobre a disponibilidade de uma assistência jurídica gratuita.</p>
<p>Uma outra questão importante diz respeito <strong>à necessidade de organizar desde agora a sua vida financeira</strong>, independentemente do desfecho da situação do aluguel. Junte toda a família, faça um balanço das despesas, corte gastos desnecessários e elabore um orçamento doméstico para ser seguido à risca.</p>
<p>Pense em alternativas para obter um dinheiro extra (com trabalhos temporários, por exemplo) e comece a poupar mensalmente algum valor para futuros imprevistos. Só depende de você! No mais, bola pra frente.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Segundo imóvel: melhor vender, alugar ou manter?</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/segundo-imovel-melhor-vender-alugar-ou-manter-2</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Oct 2011 10:11:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Planejamento Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[aluguel]]></category>
		<category><![CDATA[Dívidas]]></category>
		<category><![CDATA[imóvel]]></category>
		<category><![CDATA[segundo imóvel]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pergunta:  Em 2008 eu e o meu marido vendemos nossa pequena empresa e compramos um apartamento que hoje vale R$200.000. Apesar do imóvel estar valorizado, nossa renda ficou pequena. Ambos somos aposentados, mas eu ainda tenho um pequeno emprego e o nossa renda total é de R$2.000. Não seria ruim se não tivéssemos que pagar [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="text-decoration: underline;"><em>Pergunta:</em></span><em>  </em></strong>Em 2008 eu e o meu marido vendemos nossa pequena empresa e compramos um apartamento que hoje vale R$200.000. Apesar <span id="more-5259"></span>do imóvel estar valorizado, nossa renda ficou pequena.</p>
<p>Ambos somos aposentados, mas eu ainda tenho um pequeno emprego e o nossa renda total é de R$2.000. Não seria ruim se não tivéssemos que pagar condomínio e taxas (média de R$600), o plano de saúde e despesas com luz, telefone e alimentação.</p>
<p>Temos uma casinha em Maricá que não tem muito valor. Gostaria de ouvir o seu parecer sobre o que fazer. Alugar o apartamento? Morar em Maricá? (L.C.)</p>
<h3><strong><span style="text-decoration: underline;"><em>Resposta:</em></span></strong></h3>
<p><strong></strong>Temos as alternativas:</p>
<p><strong>1) Continuar como está:</strong></p>
<p><strong></strong><em>Vantagem</em>: mantem o emprego e o salário.</p>
<p><em>Desvantagem:</em> risco de perder o emprego e não conseguir mais pagar as contas;</p>
<p><strong> 2) Morar em Maricá e alugar o apartamento:</strong></p>
<p><em>Vantagens</em>: diminui as despesas em R$ 600 e passa a receber aluguel (R$ 1.000 por mês, mas é necessário pesquisas para confirmar o valor).</p>
<p><em>Desvantagens</em>: perde o emprego e o salário, e corre o risco de ver as despesas aumentarem e ficar sem a renda do aluguel, caso o inquilino fique inadimplente. Há ainda custos de manutenção e comissão da imobiliária que intermediar o aluguel;</p>
<p><strong>3) Morar em Maricá, vender o apartamento e investir o dinheiro:</strong></p>
<p><strong></strong><em>Vantagens</em>: diminui as despesas em R$ 600, recebe ao menos R$ 1.000 por mês de juros (em investimentos de baixíssimo risco) e sem o risco de inadimplência.</p>
<p><em>Desvantagens</em>: perde o emprego e o salário; se empolga com o dinheiro na conta e passa a gastar mais, com o risco do dinheiro da venda acabar rápido.<br />
Se vocês são pessoas realmente disciplinadas, eu diria que a alternativa 3 é a mais indicada, pois apresenta menos riscos. Se conseguirem um emprego em Maricá, melhor ainda: faz bem para o bolso e faz bem à mente!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Dívida de aluguel caduca?</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/divida-de-aluguel-caduca</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 Jul 2011 17:01:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Planejamento Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[aluguel]]></category>
		<category><![CDATA[Controle de Despesas]]></category>
		<category><![CDATA[Dívidas]]></category>
		<category><![CDATA[prescrição de dívida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pergunta: Moro de aluguel e, infelizmente, fiquei em atraso. Já recebi até a notificação do despejo. Gostaria de saber se esta é uma dívida que caduca ou não, pois devo R$ 28.000 e não tenho como pagar. Estou saindo do imóvel, mas como fica a dívida? Resposta: Segundo o Código Civil (art. 206, parágrafo 3), [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Pergunta:</span></strong> Moro de aluguel e, infelizmente, fiquei em atraso. Já recebi até a notificação do despejo. <strong>Gostaria de saber se esta é uma dívida que<span id="more-4835"></span> caduca ou não</strong>, pois devo R$ 28.000 e não tenho como pagar. <strong>Estou saindo do imóvel, mas como fica a dívida? </strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;"> Resposta:</span></strong><br />
Segundo o Código Civil (art. 206, parágrafo 3), os aluguéis relativos a prédios urbanos ou rústicos<strong> prescrevem em três anos</strong>. Esta prescrição significa que o locatário não terá mais o direito de cobrar a dívida de você. Porém, é preciso lembrar que <strong>a prescrição só ocorre se o credor nunca tiver cobrado esta dívida judicialmente.</strong> Ou seja, se ele entrar com uma ação na Justiça dentro destes três anos, o prazo da prescrição é automaticamente interrompido até que a ação judicial seja encerrada.</p>
<p>Como você já recebeu uma ordem de despejo, é bastante provável que seu locado tenha entrado com uma ação para receber os atrasados ou que, pelo menos, tenha consciência do prazo para recorrer judicialmente. Assim, não coloque todas as suas esperanças na crença de que a dívida irá prescrever. Comece hoje mesmo a pensar em outras alternativas.</p>
<p>Por exemplo: a primeira coisa a fazer é colocar as suas contas em dia para ter condições de poupar algum dinheiro todo mês. Corte despesas desnecessárias, faça um orçamento e siga-o à risca. <strong>Uma dívida de R$ 28.000 é bem alta e, se nada for feito, você acabará fazendo uma nova dívida no próximo imóvel em que for morar ou mesmo só com base nas despesas cotidianas</strong>. O dinheiro economizado servirá como reserva contra imprevistos, mas também para você tentar uma eventual negociação de sua dívida, que pode resultar em uma diminuição do valor total a ser pago ou em um parcelamento deste montante.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8212;</p>
<p><em>O texto acima foi originalmente publicado no jornal Extra, na coluna do Dr. Bufunfa, com o apoio do MinhasEconomias.</em></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Pagar aluguel ou financiar um imóvel?</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/pagar-aluguel-ou-financiar-um-imovel</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Sep 2010 01:04:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Planejamento Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[aluguel]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[financiamento]]></category>
		<category><![CDATA[imóvel]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www2.minhaseconomias.com.br/?p=3971</guid>

					<description><![CDATA[<p>Há um pensamento bastante popular que prega a ideia de que financiar a compra de uma casa é melhor do que pagar aluguel. O argumento por trás disto é que o pagamento das prestações da casa equivale a um investimento, já que se está adquirindo um bem que tenderá a se valorizar. Por este mesmo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há um pensamento bastante popular que prega a ideia de que<strong> financiar a compra de uma casa é melhor do que pagar aluguel</strong>. <span id="more-3971"></span>O argumento por trás disto é que o pagamento das prestações da casa equivale a um investimento, já que se está adquirindo um bem que tenderá a se valorizar. Por este mesmo raciocínio, o pagamento de aluguel equivale a jogar dinheiro fora, pois trata-se de um gasto que não traz retorno.</p>
<p>O grande erro deste &#8220;senso comum&#8221; é que, ao tomar um financiamento, você está &#8220;alugando&#8221; um dinheiro. E como todos já ouviram falar, temos um dos aluguéis de dinheiro mais caros do mundo.</p>
<p><strong>O que queremos mostrar aqui é que o senso comum comentado acima pode ser bastante prejudicial ao seu bolso</strong>. Em muitos casos, alugar um imóvel pode ser a melhor escolha. Para se ter uma idéia em termos financeiros, iremos usar um caso no qual uma pessoa pretende financiar um<strong> imóvel no valor de R$ 200.000, sendo que possui em mãos R$ 50.000</strong>. Pesquisando entre os bancos, ela viu que era possível <strong>pagar o financiamento em 30 anos a uma taxa de juros prefixada nominal de 12,28% ao ano.</strong></p>
<p>Bom, como ela tem R$ 50.000 em mãos, será preciso financiar apenas R$ 150.000, certo? <strong>Errado! </strong>Ao comprar um imóvel (por exemplo, em São Paulo) há que se pagar ainda:<br />
&#8211; despesas com certidões (cerca de R$ 1.000);<br />
&#8211; imposto de transmissão de bens inter-vivos (ITBI, cerca de R$ 6.000 para um imóvel de R$ 200.000);<br />
&#8211; o registro do imóvel (em torno de R$ 2.000);<br />
&#8211; a tarifa de avaliação de garantia a ser paga ao banco por conta do financiamento, cujo valor gira em torno de R$ 900.</p>
<p>Com todas estas despesas adicionais, <strong>será preciso financiar quase R$ 160.000</strong>, na verdade. No aluguel, estas despesas simplesmente não existiriam.</p>
<p>Para &#8220;iluminar&#8221; um pouco a discussão, vamos a alguns cálculos. Supondo que você não tome o financiamento e opte pelo aluguel, seria possível investir os seguintes valores:<br />
&#8211;  os R$ 50.000 iniciais que você já possui;<br />
&#8211;  a diferença entre o valor do aluguel e o da prestação do financiamento.</p>
<p>Esse dinheiro investido irá acumular rendimentos através de juros compostos, até um momento em que seria possível comprar a casa com estas economias.</p>
<p>Como <strong>variáveis de cálculo</strong>, temos:<br />
&#8211; a taxa de juros de investimento (líquido de impostos);<br />
&#8211; a valorização do imóvel;<br />
&#8211; o valor do aluguel, que costuma ser em torno de 0,5% do valor do imóvel, mas pode ser consideravelmente maior ou menor do que isto, dependendo do padrão de moradia, localização geográfica, relação entre oferta e demanda etc;<br />
&#8211; a taxa de reajuste do aluguel, o qual costuma ser corrigido pelo IGP-M.</p>
<p>Para entender melhor os dados da tabela seguinte, vamos a uma <strong>rápida explicação</strong><strong>:</strong></p>
<p>Observando o cenário 1 (bastante similar ao momento atual), você consegue obter uma taxa de retorno de 9% ao ano (já descontado o imposto de renda) em seu investimento financeiro e o imóvel que você pretende comprar valoriza 4,5% anualmente. Além disso, seu gasto mensal com aluguel é de R$ 1.000 e o reajuste anual do mesmo é de 4,5%. Caso este cenário se confirme, <strong>você deverá conseguir comprar o imóvel à vista em 210 meses, mesmo pagando aluguel e economizando a cada mês a diferença entre as parcelas do financiamento que você teria feito e o valor deste aluguel</strong>. Já no cenário 4, o valor do aluguel está caro demais, o que inviabiliza a compra à vista do imóvel em um momento futuro. Esta situação se repete no cenário 5, só que desta vez, o problema é a baixa taxa de retorno do investimento em relação à valorização do imóvel e ao reajuste do aluguel.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-4012" title="screenhunter_01-sep-20-2228" src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2010/09/screenhunter_01-sep-20-2228.gif" alt="screenhunter_01-sep-20-2228" width="598" height="170" /></p>
<p>Observando os resultados de cada cenário, podemos ver que<strong> não há como ter certeza se, do ponto de vista financeiro, é melhor pagar aluguel ou financiar o imóvel</strong>. É impossível prever o que poderá acontecer no decorrer de 30 anos. Mesmo que você consiga obter um aluguel bastante baixo e um bom retorno em seus investimentos (e estas são as variáveis que você consegue ter algum controle), isto não lhe garante que o aluguel será a melhor opção. Por outro lado, também não há como saber se a tendência de valorização dos imóveis que vem ocorrendo nos últimos anos irá se manter nos próximos, o que poderia justificar o financiamento como a melhor opção.</p>
<p>Podemos também analisar a questão sob uma ótica não-financeira e talvez fique mais claro qual será a melhor opção. A maioria das pessoas tende a ter uma visão otimista e acaba acreditando que a situação será melhor no futuro. No entanto, você pode imaginar o que aconteceria caso o país entrasse em recessão e você perdesse o emprego (ou então se sua renda caísse abruptamente)? Por outro lado, como seria se o país continuasse com um forte crescimento econômico e seus rendimentos aumentassem consideravelmente?</p>
<p>No quadro seguinte, colocamos algumas vantagens e desvantagens para cada uma das estratégias sob estes dois cenários. Ambos os cenários poderão ocorrer em um período de 30 anos. No entanto, o que merece reflexão é que, <strong>tendo optado em fazer um financiamento e ocorrendo um </strong><strong>cenário de recessão, o sonho da casa própria pode virar um terrível pesadelo, como vimos recentemente acontecer com muitas famílias norte-americanas</strong>. Em muitos casos, o investimento feito pela família no imóvel acabou se perdendo, pois o valor do mesmo na crise era menor do que o valor da dívida, mesmo tendo pago muitas prestações.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-3992" title="screenhunter_05-sep-19-2053" src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2010/09/screenhunter_05-sep-19-2053.gif" alt="screenhunter_05-sep-19-2053" width="596" height="408" /></p>
<p><strong>A compra da casa própria é uma grande conquista, mas é preciso ter uma boa dose de reflexão e planejamento para que não vire um pesadelo!</strong></p>
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