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	<title>juros &#8211; Minhas Economias</title>
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	<description>Minhas Economias é um gerenciador financeiro completo, online, seguro e gratuito. Organize suas contas, gerencie seu orçamento e faça seus objetivos acontecerem.</description>
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	<title>juros &#8211; Minhas Economias</title>
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		<title>Inadimplência: veja os motivos da alta e saiba como evitar ser parte dessa estatística</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/suas-dividas/inadimplencia-veja-os-motivos-da-alta-e-saiba-como-evitar-ser-parte-dessa-estatistica</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Equipe Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Aug 2022 18:58:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Suas dívidas]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<category><![CDATA[inadimplência]]></category>
		<category><![CDATA[juros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Consumidor deve ser cauteloso para driblar dívidas caras, como a do cartão de crédito</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O consumidor está tendo que lidar com juros em alta, inflação em patamar elevado e a renda estagnada &#8211; ou em queda. Nesse cenário restritivo, você deve ter cautela para acabar não engrossando as estatísticas de inadimplência, que estão em crescimento.</p>
<p>A inadimplência é o percentual de contas em atraso em relação ao total de crédito de uma instituição, empresa ou prestadora de serviço. Em geral, entram nesse índice os atrasos acima de 90 dias. Quando o consumidor entra nessa condição, ele passa a fazer parte dos cadastros de negativados e tem mais dificuldade em conseguir novos empréstimos ou mesmo contratar serviços.</p>
<p>Olhando só o sistema bancário, a inadimplência da pessoa física nas operações com recursos livres (que é o dinheiro que o banco capta e pode destinar para a modalidade de crédito que quiser) estava em abril em 5% ao ano, uma alta de um ponto percentual em 12 meses.</p>
<p>Mas esses dados estão defasados devido à greve dos servidores do Banco Central durante o primeiro semestre. Indicadores dos bancos privados e de outras empresas indicam que a tendência de alta continua, e que vai se agravar.</p>
<p>&#8220;O risco de inadimplência é elevado. Temos um ambiente econômico de baixo crescimento e juros e inflação elevada que comprometem a renda. As taxas de desemprego também não ajudam&#8221;, diz Miguel José Ribeiro de Oliveira, diretor executivo de estudos e pesquisas da Anefac (Associação Nacional de Executivos de Finanças).</p>
<h2>PIB, inflação, juros e renda</h2>
<p>Por ambiente econômico, entenda-se os principais indicadores que medem crescimento, nível de preços e outras variáveis.</p>
<p>A expectativa do crescimento da economia, medida pelo PIB, é de 2% para esse ano, segundo o boletim Focus do BC, que reúne a média das projeções de diversos economistas.</p>
<p>Esse número é acima do que era esperado no início do ano, mas ainda assim baixo para impulsionar a geração de renda. E, para o ano que vem, a projeção é de um crescimento do PIB de apenas 0,41%.</p>
<p>O consumidor ainda precisa lidar com a inflação. O IPCA nos 12 meses encerrados em julho está em 10,07%. Até o final do ano, a expectativa é que fique em 7%, ou seja, desacelere, ainda de acordo com o Focus.</p>
<p>Essa desaceleração, no entanto, está mais concentrada nos preços dos combustíveis e energia. Outros produtos relevantes para o dia a dia, como alimentos e itens para manutenção da casa, não têm perspectiva de redução dos preços.</p>
<p>E para quem tem dívida ou vai se endividar, a Selic está em 13,75% a ano. Um ano antes, a taxa básica era de 5,25%.<br />
Pagando mais caro pela alimentação e outros gastos essenciais e com dívidas mais caras, fica mais difícil honrar os compromissos.</p>
<p>Para piorar, o juro que o consumidor paga não é esse. Essa é a taxa que os bancos captam dinheiro para emprestar. A taxa paga por quem precisa de dinheiro é superior e varia de acordo com a modalidade de crédito. Um financiamento de veículos, por exemplo, tem taxa de menos 2% ao mês (26,7% ao ano), mas a do cartão de crédito fica em torno de 13,5% (350% ao ano).</p>
<p>O que poderia ajudar o cidadão é o aumento da renda. O desemprego até tem caído, mas os salários não estão subindo &#8211; o rendimento médio real mensal ficou no período em R$ 2.652, uma queda de 5,1% ante o mesmo trimestre de 2021.</p>
<h2>Fuja da estatística</h2>
<p>Para não ficar inadimplente e ter o nome nos cadastros de restrição, como Serasa, o importante é ter o orçamento doméstico sob controle e, como o cenário é ruim, fugir de novas dívidas.</p>
<p>Mas se for necessário fazer uma dívida ou financiamento, avalie a real capacidade de pagamento, levando em conta as demais despesas já assumidas, como alimentação e moradia.</p>
<p>&#8220;O momento está ruim para endividamentos. Se não tiver alternativa, é melhor tentar migrar para dívidas mais baratas e ser cauteloso, evitando as linhas caras&#8221;, diz Oliveira.</p>
<h2>Dívida dobra em 6 meses</h2>
<p>A linha de crédito mais cara, e acessível, é o rotativo do cartão de crédito, que é quando o consumidor não consegue pagar a fatura integralmente. Essa taxa está em média a 13,5% ao mês, o que significa que uma dívida pode dobrar de tamanho em menos de seis meses.</p>
<p>Para evitar cair nas armadilhas do cartão, o consumidor também deve evitar parcelar compras que são recorrentes, como o supermercado e o combustível, e ter atenção às pequenas dívidas. Uma parcela de R$ 100 ou R$ 50 pode parecer não fazer falta no orçamento. Mas ao se juntar várias delas, a fatura do cartão pode dar um susto no consumidor.</p>
<p>Ser realista também pode ajudar a evitar entrar em uma bola de neve.</p>
<p>Se você viu que não vai conseguir pagar a fatura do cartão, o melhor é tentar conseguir um empréstimo para quitar essa dívida (para os assalariados, o consignado é a melhor opção) e, no último dos casos, fazer o parcelamento da fatura, que ainda tem juros elevados, mas bem mais baixo do que o do rotativo.</p>
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		<item>
		<title>Alta de juros eleva rendimento da poupança &#8211; e o de outros tipos de investimento; veja as opções</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/alta-de-juros-eleva-rendimento-da-poupanca-e-o-de-outros-tipos-de-investimento-veja-opcoes</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Aug 2022 20:33:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Planejamento Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[juros]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>
		<category><![CDATA[selic]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Banco Central aumentou na quarta-feira (3) a taxa básica de juros (Selic) para 13,75% ao ano, e com isso elevou o rendimento da poupança. Para quem gosta de economizar a notícia é ótima, mas é preciso lembrar que há outras opções disponíveis &#8211; e mais rentáveis &#8211; no mercado. Isso porque o rendimento da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Banco Central aumentou na quarta-feira (3) a taxa básica de juros (Selic) para 13,75% ao ano, e com isso elevou o rendimento da poupança. Para quem gosta de economizar a notícia é ótima, mas é preciso lembrar que há outras opções disponíveis &#8211; e mais rentáveis &#8211; no mercado.</p>
<p>Isso porque o rendimento da poupança, agora, deve ficar próximo de 8,29% ao ano, segundo o educador financeiro do C6 Bank, Liao Yu Chieh.</p>
<p>A taxa é bem menor que a oferecida, por exemplo, por títulos do Tesouro Direto. Quem empresta dinheiro ao governo federal por meio da plataforma consegue receber um rendimento de até 11,3% ao ano, já descontada a cobrança de Imposto de Renda (IR), se investir no Tesouro Selic, diz Liao.</p>
<p>Este título permite o resgate do dinheiro a qualquer momento &#8211; assim como a poupança. No entanto, rende todos os dias. Nas cadernetas, o rendimento acontece somente na data de aniversário da aplicação.</p>
<p>Por exemplo: na poupança, se você depositou seu dinheiro na poupança nesta quinta-feira, 4 de agosto, precisará deixar os recursos parados na conta até 4 de setembro para receber o rendimento. Se sacar antes, perderá a remuneração.</p>
<p>O poupador também pode ter rendimentos superiores aos da poupança se emprestar dinheiro para os bancos por meio de CDBs (Certificados de Depósitos Bancários). Um título deste tipo que pague pelo 101% do CDI, segundo Liao, oferece uma rentabilidade de 11,4% ao ano, já com o desconto do Imposto de Renda.</p>
<p>Neste caso, porém, é preciso ficar atento aos prazos de resgate. Na maioria dos casos, estes títulos exigem que o investidor deixe o dinheiro parado por alguns meses para receber a remuneração.</p>
<p>Confira abaixo como fica o rendimento em cada uma destas opções de investimento com a Selic em 13,75% ao ano e resgate em um ano, quando a alíquota do IR é de 17,5%:</p>
<p><strong>Investimento de R$ 5.000 após um ano:</strong></p>
<p>Poupança: R$ 5.414,56<br />
Tesouro Selic: R$ 5.565,13<br />
CDB 101% do CDI: R$ 5.571,15</p>
<p><strong>Investimento de R$ 10.000 após um ano:</strong></p>
<p>Poupança: R$ 10.829,11<br />
Tesouro Selic: R$ 11.130,25<br />
CDB 101% do CDI: R$ 11.142,30</p>
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		<title>Celular como garantia de crédito? Fintech cobra juros de até 18% ao mês e bloqueia aparelho de inadimplente</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/celular-como-garantia-de-credito-fintech-cobra-juros-de-ate-18-ao-mes-e-bloqueia-aparelho-de-inadimplente</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Dec 2021 14:06:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Planejamento Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[celular]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<category><![CDATA[juros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Está precisando urgente de dinheiro e não consegue aprovação para um empréstimo? A solução pode estar em suas mãos, literalmente. É possível usar o seu celular como garantia de crédito, mas saiba que o aparelho pode ser bloqueado em caso de inadimplência. Essa modalidade de empréstimo começou a ser oferecida no ano passado e tem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Está precisando urgente de dinheiro e não consegue aprovação para um empréstimo? A solução pode estar em suas mãos, literalmente. É possível usar o seu celular como garantia de crédito, mas saiba que o aparelho pode ser bloqueado em caso de inadimplência. Essa modalidade de empréstimo começou a ser oferecida no ano passado e tem o objetivo de atender pessoas sem acesso às linhas tradicionais, incluindo aquelas com restrições de crédito.</p>
<p>A modalidade surgiu a partir da fintech SuperSim no primeiro semestre de 2020. O montante a ser emprestado varia de acordo com o valor do celular &#8212; a liberação máxima é de R$ 2,5 mil &#8211;, o serviço só está disponível para aparelhos com o sistema operacional Android e as taxas de juros chegam a dois dígitos ao mês.</p>
<p>&#8220;O celular serve para controlar o risco de inadimplência e, assim, conseguimos ter uma taxa de aprovação [dos pedidos de crédito] alta&#8221;, diz Daniel Shteyn, fudador da SuperSim.</p>
<p>O interessado precisa instalar no celular um aplicativo que identifica qual o modelo do aparelho e que também serve para limitar o uso das funcionalidades e dos aplicativos do celular em caso de inadimplência.</p>
<p>Embora essa modalidade de empréstimo seja chamada de crédito com garantia de celular, ela difere de outras operações garantidas.</p>
<p>No crédito com garantia de automóvel ou imóvel, o bem fica alienado à instituição financeira que concedeu o empréstimo e só volta ao nome do tomador quando a dívida é quitada – e o imóvel ou veículo passa a ser do banco em caso de inadimplência. Já no crédito com garantia de celular, não há acesso físico ao aparelho.</p>
<h2>Como funciona?</h2>
<p>O bloqueio dessas funcionalidades de celulares é feito em caso de inadimplência e não é possível desinstalar o aplicativo antes da quitação do empréstimo. As ligações para serviços de emergência não são bloqueadas.</p>
<p>Antes de liberar o dinheiro, a SuperSim faz uma série de verificações para confirmar a identidade da pessoa. Para trabalhadores informais, é pedido algum tipo de comprovante de renda, como extrato de movimentação bancária.</p>
<p>Sobre o aparelho, a empresa não pede a apresentação da nota fiscal. A justificativa é que o crédito é destinado a pessoas de menor renda, que muitas vezes compram aparelhos já usados e não possuem esse documento.</p>
<p>O público-alvo da empresa é formado por pessoas que ganham até dois salários-mínimos (R$ 2.200) e que não possuem acesso a outras linhas de crédito. São, na maior parte, pessoas negativadas, nome dado a quem possui restrição em cadastros como os do Serasa e do SPC.</p>
<p>De acordo com Shteyn, o valor dos empréstimos varia de R$ 250 a R$ 2.500. Quando o tomador faz seu primeiro pedido, o valor aprovado de empréstimo é menor, chegando no máximo a R$ 750, e deve ser pago em até três vezes. Se o empréstimo for quitado, ele começa a ter acesso a um limite e a um prazo maior &#8212; máximo de 12 meses.</p>
<h2>Taxa de juros</h2>
<p>O histórico de pagamentos também poderá levar à redução da taxa de juros. Elas começam em 18% e caem até 10% ao mês. A taxa mais baixa é destinada aos clientes que já possuem um histórico de pagamentos junto à fintech.</p>
<p>&#8220;Temos uma taxa de juros que pode ser comparada ao rotativo do cartão de crédito, que é um produto ao qual muitas vezes nosso cliente não tem acesso&#8221;, diz Shteyn.</p>
<p>O crédito rotativo é quando um cliente não paga o total de sua fatura. O valor não pago é financiado pela instituição financeira administradora do cartão e essa linha leva o nome de rotativo.</p>
<p>A taxa de 18% da SuperSim está no patamar de juros mais elevados nesse tipo de operação, segundo dados compilados pelo Banco Central (BC). A taxa média do rotativo está em 343,6% ao ano, o equivalente a 13,2% ao mês.</p>
<p>Os cartões da Realize (financeira da Lojas Renner) e do Banco BV cobram taxas de 16% ao mês no rotativo. A financeira Lecca tem taxa de 18,6%. Na faixa de 10%, há os cartões da Caixa (10,1%) e da Nu Financeira, do Nubank (10,5%).</p>
<h2>Crescimento</h2>
<p>A SuperSim não informa sua carteira de crédito e nem a taxa de inadimplência. A empresa levantou em 2021 R$ 136 milhões em um Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) para ter recursos para a sua operação.</p>
<p>A única informação operacional revelada por Shteyn diz respeito ao índice de aprovações de solicitações de crédito, que fica entre 5% e 9%. Ou seja, de cada 100 pedidos, no máximo nove são aprovados. Segundo o executivo, esse percentual é considerado elevado levando-se em conta que a maior parte dos clientes é de negativados.</p>
<p>A empresa também busca parcerias para ampliar a distribuição do produto. Uma delas é com a Ame Digital, que é a carteira de pagamentos da Lojas Americanas (LAME3; LAME4). &#8220;Somos uma opção na carteira da Ame para a oferta de crédito&#8221;, diz Shteyn.</p>
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		<title>Cuidado com os gastos: juro do rotativo é o maior em 4 anos e endividamento bate recorde histórico</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/suas-dividas/cuidado-com-os-gastos-juro-do-rotativo-e-o-maior-em-4-anos-e-endividamento-bate-recorde-historico</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Nov 2021 22:15:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Suas dívidas]]></category>
		<category><![CDATA[Cartão de Crédito]]></category>
		<category><![CDATA[endividamento]]></category>
		<category><![CDATA[juros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os apelos para aumentar os gastos surgem em todas as frentes. Seja aquela compra mensal que ficou mais cara por conta da inflação ou aquela promoção da Black Friday que parece imperdível. Mas cuidado! O endividamento do brasileiro atingiu o pico histórico e os juros no rotativo do cartão estão no maior patamar em quatro [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os apelos para aumentar os gastos surgem em todas as frentes. Seja aquela compra mensal que ficou mais cara por conta da inflação ou aquela promoção da Black Friday que parece imperdível. Mas cuidado! O endividamento do brasileiro atingiu o pico histórico e os juros no rotativo do cartão estão no maior patamar em quatro anos.</p>
<p>O Banco Central (BC) mostrou nesta sexta-feira, 26, que a taxa de juro média cobrada no rotativo do cartão de crédito (que é quando a pessoa não consegue quitar integralmente a fatura) alcançou 343,6% ao ano em outubro, um aumento de 4,1 pontos percentuais em apenas um mês e de 26,4 pontos em 12 meses.</p>
<p>E essa não foi a única taxa que subiu. Um dos menores custos das operações para pessoas físicas parte do financiamento de veículos, que em 12 meses já acumula uma alta de 5,9 pontos percentuais, para 24,8% ao ano em outubro.</p>
<p>A taxa média da totalidade das operações com a pessoa física chegou em outubro a 43,8% ao ano, alta de 2,1 pontos ante setembro e de 4,8 pontos na comparação com o mesmo mês de 2020. Essa média considera as operações com recursos livre, que são aquelas em que os bancos destinam o dinheiro para a modalidade de crédito que acharem melhor.</p>
<p>Essa expansão está relacionada ao aumento da taxa Selic. Em outubro de 2020, a taxa básica era de 2% ao ano e agora está em 7,75%, devendo subir novamente na reunião de política monetária dos dias 7 e 8 de dezembro.</p>
<p>Essa é a taxa base da economia e serve de parâmetro para as captações bancárias. Se os bancos pagam mais para captar, também vão cobrar mais para emprestar.</p>
<h2>Spread mais alto</h2>
<p>Mas a taxa média não é influenciada só pela Selic. Nela, também entra o spread, que para as pessoas físicas era de 33,8 pontos em outubro, 1,4 ponto acima do registrado em setembro e 0,4 ponto na comparação anual.</p>
<p>O spread é a diferença entre a taxa de captação e o que os bancos de fato cobram dos clientes. Nessa taxa entram os custos operacionais da instituição financeira, as provisões para eventuais calotes e, obviamente, o lucro.</p>
<p>Em meio ao ambiente de incerteza, com inflação acima de 10%, desemprego em patamares elevados e expectativa de desaceleração da economia, os bancos acabam cobrando mais para emprestar dinheiro &#8211; e, quem precisa, vai pagar mais.</p>
<p>Com um maior gasto com juros, é natural o maior comprometimento da renda do trabalhador com dívidas.</p>
<h2>Endividamento recorde</h2>
<p>Segundo o BC, o endividamento em agosto (dado mais recente) chegou a 59,9%, o mais alto já registrado desde o início da série, que começou em 2005. Isso significa dizer que as dívidas das famílias representam 59,9% da renda acumulada em 12 meses.</p>
<p>Dever não é demérito, mas quando uma parcela relevante da renda está comprometida com prestações, fatura do cartão e afins, é maior a chance de o consumidor deixar de arcar com esses compromissos e acabar se tornando inadimplente. É esse risco que é preciso ter em mente na hora de assumir uma nova dívida ou fazer uma compra parcelada.</p>
<p>Por enquanto, os índices de atrasos estão sob controle. A taxa de inadimplência (atrasos acima de 90 dias) está em 4,3% entre as pessoas físicas, considerando apenas as operações com recursos livres. Essa taxa é 0,1 ponto percentual acima da registrada em setembro e 0,2 abaixo do que foi registrado em outubro de 2020.</p>
<p>Mas mesmo com a inadimplência sob controle, os spreads subiram, o que não impede que aumentem novamente caso a qualidade do crédito passe a piorar nos próximos meses. Nesse cenário, o melhor é evitar novas dívidas e, se elas forem necessárias, a saída é pesquisar as taxas cobradas, prazos e não tomar emprestado mais do que precisa – afinal, não é porque seu limite é de R$ 10 mil que você precisa usar tudo isso.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Dívida no cartão de crédito é a mais cara para o consumidor, mas cresce mais que outras modalidades de empréstimo</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/divida-cartao-de-credito-e-mais-cara-para-o-consumidor-mas-cresce-mais-que-outras-modalidades-de-emprestimo</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Nov 2021 19:46:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Planejamento Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Cartão de Crédito]]></category>
		<category><![CDATA[endividamento]]></category>
		<category><![CDATA[juros]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www2.minhaseconomias.com.br/?p=28795</guid>

					<description><![CDATA[<p>O saldo do cartão de crédito, que é a soma de todas as operações que as pessoas têm a pagar, cresce em um ritmo anual acima do total de empréstimos a pessoas físicas no país: 25,7% contra 21,1%. O motivo? O aquecimento da economia mas, principalmente, a necessidade de composição de renda das famílias. Em [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O saldo do cartão de crédito, que é a soma de todas as operações que as pessoas têm a pagar, cresce em um ritmo anual acima do total de empréstimos a pessoas físicas no país: 25,7% contra 21,1%. O motivo? O aquecimento da economia mas, principalmente, a necessidade de composição de renda das famílias.</p>
<p>Em setembro de 2021, o saldo das operações com cartões de crédito, incluindo rotativo (parcela da fatura na qual incide juros por não ter sido paga no vencimento), parcelado e pagamentos à vista, era de R$ 320,9 bilhões, um avanço de de 25,7% em 12 meses, segundo dados do Banco Central.</p>
<p>Já o estoque total de empréstimos a pessoas físicas com recursos livres, aqueles que os bancos podem destinar a qualquer uso, era de R$ 1,4 trilhão, alta de 21,1%.</p>
<p>Dados da Federação de Comércio de São Paulo (Fecomercio-SP) mostram que o cartão de crédito é o principal instrumento de financiamento das famílias. Em outubro, 82,6% dos consumidores faziam uso do cartão. É o maior percentual para o mês desde o início do levantamento da Fecomercio.</p>
<p>Os dados da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC) também revelam que esse uso do cartão é maior nas famílias com ganhos de até dez salários mínimos (86%) em relação aos com renda acima desse patamar (73,1%). O salário mínimo está em R$ 1.100.</p>
<p>&#8220;No ano passado, o uso do cartão estava em torno de 75%. O que vemos é que o cartão tem sido a saída dessas famílias [de renda até dez salários mínimos] para manter o consumo&#8221;, diz Guilherme Dietze, economista da Fecomercio-SP.,</p>
<h2>Juros elevados</h2>
<p>O problema de ter um uso intenso do cartão de crédito é que, em caso de inadimplência, essas são as linhas mais caras para a pessoa física. E o custo de rolar uma dívida dessa modalidade tende a subir, uma vez que a taxa básica da economia, a Selic, está em alta.</p>
<p>Os juros médios do crédito rotativo eram de 339,5% ao ano em setembro, alta de 30,1 pontos percentuais em 12 meses. No caso das compras parceladas, os juros eram de 168,7% ao ano, incremento de 26,7 pontos em 12 meses.</p>
<p>Outras linhas possuem juros mais atrativos para as pessoas físicas. O principal exemplo é o consignado, aquele em que o desconto da parcela é feita diretamente do salário do trabalhador, que, também em setembro, registrava uma taxa média de 19% ao ano, um crescimento de apenas 0,5 ponto percentual em 12 meses.</p>
<p>Reinaldo Domingos, educador financeiro, lembra que o uso do cartão de crédito em excesso, como forma de compensar a perda de renda causada pela inflação, pode levar a um desequilíbrio financeiro – e na modalidade que possui os juros mais elevados.</p>
<p>&#8220;Qual o instrumento mais fácil para um consumidor se financiar? O cartão de crédito, que já está aprovado e muitas vezes com um limite superior ao da realidade financeira das pessoas&#8221;, diz.</p>
<p>Quando o consumidor chega nessa situação de parcelamento constante da fatura ou todos os meses no rotativo, a saída é trocar a dívida por instrumentos mais baratos, como o consignado.</p>
<p>No entanto, o educador financeiro alerta que, caso o padrão de consumo não mude, o risco de cair na mesma armadilha nos meses seguintes é o mesmo.</p>
<p>&#8220;Refinanciamento e dinheiro novo, como um aumento salarial, não combatem a causa do problema, que na maior parte dos casos é o desequilíbrio financeiro&#8221;, explica.</p>
<h2>Cartões de crédito em alta nos bancos</h2>
<p>O maior uso do cartão também se reflete nos bancos. No Itaú Unibanco (ITUB3; ITUB4), o saldo de empréstimo do cartão de crédito para pessoas físicas era de R$ 97 bilhões em setembro, alta de 25,1% em 12 meses.</p>
<p>Só a emissão de novos cartões no terceiro trimestre chegou a 4,7 milhões, um recorde, segundo a instituição financeira.</p>
<p>Para os bancos, embora seja um produto de risco elevado, o cartão de crédito é o que oferece os maiores ganhos, dada a elevada taxa de juros. Além disso, eles recebem receitas pelo uso dos cartões.</p>
<p>No Itaú, essas receitas somaram R$ 2,57 bilhões entre julho e setembro, 17,2% de alta na comparação com igual período de 2020.</p>
<p>O mesmo comportamento foi visto no Banco do Brasil. O saldo do cartão de crédito subiu ainda mais, chegando a R$ 41 bilhões, um avanço de 41,3% na comparação com o terceiro trimestre do ano passado. Essa modalidade de crédito representa 16,2% do total de empréstimos para pessoas físicas na institução – um ano antes, essa fatia era de 13,1%.</p>
<p>Para a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), entidade à qual os bancos emissores de cartão estão associados, o maior uso do plástico está ligado ao avanço da vacinação no país, o que estimula a atividade econômica.</p>
<p>O total de compras feitas com cartões de crédito no país durante o terceiro trimestre foi de R$ 420,1 bilhões, crescimento de 42,2%.</p>
<p>“O resultado mostra que o setor continua em trajetória de forte expansão, acompanhando o crescimento do consumo de bens e serviços, à medida que avança a vacinação da população&#8221;, informou, em nota, a Abecs.</p>
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		<title>Sinal de alerta: Brasileiros estão mais endividados e pagando juros mais altos</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/suas-dividas/sinal-de-alerta-brasileiros-estao-mais-endividados-e-pagando-juros-mais-juros</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Oct 2021 17:14:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Suas dívidas]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<category><![CDATA[emprestimos]]></category>
		<category><![CDATA[endividamento]]></category>
		<category><![CDATA[inadimplência]]></category>
		<category><![CDATA[juros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os brasileiros estão mais endividados e pagando mais caro por empréstimos e financiamentos.  O aumento do custo do crédito acompanha a alta da Selic e o endividamento reflete a necessidade de mais recursos em um cenário de inflação. </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Os brasileiros estão mais endividados e pagando mais caro por empréstimos e financiamentos. O processo de alta da Selic, taxa que é a referência para a economia brasileira, já se reflete nos juros cobrados nas diferentes modalidades de crédito, segundo dados apresentados hoje pelo Banco Central (BC).<br /><br />A taxa média de juros de todas as operações de crédito do país chegou em setembro a 21,6% ao ano, 0,5 ponto percentual acima do registrado no mês anterior e uma elevação de 3,5 pontos em 12 meses. <br /><br />Essa taxa é só uma média, que considera desde os empréstimos tomados por grandes empresas (grupo que possui acesso a melhores condições de juros) até o cheque especial utilizado por um consumidor em momentos de aperto. E é nessas linhas de emergência que as taxas costumam ser mais exorbitantes. <br /><br />Na média, as pessoas físicas pagaram em setembro juros de 25,8% ao ano. Esse número indica uma alta de 0,5 ponto percentual na comparação com agosto e de 2,3 pontos em 12 meses. Também significa dizer que, ao mês, a taxa de juros ficou em 1,93%. <br /><br /><strong>Cuidado com a modalidade</strong><br /><br />Como se trata também de uma taxa média, significa dizer que alguém pagou menos que os 25,8% de juros e muita gente pagou bem mais, a depender da modalidade de crédito que o consumidor utilizou. <br /><br />No cheque especial, os juros estavam em setembro em 128,6% ao ano, o que equivale a 7,13% ao mês. Em agosto, era 125,1% e, 12 meses antes, 114%. Por ser uma taxa considerada cara, a recomendação de especialistas em finanças pessoais é que seja usada apenas em casos de emergência. <br /><br />A situação é pior para quem não consegue quitar de uma só vez a fatura do cartão de crédito. Quando isso acontece, o valor não pago automaticamente entra no chamado rotativo. Nessa linha, os juros alcançaram em setembro 339,5% ao ano, uma alta de 3,7 pontos percentuais em um mês e de 30,1 pontos, em um ano. <br /><br />O aumento dessas taxas ocorre em um momento de elevação da taxa Selic. Em setembro do ano passado, a taxa básica estava em 2% ao ano. Atualmente, está em 6,25% e novos aumentos devem ocorrer – o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC anuncia na próxima quarta-feira a nova Selic, que deve subir mais uma vez para conter o aumento de preços na economia (inflação).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo modalidades de crédito que são consideradas mais seguras para bancos e financeiras estão em alta. É o caso do financiamento de veículos. A taxa média em setembro foi de 23,9% ao ano, aumento de 1,2 ponto percentual na comparação com agosto e de 5,3 pontos em 12 meses. Esse tipo de crédito é mais barato porque o bem financiado, o automóvel, fica em nome da financeira ou do banco até sua quitação final. <br /><br /><strong>Endividamento em patamar histórico</strong><br /><br />Os juros sobem no momento em que as famílias estão mais endividadas. Dados do Banco Central mostram que o nível de endividamento em julho (dado mais recente) chegou a 59,2%. Isso significa dizer que as dívidas representam 59,2% da renda acumulada em 12 meses. <br /><br />Esse percentual até registrou uma queda de 0,3 ponto percentual na comparação com junho, mas segue bem acima dos 50,2% registrados 12 meses antes. Em 2019, o endividamento não chegava a 50%.<br /><br />&#8220;A inflação mais alta tem tirado muito o poder de compra e está afetando bastante o orçamento dessas famílias, que recorrem mais ao crédito. O endividamento em alta é um sinal de alerta&#8221;, diz Izis Ferreira, economista da Confederação Nacional do Comércio. <br /><br />O positivo é que a inadimplência (atrasos acima de 90 dias) ainda está sob controle. Os atrasos maiores que esse prazo representavam 3% do estoque de crédito das pessoas físicas, alta de 0,1 ponto no mês e uma queda de 0,1 em relação a setembro de 2020.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já considerando todo o sistema financeiro, a inadimplência em setembro ficou em 2,3%, o que representa uma estabilidade em relação a agosto e uma queda na comparação com os 2,4% registrados 12 meses antes. <br /><br /></p>


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		<title>Juros altos no Brasil: aproveite o lado positivo, passando de “Comprador” a “Vendedor”</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/comece-a-investir/juros-altos-no-brasil-aproveite-o-lado-positivo-passando-de-comprador-a-vendedor</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Jun 2018 10:00:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comece a Investir]]></category>
		<category><![CDATA[Bancos]]></category>
		<category><![CDATA[emprestimos]]></category>
		<category><![CDATA[investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[juros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muito se fala sobre os altíssimos juros cobrados no Brasil, seja no parcelamento da fatura do cartão de crédito, no cheque especial ou nos financiamentos e empréstimos em geral. Mas, como tudo na vida tem seus dois lados, há também um lado bom: se você tem um dinheiro sobrando, que possa ser investido, você pode [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Muito se fala sobre os <strong>altíssimos juros cobrados </strong>no Brasil, seja no parcelamento da fatura do cartão de crédito, no cheque especial ou nos financiamentos e empréstimos em geral. <span id="more-5143"></span></p>
<p>Mas, como tudo na vida tem seus dois lados, <strong>há também um lado bom</strong>: se você tem um dinheiro sobrando, que possa ser investido, você pode passar a receber juros (para ser bem sincero, você receberá sempre menos, mas isso fica para um próximo texto) !</p>
<p>Ou seja, <strong>você tem que deixar de ser Comprador e passar a ser Vendedor!</strong></p>
<p>Vamos explicar.</p>
<p>A lógica é bem simples: nas finanças, assim como no comércio em geral, há sempre duas partes envolvidas:</p>
<p>1) Os <span style="text-decoration: underline;">Compradores</span>: aqueles que querem ou precisam comprar “alguma coisa”<br />
2) Os <span style="text-decoration: underline;">Vendedores</span>: aqueles que possuem esta “alguma coisa” para vender</p>
<p>No caso, esta “alguma coisa” que está sendo negociada é o DINHEIRO. Ou, para ser mais exato ainda, é o<strong> DINHEIRO no TEMPO.</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><em>Rotina dos Compradores</em></span></p>
<p>Por exemplo, se você precisa de dinheiro <strong>AGORA </strong>(para comprar um carro, um imóvel, ou pagar as contas em geral que estão vencendo), você precisa “comprar” (ou emprestar) esse dinheiro de alguém que possui este valor disponível imediatamente. E só vai devolver este dinheiro no <strong>FUTURO</strong>, digamos em 90 dias.<br />
Por esta antecipação de 90 dias, você irá <strong>pagar os juros</strong>. Como sabemos, quanto maior o tempo que se demora para devolver este dinheiro, mais se paga de juros.</p>
<p><em><span style="text-decoration: underline;">Seja um Vendedor</span></em></p>
<p>Entretanto, se você tem uma certa quantia de dinheiro guardada, da qual você não vai precisar imediatamente, então <strong>você tem um produto que pode ser vendido</strong>!</p>
<p>Você pode emprestar este dinheiro diretamente para alguém, mas os riscos desta operação seriam muito altos, e talvez até a operação em si poderia ser considerada ilegal.</p>
<p>Assim, a melhor opção é achar um intermediário: por exemplo, os Bancos. Eles são os responsáveis por unir os vendedores e os compradores:<br />
&#8211; os <strong>vendedores aplicam seu dinheiro nas diversas opções de investimento</strong> do banco, recebendo uma remuneração por isso<br />
&#8211; os <strong>compradores tomam empréstimo</strong>, que nada mais é que o dinheiro dos investidores.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><em>De que lado ficar?</em></span></p>
<p>É claro que esta explicação é uma simplificação bastante grande de todos os processos financeiros envolvidos. Há muitas outras variáveis, riscos e opções a serem exploradas.</p>
<p>Mas por hora, o que queremos passar é que é muito importante que você tenha algum dinheiro sobrando, o mais rapidamente possível! Só assim você poderá “emprestá-lo” e <strong>ganhar os merecidos juros</strong>!</p>
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		<item>
		<title>Vida Real: “Já fiz vários cortes nos meus gastos, mas as dívidas continuam aumentando”</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/vida-real-ja-fiz-varios-cortes-nos-meus-gastos-mas-as-dividas-continuam-aumentando</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Apr 2018 12:42:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Planejamento Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Controle de Gastos]]></category>
		<category><![CDATA[Dívidas]]></category>
		<category><![CDATA[juros]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www2.minhaseconomias.com.br/?p=1640</guid>

					<description><![CDATA[<p>PERGUNTA: Acredito que tenho um bom salário para sustentar a mim e meu filho de 12 anos. Nunca precisei fazer nenhum empréstimo e minhas contas estavam sempre em dia, mas há cerca de um ano e meio atrás comecei a ficar endividada. Desde então fiz vários cortes nos meus gastos e acredito que não tenho [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/vida-real-ja-fiz-varios-cortes-nos-meus-gastos-mas-as-dividas-continuam-aumentando">Vida Real: “Já fiz vários cortes nos meus gastos, mas as dívidas continuam aumentando”</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br">Minhas Economias</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>PERGUNTA:</em></strong> Acredito que tenho um bom salário para sustentar a mim e meu filho de 12 anos. Nunca precisei fazer nenhum empréstimo e <span id="more-1640"></span>minhas contas estavam sempre em dia, mas há cerca de um ano e meio atrás comecei a ficar endividada. Desde então fiz vários cortes nos meus gastos e acredito que não tenho nenhuma despesa absurda, mas o valor do que devo só vem aumentando.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" title="Já fiz vários cortes nos meus gastos, mas as dívidas continuam aumentando" src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2009/07/cortando.png" alt="Já fiz vários cortes nos meus gastos, mas as dívidas continuam aumentando" width="598" height="125" /></p>
<p>Perdi o controle de minhas finanças pessoais e hoje possuo várias dívidas que totalizam quase R$ 6.000:</p>
<ul type="disc">
<li class="MsoNormal">a pior é a do cartão de crédito, de R$ 3.100, e que levou meu nome ao Serasa como inadimplente;</li>
<li class="MsoNormal">outros R$ 2.300 são de um empréstimo na empresa;</li>
<li class="MsoNormal">e utilizo mais R$ 580 do cheque especial.</li>
</ul>
<p>Estou pensando em quitar o cartão de crédito e o cheque especial através de outro empréstimo na empresa, a juros de 2,5% ao mês. Seria uma solução?<br />
<strong><em>RESPOSTA:</em></strong><br />
Não pretendemos aqui dar a solução final para o seu problema, mesmo porque não sabemos como é o seu perfil de gasto, nem que impacto algumas de nossas sugestões teria em sua vida. O que podemos fazer é dar algumas dicas para tentar mostrar que não é impossível ter uma vida financeira equilibrada e que há uma saída para seus problemas.</p>
<p><strong>O seu primeiro grande problema está em seus gastos, ou melhor no seu controle dos gastos.</strong> De nada adiantará renegociar as suas dívidas se você continuar gastando mais do que ganha. Você disse que já cortou gastos. Bom, provavelmente novos cortes deverão ser feitos, mas primeiro você precisa entender muito bem onde está gastando. Assim:</p>
<ul type="disc">
<li class="MsoNormal">Anote todos os seus gastos e faça disso um hábito diário, de preferência. Você pode fazer isto numa planilha, num caderno ou no próprio Minhas Economias. Isto é importante para que você possa avaliar precisamente aonde o seu dinheiro está indo e depois saber onde pode cortar gastos. Com o tempo, você mesma perceberá aonde poderá economizar mais sem prejudicar tanto a sua qualidade de vida.</li>
<li class="MsoNormal">Converse com seu filho sobre a situação financeira de vocês. Transforme-o em sua aliada no que se refere à contenção de gastos desnecessários. Isto é importante por dois aspectos: irá ensiná-la a lidar com dinheiro e também ela mesma poderá contribuir para gerar poupança.</li>
<li class="MsoNormal">Anote quais são seus principais objetivos de vida, aqueles que realmente irão lhe proporcionar prazer duradouro. Toda vez que fizer uma compra ou tomar uma decisão financeira, pense em seus objetivos de vida e verifique se aquele gasto faz sentido para estes objetivos.</li>
<li class="MsoNormal">Toda vez que for comprar algo, reflita se é uma necessidade ou um desejo. Na dúvida, não compre.</li>
</ul>
<p>Estas são apenas algumas dicas para que você passe a se comportar diferente. Lembre-se que de nada adianta resolver seus problemas agora se seus hábitos de consumo e comportamento não mudarem. Sem esta mudança, você provavelmente passará por esta situação novamente.</p>
<p><strong>Quanto à parte financeira, provavelmente a sua estratégia de quitar o cartão e o cheque especial está acertada</strong>. Os juros cobrados por estes tipos de dívidas estão entre os mais caros do mercado. Um empréstimo na sua empresa a juros de 2,5% é seria uma boa troca que trará uma economia no pagamento de juros.</p>
<p>É sempre bom ressaltar que todo este esforço será inútil caso você não consiga conter a compulsão por compras. Uma estratégia adotada por algumas pessoas é deixar o cartão de crédito/débito e o talão de cheques em casa e só levar o dinheiro estritamente necessário quando for sair para fazer compras ou a lazer.</p>
<p>Bom, seria possível escrever um livro com todas as dicas possíveis, mas o que você deve guardar para si é que não há como resolver seu problema sem que o seu comportamento de consumo seja adequado ao seu nível de renda. No futuro, procure economizar e poupar para comprar os bens que necessita.<br />
<em>Se você ficou com alguma dúvida, ou se tem algum caso que gostaria que fosse analisado por nossos especialistas, escreva para a gente ! Envie um e-mail para <a href="mailto:contato@minhaseconomias.com.br" target="_blank" rel="noopener">contato@minhaseconomias.com.br</a>.</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Quanto REALMENTE custa o financiamento de um carro</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/quanto-realmente-custa-o-financiamento-de-um-carro</link>
					<comments>https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/quanto-realmente-custa-o-financiamento-de-um-carro#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Mar 2018 23:49:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Planejamento Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[carro novo]]></category>
		<category><![CDATA[emprestimo]]></category>
		<category><![CDATA[financiamento]]></category>
		<category><![CDATA[juros]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www2.minhaseconomias.com.br/?p=6725</guid>

					<description><![CDATA[<p>Com uma facilidade maior para se comprar um carro financiado (na verdade, isto vale para qualquer bem, não?) é cada vez mais comum as pessoas preferirem tomar um empréstimo e poder usufruir do bem de imediato ao invés de poupar dinheiro e comprar o bem à vista algum tempo depois. No entanto, esta escolha pode [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/quanto-realmente-custa-o-financiamento-de-um-carro">Quanto REALMENTE custa o financiamento de um carro</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br">Minhas Economias</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com uma facilidade maior para se comprar um carro financiado (na verdade, isto vale para qualquer bem, não?) é cada vez mais comum as pessoas preferirem tomar um empréstimo e poder usufruir do bem de imediato ao invés de poupar dinheiro e comprar o bem à vista algum tempo depois. No entanto, esta escolha pode ter um impacto significativo no longo prazo. <span id="more-6725"></span></p>
<p>Muitas pessoas que compram o primeiro carro através de um financiamento tendem a trocar o carro também através de um financiamento. Após um período de 30 ou 50 anos (se você comprou seu primeiro carro aos 20 anos, é bem possível que aos 70 ainda esteja dirigindo), <strong>qual será o impacto financeiro desta escolha?</strong></p>
<p>Pois bem, nós do <strong><a href="https://minhaseconomias.com.br/">Minhas Economias</a></strong> resolvemos fazer algumas continhas para ilustrar esta questão. Fizemos as seguintes suposições:</p>
<ul>
<li> &#8211; Valor do carro e do financiamento: R$ 50.000</li>
<li> &#8211; Taxa de juros do financiamento: 1,8% ao mês, já incluindo IOF e outras taxas</li>
<li> &#8211; Número de parcelas mensais: 36</li>
<li> &#8211; Valor da parcela: R$ 1.899,19</li>
<li> &#8211; Taxa de retorno do investimento: 0,4% ao mês</li>
</ul>
<p>Para facilitar nossa simulação, consideramos que não há inflação, de modo que o valor do carro se mantém constante. Vamos considerar também que a pessoa que optou por poupar, esperar e comprar à vista,<strong> tenha investido exatamente o valor da parcela todo mês</strong>s. Sendo assim, quem sempre comprou financiado não terá dinheiro algum ao final dos 30 anos. E quem decidiu poupar e comprar à vista depois, quanto terá ao final deste período?</p>
<p>Como curiosidade, esta pessoa terá condições de comprar o primeiro carro em 26 meses e, o mais importante, <strong>terá R$ 443,1 mil em 30 anos  e R$ 1.410,8 mil em 50 anos!</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><figure id="attachment_22978" aria-describedby="caption-attachment-22978" style="width: 637px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2012/04/Img11-2018-03-28-17.24.jpg"><img decoding="async" src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2012/04/Img11-2018-03-28-17.24.jpg" alt="Impacto no longo prazo da escolha entre comprar financiado e comprar à vista" width="637" height="441" class="size-full wp-image-22978" /></a><figcaption id="caption-attachment-22978" class="wp-caption-text"><span style="font-size: 13px; font-style: italic;">Impacto no longo prazo da escolha entre comprar financiado e comprar à vista</span></figcaption></figure></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Moral da história:</strong> Se você poupou dinheiro e comprou seus bens à vista quando as taxas de juros eram bastante altas, certamente fez um ótimo negócio e continua sendo. Se você sempre comprou financiado e continua fazendo assim, talvez valha a pena mudar este hábito&#8230;</p>
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		<title>Você sabe o quanto paga de juros e IOF no cheque especial? Aprenda a calcular. (atualizado)</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/voce-sabe-o-quanto-paga-de-juros-e-impostos-no-cheque-especial-aprenda-a-calcular</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Apr 2013 12:00:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Planejamento Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[cheque especial]]></category>
		<category><![CDATA[Controle de Gastos]]></category>
		<category><![CDATA[Dívidas]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[financiamento]]></category>
		<category><![CDATA[iof]]></category>
		<category><![CDATA[juros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Financiamentos, investimentos, dívidas, cheque especial, aposentadoria &#8230; O que todas estes assuntos têm em comum? Texto revisado em 16/04/2013 &#8211; ajuste à nova alíquota de IOF de 23/mai/2012 A resposta ? JUROS. Para tomar uma decisão correta e consciente, precisamos entender com detalhes como é feito o cálculo de juros, caso contrário poderemos estar gastando [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Financiamentos, investimentos, dívidas, cheque especial, aposentadoria &#8230; O que todas estes assuntos têm em comum?<span id="more-1466"></span></p>
<p><span style="color: #999999;"><em>Texto revisado em 16/04/2013 &#8211; ajuste à nova alíquota de IOF de 23/mai/2012</em></span></p>
<p>A resposta ? <strong>JUROS.</strong> Para tomar uma decisão correta e consciente, precisamos entender com detalhes como é feito o cálculo de juros, caso contrário poderemos estar gastando mais do que imaginamos ! Ou ganhando menos do que poderíamos.</p>
<p><img decoding="async" title="Você sabe o quanto paga de juros e impostos no cheque especial? Aprenda a calcular." src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2009/07/calculadora.jpg" alt="Você sabe o quanto paga de juros e impostos no cheque especial? Aprenda a calcular." width="598" height="125" /></p>
<p>Como exemplo, vamos analisar o cálculo dos juros do cheque especial. Digamos que a sua conta-corrente tenha tido os seguintes saldos em um período de seis dias:</p>
<p><figure id="attachment_7903" aria-describedby="caption-attachment-7903" style="width: 278px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2011/07/2013-04-15-19.09.43.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-7903 " title="Tabela 1 - Saldos conta-corrente" src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2011/07/2013-04-15-19.09.43.jpg" alt="" width="278" height="174" srcset="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2011/07/2013-04-15-19.09.43.jpg 278w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2011/07/2013-04-15-19.09.43-80x50.jpg 80w" sizes="(max-width: 278px) 100vw, 278px" /></a><figcaption id="caption-attachment-7903" class="wp-caption-text">Tabela 1 - Saldos conta-corrente</figcaption></figure></p>
<p>Supondo que o seu banco tenha juros de 9,0% ao mês no cheque especial (ou 0,3% ao dia = 9,0% / 30), temos os seguintes montantes a serem pagos:</p>
<p><figure id="attachment_7904" aria-describedby="caption-attachment-7904" style="width: 405px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2011/07/2013-04-15-19.13.51.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-7904" title="Tabela 2 - Cálculo de juros do cheque especial" src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2011/07/2013-04-15-19.13.51.jpg" alt="" width="405" height="198" srcset="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2011/07/2013-04-15-19.13.51.jpg 405w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2011/07/2013-04-15-19.13.51-300x146.jpg 300w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2011/07/2013-04-15-19.13.51-80x39.jpg 80w" sizes="(max-width: 405px) 100vw, 405px" /></a><figcaption id="caption-attachment-7904" class="wp-caption-text">Tabela 2 - Cálculo de juros do cheque especial</figcaption></figure></p>
<p>Portanto, vê-se que o gasto total com juros é de R$ 27,00. Mas &#8230;.</p>
<p>Infelizmente, esse não é o único valor que será debitado de sua conta-corrente. <strong>Há também o IOF</strong>. São duas alíquotas:</p>
<p>&#8211; uma de 0,0041% ao dia (até 22 de maio de 2012, a alíquota anterior era de 0,0082% ao dia), cobrada sobre cada saldo diário devedor;</p>
<p>&#8211; e outra de 0,38%, que incide sobre os incrementos de saldo devedor.</p>
<p><figure id="attachment_7905" aria-describedby="caption-attachment-7905" style="width: 505px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2011/07/2013-04-15-19.14.02.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-7905" title="Tabela 3 - Cálculo IOF cheque especial" src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2011/07/2013-04-15-19.14.02.jpg" alt="" width="505" height="221" srcset="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2011/07/2013-04-15-19.14.02.jpg 505w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2011/07/2013-04-15-19.14.02-300x131.jpg 300w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2011/07/2013-04-15-19.14.02-80x35.jpg 80w" sizes="(max-width: 505px) 100vw, 505px" /></a><figcaption id="caption-attachment-7905" class="wp-caption-text">Tabela 3 - Cálculo IOF cheque especial</figcaption></figure></p>
<p>Agora, repare que a alíquota de 0,38% somente incide sobre os acréscimos no saldo devedor. Assim, nos dias 3, 4 e 5 as duas alíquotas de IOF incidem sobre valores diferentes. Olhando a tabela acima, verificamos que a despesa <strong>total de IOF é de R$ 15,56</strong>, o que já é um grande acréscimo no valor que você terá que pagar !</p>
<p>O curioso deste caso é que, o cliente ao diminuir o saldo devedor no dia 4 ( de -3.000 para -2.000) e depois voltar a aumentar no dia 5 ( de -2.000 para -3.000), gerou um aumento no valor do IOF a ser pago.</p>
<p><strong>Caso tivesse mantido o saldo devedor em -3.000 no dia 4</strong>, a despesa referente a esta data seria de R$ 9,00 (3.000 x 0,3% = 9,00) de juros e R$ 0,12 (3.000 x 0,0041% + 0 x 0,38% = 0,12) de IOF e para o dia 5, a despesa seria também de R$ 9,00 de juros e apenas R$ 0,12 (3.000 x 0,0041% + 0 x 0,38% = 0,12) de IOF, pois não teria havido o incremento de R$ 1.000 no saldo devedor.</p>
<p>Assim:<br />
&#8211; <strong>ao reduzir o saldo devedor</strong> no dia 4, o cliente teve uma despesa total para os dias 4 e 5 de <strong>R$ 19,00 </strong>(R$ 15,00 de juros + R$ 4,00 de IOF)<strong>.</strong><br />
&#8211; <strong>caso tivesse mantido o saldo constante</strong> em R$ -3.000 no dia 4, a despesa total para os dias 4 e 5 teria sido menor: <strong>R$ 18,24 !</strong> (R$ 18,00 de juros + R$ 0,24 de IOF)</p>
<p>Como última observação, o débito referente aos juros do cheque especial e do IOF normalmente é realizado no primeiro dia útil do mês seguinte.</p>
<p><em>Se você ficou com alguma dúvida, ou se tem algum caso de cálculo de juros que gostaria de ser analisado por nossos especialistas, escreva para a gente ! Envie um e-mail para<br />
contato@minhaseconomias.com.br ou deixe sua mensagem </em><a href="https://minhaseconomias.com.br/contato.do" target="_blank" rel="noopener"><em>AQUI</em></a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
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