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	<title>investimentos &#8211; Minhas Economias</title>
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		<title>Tudo sobre o Tesouro Direto e como começar a investir</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/comece-a-investir/tudo-sobre-tesouro-direto-investir</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jan 2025 15:05:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comece a Investir]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[investimentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Tesouro Direto é uma plataforma criada pelo Tesouro Nacional em parceria com a B3, que permite a qualquer pessoa física investir em títulos públicos federais de maneira simples e acessível pela internet. Lançado em 2002, o programa tem o objetivo de captar recursos para financiar projetos do governo, como saúde, educação e infraestrutura. Em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Tesouro Direto é uma plataforma criada pelo Tesouro Nacional em parceria com a B3, que permite a qualquer pessoa física investir em títulos públicos federais de maneira simples e acessível pela internet. Lançado em 2002, o programa tem o objetivo de captar recursos para financiar projetos do governo, como saúde, educação e infraestrutura. Em troca, os investidores recebem o valor emprestado acrescido de juros, gerando rendimento à aplicação.</p>
<p><strong>Por que investir no Tesouro Direto?</strong></p>
<p>O Tesouro Direto é considerado uma excelente alternativa de investimento devido à sua segurança, acessibilidade e rentabilidade atrativa. Os títulos públicos disponíveis oferecem diferentes tipos de rentabilidade (prefixada, atrelada à inflação ou à taxa Selic), diversos prazos de vencimento e opções de fluxo de pagamento. Isso permite que o investidor escolha o título que mais se adequa aos seus objetivos financeiros.</p>
<p><strong>Como funciona o Tesouro Direto?</strong></p>
<p>Investir no Tesouro Direto equivale a emprestar dinheiro ao governo federal. Ao adquirir um título público, o investidor empresta recursos ao governo, que se compromete a devolver o valor investido acrescido de juros. A grande vantagem dessa modalidade é que esses títulos são garantidos pelo Tesouro Nacional, o que torna o investimento de baixo risco e altamente seguro.</p>
<p><strong>Vantagens do Tesouro Direto</strong></p>
<ul>
<li><strong>Segurança</strong>: Os títulos são garantidos pelo Governo Federal, tornando-se a opção mais segura do mercado financeiro.</li>
<li><strong>Acessibilidade</strong>: O Tesouro Direto é acessível a investidores de todos os perfis, com possibilidades de investimentos flexíveis.</li>
<li><strong>Liquidez</strong>: O Tesouro Direto oferece liquidez diária, permitindo que o investidor venda seus títulos a qualquer momento.</li>
<li><strong>Flexibilidade</strong>: Com diversas opções de rentabilidade e prazos, o investidor pode escolher o título que mais se adequa aos seus objetivos financeiros.</li>
</ul>
<p><strong>Tipos de Títulos Públicos</strong></p>
<p>Ao decidir investir no Tesouro Direto, o primeiro passo é definir o prazo e o tipo de rentabilidade que melhor atendem aos seus objetivos. Os títulos estão divididos em três categorias principais: prefixados, pós-fixados e híbridos.</p>
<ul>
<li><strong>Prefixados</strong>: O investidor conhece previamente o rendimento, que é fixo durante todo o período da aplicação. O valor de retorno é determinado no momento da compra e não sofre alterações até o vencimento, desde que o título seja mantido até essa data.</li>
<li><strong>Pós-fixados</strong>: O rendimento é atrelado a um índice que pode variar ao longo do tempo, como a taxa Selic. O investidor só saberá o retorno total no momento do resgate, de acordo com a variação do indexador.</li>
<li><strong>Híbridos</strong>: Combinam características das duas opções anteriores. Parte da rentabilidade é prefixada e a outra parte está vinculada à variação da inflação (IPCA), garantindo um ganho real ao longo do tempo.</li>
</ul>
<p>Agora, vamos explorar as características de alguns títulos específicos disponíveis no Tesouro Direto.</p>
<p><strong>Tesouro Selic</strong></p>
<p>O Tesouro Selic é um título pós-fixado que segue a taxa Selic. O rendimento do título varia conforme a taxa básica de juros definida pelo Banco Central, o que resulta em baixa volatilidade. Ou seja, o preço do título não oscila drasticamente ao longo do tempo. Sua principal vantagem é a liquidez diária, permitindo que o investidor resgate o valor investido a qualquer momento, com rendimento proporcional ao período em que o capital permaneceu investido. Esse título é altamente recomendado para a construção de uma reserva de emergência, pois além de ser seguro, oferece flexibilidade para resgates.</p>
<p><strong>Tesouro Prefixado</strong></p>
<p>O Tesouro Prefixado oferece uma rentabilidade fixa definida no momento da compra. O investidor sabe exatamente quanto receberá ao final do período, desde que mantenha o título até o vencimento. Esse tipo de título é ideal para quem busca previsibilidade nos rendimentos. É especialmente vantajoso em cenários de expectativa de queda nas taxas de juros, já que o investidor se beneficia de uma taxa fixa mais alta do que as taxas futuras. No entanto, se as taxas de juros aumentarem, o retorno fixo pode ser inferior a outras opções disponíveis no mercado.</p>
<p><strong>Tesouro IPCA</strong></p>
<p>O Tesouro IPCA é um título híbrido, que combina uma parte da rentabilidade prefixada e outra atrelada à inflação (IPCA). Essa estrutura garante que o investidor tenha um retorno real, superior à inflação. Esse título é indicado para objetivos de longo prazo, como a aposentadoria, pois protege o poder de compra do investidor ao longo do tempo. Entretanto, devido à sua composição, pode haver flutuações no valor do título durante o período de investimento. Para garantir o retorno prometido, o ideal é manter o título até o vencimento.</p>
<p><strong>Tesouro RendA+</strong></p>
<p>O <strong>Tesouro RendA+</strong> é um título público lançado em 2023, focado em quem deseja planejar a aposentadoria. Ele tem como objetivo ajudar a complementar a renda futura com uma rentabilidade atrativa, atrelada ao <strong>IPCA</strong> (inflação). Isso garante que o investidor mantenha seu poder de compra ao longo do tempo e tenha um retorno real se mantiver o título até o vencimento.</p>
<p>Esse título é estruturado em duas fases: <strong>acumulação</strong> e <strong>conversão</strong>. Na fase de acumulação, o investidor faz os aportes, formando uma poupança para o futuro. Na fase de conversão, começa a receber o montante investido ao longo dos anos, acrescido dos juros, em 240 parcelas mensais (pagas durante 20 anos). Além disso, o valor recebido é corrigido mensalmente pela inflação, garantindo que o poder de compra seja preservado.</p>
<p><strong>Tesouro Educa+</strong></p>
<p>O <strong>Tesouro Educa+</strong> é um título público criado para ajudar famílias a investir nos custos educacionais dos filhos. Assim como o Tesouro RendA+, ele está vinculado ao <strong>IPCA</strong>, garantindo que o investimento supere a inflação ao longo do tempo.</p>
<p>O Tesouro Educa+ é ideal para quem deseja formar uma reserva para a educação futura dos filhos, com aportes mensais durante 5 anos. Após o vencimento, o investidor começa a receber os pagamentos mensais. Além disso, ele permite a criação de campanhas de investimento coletivo, onde amigos e familiares podem colaborar para atingir a meta, funcionando como uma &#8220;vaquinha&#8221; para a educação.</p>
<p><strong>Passo a passo para investir no Tesouro Direto</strong></p>
<p>Investir no Tesouro Direto é simples e pode ser feito em poucos passos. Um dos primeiros detalhes a ser verificado é a isenção da taxa de custódia, que algumas corretoras oferecem. Essa taxa, geralmente cobrada pela B3, pode ser isenta em algumas corretoras, o que pode reduzir os custos do seu investimento. Verifique se a corretora de sua escolha oferece esse benefício, pois ele impacta diretamente na rentabilidade.</p>
<p><strong>Passos para começar a investir:</strong></p>
<ol>
<li><strong>Abra uma conta em uma corretora</strong>: Escolha uma corretora com boas condições de negociação, como isenção da taxa de custódia e taxas competitivas. Muitas corretoras digitais oferecem essas vantagens.</li>
<li><strong>Complete o cadastro na plataforma do Tesouro Direto</strong>: Após abrir a conta, você receberá um e-mail com uma senha provisória. Acesse a plataforma, troque a senha e complete seu cadastro para iniciar os investimentos.</li>
<li><strong>Escolha o título</strong>: O Tesouro Direto oferece diferentes tipos de títulos. Selecione aquele que mais se adapta ao seu perfil e objetivos financeiros.</li>
<li><strong>Dê a ordem de compra</strong>: Defina o valor a ser investido e transfira-o para sua corretora. A compra será registrada e você se tornará um investidor no Tesouro Direto.</li>
<li><strong>Horário de funcionamento</strong>: O Tesouro Direto permite que você compre e venda títulos todos os dias úteis, das 9h30 às 18h. Fora desse horário, as transações serão processadas no próximo dia útil.</li>
</ol>
<p>Investir no Tesouro Direto é uma maneira segura e acessível de diversificar sua carteira de investimentos. Seja para formar uma reserva de emergência, planejar a aposentadoria ou custear a educação dos filhos, o Tesouro Direto oferece soluções adequadas para diferentes objetivos financeiros. Se você ainda não investe, siga o passo a passo e comece a investir hoje mesmo.</p>
<p></p>
<p class="wp-block-paragraph"> </p>
<p> </p>


<p class="wp-block-paragraph">Para facilitar sua vida financeira, <a href="https://minhaseconomias.com.br/ac">baixe ou acesse o Minhas Economias.</a></p>
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		<title>1º bimestre foi positivo para investidor com renda fixa e ações americanas na carteiras</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/comece-a-investir/1o-bimestre-foi-positivo-para-investidor-com-renda-fixa-e-acoes-americanas-na-carteiras</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Mar 2023 20:28:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comece a Investir]]></category>
		<category><![CDATA[ações]]></category>
		<category><![CDATA[investimentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ano de 2023 começou com resultados positivos para quem tem investimentos em renda fixa e em ações americanas. Foram essas duas classes de ativo que tiveram o melhor desempenho no primeiro bimestre. O CDI, taxa dos empréstimos interbancários, registrou no período variação de 2,05%, superando o retorno dos ativos de renda variável.  Para aqueles [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[


<p class="wp-block-paragraph">O ano de 2023 começou com resultados positivos para quem tem investimentos em renda fixa e em ações americanas. Foram essas duas classes de ativo que tiveram o melhor desempenho no primeiro bimestre. O CDI, taxa dos empréstimos interbancários, registrou no período variação de 2,05%, superando o retorno dos ativos de renda variável. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Para aqueles que têm exposição em ações no exterior, o ano começou ainda melhor. O índice S&amp;P-500 subiu 3,40% no primeiro bimestre e o Nasdaq, que concentra ações do setor de tecnologia, 9,45%.<br /><br /><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone  wp-image-159096 aligncenter" src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2023/03/Indicadores-2-186x300.png" alt="" width="517" height="834" srcset="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2023/03/Indicadores-2-186x300.png 186w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2023/03/Indicadores-2-634x1024.png 634w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2023/03/Indicadores-2-768x1240.png 768w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2023/03/Indicadores-2-951x1536.png 951w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2023/03/Indicadores-2-1268x2048.png 1268w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2023/03/Indicadores-2.png 1920w" sizes="(max-width: 517px) 100vw, 517px" /></p>



<p class="wp-block-paragraph">A situação foi diferente para quem tem aplicações em ações no Brasil. O Ibovespa, principal índice da B3, acumulou queda de 4,38% até fevereiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O motivo para esse desempenho está atrelado, internamente, à taxa de juros. Com a Selic a 13,75% ao ano e sem previsão de quando começará a cair, a renda fixa tende a ficar mais atrativa que o mercado acionário &#8211; afinal, está mais caro para as empresas investirem e o consumo também é desestimulado quando o custo do dinheiro está maior.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No exterior, o desempenho do bimestre pode ser dividido em dois. Em janeiro, as ações americanas avançaram, mas parte dos ganhos foi revertido em fevereiro com a expectativa de que o Fed (<a href="https://www.federalreserve.gov/" target="_blank" rel="noopener">Federal Reserve</a>, o banco central americano) possa acelerar a alta de juros nos Estados Unidos.</p>



<h2>O que esperar dos mercados daqui para frente? </h2>



<p class="wp-block-paragraph">Além do cenário de juros elevados, o Brasil ainda enfrenta incertezas no campo fiscal. Entre elas, o efeito da reoneração (volta dos impostos) sobre os combustíveis e a falta de um arcabouço fiscal, ou seja, regras sobre os gastos e despesas do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O ministro [Fernando] Haddad tenta criar uma ponte com o Banco Central ao planejar um novo arcabouço fiscal, ao menos tirar do BC uma sinalização de redução dos juros até o final do ano&#8221;, diz Julio Hegedus Neto, economista da Mirae Asset.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com essas incertezas, a renda fixa segue como uma classe de ativos com boas oportunidades e menores chances de volatilidade para o investidor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O CDI é uma taxa que rende próximo à Selic e serve como referência para uma série de investimentos populares. Com certeza você já deve ter visto a indicação de algum CDB (certificado de depósito bancário) que paga &#8220;120% do CDI&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O bom rendimento do CDI no ano está ligado justamente a essa taxa de juros mais elevada, o que também se reflete no rendimento dos títulos públicos, mas não todos.</p>
<p>No caso do Tesouro Selic, a ligação é direta. Quanto maior o CDI, maior o retorno desses papéis.</p>
<p>Já nos tipos de títulos com retornos prefixados, quando a taxa Selic está em alta, a tendência é os preços desses papéis caírem, o que prejudica investidores interessados em vender seus títulos antes do vencimento. E o contrário também ocorre &#8211; quando a Selic cai, os preços sobem.   <br /><br />Confira a seguir a rentabilidade de cada papel do Tesouro Direto no primeiro bimestre:<br /><br /><img decoding="async" class=" wp-image-159098 aligncenter" src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2023/03/Tesouro-Direto-1-186x300.png" alt="" width="484" height="780" srcset="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2023/03/Tesouro-Direto-1-186x300.png 186w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2023/03/Tesouro-Direto-1-768x1240.png 768w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2023/03/Tesouro-Direto-1.png 1920w" sizes="(max-width: 484px) 100vw, 484px" /></p>


<p>O post <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br/blog/comece-a-investir/1o-bimestre-foi-positivo-para-investidor-com-renda-fixa-e-acoes-americanas-na-carteiras">1º bimestre foi positivo para investidor com renda fixa e ações americanas na carteiras</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br">Minhas Economias</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>O que é Tesouro Direto? Confira como funciona e dicas para investir</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/comece-a-investir/blog-educacao-financeira-o-que-e-o-tesouro-direto-e-como-investir-nele</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Equipe Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Feb 2023 15:19:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comece a Investir]]></category>
		<category><![CDATA[investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[renda fixa]]></category>
		<category><![CDATA[tesouro direto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O mercado brasileiro conta com uma grande variedade de ativos para você escolher e realizar investimentos. Entre as opções mais populares se situa o Tesouro Direto (TD), um programa lançado em parceria com a B3 que permite a negociação de títulos públicos emitidos pelo Tesouro Nacional por pessoas físicas. O que é o Tesouro Direto? [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br/blog/comece-a-investir/blog-educacao-financeira-o-que-e-o-tesouro-direto-e-como-investir-nele">O que é Tesouro Direto? Confira como funciona e dicas para investir</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br">Minhas Economias</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">O mercado brasileiro conta com uma grande variedade de ativos para você escolher e realizar investimentos. Entre as opções mais populares se situa o <strong>Tesouro Direto</strong> (TD), um programa lançado em parceria com a B3 que permite a negociação de títulos públicos emitidos pelo Tesouro Nacional por pessoas físicas.</p>
<p>

</p>
<h2>O que é o Tesouro Direto?</h2>
<p class="wp-block-paragraph">

</p>
<p class="wp-block-paragraph">O <a href="https://www.tesourodireto.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Tesouro Direto</a> é um programa de compra e venda de títulos públicos por meio da internet. Lançado em 2002, permite aplicações a partir de R$ 30,00.</p>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">Pelo TD, é possível encontrar títulos do governo com diferentes tipos de rentabilidade, prazos de vencimento, riscos e com ou sem pagamentos de juros semestrais. O investidor empresta recursos ao Tesouro Nacional em troca de uma remuneração acertada no momento da aquisição dos papéis.</p>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">Por contar com a garantia do Tesouro Nacional (leia-se, do governo federal), os investimentos em títulos públicos são considerados os mais seguros do mercado financeiro brasileiro.</p>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o Tesouro Direto oferece liquidez diária, isto é, a possibilidade de se desfazer do título a qualquer momento, ainda que o investidor corra o risco de vender determinados papéis por preços abaixo dos valores de compra.</p>
<p>

</p>
<h2>É uma boa opção? </h2>
<p class="wp-block-paragraph">

</p>
<p class="wp-block-paragraph">O Tesouro Direto é uma das alternativas disponíveis no mercado a investidores que procuram a renda fixa. O investimento mínimo baixo, a segurança e a oferta de produtos mais conservadores são atrativos a quem quer dar os primeiros passos ou para os que ainda aplicam apenas na caderneta de poupança.</p>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">A facilidade do programa e as taxas pagas pelos papéis também favorecem a procura por investidores mais experientes, interessados em obter retornos no curto, no médio ou no longo prazo.</p>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">Ao escolher o TD, o investidor sabe, no momento da aplicação, de que forma seu dinheiro vai render no futuro.</p>
<p>

</p>
<h3>Risco soberano</h3>
<p class="wp-block-paragraph">

</p>
<p class="wp-block-paragraph">Um dos principais fatores de atratividade do investimento em TD reside no fato de o empréstimo dos recursos ser dirigido ao governo federal, o que torna o risco de crédito muito baixo, já que o Brasil precisaria “quebrar” para haver um calote no programa.</p>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">O governo é o emissor mais confiável e seguro do Brasil, o que torna o risco de crédito associado ao Tesouro Direto, isto é, de não cumprir integralmente seus compromissos, muito baixo.</p>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">Quais são os títulos públicos do Tesouro Direto? &#8211; H2</p>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">Vamos falar agora dos tipos de títulos públicos disponíveis no Tesouro Direto. Assim, fica mais fácil você entender por que escolher cada um deles.</p>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">Existem dois tipos de retornos no programa: prefixados e pós-fixados.</p>
<p>

</p>
<h3>Títulos prefixados</h3>
<p class="wp-block-paragraph">

</p>
<p class="wp-block-paragraph">Neste caso, você sabe exatamente a rentabilidade que vai receber na data de vencimento do título, caso permaneça com o capital aplicado até o prazo final. Papéis com rendimentos prefixados têm um retorno predefinido no momento da compra.</p>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">Em caso de venda antecipada, o investidor fica sujeito ao preço de mercado do papel, que poderá ser maior, menor ou igual ao do momento da compra.</p>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">O rendimento do Tesouro Prefixado é sempre nominal, ou seja, é necessário descontar a inflação para obter o retorno real a ser pago ao fim da aplicação.</p>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o próprio Tesouro, esse tipo de papel é indicado especialmente para investidores que acreditam que a taxa prefixada indicada na contratação será maior que a variação da Selic durante o período da aplicação.</p>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">Há dois tipos de títulos públicos com rendimentos prefixados:</p>
<p>

</p>
<h4>Tesouro Prefixado (anteriormente conhecido por LTN, sigla para Letra do Tesouro Nacional) </h4>
<p class="wp-block-paragraph">

</p>
<p class="wp-block-paragraph">Garante ao investidor receber de uma só vez, na data de vencimento do papel, o valor investido originalmente corrigido por uma taxa prefixada.</p>
<p>

</p>
<h4>Tesouro Prefixado com juros semestrais (NTN-F, sigla para Nota do Tesouro Nacional — Série F)</h4>
<p class="wp-block-paragraph">

</p>
<p class="wp-block-paragraph">Com rentabilidade prefixada, o título tem como diferencial em relação ao Tesouro Prefixado o fato de pagar os juros semestralmente, não só no vencimento do papel. Isso significa que você recebe o rendimento ao longo do período da aplicação, se mantiver o título até o prazo final.</p>
<p>

</p>
<h3>Títulos pós-fixados</h3>
<p class="wp-block-paragraph">

</p>
<p class="wp-block-paragraph">Nos papéis com retornos pós-fixados, o valor a ser pago na data de vencimento depende da taxa básica de juros (Selic) ou da inflação oficial do Brasil, medida pelo <a href="https://www.ibge.gov.br/estatisticas/economicas/precos-e-custos/9256-indice-nacional-de-precos-ao-consumidor-amplo.html?=&amp;t=destaques" target="_blank" rel="noopener">IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo)</a>.</p>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">Nessa modalidade, há três títulos disponíveis:</p>
<p>

</p>
<h4>Tesouro Selic (LFT, sigla para Letra Financeira do Tesouro)</h4>
<p class="wp-block-paragraph">

</p>
<p class="wp-block-paragraph">Papel mais conservador do Tesouro Direto, tem seu retorno atrelado à variação da Selic. Quando a taxa aumenta, sua rentabilidade cresce; quando a taxa diminui, sua rentabilidade também é reduzida. Paga o retorno de uma só vez, na data de vencimento, e oferece baixo risco de perda em caso de venda antecipada, dada a baixa oscilação de preço.</p>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">É o investimento ideal para quem quer começar a investir no Tesouro Direto ou para quem busca uma alternativa segura e líquida para a reserva de emergência e para outros objetivos de curto prazo.</p>
<p>

</p>
<h4>Tesouro IPCA+ (NTN-B Principal, sigla para Nota do Tesouro Nacional — Série B)</h4>
<p class="wp-block-paragraph">

</p>
<p class="wp-block-paragraph">Como o próprio nome já revela, a rentabilidade do Tesouro IPCA+ está vinculada em parte à variação do IPCA e, em outra, a uma taxa prefixada, estabelecida no momento da compra. O pagamento é sempre feito no momento do vencimento do papel.</p>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">Nesse tipo de título, o investidor consegue saber exatamente quanto sua aplicação rende acima da inflação, dado o juro real apresentado no momento da compra (a taxa prefixada).</p>
<p>

</p>
<h4>Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais (NTN-B)</h4>
<p class="wp-block-paragraph">

</p>
<p class="wp-block-paragraph">Este título também tem a rentabilidade ligada à variação do IPCA e a um juro prefixado definido no momento da compra, mas tem como diferencial a distribuição de juros semestrais, ou seja, a antecipação do retorno a cada seis meses.</p>
<p>

</p>
<h4>RendA+</h4>
<p class="wp-block-paragraph">

</p>
<p class="wp-block-paragraph">Em 2022, quando o Tesouro Nacional completou 20 anos, mais um título foi lançado, o RendA+, com foco no longo prazo. Por meio do papel, o investidor consegue planejar uma data para aposentadoria, garantindo o recebimento de uma renda extra por 20 anos.</p>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">Assim como os papéis do tipo Tesouro IPCA+, o RendA+ vai pagar um rendimento atrelado à variação da inflação &#8211; garantindo, assim, o poder de compra do investidor &#8211; mais uma taxa de juros prefixada.</p>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">Serão ofertados títulos com oito prazos de vencimento, que vão de 2030 até 2065. Vale lembrar que, quanto mais longo o prazo de investimento, maior a volatilidade.</p>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">O investimento no papel do Tesouro RendA+ prevê duas etapas. A primeira é a da acumulação, em que o investimento mensal é recomendado, mas não obrigatório. Nessa fase, o investidor não recebe nenhuma renda.</p>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">O investidor só passa a contar com um rendimento após o período de investimento, que depende do prazo do título escolhido, cujo prazo mínimo é de dez anos. Depois desse intervalo, o investidor passa a receber o valor investido corrigido mensalmente por meio de 240 prestações, ou seja, durante 20 anos.</p>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">É preciso esperar todo esse prazo ou o investidor tem direto a resgatar a aplicação antes?</p>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">O investidor pode vender seu papel antes do vencimento após 60 dias da data da compra, mas abre mão de receber uma renda mensal pelo prazo de 20 anos e garante apenas o valor de mercado que está sendo pago pelo título.</p>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">Assim como outros papéis do Tesouro, a aplicação mínima no RendA+ é de R$ 30 e o investidor que carregar o papel até o vencimento estará isento da taxa de custódia, regra que vale para uma renda mensal a ser gerada pela aplicação de até seis salários-mínimos. Se a renda for superior a esse valor, a taxa de custódia será de 0,10% sobre o que exceder o montante.</p>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">Para resgate antes do vencimento, as taxas de custódia variam de 0,5% ao ano, se o prazo for anterior a dez anos, a 0,10%, passado esse período. Esse custo só é cobrado no momento da venda do papel.</p>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">No site do Tesouro, o investidor <a href="https://www.tesourodireto.com.br/rendamais/" target="_blank" rel="noopener">pode fazer uma simulação</a> de quanto teria que investir para receber determinada renda mensal na data da aposentadoria.</p>
<p>

</p>
<h2>Valor mínimo para investir</h2>
<p class="wp-block-paragraph">

</p>
<p class="wp-block-paragraph">Agora que você já conhece as diferenças entre os títulos públicos, podemos seguir para o próximo passo: o valor do investimento. O mínimo para aplicação no Tesouro Direto corresponde a R$ 30 e é possível negociar frações dos papéis, isto é, 1% de seu “valor cheio”. As aplicações devem ser múltiplas de 0,01 título, ou 1%.</p>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">Em fevereiro de 2023, por exemplo, o preço unitário do papel do tipo Tesouro Selic 2026 era de R$ 12.845,51, mas o investidor podia comprar uma fração do título pelo valor mínimo de R$ 128,45.</p>
<p>

</p>
<h3>Taxas e custos </h3>
<p class="wp-block-paragraph">

</p>
<p class="wp-block-paragraph">Embora o produto seja acessível, investir pelo Tesouro Direto também tem custos, que devem ser conhecidos antes da aplicação.</p>
<p>

</p>
<h4>Taxa de custódia</h4>
<p class="wp-block-paragraph">

</p>
<p class="wp-block-paragraph">A taxa de custódia é cobrada uma vez por semestre pela B3 e se refere ao serviço de guarda dos papéis e às informações e movimentações dos saldos. Ela totaliza 0,20% ao ano sobre o valor aplicado no Tesouro e é cobrada de forma proporcional ao período em que você mantiver o título.</p>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">A exceção fica com aplicações de até R$ 10 mil no Tesouro Selic, isentas da taxa de custódia. O tributo só será cobrado sobre os valores que excederem esse montante.</p>
<p>

</p>
<h4>Taxa de administração</h4>
<p class="wp-block-paragraph">

</p>
<p class="wp-block-paragraph">Embora cada vez menos comum, o investidor pode também ter de pagar uma taxa de administração à instituição financeira pela qual investir no Tesouro Direto. A taxa é livremente acordada com o investidor e, idealmente, deve ser zerada.</p>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">Pelo site do Tesouro é possível conferir um <a href="https://www.tesourodireto.com.br/conheca/bancos-e-corretoras.htm" target="_blank" rel="noopener">ranking</a> com as taxas cobradas por cada instituição.</p>
<p>

</p>
<h4>Imposto de Renda</h4>
<p class="wp-block-paragraph">

</p>
<p class="wp-block-paragraph">A alíquota de Imposto de Renda sobre os rendimentos das aplicações no Tesouro Direto segue a tabela regressiva da renda fixa, isto é, quanto maior for o tempo de permanência do título em carteira, menor o imposto a pagar. Os percentuais variam de 22,5% &#8211; para resgates feitos em até 180 dias &#8211; a 15% &#8211; para aplicações com prazo acima de 721 dias.</p>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">A tabela a seguir apresenta os prazos e as respectivas alíquotas de Imposto de Renda a pagar em caso de venda, vencimento do título ou de pagamento de cupom (juros) semestral.</p>
<p><img decoding="async" class="size-large wp-image-159032" src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Tributacao-de-IR-do-RendA-1024x640.png" alt="Tabela com percentuais de tributação de títulos do Tesouro versus prazo de resgate." width="800" height="500" srcset="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Tributacao-de-IR-do-RendA-1024x640.png 1024w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Tributacao-de-IR-do-RendA-300x188.png 300w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Tributacao-de-IR-do-RendA-768x480.png 768w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Tributacao-de-IR-do-RendA-1536x960.png 1536w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Tributacao-de-IR-do-RendA.png 1920w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<h4>Imposto sobre Operações Financeiras</h4>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">Caso o investidor resgate o valor investido durante os primeiros 30 dias da aplicação, também estará sujeito à cobrança de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) sobre os rendimentos. A alíquota começa em 96% (para resgates feitos em um dia) e chega a zero no 30º dia. Vale ressaltar que o IOF não incide sobre os cupons de juros</p>
<p>

</p>
<h2>Como investir no Tesouro Direto pela primeira vez? </h2>
<p class="wp-block-paragraph">

</p>
<p class="wp-block-paragraph">O Tesouro Direto orienta que, antes de tudo, você faça uma simulação e encontre o tipo de título público mais adequado ao seu perfil e objetivos. </p>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">Depois desse primeiro passo, é hora de se cadastrar em bancos e corretoras habilitados pelo programa e, na sequência, solicitar diretamente a sua senha de acesso no Tesouro Direto.</p>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">Após essa etapa, transfira o valor que você quer investir da sua conta bancária para a conta na instituição em que se cadastrou para transações no Tesouro Direto.</p>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">Pronto! Você já pode investir por meio da instituição financeira na qual se cadastrou, pelo portal do Tesouro Direto ou pelo aplicativo oficial do programa.</p>
<p>

</p>
<h2>Compra e resgate </h2>
<p class="wp-block-paragraph">

</p>
<p class="wp-block-paragraph">Os preços de compra e venda dos títulos públicos são atualizados pelo menos três vezes ao dia, com o objetivo de refletir as negociações ao longo do período no mercado secundário de títulos públicos federais.</p>
<p>

</p>
<h3>Limites de aplicação e resgate</h3>
<p class="wp-block-paragraph">

</p>
<p class="wp-block-paragraph">Assim como há um valor mínimo, de R$ 30, também existe o máximo permitido, de R$ 1.000.000,00 ao mês, considerando todos os títulos detidos pelo investidor</p>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">Nos meses de vencimento e de pagamento de juros de títulos adquiridos anteriormente e que ainda estejam em sua carteira, você pode investir em mais títulos, utilizando o limite de R$ 1.000.000,00 acrescido do valor de resgate e dos juros dos títulos. O TD permite que isso seja realizado apenas se você resolver reaplicar esses recursos.</p>
<p>

</p>
<h3>Horários de negociação</h3>
<p class="wp-block-paragraph">

</p>
<p class="wp-block-paragraph">As aplicações e os resgates de títulos do Tesouro podem ser feitos nos dias úteis, das 9h30 às 18h, com os preços e as taxas do momento da transação.</p>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">Das 18h às 5h, nos finais de semana ou feriado, os preços e as taxas exibidos no site do Tesouro Direto são apenas para referência. Você pode realizar investimentos e resgates, mas serão considerados valores do mercado do dia útil seguinte.</p>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">Nos dias úteis, das 5h às 9h30, o sistema fica em manutenção.</p>
<p>

</p>
<h3>Suspensão do Tesouro Direto</h3>
<p class="wp-block-paragraph">

</p>
<p class="wp-block-paragraph">Não se assuste, mas os investimentos e os resgates podem ser suspensos temporariamente ao longo do dia em caso de grandes variações. É uma forma de o Tesouro garantir que os preços e as taxas dos títulos estejam sempre alinhados com os parâmetros de mercado.</p>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">Segundo o próprio Tesouro, esse procedimento impede que as negociações dos investidores sejam realizadas com preços e taxas que não reflitam corretamente as condições do mercado de títulos públicos (mercado secundário).</p>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Assim, as suspensões cumprem com o seu objetivo principal, que é o de proteger o investidor, ao evitar que ele compre por um preço mais alto, ou venda por um preço mais baixo, do que aquele considerado justo”, explica.</p>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">Nos períodos de suspensão, o investidor só consegue comprar e vender papéis do tipo Tesouro Selic, que sofrem pouco os efeitos da volatilidade de mercado.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-159031" src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2023/02/2-1024x640.png" alt="Tabela com os tipos de títutlos do papel do Tesouro Direto RendA+." width="800" height="500" srcset="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2023/02/2-1024x640.png 1024w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2023/02/2-300x188.png 300w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2023/02/2-768x480.png 768w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2023/02/2-1536x960.png 1536w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2023/02/2.png 1920w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p>

</p>
<h2>Tudo pelo Pix</h2>
<p class="wp-block-paragraph">

</p>
<p class="wp-block-paragraph">E você pode fazer as operações do Tesouro Direto via Pix? Sim, desde dezembro de 2022, investidores podem fazer um cadastro simplificado e quitar os investimentos pelo sistema de pagamento.</p>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">Todo o processo é feito sem sair do site do programa, a partir do login único dos serviços do governo, o Portal Gov.br. Mas para poder acessar o Tesouro Direto, o investidor precisa ter, pelo menos, o nível de confiabilidade prata. Esse patamar tem a ver com o grau de segurança no processo de validação dos dados do usuário ao criar a conta no portal do governo.</p>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">Caso o investidor não tenha esse nível, será encaminhado para realizar outras etapas de confirmação e avançar no patamar.</p>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">Todos os investidores que fazem o cadastro simplificado têm acesso à ferramenta para o uso do sistema de pagamento instantâneo.</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br/blog/comece-a-investir/blog-educacao-financeira-o-que-e-o-tesouro-direto-e-como-investir-nele">O que é Tesouro Direto? Confira como funciona e dicas para investir</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br">Minhas Economias</a>.</p>
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					<wfw:commentRss>https://minhaseconomias.com.br/blog/comece-a-investir/blog-educacao-financeira-o-que-e-o-tesouro-direto-e-como-investir-nele/feed</wfw:commentRss>
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			</item>
		<item>
		<title>Renda fixa: o que é, como funciona e as principais vantagens</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/comece-a-investir/renda-fixa-o-que-e-como-funciona-e-as-principais-vantagens</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Feb 2023 23:06:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comece a Investir]]></category>
		<category><![CDATA[cdb]]></category>
		<category><![CDATA[investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[renda fixa]]></category>
		<category><![CDATA[tesouro direto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os investimentos em renda fixa estão entre os mais procurados por investidores iniciantes, pelos que gostam de alguma previsibilidade e, em momentos de juros elevados, por aqueles que querem retorno com baixo risco.   A renda fixa tem esse nome porque se conhece previamente qual será o rendimento ou o indexador do investimento, podendo ser uma [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br/blog/comece-a-investir/renda-fixa-o-que-e-como-funciona-e-as-principais-vantagens">Renda fixa: o que é, como funciona e as principais vantagens</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br">Minhas Economias</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Os investimentos em renda fixa estão entre os mais procurados por investidores iniciantes, pelos que gostam de alguma previsibilidade e, em momentos de juros elevados, por aqueles que querem retorno com baixo risco.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">A renda fixa tem esse nome porque se conhece previamente qual será o rendimento ou o indexador do investimento, podendo ser uma taxa prefixada, atrelada à inflação ou ao CDI.  <br /> <br />Em linhas gerais, são investimentos em que você empresta dinheiro para um emissor (seja um banco, uma empresa ou um governo) e, em troca, recebe uma remuneração.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">Por ter maior segurança de rentabilidade, é nessa categoria que se concentram os investimentos de quem tem o perfil conservador, ou seja, de quem quer preservar o patrimônio. Mas também é possível encontrar alternativas para os moderados e para os que querem correr mais riscos.   </p>



<p class="wp-block-paragraph">E sim, isso quer dizer que nem toda renda fixa é igual. Saber como funciona cada uma irá fazer com que você escolha a opção mais adequada ao seu perfil e objetivo.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">Então chegou a hora de conhecer quais são os principais produtos de renda fixa para facilitar a escolha para cada tipo de investidor.  </p>



<h2><strong>O que é renda fixa?</strong> </h2>



<p class="wp-block-paragraph">De modo simplificado, a renda fixa funciona como uma modalidade de investimento que garante ao investidor conhecer, no momento da aplicação, de que forma será remunerado por um empréstimo. </p>



<p class="wp-block-paragraph">E para cada empréstimo, há uma taxa de remuneração do investidor. </p>



<p class="wp-block-paragraph">É possível encontrar no mercado <strong>títulos públicos</strong> e <strong>privados</strong> de renda fixa. <br /> <br />Os primeiros são aqueles emitidos por um governo (no Brasil, especificamente pelo Tesouro Nacional) e os segundos, por empresas e instituições financeiras. </p>



<h3><strong>Títulos Públicos </strong> </h3>



<h4>Tesouro Direto  </h4>



<p class="wp-block-paragraph">O <strong>Tesouro Direto</strong> é um programa do Tesouro Nacional desenvolvido em parceria com a B3 para venda de títulos públicos federais para pessoas físicas. Por ele, são negociados títulos públicos que, como os demais títulos de renda fixa, podem ter retornos pré ou pós-fixados. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O que isso significa?  </p>



<h4>Prefixados </h4>



<p class="wp-block-paragraph">São os títulos que pagam uma taxa de juros fixa, como por exemplo 13,75% ao ano, o valor da taxa Selic (taxa de juros básica do Brasil) em fevereiro de 2023. Isso quer dizer que é possível saber exatamente a rentabilidade que você receberá se o papel for mantido até a data de vencimento. <br /> <br />Existem dois subtítulos dessa modalidade:  </p>



<ul>
<li><strong>Tesouro Prefixado (conhecido antigamente por LTN)</strong> ; </li>
</ul>
<!-- /wp:post-content -->

<!-- wp:list -->
<ul><!-- wp:list-item -->
<li><strong>Tesouro Prefixado com Juros Semestrais (ou NTN-F)</strong> – aqui, o investidor recebe um fluxo de cupons semestrais de juros., uma espécie de adiantamento semestral do retorno. <br /> </li>
<!-- /wp:list-item --></ul>
<!-- /wp:list -->

<!-- wp:paragraph -->
<h4>Pós-fixados </h4>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>São títulos cujos preços são corrigidos por um indexador, como a Selic ou a inflação (com o IPCA, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo). Isso significa que o investidor não sabe qual rentabilidade terá até o fim do investimento, já que a taxa vai variar.  </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Nessa categoria, você pode encontrar os seguintes papéis:  </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:list -->
<ul><!-- wp:list-item -->
<li><strong>Tesouro Selic (LFT)</strong>, cujo retorno acompanha a variação da taxa Selic; </li>
<!-- /wp:list-item -->

<!-- wp:list-item -->
<li><strong>Tesouro IPCA + (NTN-B Principal)</strong>, que paga uma taxa de juro prefixada e uma variável, indexada à inflação; </li>
<!-- /wp:list-item -->

<!-- wp:list-item -->
<li><strong>Tesouro IPCA + com Juros Semestrais (NTN-B), </strong>que também paga uma taxa de juro prefixada e uma variável, indexada à inflação, mas com uma distribuição semestral de juro. </li>
<!-- /wp:list-item --></ul>
<!-- /wp:list -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><br />O investidor precisa ter em mente que os títulos públicos são os papéis com menor risco de crédito do mercado e, portanto, os papéis privados devem entregar uma rentabilidade mais atrativa que eles. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<h3><strong>Títulos Privados </strong> </h3>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<h4>Certificado de Depósito Bancário (CDB)  </h4>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O <strong>Certificado de Depósito Bancário</strong> (CDB) é um título privado emitido por instituições financeiras.  <br /> <br />Assim como nos títulos públicos, a rentabilidade pode ser pós-fixada ou prefixada. No caso dos pós, o mais normal é que seja atrelado ao CDI (Certificado de Depósito Interbancário), que é a taxa de juros dos empréstimos entre os bancos e que se aproxima da Selic. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p> Uma das vantagens de CDBs e outros papéis de emissão bancária é a garantia do FGC (Fundo Garantidor de Créditos) para valores de até R$ 250 mil dentro da mesma instituição financeira. Caso a instituição venha a passar por algum problema, a aplicação do investidor, até esse limite, está garantida.  </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<h4>Letras de Crédito (LCI e LCA) </h4>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>LCI </strong>(Letra de Crédito Imobiliária) e <strong>LCA </strong>(Letra de Crédito do Agronegócio) são títulos bancários semelhantes aos CDBs, mas com um diferencial importante: os rendimentos são isentos do Imposto de Renda para pessoas físicas. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>LCIs são lastreadas em operações de crédito imobiliário e LCAs têm como origem operações do agronegócio. Os dois também possuem a garantia do FGC para o limite de até R$ 250 mil. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<h4>Letra de Câmbio (LC)  </h4>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A <strong>Letra de Câmbio</strong> (LC) tem o mesmo princípio das CDBs, mas é emitida por instituições financeiras. Por ser um produto bancário, também está no guarda-chuva do FGC.   </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<h4>Letra Financeira (LF)  </h4>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A <strong>Letra Financeira</strong> (LF) é uma aplicação que busca oferecer rentabilidade a mais longo prazo. O prazo de emissão é de no mínimo dois anos, ou seja, é preciso estar atento na hora do investimento.  </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Embora também sejam emitidos por instituições financeiras, esses papéis não possuem a cobertura do FGC.  </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<h4>Certificados de Recebíveis (CRI e CRA)  </h4>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Certificado de Recebíveis Imobiliários</strong> (CRI) é um título que gera um direito de crédito ao investidor. Isso significa que, caso você invista neste tipo de produto, terá direto a receber uma remuneração por parte do emissor.  Ao vencimento do título, o investidor receberá o valor aplicado.  </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Do outro lado, o<strong> Certificado de Recebíveis do Agronegócio</strong> (CRA) está lastreado em recebíveis originados de negócios entre produtores rurais ou suas cooperativas.   </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Este título, por sua vez, abrange financiamentos ou empréstimos relacionados à produção, ao comércio ou algum elo voltado ao produto do agronegócio.  </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Tanto o CRI quanto o CRA são emitidos por securitizadoras.   </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>É importante lembrar que eles não são produtos bancários e, portanto, não possuem cobertura do FGC, mas ambos oferecem isenção de IR para a pessoa física.  </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<h4>Debêntures  </h4>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>As <a href="https://minhaseconomias.com.br/blog/comece-a-investir/debentures-o-que-sao-como-funcionam-e-como-avaliar-os-riscos">debêntures</a> são títulos de dívidas emitidos por empresas, geralmente com o propósito de financiar algum projeto interno ou a rolagem de dívidas.  </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Assim como as CRAs e CRIs, esse crédito privado não possui garantia do FGC.  <br /> <br />No caso das debêntures incentivadas, que são aquelas atreladas a projetos de infraestrutura, há o benefício da isenção do IR.  </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<h4>Caderneta de Poupança  </h4>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A tradicional caderneta de <strong>poupança</strong> também faz parte da renda fixa. Essa aplicação continua sendo uma das mais famosas no Brasil, mesmo com rentabilidade inferior às de outras alternativas.  <br /> <br />A rentabilidade da poupança pode variar:  </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:list -->
<ul><!-- wp:list-item -->
<li><strong>Se a Selic estiver igual ou superior a 8,5%, a poupança renderá 0,5% ao mês + TR (Taxa Referencial)</strong> ; </li>
<!-- /wp:list-item -->

<!-- wp:list-item -->
<li><strong>Caso a Selic esteja abaixo de 8,5% ao ano, sua rentabilidade será de 70% da taxa básica de juros + TR</strong>  </li>
</ul>
<h2><strong>Quais as vantagens da renda fixa? </strong> </h2>
<!-- /wp:list-item -->

<!-- wp:paragraph -->
<h3><strong>Segurança</strong>  </h3>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A previsibilidade de retorno é um dos fatores que garante maior segurança aos produtos de renda fixa. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Os títulos públicos são considerados os com menor risco de crédito de um país, já que são emitidos pelos governos.  <br /> <br />No caso de papéis de emissão bancária brasileira, como CDBs, LCIs e LCAs, o investidor tem a seu favor a garantia do FGC de até R$ 250 mil.  <br /> <br />Lembrando que essa garantia é válida por CPF e não produto. Então a cobertura será de até R$ 250 mil considerando todos os investimentos que o investidor tem na instituição. <br /> <br /><strong>Liquidez</strong>  </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph /-->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O investidor consegue alternativas com liquidez diária, que é o mais indicado para aqueles recursos que podem ser necessários a qualquer momento.  <br /> <br />Cabem nessa alternativa o Tesouro Selic e CDBs com liquidez diária.  <br /> <br />Nos demais papéis, é preciso ficar atento às condições de cada investimento.  <br /> <br />Os títulos do Tesouro Direto possuem recompra garantida e alguns papéis privados possuem liquidez no mercado secundário, o que permite que o investidor se desfaça deles antes do vencimento.  </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Mas mesmo com liquidez, o investidor pode incorrer em perdas caso os papéis sejam prefixados e ocorra uma mudança na taxa de juros, por exemplo. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<h3><strong>Variedade</strong>  </h3>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Por conta da vasta quantidade de produtos de renda fixa, você pode montar uma carteira diversificada, com ativos de diferentes riscos, prazos de vencimentos e tipos de retorno. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<h3><strong>Isenção de Imposto de Renda em alguns produtos</strong>  </h3>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O Imposto de Renda não incide sobre os rendimentos de  <strong>LCIs,</strong> <strong>LCAs, </strong>CRIs, CRAs e debêntures incentivadas.  <br /> <br />A tradicional caderneta de poupança também é isenta de IR.   </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<h2><strong>Riscos da renda fixa </strong> </h2>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A renda fixa está sujeita a alguns riscos. O principal deles é o de <strong>crédito</strong>, caso o emissor não consiga fazer o pagamento.  </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Esse risco é minimizado quando o papel tem a cobertura do FGC. Para os que não têm, o investidor precisa avaliar se a rentabilidade oferecida condiz com o risco que irá correr (para isso, precisa analisar a solidez do emissor).  </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Há ainda o risco de <strong>mercado</strong>, que é as condições de taxas estarem diferentes daquelas no momento da compra, a famosa marcação a mercado. Se um título vale R$ 1 mil e os juros sobem, na hora da venda antecipada, o investidor poderá ter de vendê-lo com desconto.  </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O contrário também ocorre, ou seja, com a possibilidade de ágio em caso de venda de um título emitido a uma taxa prefixada mais elevada do que a paga no momento da venda.  </p>
<!-- /wp:paragraph --><p>O post <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br/blog/comece-a-investir/renda-fixa-o-que-e-como-funciona-e-as-principais-vantagens">Renda fixa: o que é, como funciona e as principais vantagens</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br">Minhas Economias</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Corretora de valores: como escolher a melhor para você?</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/comece-a-investir/corretora-de-valores-como-escolher-a-melhor-para-voce</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Feb 2023 11:00:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comece a Investir]]></category>
		<category><![CDATA[Bancos]]></category>
		<category><![CDATA[Corretora de Valores]]></category>
		<category><![CDATA[investimentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As opções são muitas na hora de escolher em por qual instituição fazer você deve começar a investiros investimentos, mas o investidor deve fazercom uma série de ponderações necessárias antes da tomada dee tomar a decisão. Segurança, atendimento, oferta de produtos atrativos de investimento e custo estão entre os fatores que a seremdevem ser avaliados [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">As opções são muitas na hora de escolher em por qual instituição fazer você deve começar a investiros investimentos, mas o investidor deve fazercom uma série de ponderações necessárias antes da tomada dee tomar a decisão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segurança, atendimento, oferta de produtos atrativos de investimento e custo estão entre os fatores que a seremdevem ser avaliados antes da abertura deae abrir a conta para que essas operações sejam realizadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em resumo, é uma especialista em buscar alternativas para o portfólio dos clientes, sejam eles iniciantes ou mais experientes no tema.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas embora seja uma instituição financeira, a atuação da corretora é limitada por questões regulatórias e ela pode prestar apenas serviços voltados apenas ao mundo dos investimentos. Crédito, oferta de cartão e outros serviços financeiros tradicionais não fazem parte de seu escopo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Confira como atua uma corretora de valores e o que ela pode ofertar.</p>
<h2>O que é uma corretora de valores?</h2>





<p class="wp-block-paragraph">Uma corretora de valores é uma empresa que faz a intermediação de compra e venda de valores mobiliários (como ações, fundos imobiliários, títulos públicos, títulos de crédito privado) emitidos por diferentes instituições.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse trabalho é feito de forma regulada, uma vez que a instituição precisa de autorização do Banco Central (BC) e da CVM (Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para operar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, há certificações que ajudam o investidor a identificar quais corretoras podem ser mais adequadas, como o selo PQO (Programa de Qualidade Operacional (PQO) da B3, que avalia a qualidade do serviço prestado.</p>



<h2>O que faz uma corretora de valores?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A corretora faz a ponte entre o comprador e o vendedor de um ativo. Essa intermediação pode ocorrer com diversos produtos (ações, títulos, fundos) e é obrigatória, ou seja, um investidor não pode comprar a ação de uma empresa sem ser por meio de uma corretora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da intermediação, a corretora pode oferecer serviços adicionais, como relatórios de recomendações de ativos eria s, avaliação de ações ou uma plataforma de negociação (home broker).</p>



<h2>Corretora de valores vs. Bancos</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Os bancos também atuam na intermediação de investimentos &#8211; para isso, precisam ter tambémtambém de um registro de corretora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas se os dois podem fazer a intermediação, qual a diferença?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Do ponto de vista de investimentos, os bancos podem fazer algo que as corretoras não podem, que é a emissão de títulos próprios. Entre os títulos produrtos emitidos pelos bancos estão os CDBs (certificados de depósitos bancários), as LCIs (letras de crédito imobiliário) e as LCAs (letras de crédito agrícola).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, os bancos conseguem oferecer uma gama maior de serviços, já que possuem também conta corrente, cartão de crédito e operações de crédito. Por outro lado, o leque de produtos de investimento costuma ser menor.</p>



<h2>Como escolher uma corretora para investir?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O investidor deve escolher uma corretora de acordo com suas necessidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se o objetivo é fazer operações com ações de curtíssimo prazo, ou seja, ser do tipo day trade, a taxa de corretagem é um fator a ser levado em conta, assim como a estrutura de tecnologia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já para aquele que vai comprar apenas títulos do Tesouro Direto, a taxa de corretagem passa a ser irrelevante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas além da infraestrutura e do custo, o investidor também deve estar atento aos serviços que podem fazer com que ele tome melhores decisões de investimento, como o fornecimento de relatórios de análise, recomendaçõesão de carteiras, atendimento e suporte.</p>
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		<item>
		<title>Perfil de investidor: quais os tipos e como descobrir qual é o seu</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/perfil-de-investidor-quais-os-tipos-e-como-descobrir-qual-e-o-seu</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Feb 2023 11:00:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Planejamento Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Perfil do investidor]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www2.minhaseconomias.com.br/?p=158858</guid>

					<description><![CDATA[<p>Na hora de dar o primeiro passo no mercado financeiro, opções não faltam. São muitas as alternativas de produtos, os prazos e os valores mínimos de aplicação, o que em alguns casos mais confunde do que ajuda quem pretende começar a investir. E não é porque o leque é extenso que se pode optar por [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[




<p class="wp-block-paragraph">Na hora de dar o primeiro passo no mercado financeiro, opções não faltam. São muitas as alternativas de produtos, os prazos e os valores mínimos de aplicação, o que em alguns casos mais confunde do que ajuda quem pretende começar a investir. E não é porque o leque é extenso que se pode optar por qualquer investimento. É preciso antes saber qual perfil de investidor você tem, o que pode variar de acordo com seus objetivos e sua disposição em correr riscos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De forma geral, investidores podem ser divididos em três perfis: conservador, moderado e agressivo (também chamado de arrojado).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que define cada um deles? E quais investimentos são os mais adequados para seu perfil? É o que vamos explicar a seguir.</p>



<h2>O que é o perfil de investidor</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O perfil do investidor é uma classificação que reflete a tolerância ao risco de cada um, ou seja, o quanto se está disposto a perder em troca de um potencial lucro. Saber isso, quando você está prestes a saber <a href="https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/como-comecar-a-investir-em-sete-dicas" target="_blank" rel="noopener">como começar a investir</a>, é essencial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sempre existe aquela pessoa que prefere o que é mais seguro, mesmo que renda pouco, da mesma forma que você deve conhecer quem está sempre em busca de retornos mais elevados, ainda que, para isso, precise correr mais riscos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para conhecer o perfil do investidor, as instituições fazem o chamado &#8220;suitability&#8221;. A ideia é descobrir o que mais se adequa a esse investidor, evitando que ele se exponha a riscos acima de sua capacidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse processo de &#8220;suitability&#8221; é aplicado, na prática, por um formulário chamado API (Análise do Perfil do Investidor), em que os investidores respondem perguntas que envolvem objetivos, patrimônio, conhecimento de produtos financeiros e importância da segurança dos investimentos.<br /><br /></p>
<figure id="attachment_158861" aria-describedby="caption-attachment-158861" style="width: 570px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-158861" src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Screenshot_1-BTG-300x140.png" alt="" width="570" height="266" srcset="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Screenshot_1-BTG-300x140.png 300w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Screenshot_1-BTG-768x359.png 768w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Screenshot_1-BTG.png 1000w" sizes="(max-width: 570px) 100vw, 570px" /><figcaption id="caption-attachment-158861" class="wp-caption-text">Foto: Reprodução/BTG</figcaption></figure>





<h2>Quais os perfis de investidor</h2>



<h3>Conservador</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Esse é o investidor que busca segurança em primeiro lugar e espera preservar o patrimônio que possui. Com maior aversão ao risco, o conservador tende a priorizar a liquidez dos ativos, ou seja, produtos que tenham horizonte de resgate em prazos menores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em geral, investidores iniciantes, com pouco conhecimento do mercado e que ainda não possuem uma reserva de emergência, se enquadram nesse perfil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, investidores com patrimônio já consolidado e perto da aposentadoria, por exemplo, também podem querer priorizar a segurança.</p>



<h3>Moderado</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O investidor de perfil moderado ainda tem um pé na segurança, mas se sente confortável para aceitar um pouco mais de risco em parte da sua carteira para alcançar retornos maiores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com esse perfil, é um investidor que também dente a diversificar mais a sua carteira, mas sempre balanceando risco e retorno, sem expor grande parte do patrimônio ao risco de perdas exageradas.</p>



<h3>Arrojado (ou agressivo)</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Esse é o investidor que prioriza o retorno e, por isso, assume maiores risco. Nesse perfil, é natural também renunciar a liquidez e maior segurança para investir em produtos que podem dar ganhos mais gordos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquadrar-se nesse perfil, no entanto, não significa dizer que o investidor vai colocar todo o patrimônio em aplicações de alto risco. Ele pode destinar uma parcela significativa, a depender de seus objetivos, mas também ter uma parte dos recursos em opções consideradas mais seguras ou de liquidez imediata.</p>



<h2>Por que é importante descobrir o perfil do investidor?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Saber o seu perfil de investidor vai ajudar você a aplicar nos produtos financeiros mais adequados, que não exponham seu patrimônio a um risco maior do que se está disposto a correr.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É também alinhando o perfil de investidor com os objetivos que a alocação se dará de forma mais assertiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um investidor pode ter perfil agressivo, mas, se possuir um objetivo de curto prazo, deve priorizar os produtos de maior liquidez, por exemplo.</p>



<h2>Investimentos indicados para cada tipo de perfil</h2>



<h3>Conservador</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Já vimos que os investidores conservadores priorizam a segurança e a liquidez. Nesse sentido, uma das opções é o Tesouro Selic, que acompanha a variação da Selic e é considerado, portanto, o título público de menor risco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outra opção costuma recair sobre títulos privados, mas não é qualquer um. CDBs (certificados de depósito bancário), LCIs (letras de crédito imobiliário) e LCAs (letras de crédito agrícola) são produtos emitidos por instituições financeiras e com garantia do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), desde que o investimento seja de até R$ 250 mil. Essa proteção é importante caso a instituição venha a apresentar algum problema.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesses casos, o investidor precisa ficar atento aos prazos. Há CDBs com liquidez diária, mas, em geral, com um rendimento próximo ao da Selic. Se a liquidez não for prioridade, é possível conseguir um retorno mais elevado, com prazos mais dilatados, mas ainda com segurança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E há ainda fundos de renda fixa de baixo risco, que investem majoritariamente em títulos públicos ou papéis considerados de baixo risco, como CDBs de bancos de primeira linha.</p>





<h3>Moderado</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Além das opções disponíveis para o investidor conservador, o moderado pode ter uma variedade maior de títulos públicos, incluindo aqueles com retornos prefixados e os corrigidos pelo IPCA.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esses títulos também possuem baixo risco de crédito, mas possuem um maior risco de mercado, caso haja necessidade de resgate antecipado. Isso porque seu preço pode variar dia após dia, com a possibilidade de o investidor resgatar o papel a um valor inferior ao da compra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Investidores com perfil moderado também podem alocar uma parcela em renda variável, como ações.</p>



<h3>Perfil arrojado</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Mais propenso ao risco, esse tipo de investidor tem na renda variável uma parcela mais significativa de sua carteira, com a presença de ações, ETFs e fundos imobiliários (FIIs), por exemplo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse é também o investidor com maior propensão a variar os tipos de risco e, por isso, também tem como opção para o seu perfil o investimento em BDRs, que são recibos de ações de empresas estrangeiras negociados na B3. Nesse caso, além da exposição à variação do preço do papel, o retorno do investimento fica sujeito à oscilação cambial.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Janeiro foi mês bom para o mercado de ações, mas renda fixa não deixou a desejar</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/comece-a-investir/janeiro-foi-mes-bom-para-o-mercado-de-acoes-mas-renda-fixa-nao-deixou-a-desejar</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Feb 2023 14:52:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comece a Investir]]></category>
		<category><![CDATA[ações]]></category>
		<category><![CDATA[ibovespa]]></category>
		<category><![CDATA[investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[renda fixa]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www2.minhaseconomias.com.br/?p=30719</guid>

					<description><![CDATA[<p>E o ano começou com ganhos positivos para quem investe em ações. No Brasil ou no exterior, essa foi a classe de ativos que apresentou os maiores ganhos em janeiro. O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, registrou alta de 3,37%. Nos Estados Unidos, o S&#38;P 500 e o Nasdaq subiram, respectivamente, 6,2% e 10,7%. [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br/blog/comece-a-investir/janeiro-foi-mes-bom-para-o-mercado-de-acoes-mas-renda-fixa-nao-deixou-a-desejar">Janeiro foi mês bom para o mercado de ações, mas renda fixa não deixou a desejar</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br">Minhas Economias</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">E o ano começou com ganhos positivos para quem investe em ações. No Brasil ou no exterior, essa foi a classe de ativos que apresentou os maiores ganhos em janeiro. O <strong>Ibovespa</strong>, principal índice da Bolsa brasileira, registrou alta de 3,37%. Nos Estados Unidos, o S&amp;P 500 e o Nasdaq subiram, respectivamente, 6,2% e 10,7%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na avaliação de Bruno Komura, analista da Ouro Preto Investimentos, esse desempenho da Bolsa brasileira refletiu o bom humor dos mercados, com pouca reação às notícias políticas em um momento de recesso no Congresso Nacional durante o mês de janeiro. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto é que o volume de recursos estrangeiros na Bolsa foi positivo. Em janeiro, o fluxo estrangeiro para a Bolsa ficou positivo em R$ 12,6 bilhões, segundo dados da B3.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A alta da Bolsa no mês de janeiro foi por causa do fluxo estrangeiro. Com o Congresso ainda recesso, não tivemos muitas notícias do fronte político e somente alguns discursos do novo governo, que não mudaram a percepção do estrangeiro de que o Brasil é um mercado barato e com potencial no curto prazo&#8221;, diz Komura.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-30736 aligncenter" src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Indicadores-1-300x273.png" alt="" width="633" height="576" srcset="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Indicadores-1-300x273.png 300w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Indicadores-1-1024x933.png 1024w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Indicadores-1-768x700.png 768w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Indicadores-1-1536x1400.png 1536w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Indicadores-1.png 1920w" sizes="(max-width: 633px) 100vw, 633px" /></p>



<p class="wp-block-paragraph">A continuidade da alta da Bolsa, no entanto, depende da manutenção do ingresso de recursos internacionais e também do andamento das propostas enviadas pelo novo governo ao Congresso Nacional e se haverá uma política de controle fiscal, ou seja, o governo não gastar mais do que arrecada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Se os sinais indicarem para aumento dos gastos, sem preocupação com o fiscal, os investidores locais podem até ficar &#8216;vendidos&#8217; em Brasil, o que poderia arrefecer esta onda positiva&#8221;, afirma o analista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vendido é o jargão do mercado financeiro para dizer que os investidores estão esperando a queda de um determinado ativo ou índice.</p>
<h2>Renda fixa</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Já para o investidor que gosta de renda fixa, janeiro também foi de ganhos, mas mais modestos em relação à Bolsa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O CDI, taxa dos empréstimos interbancários, teve variação de 1,12% em janeiro. Essa taxa, próxima à Selic, serve como referência para uma série de investimentos populares. Com certeza você já deve ter visto a indicação de algum CDB (certificado de depósito bancário) que paga &#8220;120% do CDI&#8221;. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O bom rendimento do CDI no ano está ligado à política monetária implementada pelo Banco Central (BC). Em outras palavras, ao processo de aumento dos juros. A taxa Selic saiu de 2%, em março de 2021, e chegou a 13,75% ao ano em agosto do ano passado, patamar em que se encontra atualmente &#8211; e que assim deve permanecer pelos próximos meses, de acordo com a sinalização da autoridade monetária.</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br/blog/comece-a-investir/janeiro-foi-mes-bom-para-o-mercado-de-acoes-mas-renda-fixa-nao-deixou-a-desejar">Janeiro foi mês bom para o mercado de ações, mas renda fixa não deixou a desejar</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br">Minhas Economias</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Os piores investimentos de 2022 &#8211; e como evitá-los em 2023</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/comece-a-investir/os-piores-investimentos-de-2022-e-como-evita-los-em-2023</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Jan 2023 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comece a Investir]]></category>
		<category><![CDATA[investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[renda fixa]]></category>
		<category><![CDATA[renda variável]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www2.minhaseconomias.com.br/?p=30703</guid>

					<description><![CDATA[<p>O ano acabou e é hora de fazer o balanço para ver o que deu certo ou errado na escolha dos investimentos da carteira. E é claro que a intenção do investidor é escolher recorrentemente uma aplicação para ganhar dinheiro, mas nem sempre a aposta é certeira e erros de avaliação fazem com que o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O ano acabou e é hora de fazer o balanço para ver o que deu certo ou errado na escolha dos investimentos da carteira. E é claro que a intenção do investidor é escolher recorrentemente uma aplicação para ganhar dinheiro, mas nem sempre a aposta é certeira e erros de avaliação fazem com que o resultado possa ficar (bem) aquém do esperado. O ano de 2022 teve escolhas equivocadas para todos os lados: criptoativos, renda fixa, renda variável e ativos internacionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essas perdas, de forma direta ou indireta, estão ligadas ao ciclo de aperto monetário que ocorreu no Brasil e ainda está em curso nas principais economias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Foi um ano difícil de forma geral. A Bolsa americana teve a maior queda em muitos anos. No Brasil, os juros mais altos e persistentes também penalizaram empresas que não estavam entregando boa lucratividade&#8221;, avalia Luan Alves, analista-chefe da VG Research.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Confira o que mais corroeu a carteira do investidor em 2022 e o que é possível fazer para não repetir esses erros ao longo de 2023.</p>



<h2>Criptoativos em baixa</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Quem tem Bitcoin viu o patrimônio cair mais de 60% em reais no ano. Caminho semelhante tiveram outros ativos digitais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Entre os ativos que acompanhamos, o mundo de criptoativos foi algo que definitivamente deu muito errado em 2022. Esse é um tipo de ativo que atingiu grande alcance em 2021 após uma valorização explosiva. Mas a verdade é que muita gente entrou com a festa acabando&#8221;, diz Alves, da VG.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E por que a festa acabou (ao menos por enquanto)? Os criptoativos não estão imunes ao que acontece ao resto do mundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O aumento de juros nas principais economias e o temor de uma recessão levaram a uma aversão maior a ativos de risco. Somam-se a isso problemas na FTX, uma das maiores corretoras desse mercado, que também afetou a credibilidade dessa indústria.</p>



<h2>Bolsas internacionais x alta dos juros</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A vida também ficou difícil para quem tem parte de seu portfólio em ações americanas. O índice Nasdaq, tido como um termômetro de desempenho de empresas de tecnologia, acumulou queda de 33% em 2022 e o S&amp;P 500, referência de desempenho das principais empresas do mercado de ações americano, recuou cerca de19% no mesmo período.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A inflação e um ciclo de aperto monetário, vulgo, mais juros, promovido pelo Federal Reserve (Fed, o banco central americano) justificam essa derrocada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Os fundos de ações internacionais estão caindo muito. Só o S&amp;P tem uma queda de 20% no ano. Os ativos de risco de forma geral cederam muito refletindo o aumento dos juros&#8221;, diz Fernando Araújo, gestor da FCL Capital.</p>



<h2>BDRs: o peso das techs</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Na esteira das bolsas americanas, os BDRs(recibos de ações negociados na B3) também tiveram um ano de perdas expressivas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O BDRX, que é o índice que concentra os recibos mais negociados na B3, acumulou uma queda de 28%, a primeira desde 2016, puxada, principalmente, pelas empresas de tecnologia, como Apple e Alphabet, controladora do Google, que acumulam desvalorizações de 33% e 42%, respectivamente. Esse é um setor mais sensível a cenários de alta de juros (sim, esse foi o tema de 2022).</p>



<p class="wp-block-paragraph">As empresas de tecnologia têm, em geral, maior necessidade de investimento e trabalham mais alavancadas, ou seja, com maior nível de dívida em relação à geração de caixa. Com juros mais altos, essas companhias tendem a entregar resultados piores.</p>



<h2>Ações no Brasil</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Na comparação com os pares internacionais, a Bolsa brasileira até que não fez feio em 2022, com o Ibovespa subindo4,7% no ano. Esse desempenho, contudo, não foi o mesmo para todas as ações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Temos muitos setores com rentabilidade negativa no ano, como varejo, as aéreas e o setor imobiliário. São empresas que performam pior com juros altos. No caso da construção civil, o juro alto pressiona margem. No varejo, inibe vendas&#8221;, explica Thiago Celestine, economista e sócio da Dom Investimentos, escritório de assessoria de investimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As ações do Magazine Luiza, por exemplo, acumularam queda de praticamente60% em 2022. O efeito no Ibovespa dessa baixa, e de outros papéis em situação similar, foi limitado pela trajetória de ações com ganhos no ano e que possuem peso relevante na composição do índice, como é o caso da Vale, que acumulou alta de 14%.</p>



<h2>Títulos com retornos Prefixados</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Os juros mais altos favorecem os investimentos em renda fixa, mas isso não quer dizer que todos os papéis dessa classe de ativos passaram ilesos por 2022.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A taxa Selic começou a subir em março de 2021, quando estava em 2% ao ano, e chegou a 13,75% em agosto de 2022, devendo ficar nesse patamar até meados de 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso não quer dizer, no entanto, que quem tinha aplicação de renda fixa na carteira não sofreu perdas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Os prefixados muito longos foram penalizados quando a curva de juros começou a abrir, ou seja, indicar a alta&#8221;, explica Celestine, da Dom.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quem tinha papéis longos na carteira, como o Tesouro Prefixado com juros semestrais e vencimento em 2033, viu o preço desses títulos caírem ao longo de 2022, com a intensificação do aperto monetário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para se ter uma ideia, em fevereiro, a taxa de compra do papel era de 11,66%, chegou a 13,70% em julho e está terminando o ano um pouco mais baixa, mas ainda no patamar de 13% ao ano. Vale lembrar que, quando as taxas aumentam, os preços dos papéis caem.</p>



<h2>Como evitar os erros de 2022 em 2023?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Ter investido em algum desses mercados ao longo de 2022 não significa ter cometido algum erro, mas é preciso estar atento às mudanças do cenário para compreender seas suas aplicações seguem com fundamentos para o longo prazo ou se sofreram algum tipo de ruptura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O aperto monetário (a alta dos juros) justifica boa parte do desempenho dos investimentos que decepcionaram em 2022. E embora o investidor não tenha poder de influenciar nas decisões de bancos centrais, saber como as mudanças podem afetar os ativos em sua carteira pode minimizar o risco de vê-los na lista de piores investimentos do ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na hora de comprar uma ação ou qualquer outro ativo, é importante levar em conta não só os fundamentos da empresa, mas também o efeito do cenário macroeconômico. E se esse cenário muda, a tese de investimento pode ser revista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O investidor também deve tomar cuidado com ativos que subiram muito no horizonte recente, apostando que o ganho será certeiro no futuro. Foi esse erro de avaliação que levou muita gente a perder dinheiro com criptoativos em 2022, por exemplo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;É preciso suspeitar de um ativo que está com muita ‘espuma’, ou seja, subindo muito rápido em um determinado período&#8221;, aconselha Araújo, da FCL Capital.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E a diversificação da carteira também ajuda o investidor a blindar o seu patrimônio. Mesmo que um ativo tenha um desempenho muito ruim, a carteira estará parcialmente protegida se o investidor tiver feito uma diversificação entre ativos e classes dentro do seu perfil de risco e objetivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estar atento ao perfil de risco é importante para não acrescentar na carteira ativos que possam deixar o investidor mais exposto ao risco, como uma fatia grande do patrimônio em BDRs, cujos preços são influenciados também pela variação cambial.</p>
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		<title>Como começar a investir em sete dicas</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/como-comecar-a-investir-em-sete-dicas</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Jan 2023 19:45:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Planejamento Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Comece a Investir]]></category>
		<category><![CDATA[investimentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; As dívidas não são mais uma bola de neve e a vida financeira está sob controle? Então esse pode ser um bom momento para tomar a decisão de começar a investir, embora nem sempre os primeiros passos estejam muito claros para os iniciantes. Há sempre dúvidas sobre o que é melhor fazer primeiro, qual [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">As dívidas não são mais uma bola de neve e a vida financeira está sob controle? Então esse pode ser um bom momento para tomar a decisão de começar a investir, embora nem sempre os primeiros passos estejam muito claros para os iniciantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há sempre dúvidas sobre o que é melhor fazer primeiro, qual o valor ideal para aportar mensalmente e onde deixar o dinheiro aplicado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A boa notícia é que poupar pode ser menos complicado do que parece e, quando se torna um hábito, garante a conquista de diferentes objetivos financeiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E nada como um começo de ano para aprender mais sobre investimentos e ver como eles podem viabilizar aquela viagem dos sonhos, uma aposentadoria ou a compra da casa própria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para dar aquele “empurrão”, confira sete dicas para virar de vez um investidor em 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><h2><strong>1) Orçamento sob controle</strong></h2></p>



<p class="wp-block-paragraph">Não adianta querer saber qual a melhor ação para investir ou se é um bom momento para comprar criptoativosse você ainda não tem o controle sobre o que ganha e o quanto gasta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sabendo para onde vai a renda mensal, fica mais fácil traçar um plano de investimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Se a pessoa não souber para onde está indo o dinheiro, vai ficar difícil saber o que dá para cortar ou quais gastos podem ser limitados&#8221;, diz Letícia Camargo, planejadora financeira com certificação CFP.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><h2><strong>2) Trate o investimento como prioridade</strong></h2></p>



<p class="wp-block-paragraph">Também é preciso estabelecer um valor mensal para investir. Deixar para poupar só o que &#8220;sobra&#8221; do salário costuma ser uma medida ineficaz, então o ideal é fazer a aplicação de um montante predefinido assim que a renda mensal estiver disponível em conta. Imagine que é uma prestação que você tenha com você mesmo e que precisa pagá-la todos os meses.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E para construir esse hábito de poupar, uma das ferramentas é utilizar as aplicações automáticas disponibilizadas por algumas instituições financeiras e plataformas de investimento, em que o valor estipulado é destinado diretamente à aplicação escolhida –e várias possuem opções de valores mínimos acessíveis, como R$ 100 ou R$ 200.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><h2><strong>3) A escolha do primeiro investimento</strong></h2></p>



<p class="wp-block-paragraph">O mundo dos investimentos é vasto, mas quem ainda está dando os primeiros passos precisa se concentrar em formar uma reserva de emergência, que é aquele dinheiro que irá ajudar a lidar com imprevistos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a reserva de emergência, o que deve ser priorizado são as aplicações consideradas de menor risco e com liquidez, ou seja, em que o dinheiro pode ser acessado facilmente e sem risco -afinal, e se surgir um imprevisto?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Camargo recomenda que esse dinheiro da reserva fique aplicado em CDBs que paguem ao menos 100% do CDI, no Tesouro Selic ou em fundos DI com taxa zero de administração.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Para a reserva de emergência, não adianta querer ganhar a maior rentabilidade. O importante a ter liquidez e segurança&#8221;, diz.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><h2><strong>4) Quanto poupar para a reserva de emergência?</strong></h2></p>



<p class="wp-block-paragraph">A reserva de emergência é importante para lidar com imprevistos, como a perda repentina do emprego. Dessa forma, a pessoa terá recursos suficientes para se bancar até a realocação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa reserva financeira deve ser feita com base nos gastos médios mensais. Um valor que cubra entre seis e 12 meses dessas despesas é o mais recomendado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma pessoa que é funcionária pública ou com poucas obrigações financeiras, como um jovem que mora com os pais, pode pensar em uma reserva mais próxima dos seis meses, segundo Camargo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já aqueles que possuem um financiamento ou pagam escola para os filhos precisam de uma reserva de emergência mais robusta, já que são gastos mais difíceis de serem cortados de uma hora para outra.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><h2><strong>5) O que considerar para traçar objetivos para o curto, o médio e o longo prazo?</strong></h2></p>



<p class="wp-block-paragraph">Feita a reserva de emergência, que não será construída de um mês para outro, o investidor pode começar a procurar aplicações mais condizentes com os seus objetivos financeiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esses objetivos podem ser de curto prazo, médio e longo prazo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A construção da reserva financeira deve ser o primeiro objetivo de curto prazo. Nele cabem também uma poupança para realizar desejos mais ligados ao consumo, como uma viagem ou o pagamento de um curso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o médio prazo, considere aquelas metas para realizar em dois, três ou quatro anos, como comprar um carro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já o objetivo de longo prazo é aquele que vai concentrar as atenções e os cuidados pela próxima década, como uma previdência já pensando na aposentadoria.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><h2><strong>6) Troca inteligente</strong></h2></p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das dificuldades para criar o hábito de investir é precisar abrir mão do que se está acostumado a fazer para ter os recursos necessários para destinar para os aportes mensais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para não cair em tentação, é importante ter claros os objetivos e sempre pensar neles quando precisar renunciar a algo de consumo imediato. A dica é encarar como uma troca, e não como se estivesse &#8220;perdendo&#8221; um momento de diversão, por exemplo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><h2><strong>7) Tenha paciência</strong></h2></p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim como a reserva financeira não será construída da noite para o dia, o investidor não verá o montante investido crescer de forma significativa em apenas um ou dois anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Camargo afirma que a ansiedade e a pressa do investidor iniciante fazem com que muitas vezes ele tome decisões equivocadas, como buscar opções de maior risco (de olho em retornos mais gordos) mesmo antes de ter uma reserva de emergência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Tem investidor que fica ansioso em ver resultado e toma mais risco do que deveria. Investir é paciência&#8221;, assinala a planejadora.</p>
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		<item>
		<title>O que eu faço para organizar as minhas contas?</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/minhas-economias-explica/o-que-eu-faco-para-organizar-as-minhas-contas</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Equipe Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Aug 2022 14:13:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Minhas Economias Explica]]></category>
		<category><![CDATA[investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento Financeiro]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://granamap.com.br/?p=158573</guid>

					<description><![CDATA[<p>Um bom planejamento financeiro ajuda a cortar gastos desnecessários e facilita atingir os objetivos financeiros</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Você tem alguma dúvida sobre como deixar as contas organizadas para ter sobra todo fim de mês ou sobre por onde começar a investir? E já pensou também sobre como reduzir as tarifas pagas ao seu banco?</p>
<p>Lidar com o dinheiro sempre suscita certa insegurança, mas com conhecimento é possível tomar a decisão mais inteligente para encarar o universo financeiro, seja na hora de investir, economizar ou se planejar.</p>
<h2><strong>Como fazer para organizar as minhas contas?</strong></h2>
<p>Ter as contas sob controle vai muito além de gastar apenas o que se ganha, mas também é uma forma de facilitar a concretização de planos e evitar o endividamento excessivo.</p>
<p>O planejamento financeiro é uma ferramenta que pode, e deve, ser usada por qualquer tipo de pessoa: endividados, quem está começando a trabalhar, quem já consegue pagar todas as contas mas ainda não tem sobra para investir e aqueles que já possuem reservas financeiras.</p>
<p>Organizar as contas, no entanto, não é uma tarefa automática. Liao Yu Chieh, head de educação financeira do C6 Bank, ressalta que o consumidor terá que dedicar tempo para que esse planejamento tenha utilidade.</p>
<p>A sugestão do educador financeiro é que o consumidor divida a sua organização em algumas etapas.</p>
<p>A primeira é mapear a renda líquida. No caso de assalariados, esse é o valor que cai efetivamente na conta, em que já foram descontados valores como Imposto de Renda (IR) e INSS. Rendas adicionais também devem ser incluídas.</p>
<p>&#8220;Em geral as pessoas sabem o seu salário bruto, mas não sabem exatamente o líquido. Por isso é preciso sentar e colocar tudo no papel&#8221;, diz.</p>
<h2>Mapeando os gastos</h2>
<p>Conhecendo o total da receita, é hora de saber quais são os gastos.</p>
<p>Para Chieh, inicialmente o consumidor pode só estimar o quanto gasta nas principais categorias, como moradia, alimentação e lazer. No mês seguinte, os dados devem ser refinados, com valores mais próximos do real.</p>
<p>&#8220;É difícil dar o passo inicial. Ele ficar desestimulado se olhar no detalhe as faturas do cartão, extrato da conta. Então estimulo que o interessado primeiro faça uma estimativa e depois ajustar&#8221;, conta.</p>
<p>Ao saber o quanto ganha e o quanto gasta em cada categoria, é o momento de fazer a reflexão sobre como o salário está sendo gasto e se esse dispêndio pode ser reduzido.</p>
<p>&#8220;Já vi casos em que a pessoa assinava sete serviços de streaming de vídeo. Isso é algo que pode ser reavaliado, assim como pacotes de celular e uso dos aplicativos de comida e transportes&#8221;, diz.</p>
<h2>Hora dos ajustes</h2>
<p>De acordo com o Chieh, é normal que as pessoas subestimem alguns gastos e, quando olham para um orçamento de forma unificada, conseguem tomar decisões mais assertivas e realizarem algumas adaptações.</p>
<p>São essas adaptações que vão fazer com que o consumidor encontre uma margem no orçamento para pagar dívidas ou começar a investir.</p>
<p>Rejane Tamoto, planejadora financeira com certificação CFP da Planejar (Associação Brasileira de Planejamento Financeiro), afirma que é essa boa gestão do orçamento que vai permitir aportes frequentes nos investimentos.</p>
<p>No entanto, esse planejamento também deve incluir o estabelecimento de metas, sejam de curto prazo (fazer uma reserva de emergência ou pagar uma dívida), médio prazo (comprar um carro) ou longo prazo (aposentadoria).</p>
<p>&#8220;Quando se tem uma meta, fica mais fácil organizar e cumprir o orçamento&#8221;, diz.</p>
<p>Ela lembra que o orçamento serve para fazer as projeções dos gastos futuros, nem que o futuro seja apenas o mês seguinte. Se ele ficar muito fora do traçado, é necessário ver o que saiu do planejado e se é necessário ajustar, como reduzir as compras por impulso.</p>
<p>&#8220;Tudo que a pessoa conseguir ajustar, vai ser o quanto ela vai ganhar de capacidade de investimento para cumprir seus objetivos&#8221;, conta.</p>
<h2>Papel, planilha ou aplicativo?</h2>
<p>Sobre a melhor forma de dar início a essa organização financeira, Tamoto lembra que a melhor ferramenta é a que o consumidor se sente mais confortável para usar: anotação em papel, planilhas de Excel ou aplicativos no celular.</p>
<p>O aplicativo dá a facilidade de automatizar algumas informações. É o caso do <strong>Minhas Economias</strong>. O usuário pode sincronizar as contas-correntes e cartões de crédito e ver de forma unificada os gastos já divididos por categorias e acompanhar o crescimento das despesas e ganhos.</p>
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