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	<title>Consumidor &#8211; Minhas Economias</title>
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		<title>Black Friday: consumo planejado para evitar entrar no vermelho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Equipe Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Nov 2021 11:26:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Planejamento Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Black Friday]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Décimo terceiro na conta, vacinação no Brasil em estágio avançado e uma avalanche de promessas de promoção. Esse é o resumo da Black Friday, evento importado dos Estados Unidos e que acontece oficialmente no dia 26 de novembro. Promoção todo mundo gosta e isso não se discute, mas não saber lidar com os apelos consumistas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Décimo terceiro na conta, vacinação no Brasil em estágio avançado e uma avalanche de promessas de promoção. Esse é o resumo da Black Friday, evento importado dos Estados Unidos e que acontece oficialmente no dia 26 de novembro.</p>
<p>Promoção todo mundo gosta e isso não se discute, mas não saber lidar com os apelos consumistas pode anular os efeitos até mesmo de bons descontos. É por isso que o consumidor precisa estar preparado para usar as oportunidades com inteligência &#8211; e dentro do orçamento.</p>
<h2>Defina prioridades</h2>
<p>Priscila Agra, assessora de investimentos da Guide Investimentos, afirma que a principal dica para esse período de promoções é <strong>evitar as compras por impulso</strong>. Não ceder aos apelos de consumo fica mais fácil se o consumidor tiver em mente quais itens realmente são necessários. Nas compras online, vale a pena pesquisar em diferentes sites antes de concluir a aquisição. Nas compras presenciais, a dica é sair da loja e refletir sobre a necessidade da compra.</p>
<p>Na prática, é seguir um pouco do que o personagem Julius, da série &#8220;Todo Mundo Odeia o Chris&#8221;, sempre repete: se não comprar nada o desconto é maior.</p>
<p>&#8220;Pode parecer uma oportunidade incrível pelo desconto, mas ao comprar algo desnecessário, a pessoa fica com menos dinheiro no bolso para aquilo que precisa ou para investir&#8221;, diz a assessora.</p>
<h2>Pesquise preços</h2>
<p>Além de fazer uma lista do que é necessário e um orçamento delimitado para isso, Agra também aconselha a fazer pesquisas de preço antes de sair para as compras.</p>
<p>Para quem ainda não fez essa pesquisa, uma das saídas é consultar sites como o <a href="https://www.zoom.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Zoom</a>, <a href="https://www.precifica.com.br/pt-br/" target="_blank" rel="noopener">Precifica</a> e <a href="https://www.buscape.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Buscapé</a>, que mostram o histórico de preços de determinados produtos, em especial os de maior valor (geladeiras, celulares, televisores).</p>
<h2>Evite dívidas</h2>
<p>A outra dica da consultora é não se endividar para comprar o que não é essencial. Afinal, o desconto vai ser comido pelos juros do empréstimo. Também alerta para o cuidado com as compras no cartão de crédito mesmo na opção parcelado de juros. A ideia aqui é não gerar um comprometimento de renda desnecessário.</p>
<p>A atenção com o comprometimento de renda e gastos não essenciais se torna mais necessária no momento em que a inflação está acima de 10%, o desemprego ainda está elevado e o endividamento das famílias está em patamares altos.</p>
<p>Mas mesmo com esse quadro, a expectativa é de vendas maiores na Black Friday. A Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) espera que a data movimente R$ 6,4 bilhões no dia 26, alta de cerca de 25% na comparação com o ano passado. Os gastos ao longo da semana, uma vez que alguns varejistas já estão com promoções ativas, deve chegar a R$ 10,3 bilhões.</p>
<p>A consultoria de consumo Bare Internacional fez um levantamento que aponta que 84% dos brasileiros têm o desejo de comprar algo na Black Friday, sendo que a maior parte prefere a compra online.</p>
<h2>Cuidado com golpes</h2>
<p>É nesse ambiente virtual que mora outro perigo, além do consumo excessivo e das promoções não tão vantajosas assim. Tânia Alves, gerente geral da Bare, alerta para o risco de sites falsos, que anunciam produtos a preços chamativos (e irreais).</p>
<p>&#8220;Ao ver um produto a um preço muito baixo em um site desconhecido, desconfie. O golpe pode ser duplo. A compra de um produto que nunca chega e a clonagem do cartão&#8221;, diz.</p>
<p>Para evitar esse tipo de situação, Alves recomenda pesquisar a empresa no <a href="https://www.reclameaqui.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Reclame Aqui</a>, plataforma que reúne e avalia o atendimento de empresas de diferentes setores, além de se atentar aos dados do site ou do link sobre a promoção.</p>
<p>É comum receber por e-mail ou aplicativos de mensagem, como o Whatsapp, anúncios de promoção. Uma das formas de evitar uma falsa promoção é olhar o domínio, que é o endereço principal de um estabelecimento. O do Boticário, por exemplo, usa o domínio boticario.com.br. Todas as páginas atreladas a esse estabelecimento terão esse domínio. Sites falsos terão endereços não relacionados a esse domínio ou apenas parecidos.</p>
<p>A Fundação Procon-SP, também de olho em possíveis golpes que ocorrem na esteira de uma temporada de promoções, criou uma lista de sites suspeitos. O &#8220;<a href="https://sistemas.procon.sp.gov.br/evitesite/list/evitesites.php" target="_blank" rel="noopener">Evite esses sites</a>&#8221; traz o endereço do site, CNPJ e se a página se encontra ativa ou não.</p>
<h2>Deu errado?</h2>
<p>Quem já fez alguma compra em eventos comemorativos já deve ter enfrentado atrasos na entrega ou problemas na cobrança. O que fazer nessa hora?</p>
<p>Caso a compra não seja entregue, o estabelecimento precisa ressarcir o consumidor, mesmo que o produto tenha sido enviado, mas extraviado no caminho.</p>
<p>Se a compra atrasar ou o produto não agradar ao consumidor, é também possível fazer o cancelamento. Nos casos em que a compra é feita fora do estabelecimento comercial, como compras pela internet ou catálogo, o artigo 49 do Código de Defesa do Consumidor (CDC) garante sete dias para cancelar a compra ou trocar o produto</p>
<p>Já o artigo 35 prevê que se o estabelecimento não cumprir as condições da oferta, cabe ao consumidor escolher entre exigir que as condições sejam atendidas, cancelar a compra ou aceitar um produto equivalente.</p>
<p>Se o lojista não atender a essas regras, o consumidor tem duas opções. A primeira é reclamar no Procon. A segunda é entrar com uma ação no Juizado Especial Cível, mais conhecido como &#8220;pequenas causas&#8221;, uma vez que as indenizações são limitadas a 20 salários mínimos.</p>
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