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	<title>Varejo &#8211; Minhas Economias</title>
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	<title>Varejo &#8211; Minhas Economias</title>
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		<title>Dia das Crianças terá brinquedos 20% mais caros</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/consumo/dia-das-criancas-com-brinquedos-20-mais-caros</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Oct 2022 11:00:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[CNC]]></category>
		<category><![CDATA[Comércio]]></category>
		<category><![CDATA[dia das crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Varejo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Presentear os pequenos no Dia das Crianças vai pesar mais no bolso. O preço dos brinquedos está 20% mais caro do que no ano passado. E a inflação dos presentes também afeta outros itens, como tênis (17,6%), roupa infantil (14,6%) e chocolates (10,9%), segundo projeção da CNC (Confederação Nacional do Comércio) com base em dados [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Presentear os pequenos no Dia das Crianças vai pesar mais no bolso. O preço dos brinquedos está 20% mais caro do que no ano passado. E a inflação dos presentes também afeta outros itens, como tênis (17,6%), roupa infantil (14,6%) e chocolates (10,9%), segundo projeção da CNC (Confederação Nacional do Comércio) com base em dados do IBGE.</p>
<p>Os preços mais caros vão afetar o volume de vendas da data. A expectativa é que o Dia das Crianças movimente R$ 8,13 bilhões, queda de 3,1% em relação ao registrado em 2021.</p>
<p>O único item em queda é o videogame, que em um ano apresenta recuo de 1,3%. A cesta total de Dia das Crianças totaliza alta de 8,7%. A cesta foi feita pela CNC com base nos itens IPCA, índice de inflação do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).</p>
<p>“Se confirmada esta previsão, seria o maior percentual de reajuste desta cesta de itens desde 2016, que foi de 8,8%”, segundo Fabio Bentes, economista da CNC responsável pelo levantamento.</p>
<h2>Gasto médio</h2>
<p>Uma outra pesquisa, dessa vez da CNDL (Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas) e do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito), mostra que cada consumidor irá comprar 2,2 presentes e gastará, em média, R$ 242 para isso.</p>
<p>Dos participantes da pesquisa, 29% afirmaram que vão gastar mais do que no ano passado. Uma fatia maior (44%) irá gastar o mesmo valor e 17% comprarão menos.</p>
<p>O Dia das Crianças é a última data comemorativa antes do Natal e ajuda a sinalizar ao comércio o quão aquecida estarão as vendas no último mês do ano.</p>
<p>“Existe sempre uma expectativa por parte do comércio em relação ao Dia das Crianças, uma vez que a data sinaliza tendências dos consumidores e preferências de compras&#8221;, disse, em nota, José César da Costa, presidente da CNDL.</p>
<h2>Presentes de 2022</h2>
<p>Na expectativa da CNC, o que mais as crianças vão ganhar serão roupas e calçados, que responderão por 29% do total (R$ 2,44 bilhões). Na sequência, aparecem eletroeletrônicos e brinquedos, com 27% (R$ 2,20 bilhões). O restante da projeção leva em conta móveis, itens de perfumaria e de supermercados.</p>
<p>De acordo com a pesquisa da CNDL, dos que não vão presentear, o principal motivo é não terem crianças na família ou no círculo de amigos próximos, mas falta de dinheiro e endividamento também foram razões apontadas para a não realização desse gasto.</p>
<p>Costa, da CNDL, lembra que uma das alternativas para compensar o aumento do preço dos brinquedos e a renda mais pressionada é dividir o valor do presente com outras pessoas.</p>
<p>“Dividir o valor do presente com outros familiares é uma excelente opção para o consumidor presentear sem pesar no orçamento. Nesse momento de aperto financeiro, vale usar a criatividade&#8221;, explicou.</p>
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		<title>Rock in Rio ajuda varejo na capital fluminense, aponta Cielo</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/rock-rio-ajuda-setor-de-varejo-na-capital-fluminense-diz-cielo</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Sep 2022 16:38:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Planejamento Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[CIEL3]]></category>
		<category><![CDATA[Cielo]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Varejo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O festival Rock in Rio ajudou a turbinar o setor de varejo na capital fluminense. Dados da Cielo (CIEL3) mostram que o crescimento foi de 17,1% nos dias do evento de música, 2 a 11 de setembro, em comparação a período similar em 2021. O desempenho é uma prévia do Índice Cielo do Varejo Ampliado [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O festival Rock in Rio ajudou a turbinar o setor de varejo na capital fluminense. Dados da Cielo (CIEL3) mostram que o crescimento foi de 17,1% nos dias do evento de música, 2 a 11 de setembro, em comparação a período similar em 2021.</p>
<p>O desempenho é uma prévia do Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA), que calcula a movimentação do segmento com base na captura das transações feitas por meio de cartões de débito e crédito em cerca de 1,1 milhão de estabelecimentos de diferentes portes (pequenos, médios e grandes).</p>
<p>Os segmentos com maiores crescimento são justamente ligados aos produtos e serviços necessários para um festival de grande porte: transporte (78,7%), hotelaria (56,8%), recreação (44,9%) e bares e restaurantes (+1,5%).</p>
<p>“O Rock in Rio foi responsável por levar um grande movimento para a cidade do Rio de Janeiro, aquecendo diretamente os setores relacionados a transportes e acomodações”, afirmou, em nota, Diego Adorno, gerente de produtos de dados da Cielo.</p>
<p>O festival teve cerca de 300 shows e reuniu aproximadamente 700 mil pessoas, o que equivale a 10% da população da cidade do Rio. Desse público, 60% foram provenientes de outros estados.</p>
<p>A Prefeitura do Rio calcula que o evento movimentou ao todo R$ 1,7 bilhão. O número de trabalhadores, diretos e indiretos, chegou a 28 mil.</p>
<h2>Varejo em agosto</h2>
<p>O ICVA (Índice Cielo do Varejo Ampliado) referente a todo o país cresceu 2,8% em agosto na comparação com igual mês de 2021, já desconsiderando o efeito da inflação. Esse aumento, no entanto, ainda não fez o varejo voltar ao nível pré-pandemia da Covid-19.</p>
<p>“(&#8230;) agosto marcou o décimo mês seguido de crescimento do varejo, algo que não ocorria desde dezembro de 2019. Ainda assim, o nível das vendas está abaixo do período pré-pandemia quando eliminados os efeitos de aumento de preços”, ressalta Adorno.</p>
<h2>Serviços em recuperação</h2>
<p>Mas aos menos o setor de serviços segue o caminho da recuperação e se aproxima dos níveis anteriores ao início de 2020, quando foi decretada a pandemia.</p>
<p>A receita desse setor subiu 1,1% em julho na comparação com junho, segundo dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas) nesta terça-feira (13). Foi a terceira alta consecutiva.</p>
<p>Os serviços têm o maior peso na formação do PIB (Produto Interno Bruto) e por isso esse avanço é importante. No acumulado dos 12 meses encerrados em julho, a alta é de 9,6%.</p>
<p>O setor de serviços é formado por cinco atividades. O maior crescimento foi verificado em transportes, com elevação de 2,3%, seguido pelos serviços de informação e comunicação, com alta de 1,1%. Já os serviços à família tiveram um crescimento um pouco menor, de 0,6%.</p>
<p>Essas altas mais que compensaram a queda de 4,2% na atividade de outros serviços e de 1,1% nos serviços profissionais, administrativos e complementares.</p>
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