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	<title>direito do consumidor &#8211; Minhas Economias</title>
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	<description>Minhas Economias é um gerenciador financeiro completo, online, seguro e gratuito. Organize suas contas, gerencie seu orçamento e faça seus objetivos acontecerem.</description>
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	<title>direito do consumidor &#8211; Minhas Economias</title>
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	<item>
		<title>Multas por atraso. Veja qual o percentual devido para cada caso.</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/multas-por-atraso-veja-qual-o-percentual-devido-para-cada-caso</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jul 2013 13:29:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Planejamento Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[direito do consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[inadimplência]]></category>
		<category><![CDATA[multa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma questão que gera muitas dúvidas aos consumidores é sobre o valor correto da multa a ser cobrado no pagamento de contas em atraso. Veja qual o percentual devido para cada caso: &#8211; De acordo com o CDC &#8211; Código de Defesa do Consumidor, no fornecimento de produtos ou serviços que envolvam outorga de crédito [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma questão que gera muitas dúvidas aos consumidores é sobre o valor correto da multa a ser cobrado no pagamento de contas em atraso.</p>
<p><strong>Veja qual o percentual devido para cada caso:</strong> <span id="more-7908"></span></p>
<p>&#8211; De acordo com o CDC &#8211; Código de Defesa do Consumidor, no fornecimento de produtos<br />
ou serviços que envolvam outorga de crédito ou concessão de financiamento, as multas de mora decorrentes do atraso de pagamento <strong>não poderão ser superiores a 2%</strong> do valor da prestação. Isso significa que se o consumidor pagar depois da data de vencimento carnês de financiamento, cartões de crédito, prestações da casa própria, leasing ou qualquer outra modalidade de crédito, a multa não poderá ser maior do que 2% do valor da conta;</p>
<p>&#8211; Para escolas particulares e convênios médicos, apesar de não se tratarem de financiamento, o entendimento do Procon-SP é que a multa cobrada não deve exceder 2%;</p>
<p>&#8211; Contas telefônicas, luz, água, fornecimento de gás e consórcio: 2%;</p>
<p>&#8211; Condomínio: 2%, mas é possível que, por meio de assembléia geral, os condôminos<br />
concordem em fixar multa superior desde que não seja abusiva.As demais contas, como clubes, cursos livres e locação, entre outras, quando ocorrer atraso no pagamento, vale a multa que constar do contrato assinado entre as partes. Porém, ela não pode ser exagerada de forma a colocar o consumidor em situação de desvantagem e, com isso, provocar desequilíbrio no contrato.</p>
<p><strong>Atenção:</strong> o consumidor deve estar atento em saldar seus compromissos nas datas<br />
de vencimento e, sempre que a multa ultrapassar os valores legais, reclamar junto<br />
a um órgão de defesa do consumidor.<br />
Quantias cobradas indevidamente e pagas pelo consumidor, deverão ser devolvidas em<br />
dobro, salvo hipótese de engano justificável (Artigo 42, parágrafo único do CDC).</p>
<p>Saiba que a escolha do vencimento de contas de serviços essenciais como, água, luz, telefone, gás, etc, fica a critério do consumidor, que tem o direito de solicitar a alteração da data de vencimento. As concessionárias devem disponibilizar seis datas para que o usuário escolha a que for mais conveniente e mais compatível aos seus vencimentos.</p>
<p>fonte: www.procon.sp.gov.br/pdf/acs_multa_por_atraso.pdf</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Cobrar taxa de emissão de boleto ou carnê é legal?</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/taxa-de-emissao-de-boleto-ou-carne-e-legal</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jul 2013 14:36:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Planejamento Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[direito do consumidor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Veja as orientações do Procon-SP sobre a cobrança de taxa de emissão de boleto bancário ou carnê. 001 – A LEI 14.463/2011, QUE PROÍBE A COBRANÇA DE TAXA DE EMISSÃO DE CARNÊ OU BOLETO BANCÁRIO, SE DESTINA A QUEM? A Lei 14.463/2011 destina-se a todos os fornecedores de produtos ou serviços, no Estado de São [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Veja as orientações do Procon-SP sobre a cobrança de taxa de emissão de boleto bancário ou carnê.<span id="more-9072"></span></p>
<p><strong><br />
001 – A LEI 14.463/2011, QUE PROÍBE A COBRANÇA DE TAXA DE EMISSÃO DE CARNÊ OU BOLETO BANCÁRIO, SE DESTINA A QUEM?</strong><br />
A Lei 14.463/2011 destina-se a todos os fornecedores de produtos ou serviços, no Estado de São Paulo, que disponibilizam, como meio de pagamento, aos consumidores, o boleto bancário ou carnê. Por exemplo: cursos livres, academias, imobiliárias, lojas de departamento, concessionárias, financeiras, entre outros. No caso específico das imobiliárias, é importante esclarecer que não pode haver a cobrança de taxa em relação à emissão do boleto encaminhado aos locatários.</p>
<p><strong>002- QUEM É ÓRGÃO FISCALIZADOR DO CUMPRIMENTO DA LEI 14.463/2011?</strong><br />
O órgão responsável pela fiscalização é a Fundação Procon/SP, conforme expressamente descrito no texto legal, tendo em vista tratar-se de relação de consumo.</p>
<p><strong>003- QUAIS AS CONSEQUÊNCIAS DO DESCUMPRIMENTO DA LEI 14.463/2011?</strong><br />
Caso o fornecedor efetue a cobrança pela emissão do boleto bancário ou carnê, será imposta penalidade, nos moldes do art. 56 e 57, ambos do Código de Defesa do Consumidor.</p>
<p><strong>004- A PARTIR DE QUANDO A LEI ESTARÁ EM VIGOR?</strong><br />
A lei entrou em vigor na data de sua publicação, em 25/05/2011, portanto, todos os fornecedores estão expressamente proibidos de realizar tal cobrança.</p>
<p><strong>005- COMO DEVE PROCEDER A EMPRESA QUE JÁ EMITIU BOLETO COM COBRANÇA DE TAXA DE EMISSÃO?</strong><br />
O fornecedor que já emitiu o boleto com cobrança de taxa de emissão deve orientar o consumidor a desconsiderar o valor da taxa no momento do pagamento, ou seja, esclarecer ao consumidor que deve pagar apenas o montante referente ao produto ou serviço adquirido, sem o valor adicional de emissão do documento. Valendo destacar que a cobrança já era considerada indevida, nos termos do Código de Defesa do Consumidor, mesmo antes da edição da Lei 14.463/2011.</p>
<p><strong>006- O QUE DEVE SER FEITO SE O VALOR NÃO PUDER SER DESCONSIDERADO NA HORA DO PAGAMENTO?</strong><br />
Caso não seja possível a simples desconsideração do valor referente à emissão do boleto no momento do pagamento, deverá o fornecedor emitir novo boleto/carnê sem a cobrança do respectivo valor, sem qualquer ônus ou prejuízo ao consumidor.</p>
<p>Fonte: Procon-SP</p>
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			</item>
		<item>
		<title>O Consumidor pode desistir da viagem de ônibus e solicitar a devolução do dinheiro pago pelo bilhete?</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/o-consumidor-pode-desistir-da-viagem-de-onibus-e-solicitar-a-devolucao-do-dinheiro-pago-pelo-bilhete</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 May 2013 13:38:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Planejamento Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[direito do consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sim. A Lei nº 11.975, de 7.07.2009, em seu artigo 2º, &#8216;caput&#8217;, antes de configurado o embarque, assegura ao usuário de transporte coletivo rodoviário de passageiros, o direito de reembolso do valor pago pela passagem, independentemente do bilhete estar com data e horário marcado, caso desista da viagem, bastando, para tanto, sua simples declaração de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Sim. A Lei nº 11.975, de 7.07.2009, em seu artigo 2º, &#8216;caput&#8217;, antes de configurado o embarque, assegura ao usuário de transporte coletivo rodoviário de passageiros, o direito de reembolso do valor pago pela passagem, independentemente do bilhete estar com data e horário marcado, caso desista da viagem, bastando, para tanto, sua simples declaração de vontade.<span id="more-8414"></span></p>
<p>O consumidor poderá fazer esta declaração de desistência antes de embarcar no veículo da empresa transportadora, e o valor do reembolso deverá ser atualizado (art. 13, § 1º). No caso do bilhete ser internacional, o reembolso será no valor equivalente em moeda estrangeira convertida no câmbio do dia (art. 13, § 3º).</p>
<p>A empresa transportadora poderá descontar do valor a ser reembolsado a quantia equivalente à comissão de venda (art. 13, § 2º). O Procon-SP entende que este desconto somente poderá ocorrer em caso de desistência da viagem pelo consumidor, desde que este tenha prévia ciência do valor exato dessa comissão, desde a contratação, com o valor discriminado no bilhete.</p>
<p>Fonte: procon.sp.gov.br</p>
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			</item>
		<item>
		<title>O que significa direito de arrependimento?</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/o-que-significa-direito-de-arrependimento</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Apr 2013 12:58:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Planejamento Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[direito do consumidor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Todo consumidor que realizar uma compra fora de um estabelecimento comercial (telefone, catálogo, internet, domicílio, etc) tem o direito de se arrepender da compra em 7 (sete) dias e desfazer o negócio, sem ter que dar qualquer justificativa. Este prazo começa a ser contado da data da assinatura ou recebimento do produto ou serviço. Se [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Todo consumidor que realizar uma compra fora de um estabelecimento comercial (telefone, catálogo, internet, domicílio, etc) tem o direito de se arrepender da compra em 7 (sete) dias e desfazer o negócio, sem ter que dar qualquer justificativa. <span id="more-7979"></span></p>
<p>Este prazo começa a ser contado da data da assinatura ou recebimento do produto ou serviço.</p>
<p>Se o consumidor exercitar o direito de arrependimento, os valores que foram pagos, a qualquer título, deverão ser devolvidos, de imediato e monetariamente atualizados.</p>
<p>(artigo 49 do Código de Defesa do Consumidor).</p>
<p>Fonte: www.procon.sp.gov.br</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Nas aquisições de imóveis em stands de venda e construtoras / incorporadoras é permitida a cobrança de comissão de corretagem?</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/consumo/nas-aquisicoes-de-imoveis-em-stands-de-venda-e-construtoras-incorporadoras-e-permitida-a-cobranca-de-comissao-de-corretagem</link>
					<comments>https://minhaseconomias.com.br/blog/consumo/nas-aquisicoes-de-imoveis-em-stands-de-venda-e-construtoras-incorporadoras-e-permitida-a-cobranca-de-comissao-de-corretagem#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Apr 2013 12:50:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[direito do consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[imóveis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não. É prática abusiva a cobrança de qualquer importância a título de comissão de corretagem nos contratos de venda e compra de imóveis novos e/ou na planta quando o consumidor se dirige diretamente ao stand de venda da incorporadora ou construtora. Cabe à empresa que está promovendo a venda a responsabilidade pelo pagamento da comissão, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Não. É prática abusiva a cobrança de qualquer importância a título de comissão de corretagem nos contratos de venda e compra de imóveis novos e/ou na planta quando o consumidor se dirige diretamente ao stand de venda da incorporadora ou construtora.<span id="more-7875"></span></p>
<p>Cabe à empresa que está promovendo a venda a responsabilidade pelo pagamento da comissão, uma vez que preferiu contratar os corretores para intermediar a venda ao invés de realizá-las diretamente aos consumidores.</p>
<p>Da mesma forma, considera-se abusiva qualquer cláusula contratual que estabeleça a imposição desta cobrança de corretagem ao consumidor, tendo em vista que se trata de serviço não solicitado e não contratado por ele.</p>
<p>( Artigos 39, I e art. 51, IV, do Código de Defesa do Consumidor).</p>
<p>Fonte: www.procon.sp.gov.br</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Se o consumidor perder a nota fiscal ele perde o direito à garantia?</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/consumo/se-o-consumidor-perder-a-nota-fiscal-ele-perde-o-direito-a-garantia-2</link>
					<comments>https://minhaseconomias.com.br/blog/consumo/se-o-consumidor-perder-a-nota-fiscal-ele-perde-o-direito-a-garantia-2#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Apr 2013 19:02:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[direito do consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[direitos do consumidor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não. Caso o consumidor perca a nota fiscal, poderá fazer uso do comprovante de venda para exercer o direito de garantia ou solicitar a reparação de vício apresentado no produto. O fabricante não pode limitar este direito pelo fato do consumidor estar portando outro documento que não seja a nota fiscal. O comprovante de venda [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Não. Caso o consumidor perca a nota fiscal, poderá fazer uso do comprovante de venda para exercer o direito de garantia ou solicitar a reparação de vício apresentado no produto. <span id="more-7858"></span></p>
<p>O fabricante não pode limitar este direito pelo fato do consumidor estar portando outro documento que não seja a nota fiscal.</p>
<p>O comprovante de venda possui informações suficientes como o local da venda do produto, data e características do mesmo. </p>
<p>O fabricante pode inclusive verificar a procedência do produto, ou seja, se o mesmo foi por ele colocado no mercado, por meio do número de série do aparelho ou mesmo do código de barras presente na embalagem.</p>
<p>O fornecedor somente ficará isento de qualquer assistência caso verifique por todos esses meios que o produto não foi por ele comercializado.</p>
<p>Se a nota fiscal não estiver preenchida corretamente, o consumidor não pode ser responsabilizado e o fornecedor não pode negar assistência. </p>
<p>A obrigação do preenchimento correto da nota fiscal é do fornecedor.</p>
<p>Fonte: http://www.procon.sp.gov.br</p>
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]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Para exercer a cidadania desde cedo: Consumo Consciente.</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/para-exercer-a-cidadania-desde-cedo-consumo-consciente</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 12:02:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Planejamento Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[como administrar seu dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[direito do consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[parcelamento]]></category>
		<category><![CDATA[procon]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Existe um material fantástico criado pela Fundação Procon, órgão vinculado à Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania. Ainda está em construção e aguarda sugestões dos cidadãos, chama-se “Manual do Jovem Consumidor” e está à disposição para leitura no link http://www.procon.sp.gov.br/categoria.asp?id=869 ou no Blog http://jovemconsumidor.blogspot.com/. Trata-se de um manual em linguagem absolutamente acessível (e [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/para-exercer-a-cidadania-desde-cedo-consumo-consciente">Para exercer a cidadania desde cedo: Consumo Consciente.</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br">Minhas Economias</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Existe um material fantástico criado pela Fundação Procon, órgão vinculado à Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania. <span id="more-2498"></span>Ainda está em construção e aguarda sugestões dos cidadãos, chama-se “Manual do Jovem Consumidor” e está à disposição para leitura no link <a href="http://www.procon.sp.gov.br/categoria.asp?id=869" target="_blank" rel="noopener">http://www.procon.sp.gov.br/categoria.asp?id=869</a> ou no Blog <a href="http://jovemconsumidor.blogspot.com/" target="_blank" rel="noopener">http://jovemconsumidor.blogspot.com/</a>.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" title="Para exercer a cidadania desde cedo: consumo consciente" src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2009/09/manual.png" alt="Para exercer a cidadania desde cedo: consumo consciente" width="598" height="125" /></p>
<p>Trata-se de um manual em linguagem absolutamente acessível (e não menos interessante) acerca dos direitos e deveres nas relações de consumo, destinado especialmente aos jovens. Não é um material para ser lido de uma ‘sentada’ só. É um manual de bolso mesmo, deve ser consultado sempre que houver dúvidas na vida cotidiana relacionada ao consumo.</p>
<p>Dentre os inúmeros assuntos tratados (publicidade, na escola como consumidor, formatura, cursos, o que vale para qualquer tipo de compra, informações, promoções, parcelamento, internet, celular, nas viagens, na balada, etc.) existe um tópico sobre “como administrar o seu dinheiro”, que vai ao encontro da visão deste Blog do Minhas Economias. Poupar, economizar, informar-se sobre os seus direitos de consumidor numa sociedade essencialmente de consumo, tudo isso é cidadania.</p>
<p>Aproveite essas fontes de informação, são totalmente gratuitas mas valem ouro, pode acreditar!</p>
<p><span style="font-family: mceinline;"><span style="font-family: mceinline;">_____________________________________________________________</span></span></p>
<p><em><br />
Renata Melocchi é advogada, formada pela PUC/SP, sócia do escritório Melocchi e Alves Advogados Associados. Atua há quase 13 anos na área de direito das relações de consumo, tema em que é pós graduada também pela PUC/SP. Advogou em associação de defesa dos direitos dos consumidores, em escritórios de advocacia e coordenou depto. jurídico de universidade de grande porte. É membro da OAB/SP desde 1997, sob o nº 146.804 e associada da AASP &#8211; Associação dos Advogados de São Paulo.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.melocchialves.com.br" target="_blank" rel="noopener">www.melocchialves.com.br</a></p>
<p><em>E-mail: renata@melocchialves.com.br<br />
</em></p>
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