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	<title>financiamento &#8211; Minhas Economias</title>
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	<description>Minhas Economias é um gerenciador financeiro completo, online, seguro e gratuito. Organize suas contas, gerencie seu orçamento e faça seus objetivos acontecerem.</description>
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	<title>financiamento &#8211; Minhas Economias</title>
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		<title>Imposto de Renda 2022: Como declarar imóveis quitados e financiados</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/imposto-de-renda-2022-como-declarar-imoveis-quitados-e-financiados</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Apr 2022 20:17:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Planejamento Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[financiamento]]></category>
		<category><![CDATA[imóvel]]></category>
		<category><![CDATA[Imposto de Renda 2022]]></category>
		<category><![CDATA[IR 2022]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se você comprou ou vendeu um imóvel ou tinha uma propriedade financiada em 2021, é necessário declarar esse bem à Receita Federal no Imposto de Renda de 2022. A Receita Federal publicou uma instrução normativa, em 17 de março, que concede a isenção do imposto sobre ganho de capital com a venda de propriedade para [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Se você comprou ou vendeu um imóvel ou tinha uma propriedade financiada em 2021, é necessário declarar esse bem à Receita Federal no Imposto de Renda de 2022.</p>
<p>A Receita Federal publicou uma instrução normativa, em 17 de março, que concede a isenção do imposto sobre ganho de capital com a venda de propriedade para os contribuintes que usarem os recursos para comprar um novo imóvel ou pagar um financiamento imobiliário.</p>
<p>Mas como essa regra tem validade apenas a partir da data da publicação da normativa, em março deste ano, deve abranger, na prática, as declarações do Imposto de Renda a serem entregues em 2023, já que a declaração de 2022 vale para as transações realizadas em 2021.</p>
<p>Na venda de imóveis com lucro incide uma tributação, cuja alíquota varia de 15% a 22% sobre o ganho de capital, conforme a tabela abaixo. Por exemplo, se o contribuinte adquiriu um imóvel por R$ 400 mil e vendeu-o por R$ 700 mil, teve um lucro de R$ 300 mil e pagará uma alíquota de 15% sobre o ganho de capital.</p>
<table style="border-collapse: collapse; width: 100%;">
<thead>
<tr>
<td style="width: 50%; text-align: center;"><strong><span style="font-size: 12pt;">Ganho de capital com venda de imóvel</span></strong></td>
<td style="width: 50%; text-align: center;"><strong><span style="font-size: 12pt;">Alíquota</span></strong></td>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td style="width: 50%; text-align: center;"><span style="font-size: 12pt;">Até R$ 5 milhões</span></td>
<td style="width: 50%; text-align: center;"><span style="font-size: 12pt;">15%</span></td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 50%; text-align: center;"><span style="font-size: 12pt;">De R$ 5 milhões a R$ 10 milhões</span></td>
<td style="width: 50%; text-align: center;"><span style="font-size: 12pt;">17,5%</span></td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 50%; text-align: center;"><span style="font-size: 12pt;">De R$ 10 milhões a R$ 30 milhões</span></td>
<td style="width: 50%; text-align: center;"><span style="font-size: 12pt;">20%</span></td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 50%; text-align: center;"><span style="font-size: 12pt;">Mais de R$ 30 milhões</span></td>
<td style="width: 50%; text-align: center;"><span style="font-size: 12pt;">22,5%</span></td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 50%;"><span style="font-size: 10pt;">Fonte: Receita Federal</span></td>
<td style="width: 50%;"></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="font-weight: 400;">Antes da nova normativa, a Receita Federal permitia a isenção da tributação se o contribuinte vendesse um imóvel e comprasse outro em um prazo de até 180 dias. Ele não tinha a isenção se usasse o dinheiro da venda para quitar um financiamento imobiliário já existente.</p>
<p>Agora, com a nova normativa, o contribuinte que usar o lucro obtido com a venda de um imóvel para comprar uma nova propriedade residencial ou quitar um financiamento imobiliário pré-existente no prazo até 180 dias da venda, terá o direito à  isenção da tributação sobre o ganho de capital, explica Clarissa Machado, sócia do e líder da área tributária do escritório Trench Rossi Watanabe.</p>
<p>Esse benefício, no entanto, só pode ser utilizado uma vez a cada cinco anos e desde que todo o lucro obtido com a venda do antigo imóvel seja usado para pagar o novo imóvel ou o financiamento imobiliário. Caso contrário, será necessário recolher imposto sobre a diferença, explica Machado.</p>
<p>Machado esclarece, no entanto, que a isenção só é permitida para a quitação de financiamento imobiliário voltado para compra de um novo imóvel residencial, e não é aplicada para linhas como <em>home equity</em>, que usam os imóveis como garantia.</p>
<h2>Como declarar imóvel no Imposto de Renda</h2>
<p style="font-weight: 400;">Quem comprou um apartamento em 2021 ou tinha o bem em 31/12/2021 deverá declarar o imóvel no Imposto de Renda em 2022.</p>
<p>Segundo as regras da Receita Federal, contribuintes que possuem imóvel cujo valor ultrapasse R$ 300 mil ou tenham recebido rendimentos superiores a R$ 28.559,70 precisam declarar o bem na Declaração de Ajuste Anual de 2022.</p>
<p style="font-weight: 400;">Para realizar a declaração basta incluir a informação na parte “Bens e Direitos”, com o código específico, sendo &#8220;11&#8221; para apartamento, &#8220;12&#8221; para casa e &#8220;13&#8221; para terreno.</p>
<p>A advogada Flavia Gerola, associada da área tributária do escritório Trench Rossi Watanabe, afirma que o contribuinte deve informar o valor de custo &#8211; o que foi pago na compra, que consta na escritura do imóvel.</p>
<p>Se o valor de mercado do imóvel subiu, o contribuinte não precisa atualizar na declaração de Imposto de Renda, mas ele pagará imposto sobre o ganho de capital caso venda a propriedade, diz Gerola.</p>
<p>No caso de reformas, Machado explica que o contribuinte pode ajustar o valor do imóvel, mas isso dependerá das mudanças que foram feitas. &#8220;Se houve ampliação da construção e ela foi averbada, o contribuinte pode aumentar o valor de custo do imóvel na declaração do Imposto de Renda&#8221;, diz.</p>
<p>No campo &#8220;Discriminação&#8221;, o contribuinte  deve informar a data e o valor gasto na realização da reforma.</p>
<p>Assim, no campo “Situação em 31/12/2020”, ele  deve lançar o valor de aquisição ou a quantia total já paga pelo imóvel até a data, caso o imóvel seja financiado. Na coluna 31/12/2021 basta somar ao valor declarado anteriormente as benfeitorias realizadas até a data mais os valores pagos pelas prestações durante 2021, no caso de financiamentos.</p>
<p>Se o imóvel foi adquirido antes de 1988, o contribuinte deve usar o código 17  &#8220;Benfeitorias”.</p>
<p>Para quem adquiriu um novo imóvel, deve informar no campo &#8220;Discriminação&#8221; se a propriedade foi comprada ou recebida como herança, juntamente com a data da compra ou doação e o CNPJ ou CPF do vendedor ou doador. Também deve ser informada a Inscrição Municipal (IPTU), o endereço, a área total do bem, a matrícula e em qual cartório o imóvel foi registrado.</p>
<p style="font-weight: 400;">Se o imóvel for financiado, o contribuinte deve informar no campo &#8220;Discriminação&#8221; o valor do financiamento, o número de parcelas, o saldo quitado e o banco que concedeu o empréstimo, bem como o CNPJ da instituição financeira. Se usou recursos do FGTS, informar o valor sacado.</p>
<p>No campo “Situação em 31/12/2020” o contribuinte deve informar o valor já pago no ano anterior ou deixar zerado no caso da aquisição ter sido realizada em 2021 . Já no campo “Situação em 31/12/2021”, o contribuinte deve informar o valor das parcelas pagas em 2021. O valor deve considerar o Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI), o valor de comissão imobiliária e os juros do financiamento (algo que muitas pessoas não fazem).</p>
<p>Se o contribuinte usou o FGTS para comprar o imóvel, deve informar o valor sacado na ficha de &#8220;Rendimentos Isentos e Não Tributáveis&#8221;. Depois deve clicar em “Novo”, e selecionar “Tipo do Rendimento” . Use o &#8220;código 04&#8221;. Informar o beneficiário, no caso o titular do FGTS, o CNPJ deve ser o da Caixa Econômica Federal (00.360.305/0001-04) e apresentar o valor do saque.</p>
<p>Imóveis de propriedade de casais ou sócios pelo regime de separação total de bens devem ser declarados por todos os proprietários do bem, com cada um informando sua participação.</p>
<p>Se o casamento for em regime de comunhão total de bens ou parcial e o imóvel foi adquirido após o matrimônio, apenas um integrante do casal deve reportar o bem.</p>
<h2>Como declarar venda de imóvel</h2>
<p>O contribuinte que vendeu um imóvel em 2021 deve, antes de realizar sua declaração, preencher o Programa de Ganhos de Capital (GCap), disponível no <a href="https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/centrais-de-conteudo/download/pgd/gcap" target="_blank" rel="noopener">site da Receita Federal</a>.</p>
<p>Para importar os dados do GCap na declaração do Imposto de Renda, ele deve clicar no campo &#8220;Importações&#8221; e selecionar  &#8220;Ganhos de capital 2021&#8221; . A inclusão é automática.</p>
<p>Caso a venda se enquadre como isenta de Imposto de Renda, o valor será transferido – também de forma automática – para a ficha “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis”.</p>
<p>Além do preenchimento dos dados no GCap, o contribuinte também deve excluir o imóvel da sua ficha “Bens e Direitos”. No campo “Situação em 31/12/2020”, basta repetir o valor do imóvel que havia sido informado na declaração do ano anterior e deixar zerado o campo “Situação em 31/12/2021”.</p>
<p>No campo  “Discriminação”, informar os dados da venda do imóvel, incluindo o nome, CPF ou CNPJ do comprador e o valor pelo qual o imóvel foi vendido.</p>
<p>Se o contribuinte tinha apenas um imóvel e o valor da venda ficou abaixo de R$ 440 mil,  não há incidência do imposto mesmo que haja ganho de capital.</p>
<p>O ganho de capital com a venda do imóvel também é isento caso ele tenha sido adquirido até 1969.</p>
<p>Para imóveis adquiridos após essa data, existe um percentual progressivo de desconto. Ou seja, quanto mais antigo o imóvel, menor o imposto que o contribuinte irá pagar, de acordo com a alíquota de contribuição que varia de 15% a 22%.</p>
<p>No caso da venda de imóvel financiado, o contribuinte deve apurar se teve lucro na transação, considerando o total do valor já pago e o total recebido com a venda, e informar o ganho de capital no GCap.</p>
<p>Assim como no caso da venda de imóvel por duas ou mais pessoas, os valores de venda devem ser declarados de acordo com a participação de cada proprietário.</p>
<h2>Como declarar herança e doação de imóveis</h2>
<p>O recebimento de um imóvel em doação ou herança é isento de Imposto de Renda, mas pode estar sujeito a um tributo estadual chamado Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doações (ITCMD). Cada Estado adota diferentes alíquotas e faixas de isenção.</p>
<p>Quem recebeu um imóvel em 2021 deve informá-lo na ficha de &#8220;Bens e Direitos&#8221; como se o tivesse comprado à vista. É preciso informar a localização e valor do bem, o nome e o CPF do doador e convém informar também que o ITCMD foi pago.</p>
<p>O campo “Situação em 31/12/2020” deve ficar zerado e no campo “Situação em 31/12/2021” deve ser informado o valor do bem doado.</p>
<p>No campo &#8220;Rendimentos Isentos e Não Tributáveis&#8221; é necessário informar o valor do imóvel recebido com o &#8220;código 14 – Transferências patrimoniais – doações e heranças&#8221;. É preciso discriminar o número do CPF e nome completo do doador.</p>
<p>No caso de herança, é a mesma coisa: o bem herdado deve ser declarado na aba &#8220;Bens e Direitos&#8221;. A herança precisa ser declarada também na ficha &#8220;Rendimentos Isentos e Não Tributáveis com o código 14 – Transferências patrimoniais – doações e heranças&#8221;.</p>
<p>Se a declaração do bem herdado for feita por valor superior ao reportado na declaração do proprietário anterior será configurado um ganho de capital e incidirá a tributação nos casos em que ela se aplica.</p>
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		<item>
		<title>Assinatura de carro é tendência: como esse serviço funciona, e para qual tipo de motorista?</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/consumo/assinatura-de-carro-e-tendencia-como-esse-servico-funciona-e-para-qual-tipo-de-motorista</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Jan 2022 15:33:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[financiamento]]></category>
		<category><![CDATA[Movida (MOVI3)]]></category>
		<category><![CDATA[Veículos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os serviços de carro por assinatura são relativamente recentes no Brasil e ganharam força durante a pandemia da Covid-19. Locadoras, montadoras e seguradoras estão entre as prestadoras desse serviço, mas como ele funciona e para qual perfil de motorista ele serve? Em primeiro lugar, é importante saber como funciona: o usuário escolhe qual modelo quer [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os serviços de carro por assinatura são relativamente recentes no Brasil e ganharam força durante a pandemia da Covid-19. Locadoras, montadoras e seguradoras estão entre as prestadoras desse serviço, mas como ele funciona e para qual perfil de motorista ele serve?</p>
<p>Em primeiro lugar, é importante saber como funciona: o usuário escolhe qual modelo quer e faz um pagamento mensal para ter o veículo zero disponível. A mensalidade leva em conta qual será a quilometragem usada, que inclui custos de revisão, seguro, Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) e licenciamento. Os contratos, em geral, variam de 12 a 36 meses.</p>
<p>Além do pagamento desse valor mensal, o assinante só precisa bancar o custo da gasolina, multas e franquia do seguro &#8211;caso ocorra algum acidente no período da assinatura.</p>
<p>Ao final do contrato o carro é devolvido à empresa que faz a administração da assinatura e cabe ao assinante fazer um novo contrato e ter acesso a um novo veículo zero quilômetro.</p>
<h2>Mas vale a pena?</h2>
<p>Não há uma resposta única e vai variar caso a caso, mas em geral o veículo por assinatura compensa para aqueles motoristas que fazem questão de trocar de carro com frequência (em até dois anos) e que possuem um uso limitado do veículo (as mensalidades que consideram um uso até 1 mil quilômetros ou 1,5 mil ao mês são mais em conta).</p>
<p>&#8220;No carro por assinatura, o usuário ganha previsibilidade porque todos os gastos estão embutidos na mensalidade. Em geral, é uma opção atrativa para quem gosta sempre de estar com carro novo e acaba arcando com o custo da depreciação do carro&#8221;, explica Carlos Eduardo Freitas, educador financeiro do Banco Mercantil do Brasil.</p>
<p>Fernando Trujillo, analista do setor automotivo da empresa de pesquisa IHS Markit, lembra que um veículo de passeio tem uma depreciação de 20% a 25% nos dois primeiros anos de uso. Isso quer dizer que é necessário colocar todos os custos na ponta do lápis na hora de avaliar o que é mais vantajoso para o usuário: comprar ou assinar.</p>
<p>Na conta da compra, é preciso incluir o IPVA, seguro e manutenção. Também deve ser considerado o custo do dinheiro, ou seja, o quanto a pessoa vai deixar de ganhar se deixar os recursos do carro aplicado ou o quanto pagará de juros caso não tenha os recursos para comprar à vista.</p>
<p>&#8220;É um modelo de negócio interessante para quem faz a troca constante do carro. Já para quem troca só após cinco ou seis anos, aí a assinatura deixa de compensar&#8221;, diz.</p>
<h2>Compra x assinatura</h2>
<p>Para deixar claro o que deve ser levado em conta, vamos a um exemplo.</p>
<p>Um Ônix LT com câmbio manual, da Chevrolet, tem um preço de tabela de R$ 80.690. O proprietário desse veículo ainda irá arcar com o IPVA, que em São Paulo é de 4% do valor do automóvel (R$ 3.227,60), além do seguro (em torno de R$ 2.000), revisão (R$ 350 em média na primeira revisão) e gastos com documentação e emplacamento no primeiro ano.</p>
<p>Se o proprietário pretende trocar de carro em dois anos, para ter um outro veículo zero, é preciso considerar a depreciação que varia de acordo como modelo do veículo, mas costuma ficar entre 20% e 25%.</p>
<p>Além dos gastos com o veículo, é preciso considerar o custo do dinheiro. Para quem pode pagar à vista, o valor do veículo aplicado por um prazo de dois anos no Tesouro Selic permitiria um resgate líquido (já descontado o Imposto de Renda) de R$ 109.022,72.</p>
<p>Em dois anos, caso decida vender o carro, essa pessoa terá um gasto médio de R$ 2.317,73 ao mês considerando todas essas variáveis.</p>
<p>O mesmo carro, no serviço Movida Zero KM, pode ser encontrado por R$ 2.309,70 ao mês no plano de 24 meses e franquia de 1 mil quilômetros ao mês (há um custo de R$ 0,58 por quilômetro que exceder a franquia).</p>
<p>Ao comparar, temos praticamente um empate, e aí o motorista deve pesar se prefere ter uma maior comodidade ou é melhor atender o desejo de ter um bem próprio.</p>
<p>Já para quem não dispõe dos recursos à vista, a situação muda. A taxa média do financiamento de veículos está em 27,5% ao ano (o equivalente a 2,05% ao mês) e em geral é necessária uma entrada de ao menos 20%. Como os juros são superiores ao valor do dinheiro aplicado, o custo para ter um carro zero financiado sairá mais alto do que o serviço de assinatura &#8211; considerando o prazo de dois anos.</p>
<p>&#8220;Quem não tem capital para a compra ou troca de veículo com frequência, é mais vantajoso o carro por assinatura, mas precisa fazer a conta caso a caso&#8221;, diz Trujillo.</p>
<h2>Bom modelo para quem não pode dar entrada</h2>
<p>Além da Movida, Unidas (Livre), Porto Seguro (Carro Fácil), Localiza (Meoo) e Renault (Flua!) estão entre as empresas que trabalham com esse modelo de assinatura. No caso das montadoras que atuam nesse segmento, a ideia é aumentar a demanda por veículos zero quilômetros e, assim, a sua produção.</p>
<p>O professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV) Antônio Jorge Martins também recomenda fazer as contas de todos os custos antes de tomar a decisão e que no caso do carro por assinatura, entra também o benefício da comodidade.</p>
<p>&#8220;Na assinatura só há um custo envolvido que é o da mensalidade. Pode ser uma alternativa para quem quer ou precisa de um carro zero e não tem o dinheiro da entrada ou para comprar à vista&#8221;, disse.</p>
<p>No entanto, Freitas, do banco Mercantil, recomenda que a decisão de comprar um veículo ou fazer a assinatura passa por uma reflexão anterior, que é a da real necessidade de se ter um veículo para uso exclusivo, uma vez que o desembolso relevante em qualquer uma das alternativas.</p>
<p>&#8220;Antes o carro era um sonho. Era sinônimo de entrada na vida adulta e independência. Mas hoje há uma maior facilidade em se locomover em muitas cidades e esse gasto (de ter um carro) precisa ser bem avaliado&#8221;, indica.</p>
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		<item>
		<title>Você emprestaria dinheiro para um parente?</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/voce-emprestaria-dinheiro-para-um-parente</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2020 10:33:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Planejamento Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[emprestimo]]></category>
		<category><![CDATA[financiamento]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www2.minhaseconomias.com.br/?p=4080</guid>

					<description><![CDATA[<p>Responda rápido: Qual a maneira mais barata de se obter um empréstimo de dinheiro? Se a resposta for &#8220;Pedindo emprestado a um parente&#8221;, você provavelmente tem a mesma opinião da maioria das pessoas. Entretanto, esta pode não ser a resposta mais correta. É preciso analisar este assunto sob diferentes pontos de vista, ou mais precisamente sob [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Responda rápido: <strong>Qual a maneira mais barata de se obter um empréstimo de dinheiro?</strong> Se a resposta for &#8220;Pedindo emprestado a um parente&#8221;, você provavelmente tem a mesma opinião da maioria das pessoas.<span id="more-4080"></span></p>
<p>Entretanto, esta pode não ser a resposta mais correta. É preciso analisar este assunto sob diferentes pontos de vista, ou mais precisamente sob dois pontos de vista: o de quem empresta e o de quem toma emprestado.</p>
<p><strong>Para começar, vamos supor que você é quem está pedindo o dinheiro emprestado</strong>. Neste caso, as vantagens tendem a ser maiores que as desvantagens. A não ser que seu parente seja um legítimo representante do grupo dos &#8220;capitalistas sem coração nem escrúpulos&#8221;, a <strong>taxa de juros cobrada será menor </strong>(ou mesmo inexistente&#8230;) quando comparada com as do mercado financeiro. Além disso, você estará livre dos impostos como o IOF e das eventuais taxas de cadastramento e abertura de crédito, entre outras.</p>
<p><strong>Desvantagens</strong>? Bem, provavelmente será necessário dar uma “promovida” no seu parente, ou seja, se ele é seu primo, você terá que começar a chamá-lo de “irmão”. Se for uma tia, diga “você é como uma mãe para mim”. Se for o seu próprio pai quem está emprestando, “paizão” pode ser uma saída, apesar de pouco criativa&#8230;</p>
<p><a href="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2017/10/emprestar_parente_interior.png"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-22171" src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2017/10/emprestar_parente_interior.png" alt="emprestar_parente_interior" width="620" height="203" srcset="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2017/10/emprestar_parente_interior.png 620w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2017/10/emprestar_parente_interior-300x98.png 300w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2017/10/emprestar_parente_interior-80x26.png 80w" sizes="(max-width: 620px) 100vw, 620px" /></a></p>
<p>De qualquer maneira você terá que prometer ao seu parente a <strong>eterna gratidão</strong> &#8230; mesmo que esta eternidade dure o mesmo tempo da dívida. Há ainda a questão do relacionamento familiar. Caso você deixe de pagar a dívida no prazo combinado, a convivência familiar pode ser bastante prejudicada. Enquanto que se você der calote no banco, geralmente não é um grande problema se o seu gerente deixar de ser seu &#8220;amigo&#8221;</p>
<p><strong>Por outro lado, se você é quem está emprestando o dinheiro</strong>, a situação é mais delicada. Em primeiro lugar, certifique-se que você realmente está em <strong>condições de emprestar</strong>. Lembre-se que não basta ter um dinheiro sobrando, é preciso sempre ter uma reserva para imprevistos.</p>
<p>Em segundo lugar é preciso ter a consciência que sempre há o <strong>risco da inadimplência</strong>. Mesmo que você tenha a certeza que o seu parente é honesto e que ele não vai te dar o “calote”, pode ocorrer que ele simplesmente não consiga pagar devido a uma condição financeira pessoal ruim, e não por má fé.</p>
<p>Neste sentido, uma boa dica é fazer um <strong>“check-up” financeiro</strong> do seu parente. Ajude-o a analisar se o empréstimo é realmente necessário (devido a uma decisão de compra por impulso, por exemplo) e passe noções de Educação Financeira. Você pode inclusive condicionar o empréstimo a promessa de que um <a href="https://minhaseconomias.com.br/blog/educacao-financeira/como-controlar-planejar-suas-financas-de-forma-simples">plano de controle financeiro</a> seja seguido.</p>
<p><strong>Mas há pontos positivos. </strong>Você pode conseguir uma taxa de juros um pouco maior do que está recebendo em seu atual investimento. E também terá dado um passo a mais na conquista de um lugar no céu, além de até poder receber uma promoção no seu “grau de parentesco”! Mas não caia na tentação de fazer disso o seu “ganha-pão”, caso contrário será necessário analisar as implicações legais disso (ser acusado de &#8220;agiota&#8221;).</p>
<p>Há ainda muitos outros pontos a serem analisados, mas gostaríamos de finalizar dizendo que um importante fator neste tipo de transação é tentar fazê-lo da forma mais impessoal possível. Por exemplo, se o seu parente se recusar a emprestar o dinheiro, não o acuse de mesquinho. E por outro lado, não se sinta constrangido em dizer não a um pedido destes, principalmente se ele(a) apresenta um histórico de compras por impulso. Uma outra coisa que você pode analisar é verificar se o seu parente diminuiu o padrão de vida para se adequar à nova realidade financeira. Caso contrário, emprestar dinheiro não será de grande ajuda, apenas irá aumentar o tamanho do &#8220;buraco&#8221; no qual está se afundando.</p>
<p>Não é algo simples manter esta<strong> imparcialidade</strong>, pois estamos falando de um assunto que traz à tona uma forte dose emotiva. Mas não deixe que o dinheiro se torne mais importante que um bom relacionamento familiar. Afinal, esta é talvez uma das poucas coisas que levamos desta vida.</p>
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		<title>30 anos para financiar o imóvel: vale a pena?</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/30-anos-para-financiar-o-imovel-vale-a-pena</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Jul 2018 01:42:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Planejamento Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[aluguel]]></category>
		<category><![CDATA[Casa Própria]]></category>
		<category><![CDATA[emprestimos]]></category>
		<category><![CDATA[financiamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A grande vantagem é que esta decisão pode lhe proporcionar o usufruto de sua casa própria já (e provavelmente lhe livrará das despesas de aluguel) pagando uma mensalidade que caiba no seu bolso. Por outro lado, você deve saber que estará assumindo um compromisso de longo &#8230; muito longo prazo. Você consegue imaginar o que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A grande vantagem é que esta decisão pode lhe proporcionar o usufruto de sua casa própria já (e provavelmente lhe livrará das despesas de aluguel) pagando uma mensalidade que caiba no seu bolso. Por outro lado, você deve saber que estará assumindo um compromisso de longo &#8230; muito longo prazo. <span id="more-7295"></span></p>
<p>Você consegue imaginar o que estará fazendo ou como estará a sua vida em 30 anos? Bem, imaginar como será o futuro depois de tantos anos é um desafio até para os mais renomados futurólogos da nossa era.</p>
<p>&nbsp;</p>
<figure id="attachment_23550" aria-describedby="caption-attachment-23550" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2012/06/imovel_custosadicionais_interior.png"><img decoding="async" src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2012/06/imovel_custosadicionais_interior.png" alt="30 anos para financiar o imóvel: vale a pena?" width="620" height="203" class="size-full wp-image-23550" srcset="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2012/06/imovel_custosadicionais_interior.png 620w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2012/06/imovel_custosadicionais_interior-300x98.png 300w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2012/06/imovel_custosadicionais_interior-80x26.png 80w" sizes="(max-width: 620px) 100vw, 620px" /></a><figcaption id="caption-attachment-23550" class="wp-caption-text"><span style="font-size: 13px; font-style: italic;">30 anos para financiar o imóvel: vale a pena?</span></figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por isso, caso venha a adquirir um financiamento como este, é preciso estar ciente de todas as implicações deste compromisso. Para lhe ajudar, aqui vão 3 dicas que não devem nunca ser deixadas de lado:</p>
<p>&#8211; É imprescindível que você já tenha ou seja capaz de construir, no curto prazo,<strong> uma reserva para imprevistos</strong>. Isto lhe possibilitará continuar pagando as mensalidades mesmo que a sua renda mensal sofra alguma redução. Fazer um orçamento é uma excelente maneira de alcançar este objetivo.</p>
<p>&#8211; <strong>Compare e negocie os juros cobrados pelo financiamento</strong>. Pequenos percentuais podem significar enormes montantes de dinheiro em prazos muitos longos como esse.</p>
<p>&#8211; <strong>Não deixe de ler e entender cada linha do seu contrato!</strong> Por exemplo, analise qual será a multa por atrasos e o que pode acontecer em caso de inadimplência (o seu imóvel pode ser tomado de você?). Saiba também qual o índice para a correção das mensalidades (se houver) e qual será o tratamento em caso de adiantamento das parcelas.</p>
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		<title>Quanto REALMENTE custa o financiamento de um carro</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/quanto-realmente-custa-o-financiamento-de-um-carro</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Mar 2018 23:49:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Planejamento Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[carro novo]]></category>
		<category><![CDATA[emprestimo]]></category>
		<category><![CDATA[financiamento]]></category>
		<category><![CDATA[juros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com uma facilidade maior para se comprar um carro financiado (na verdade, isto vale para qualquer bem, não?) é cada vez mais comum as pessoas preferirem tomar um empréstimo e poder usufruir do bem de imediato ao invés de poupar dinheiro e comprar o bem à vista algum tempo depois. No entanto, esta escolha pode [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Com uma facilidade maior para se comprar um carro financiado (na verdade, isto vale para qualquer bem, não?) é cada vez mais comum as pessoas preferirem tomar um empréstimo e poder usufruir do bem de imediato ao invés de poupar dinheiro e comprar o bem à vista algum tempo depois. No entanto, esta escolha pode ter um impacto significativo no longo prazo. <span id="more-6725"></span></p>
<p>Muitas pessoas que compram o primeiro carro através de um financiamento tendem a trocar o carro também através de um financiamento. Após um período de 30 ou 50 anos (se você comprou seu primeiro carro aos 20 anos, é bem possível que aos 70 ainda esteja dirigindo), <strong>qual será o impacto financeiro desta escolha?</strong></p>
<p>Pois bem, nós do <strong><a href="https://minhaseconomias.com.br/">Minhas Economias</a></strong> resolvemos fazer algumas continhas para ilustrar esta questão. Fizemos as seguintes suposições:</p>
<ul>
<li> &#8211; Valor do carro e do financiamento: R$ 50.000</li>
<li> &#8211; Taxa de juros do financiamento: 1,8% ao mês, já incluindo IOF e outras taxas</li>
<li> &#8211; Número de parcelas mensais: 36</li>
<li> &#8211; Valor da parcela: R$ 1.899,19</li>
<li> &#8211; Taxa de retorno do investimento: 0,4% ao mês</li>
</ul>
<p>Para facilitar nossa simulação, consideramos que não há inflação, de modo que o valor do carro se mantém constante. Vamos considerar também que a pessoa que optou por poupar, esperar e comprar à vista,<strong> tenha investido exatamente o valor da parcela todo mês</strong>s. Sendo assim, quem sempre comprou financiado não terá dinheiro algum ao final dos 30 anos. E quem decidiu poupar e comprar à vista depois, quanto terá ao final deste período?</p>
<p>Como curiosidade, esta pessoa terá condições de comprar o primeiro carro em 26 meses e, o mais importante, <strong>terá R$ 443,1 mil em 30 anos  e R$ 1.410,8 mil em 50 anos!</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<figure id="attachment_22978" aria-describedby="caption-attachment-22978" style="width: 637px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2012/04/Img11-2018-03-28-17.24.jpg"><img decoding="async" src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2012/04/Img11-2018-03-28-17.24.jpg" alt="Impacto no longo prazo da escolha entre comprar financiado e comprar à vista" width="637" height="441" class="size-full wp-image-22978" /></a><figcaption id="caption-attachment-22978" class="wp-caption-text"><span style="font-size: 13px; font-style: italic;">Impacto no longo prazo da escolha entre comprar financiado e comprar à vista</span></figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Moral da história:</strong> Se você poupou dinheiro e comprou seus bens à vista quando as taxas de juros eram bastante altas, certamente fez um ótimo negócio e continua sendo. Se você sempre comprou financiado e continua fazendo assim, talvez valha a pena mudar este hábito&#8230;</p>
<p>Caso queira comentar este e outros textos, por favor, encaminhe uma mensagem para contato@minhaseconomias.com.br ou entre em <a title="Entre em Contato - Minhas Economias" href="https://minhaseconomias.com.br/contato" target="_blank" rel="noopener">contato pelo formulário do site</a>.</p>
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		<title>Dicas para contratar um empréstimo pessoal</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/dicas-para-economizar-na-hora-de-contratar-um-emprestimo</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Aug 2013 12:53:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Planejamento Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[cet]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas de Economia]]></category>
		<category><![CDATA[financiamento]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento Financeiro Pessoal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Que atire a primeira pedra aquele que nunca precisou tomar dinheiro emprestado. Bem, acredito que haverá muita gente que não precisará atirar esta pedra, mas o fato é que é sempre bom estar preparado para este tipo de situação. Vamos listar algumas dicas para que você, caso necessite, consiga “gastar menos” na hora de tomar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Que atire a primeira pedra aquele que nunca precisou tomar dinheiro emprestado. Bem, acredito que haverá muita gente que não precisará atirar esta pedra, mas o fato é que é sempre bom estar preparado para este tipo de situação.</p>
<p>Vamos listar algumas dicas para que você, caso necessite, consiga “gastar menos” na hora de tomar um empréstimo pessoal:</p>
<p><span id="more-9357"></span><strong>1 – Antes de contratar um empréstimo pessoal, organize suas finanças:</strong><br />
A maneira certa de contratar um empréstimo pessoal começa bem antes da contratação em si. É preciso colocar em dia o seu controle financeiro para que você saiba se o empréstimo vai gerar um descontrole no orçamento doméstico. A pergunta que deve ser respondida é: “Qual o valor que posso pagar mensalmente para honrar o empréstimo, sem que minhas contas fiquem no vermelho?”.<br />
Para isso é necessário conhecer o quanto você gasta e o quanto ganha, o que deve ser deixado como uma poupança mensal e então fazer a análise do que ainda pode ser comprometido com o empréstimo.</p>
<p><strong>2 – Fuja dos empréstimos “muito fáceis”:</strong><br />
Para quem emprestará o dinheiro para você, o maior risco é o da sua inadimplência. É por isso que existe toda aquela burocracia na hora de pedir um empréstimo pessoal, com cadastros enormes, muitas perguntas e uma análise de suas condições e histórico financeiro. Tudo isso para tentar diminuir o risco do “calote”.<br />
Por isso não se iluda, se esta burocracia é menor, como nos casos dos créditos “pré-aprovados”, haverá uma contrapartida: muito provavelmente os juros cobrados serão maiores.</p>
<p><strong>3 – Pesquise, pesquise pesquise</strong><br />
Lembre-se que comprar um produto financeiro (neste caso, o empréstimo pessoal) é como comprar um produto qualquer. É preciso conhecer muito bem as características do bem a ser adquirido e comparar os preços e condições em diversos lugares.<br />
Infelizmente isso é um ponto muito negligenciado: por comodidade, as pessoas acabam contratando o empréstimo na instituição financeira onde já tem conta, pois é mais fácil e rápido. Mas isso tem o seu preço.<br />
Outra dica é buscar instituições financeiras menores que geralmente oferecem juros melhores pelo fato de não possuírem uma rede de captação de dinheiro muito extensa.</p>
<p><strong>4 – Não analise somente os juros cobrados, analise o CET.</strong><br />
O CET (Custo Efetivo Total) consolida todos os custos relacionados ao empréstimo. Ele inclui os juros, as diversas taxas envolvidas e os tributos. Este é um indicador muito mais completo na hora de comparar diferentes opções de produtos financeiros.</p>
<p><strong>5- Não contrate o empréstimo!</strong><br />
Esta última dica é meio óbvia, mas temos que mencioná-la! O ideal mesmo é não contrair nenhuma dívida e pagar tudo à vista. Claro, há exceções (alguns casos de empréstimos de longo prazo ou quando o bem a ser a adquirido será usado profissionalmente, para gerar mais receita), mas a regra geral é: só adquira um bem ou serviço quando tiver todo o dinheiro no bolso! Assim você economiza com os juros e ainda pode pedir um desconto.</p>
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		<title>Você sabe o quanto paga de juros e IOF no cheque especial? Aprenda a calcular. (atualizado)</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/voce-sabe-o-quanto-paga-de-juros-e-impostos-no-cheque-especial-aprenda-a-calcular</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Apr 2013 12:00:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Planejamento Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[cheque especial]]></category>
		<category><![CDATA[Controle de Gastos]]></category>
		<category><![CDATA[Dívidas]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[financiamento]]></category>
		<category><![CDATA[iof]]></category>
		<category><![CDATA[juros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Financiamentos, investimentos, dívidas, cheque especial, aposentadoria &#8230; O que todas estes assuntos têm em comum? Texto revisado em 16/04/2013 &#8211; ajuste à nova alíquota de IOF de 23/mai/2012 A resposta ? JUROS. Para tomar uma decisão correta e consciente, precisamos entender com detalhes como é feito o cálculo de juros, caso contrário poderemos estar gastando [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Financiamentos, investimentos, dívidas, cheque especial, aposentadoria &#8230; O que todas estes assuntos têm em comum?<span id="more-1466"></span></p>
<p><span style="color: #999999;"><em>Texto revisado em 16/04/2013 &#8211; ajuste à nova alíquota de IOF de 23/mai/2012</em></span></p>
<p>A resposta ? <strong>JUROS.</strong> Para tomar uma decisão correta e consciente, precisamos entender com detalhes como é feito o cálculo de juros, caso contrário poderemos estar gastando mais do que imaginamos ! Ou ganhando menos do que poderíamos.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" title="Você sabe o quanto paga de juros e impostos no cheque especial? Aprenda a calcular." src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2009/07/calculadora.jpg" alt="Você sabe o quanto paga de juros e impostos no cheque especial? Aprenda a calcular." width="598" height="125" /></p>
<p>Como exemplo, vamos analisar o cálculo dos juros do cheque especial. Digamos que a sua conta-corrente tenha tido os seguintes saldos em um período de seis dias:</p>
<figure id="attachment_7903" aria-describedby="caption-attachment-7903" style="width: 278px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2011/07/2013-04-15-19.09.43.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-7903 " title="Tabela 1 - Saldos conta-corrente" src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2011/07/2013-04-15-19.09.43.jpg" alt="" width="278" height="174" srcset="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2011/07/2013-04-15-19.09.43.jpg 278w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2011/07/2013-04-15-19.09.43-80x50.jpg 80w" sizes="(max-width: 278px) 100vw, 278px" /></a><figcaption id="caption-attachment-7903" class="wp-caption-text">Tabela 1 - Saldos conta-corrente</figcaption></figure>
<p>Supondo que o seu banco tenha juros de 9,0% ao mês no cheque especial (ou 0,3% ao dia = 9,0% / 30), temos os seguintes montantes a serem pagos:</p>
<figure id="attachment_7904" aria-describedby="caption-attachment-7904" style="width: 405px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2011/07/2013-04-15-19.13.51.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-7904" title="Tabela 2 - Cálculo de juros do cheque especial" src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2011/07/2013-04-15-19.13.51.jpg" alt="" width="405" height="198" srcset="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2011/07/2013-04-15-19.13.51.jpg 405w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2011/07/2013-04-15-19.13.51-300x146.jpg 300w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2011/07/2013-04-15-19.13.51-80x39.jpg 80w" sizes="(max-width: 405px) 100vw, 405px" /></a><figcaption id="caption-attachment-7904" class="wp-caption-text">Tabela 2 - Cálculo de juros do cheque especial</figcaption></figure>
<p>Portanto, vê-se que o gasto total com juros é de R$ 27,00. Mas &#8230;.</p>
<p>Infelizmente, esse não é o único valor que será debitado de sua conta-corrente. <strong>Há também o IOF</strong>. São duas alíquotas:</p>
<p>&#8211; uma de 0,0041% ao dia (até 22 de maio de 2012, a alíquota anterior era de 0,0082% ao dia), cobrada sobre cada saldo diário devedor;</p>
<p>&#8211; e outra de 0,38%, que incide sobre os incrementos de saldo devedor.</p>
<figure id="attachment_7905" aria-describedby="caption-attachment-7905" style="width: 505px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2011/07/2013-04-15-19.14.02.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-7905" title="Tabela 3 - Cálculo IOF cheque especial" src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2011/07/2013-04-15-19.14.02.jpg" alt="" width="505" height="221" srcset="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2011/07/2013-04-15-19.14.02.jpg 505w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2011/07/2013-04-15-19.14.02-300x131.jpg 300w, https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2011/07/2013-04-15-19.14.02-80x35.jpg 80w" sizes="(max-width: 505px) 100vw, 505px" /></a><figcaption id="caption-attachment-7905" class="wp-caption-text">Tabela 3 - Cálculo IOF cheque especial</figcaption></figure>
<p>Agora, repare que a alíquota de 0,38% somente incide sobre os acréscimos no saldo devedor. Assim, nos dias 3, 4 e 5 as duas alíquotas de IOF incidem sobre valores diferentes. Olhando a tabela acima, verificamos que a despesa <strong>total de IOF é de R$ 15,56</strong>, o que já é um grande acréscimo no valor que você terá que pagar !</p>
<p>O curioso deste caso é que, o cliente ao diminuir o saldo devedor no dia 4 ( de -3.000 para -2.000) e depois voltar a aumentar no dia 5 ( de -2.000 para -3.000), gerou um aumento no valor do IOF a ser pago.</p>
<p><strong>Caso tivesse mantido o saldo devedor em -3.000 no dia 4</strong>, a despesa referente a esta data seria de R$ 9,00 (3.000 x 0,3% = 9,00) de juros e R$ 0,12 (3.000 x 0,0041% + 0 x 0,38% = 0,12) de IOF e para o dia 5, a despesa seria também de R$ 9,00 de juros e apenas R$ 0,12 (3.000 x 0,0041% + 0 x 0,38% = 0,12) de IOF, pois não teria havido o incremento de R$ 1.000 no saldo devedor.</p>
<p>Assim:<br />
&#8211; <strong>ao reduzir o saldo devedor</strong> no dia 4, o cliente teve uma despesa total para os dias 4 e 5 de <strong>R$ 19,00 </strong>(R$ 15,00 de juros + R$ 4,00 de IOF)<strong>.</strong><br />
&#8211; <strong>caso tivesse mantido o saldo constante</strong> em R$ -3.000 no dia 4, a despesa total para os dias 4 e 5 teria sido menor: <strong>R$ 18,24 !</strong> (R$ 18,00 de juros + R$ 0,24 de IOF)</p>
<p>Como última observação, o débito referente aos juros do cheque especial e do IOF normalmente é realizado no primeiro dia útil do mês seguinte.</p>
<p><em>Se você ficou com alguma dúvida, ou se tem algum caso de cálculo de juros que gostaria de ser analisado por nossos especialistas, escreva para a gente ! Envie um e-mail para<br />
contato@minhaseconomias.com.br ou deixe sua mensagem </em><a href="https://minhaseconomias.com.br/contato.do" target="_blank" rel="noopener"><em>AQUI</em></a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Parcelamento no cartão em até 48 vezes: vale a pena?</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/consumo/parcelamento-no-cartao-em-ate-48-vezes-vale-a-pena</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Jun 2012 01:38:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Cartão de Crédito]]></category>
		<category><![CDATA[Dívidas]]></category>
		<category><![CDATA[financiamento]]></category>
		<category><![CDATA[parcelamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Notícias recentes anunciam que já é possível parcelar as compras diretamente no cartão de crédito. Antigamente já era possível realizar o parcelamento do pagamento da fatura. Mas a novidade agora é que o número de parcelas é muito maior (até 48 vezes, em alguns casos) e as taxas cobradas estão um pouco mais baixas (de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Notícias recentes anunciam que já é possível parcelar as compras diretamente no cartão de crédito.</p>
<p>Antigamente já era possível realizar o parcelamento do pagamento da fatura. Mas a <strong>novidade agora é que o número de parcelas é muito maior (até 48 vezes, em alguns casos)</strong> e as taxas cobradas estão um pouco mais baixas (de 0,9% até 1,9% ao mês, aproximadamente).</p>
<p><span id="more-7234"></span>As grandes vantagens deste financiamento direto no cartão são sua<strong> facilidade e comodidade</strong>. Afinal, não é necessário fazer cadastro, levar documentos originais e cópias ou ler e assinar longos contratos.</p>
<p><strong>Mas vale mesmo a pena fazer este parcelamento?</strong></p>
<p>O ideal mesmo seria pagar à vista e negociar um desconto. Mas se isto não for possível, pelo mesmo leve em consideração estas duas importantes dicas abaixo:</p>
<p><strong>1) Não compre antes de comparar as taxas de juros cobradas</strong> com as outras formas de financiamento (crédito consignado ou financiamento pessoal, por exemplo). Dá mais trabalho, mas pode te economizar um belo dinheiro!</p>
<p><strong>2) Sempre analise se você conseguirá pagar as parcelas</strong>. E não se esqueça de levar em conta que imprevistos acontecem: o que acontecerá se você por acaso perder o emprego?</p>
<p>Boas compras!</p>
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		<title>Vida Real: &#8220;Sem Dívidas, mas sem Casa&#8221;</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/vida-real-sem-dividas-mas-sem-casa</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Apr 2012 02:56:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Planejamento Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Casa Própria]]></category>
		<category><![CDATA[Dívidas]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[financiamento]]></category>
		<category><![CDATA[imóvel]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pergunta: Eu não tenho dividas, mas não tenho uma casa. Gostaria de ser orientada para chegar lá o mais rápido possível aproveitando melhor meu salário. Resposta: A compra de uma casa é sempre uma decisão difícil. Como o valor costuma ser bastante elevado, em geral, as pessoas a adquirem através de um financiamento bancário de longo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Pergunta: </em></strong>Eu não tenho dividas, mas não tenho uma casa. Gostaria de ser orientada para chegar lá o mais rápido possível aproveitando melhor meu salário.<span id="more-6706"></span></p>
<p><em><strong>Resposta:</strong></em></p>
<div>
<p>A compra de uma casa é sempre uma decisão difícil. Como o valor costuma ser bastante elevado, em geral, as pessoas a adquirem através de um financiamento bancário de longo prazo (de 10 a 30 anos). O problema aqui é que a pessoa passa a ter uma <strong>dívida elevada por muito tempo</strong>.</p>
<p>Além disto, a compra do imóvel envolve também <strong>outros gastos &#8220;pesados&#8221;</strong> como reforma, compra de móveis, taxas de cartório etc. Já na venda, há gastos com o imposto de renda e a comissão de corretagem. Sendo assim, vale a pena comprar uma casa para morar nela por bastante tempo. Se for comprar para mudar logo em seguida, pode-se perder bastante dinheiro com estes gastos mencionados.</p>
<p>Outro ponto importante é avaliar o <strong>potencial de valorização ou desvalorização do imóvel</strong> em sua decisão. Se sua percepção é que o imóvel pretendido pode vir a valorizar muito nos próximos meses/anos, talvez seja interessante financiar sua compra. Se sua percepção é que o preço não será muito maior no futuro, provavelmente a melhor decisão seja juntar mais dinheiro para que não precise tomar muito dinheiro emprestado.</p>
<p>Outro ponto relevante está relacionado a <strong>como você enxerga o seu futuro</strong>. Se você não está em um relacionamento estável (ou não se vê no futuro com o atual parceiro) ou pretende morar em outra vizinhança, até mesmo em outra cidade ou país, o melhor é juntar dinheiro e comprar uma casa quando estiver plenamente estabelecida em um local. Lembre-se que ter dinheiro &#8220;na mão&#8221; facilita sua mobilidade e lhe permite tomar melhores decisões.</p>
<p><em>Vale lembrar que ao financiar um imóvel por 30 anos à taxa de juros atual, ao final do período você terá pago só de juros, taxas e seguro o equivalente a duas vezes o valor financiado.</em></p>
</div>
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		<title>É melhor acertar o cartão antes de financiar um carro</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/e-melhor-acertar-o-cartao-antes-de-financiar-um-carro</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2011 02:28:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Planejamento Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Cartão de Crédito]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[financiamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pergunta:Estou com dúvida sobre a compra de um automóvel. Na verdade, preciso adquirir um meio de transporte e não sei qual a melhor opção: se um carro zero ou um usado. Ganho R$ 2 mil por mês, mas recebo, líquido, R$ 1.700. Tenho umas dívidas com cartão que somam R$ 800, além de umas continhas [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/e-melhor-acertar-o-cartao-antes-de-financiar-um-carro">É melhor acertar o cartão antes de financiar um carro</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br">Minhas Economias</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Pergunta:</strong><em>Estou com dúvida sobre a compra de um automóvel. Na verdade, preciso adquirir um meio de transporte e não sei qual a melhor<span id="more-4902"></span> opção: se um carro zero ou um usado. Ganho R$ 2 mil por mês, mas recebo, líquido, R$ 1.700. Tenho umas dívidas com cartão que somam R$ 800, além de umas continhas extras. Estou avaliando se é melhor uma prestação de R$ 700 ou de R$ 900. Não tenho dinheiro de reserva para dar de entrada.</em></p>
<p><strong>Resposta:</strong></p>
<p>Em primeiro lugar, é preciso quitar sua dívida do cartão o mais rapidamente possível, pois os juros cobrados estão entre os mais altos do mercado.</p>
<p>Assim, antes de começar a pensar em comprar um carro (ou qualquer outro bem), faça um esforço extra de corte de gastos e utilize esta economia para pagar de vez o cartão e qualquer outra dívida que tenha. Feito isto, aí sim, passe a pensar na questão do automóvel.A propósito, quando compra um carro, você também adquire novas despesas, como seguro, IPVA, combustível, manutenção, etc. É como se fosse uma segunda família!</p>
<p>Então, recomendo basicamente o seguinte: adie, ao máximo, esta compra, junte dinheiro para dar uma boa entrada e fugir dos juros do parcelamento (o ideal mesmo seria pagar à vista e ainda negociar um desconto!); e faça um orçamento para analisar o quanto você realmente pode assumir de despesas mensais com o carro (incluindo não só as prestações, mas todos os custos extras descritos acima).</p>
<p>Se, depois de tudo isso, seu orçamento permitir a compra tanto de um carro usado como de um zero, leve em conta que um veículo novo desvaloriza mais nos primeiros anos e tem custos de seguro e IPVA mais altos. Por outro lado, automóvel usado pode exigir maiores despesas de manutenção. Pese bem estes fatores, e boas compras!</p>
<p>_______________________________________________________________________________________________________________________________________________</p>
<p><em>O texto acima foi originalmente publicado no jornal <a href="https://minhaseconomias.com.br/blog/vidareal/divida-de-aluguel-caduca" target="_blank" rel="noopener">Extra</a>, na coluna do Dr. Bufunfa, com o apoio do MinhasEconomias.</em></p>
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