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	<title>endividamento &#8211; Minhas Economias</title>
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	<description>Minhas Economias é um gerenciador financeiro completo, online, seguro e gratuito. Organize suas contas, gerencie seu orçamento e faça seus objetivos acontecerem.</description>
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	<title>endividamento &#8211; Minhas Economias</title>
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		<title>Mutirão &#8220;limpa nome&#8221; vai até o dia 31 de março; veja como renegociar sua dívida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Equipe Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Mar 2023 19:42:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Suas dívidas]]></category>
		<category><![CDATA[Bancos]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<category><![CDATA[Dívidas]]></category>
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		<category><![CDATA[Febraban]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para quem tem dívidas em atraso, tem início nesta quarta-feira (dia 1º) e vai até o dia 31 de março mais uma edição do mutirão &#8220;limpa nome&#8221;, que é feito pela Febraban (Federação Brasileira dos Bancos) em parceria com o Banco Central (BC) e os órgãos de proteção de crédito. Fazem parte desse mutirão as [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Para quem tem dívidas em atraso, tem início nesta quarta-feira (dia 1º) e vai até o dia 31 de março mais uma edição do mutirão &#8220;limpa nome&#8221;, que é feito pela Febraban (Federação Brasileira dos Bancos) em parceria com o Banco Central (BC) e os órgãos de proteção de crédito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fazem parte desse mutirão as dívidas contraídas com bancos ou financeiras: cartão de crédito, cheque especial, empréstimos e financiamentos garantidos, como os de veículos e imóveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O interessado em fazer a renegociação pode procurar a própria instituição financeira ou ir a um Procon. Outra opção é acessar o portal <a href="https://www.consumidor.gov.br/" target="_blank" rel="noopener">consumidor.gov.br</a> e checar as ofertas disponíveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cada instituição tem sua política própria de desconto sobre o valor da dívida e parcelamento do débito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No último mutirão, realizado em novembro de 2022, foram 2,325 milhões de contratos renegociados, segundo dados da Febraban.</p>
<h2>Planejamento para sair da dívida</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O diretor de relações com o consumidor da Febraban, Amaury Oliva, explica que no momento de fechar o acordo, o consumidor deve se atentar ao valor da parcela e ter certeza que conseguirá honrá-la, evitando novas inadimplências.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Não adianta negociar uma parcela que seja alta e que não caiba no orçamento. A organização financeira é fundamental tanto para que o consumidor consiga sair das dívidas, quanto para planejar as coisas que deseja realizar assim que seu nome sair da lista de inadimplentes”, afirmou, em nota.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Febraban recomenda alguns passos antes de fechar o acordo. O primeiro deles é saber qual o valor da dívida e depois definir o valor máximo que se pode gastar ao mês com o pagamento desses débitos em atraso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para os consumidores que possuem mais de um débito em atraso, a sugestão é priorizar o pagamento dos vinculados a serviços essenciais, como água e luz, e créditos com garantia, como financiamento de veículo ou do imóvel.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dívidas consideradas caras, como o cheque especial e cartão, devem ser quitadas antes do que o consignado ou crédito pessoal, que possuem juros menores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O endividado deve ainda negociar com o seu credor. Ao acessar as ofertas disponíveis, ele pode, e deve, fazer uma contraproposta, que pode ser um valor menor para quitação à vista ou um maior parcelamento.</p>
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		<title>Inadimplente deve em média R$ 3,7 mil e tem dívidas com duas empresas</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/inadimplente-deve-em-media-r-37-mil-e-tem-dividas-com-duas-empresas</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Oct 2022 19:02:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Planejamento Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Dívidas]]></category>
		<category><![CDATA[endividamento]]></category>
		<category><![CDATA[inadimplência]]></category>
		<category><![CDATA[Inadimplente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A dívida média do inadimplente brasileiro é de R$ 3.688,96, valor que considera todas as contas em atraso do consumidor. Também em média, esse indivíduo que está negativado deve para duas empresas (bancos, concessionárias de água ou luz, lojas). Os dados são da CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) e do SPC (Serviço de Proteção [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A dívida média do inadimplente brasileiro é de R$ 3.688,96, valor que considera todas as contas em atraso do consumidor. Também em média, esse indivíduo que está negativado deve para duas empresas (bancos, concessionárias de água ou luz, lojas). Os dados são da CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) e do SPC (Serviço de Proteção ao Crédito). </p>
<p>Um consumidor fica “negativado” quando deixa de pagar um conta e o seu nome vai parar nos cadastros de restrição de crédito, como os do SPC e Serasa. Popularmente, é a pessoa que está com o “nome sujo”. </p>
<p>No perfil traçado pela CNDL, a maior parte dos negativados (48,9%) tem dívidas de até R$ 1 mil. Os que devem valores maiores, acima de R$ 7,5 mil, representam 12,2% do total.  </p>
<p>A maior parte dessas dívidas está concentrada nos bancos (61,2%). Na sequência aparecem as dívidas com varejistas (12,9%), concessionárias e de água e luz (10,5%) e serviços de comunicação (8,4%). O restante está pulverizado em outros tipos de dívida, com serviços educacionais, condomínio. </p>
<p>A maior parte das dívidas está na faixa de atraso entre 91 e 365 dias, representando 35,2% do total das contas em atraso. Já em relação à faixa etária, o maior número de devedores (24%) tem entre 30 a 39 anos. </p>
<h2>Escalada</h2>
<p>O SPC Brasil contava, em setembro, com 64,25 milhões de pessoas no cadastro de restrição de crédito, o número representa um avanço de 11,2% na comparação com o mês anterior e de 21,9% em relação a igual mês de 2021. O número é recorde. </p>
<p>Apesar da piora, a especialista em finanças da CNDL, Merula Borges, espera que o pagamento do décimo terceiro salário e a entrada em vigor da bandeira verde nas contas de energia melhorem a condição de pagamento dos consumidores. </p>
<p>“É importante o consumidor priorizar o pagamento das dívidas e não cair nas tentações das compras de final de ano”, disse, em nota, Borges.</p>
<p>Em outra empresa que possui cadastro negativo de consumidores, a Serasa, o número de negativados chega a 67,9 milhões.</p>
<p>Os números são diferentes porque uma empresa pode optar por fazer o aviso de registro de atraso a apenas um cadastro. Da mesma forma, é possível que a mesma dívida esteja no cadastro das duas empresas. </p>
<p>Após o pagamento da dívida, a empresa credora (banco, varejista, concessionária de serviço público) tem um prazo de cinco dias úteis para retirar o nome do consumidor desses bancos de dados. Essa retirada deve ser feita mesmo quando o consumidor pagou apenas a primeira parcela de um acordo – mas o nome dele voltará ao cadastro se atrasar esse acordo. </p>
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		<title>No limite: 40% dos trabalhadores chegam ao fim do mês sem dinheiro</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/limite-40-dos-trabalhadores-chegam-ao-fim-mes-sem-dinheiro</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Oct 2022 13:55:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Planejamento Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[endividamento]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças pessoais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O trabalhador brasileiro não está conseguindo fazer com que o salário chegue até o fim do mês ou está sem condições de lidar com despesas imprevistas. É o que mostra pesquisa da Allya, plataforma de gestão de benefícios utilizadas em recursos humanos, que revela que 35% dos assalariados estão com suas finanças pessoais no limite [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O trabalhador brasileiro não está conseguindo fazer com que o salário chegue até o fim do mês ou está sem condições de lidar com despesas imprevistas. É o que mostra pesquisa da Allya, plataforma de gestão de benefícios utilizadas em recursos humanos, que revela que 35% dos assalariados estão com suas finanças pessoais no limite e 40% não têm dinheiro sobrando ao fim do mês.</p>
<p>Estar no limite significa que, caso ocorra algum imprevisto, não vão conseguir lidar com essa despesa extra. E a falta de dinheiro no encerramento do mês é um indicativo que o salário está sendo suficiente apenas para sobreviver.</p>
<p>A pesquisa ouviu 1,2 mil trabalhadores de 164 empresas e avaliou itens como controle das finanças pessoais, capacidade de absorver uma despesa inesperada, objetivos e possibilidade de fazer escolhas que permitam curtir a vida.</p>
<p>O levantamento tenta medir o bem-estar financeiro do entrevistado, que é uma pontuação que varia de zero a 100. O resultado médio ficou em 52,25 pontos.</p>
<h2>Impacto na produtividade</h2>
<p>A pesquisa mostra ainda que 40% dos respondentes não sentem que estão com o futuro financeiro garantido.</p>
<p>Na avaliação de Gustavo Antonelli, co-fundador da Allya, essa condição pode afetar o desempenho dos profissionais e, por isso, as empresas devem estar atentas.</p>
<p>“Esta informação não pode ser interpretada como um problema particular dos indivíduos, pois afeta o bom desempenho dos profissionais, gerando custos para as empresas. Portanto, é dever dos RHs cuidar do bem-estar financeiro dos funcionários”, explicou, em nota.</p>
<p>A pesquisa sobre endividamento das famílias da CNC (Confederação Nacional do Comércio) corrobora com a situação retratada na pesquisa, que mostra que 79% das famílias estão endividadas, o que indica baixo bem-estar financeiro.</p>
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		<title>Consignado para beneficiário do Auxílio Brasil terá juro de até 3,5% ao mês</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/suas-dividas/consignado-para-beneficiario-auxilio-brasil-tera-juro-de-ate-35-ao-mes</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Sep 2022 16:16:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Suas dívidas]]></category>
		<category><![CDATA[Auxílio Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Consignado]]></category>
		<category><![CDATA[endividamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O governo federal publicou as regras para os empréstimos consignados dos beneficiários do Auxílio Brasil (antigo Bolsa Família), conforme portaria publicada nesta terça-feira no &#8220;Diário Oficial da União&#8221;. O juro máximo para a operação será de 3,5% ao ano e prazo de pagamento é de até 24 meses. O consignado é aquele crédito concedido pelas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal publicou as regras para os empréstimos consignados dos beneficiários do Auxílio Brasil (antigo Bolsa Família), conforme portaria publicada nesta terça-feira no &#8220;Diário Oficial da União&#8221;. O juro máximo para a operação será de 3,5% ao ano e prazo de pagamento é de até 24 meses. </p>
<p>O consignado é aquele crédito concedido pelas instituições financeiras com desconto automático das parcelas em folhas de pagamento de salários ou benefícios sociais. </p>
<p>A taxa máxima desse consignado, de 3,5% ao mês, é superior à taxa média de 1,85% ao mês praticada pelos demais tipos de consignado (beneficiários do INSS, servidores públicos e funcionários da iniciativa privada). </p>
<p>No caso do Auxílio Brasil, os beneficiários poderão fazer empréstimos de até 40% do valor permanente do benefício, que é de R$ 400 &#8211; o Auxílio Brasil atualmente é de R$ 600, mas o adicional de R$ 200 tem previsão para ser pago apenas até dezembro. </p>
<p>“A portaria estabelece o limite de juros de 3,5% ao mês. Esse teto pode ser ainda menor, dependendo da negociação da instituição financeira com o tomador do empréstimo”, informou, em nota, o Ministério da Cidadania.</p>
<p>Ao justificar a necessidade desse tipo de crédito, o ministério informou que ele possibilitará às famílias a reorganização do orçamento doméstico, com a troca de operações com juros mais elevados pelo consignado. </p>
<p>O consignado para os beneficiários do auxílio está previsto na Lei 14.431, de 3 de agosto, mas o decreto que regulamenta a concessão só foi publicado nesta terça-feira. </p>
<p>Atualmente, mais de 20 milhões de famílias recebem o auxílio. </p>
<h2>Riscos</h2>
<p>Se por algum motivo o auxílio for suspenso, o tomador do crédito continuará com a dívida até que todas as parcelas sejam quitadas. </p>
<p>Segundo César Bergo, professor de mercado financeiro da Universidade de Brasília (UnB), o tomador desse crédito deve tomar alguns cuidados para evitar cair em fraudes ou mesmo entrar em uma dívida sem condições de pagá-la. </p>
<p>“De repente a pessoa assume uma dívida, e o que ela recebe para poder se manter, que já é pouco, fica ainda menor. Porque o objetivo maior dessa ajuda é [beneficiar as] pessoas que, muitas vezes, estão totalmente fora do mercado de trabalho e não têm outra renda”, disse.</p>
<p>Para acessar esse crédito, os interessados terão que preencher um questionário sobre educação financeira. </p>
<p>São sete perguntas ao todo. Entre elas, o questionamento se o beneficiário fez as contas para ver se conseguirá arcar com as parcelas e o aviso de que se o benefício for cancelado, o empréstimo continuará ativo.</p>
<p>Com informações da Agência Brasil</p>
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		<item>
		<title>Percentual de famílias com dívidas a vencer atinge recorde de 78% em julho</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/suas-dividas/percentual-de-familias-com-dividas-a-vencer-atinge-recorde-de-78-em-julho</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Equipe Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Aug 2022 16:25:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Suas dívidas]]></category>
		<category><![CDATA[Cartão de Crédito]]></category>
		<category><![CDATA[endividamento]]></category>
		<category><![CDATA[inadimplência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Endividamento cresceu tanto nas famílias na faixa de renda acima quanto abaixo de dez salários mínimos mensais</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O percentual de famílias com dívidas a vencer cresceu 0,7 ponto percentual em julho, atingindo a marca recorde de 78% dos lares brasileiros. O aumento em relação a julho de 2021 foi de 6,6 pontos percentuais. Os dados são da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgada hoje (8) pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).</p>
<p>O total de famílias com dívidas ou contas em atraso ficou em 29% em julho, ante 28,5% em junho deste ano e 25,6% em julho de 2021. Desses, 10,7% disseram não ter como pagar os compromissos assumidos, proporção 0,1 ponto percentual maior do que no mês anterior e 0,2 ponto percentual menor do que no mesmo período do ano anterior.</p>
<p>O aumento do endividamento foi de 0,5 ponto percentual entre as mulheres e de 1 ponto percentual entre os homens, ficando em 80,6% e 77,5% respectivamente. Entre as mulheres, a pesquisa aponta desaceleração no endividamento nos últimos meses, mas o incremento na comparação anual foi de 8,3 pontos percentuais, enquanto entre os homens subiu 6,3 pontos percentuais.</p>
<p>Por faixa de renda, a Peic aponta que as famílias na faixa acima de dez salários mínimos mensais contraíram mais 0,8 ponto percentual de dívidas em julho, chegando a 75% com dívidas. Na faixa com renda abaixo de dez salários mínimos, o endividamento cresceu 0,6 ponto percentual, atingindo 78,8%. Nas duas faixas, a taxa é recorde.</p>
<h2>Modalidades de endividamento</h2>
<p>Por modalidade de endividamento, a Peic mostra queda de 1,2 ponto percentual no número de famílias que devem no cartão de crédito, a terceira seguida. Entre os que têm dívidas, 85,4% possuem dívidas no cartão de crédito. Em abril, a proporção havia chegado a 88,8%.</p>
<p>Na avaliação da CNC, a queda no cartão de crédito ocorreu pela busca por opções mais baratas de juros.</p>
<p>“Esse movimento de queda da proporção de endividados no cartão de crédito mostra que as famílias têm buscado alternativas de crédito mais baratas no contexto de juros elevados. Com isso, carnês de lojas e crédito pessoal foram as modalidades que avançaram no endividamento, neste início de semestre, representando 18,8% e 9,2% do total de famílias com dívidas, respectivamente”, diz a nota da confederação.</p>
<h2>Inadimplência</h2>
<p>O número de famílias com contas ou dívidas em atraso subiu 0,5 ponto percentual em julho, para 29%. A proporção é 3,4 pontos percentuais maior do que o apurado em julho de 2021. Já a proporção daquelas que não terão condições de saldar seus débitos ficou em 10,7%, percentual que se manteve praticamente estável no último ano.</p>
<p>“A alta dos indicadores de inadimplência, após moderação e queda entre abril, maio e junho, indica que as medidas extraordinárias de suporte à renda, como os saques extras do FGTS e a antecipação do 13º salário aos beneficiários do INSS, aparentemente tiveram efeito restrito ao segundo trimestre no pagamento de contas e/ou dívidas já atrasadas”, avalia a CNC.</p>
<p>De acordo com a confederação, o mercado de trabalho está absorvendo trabalhadores com menor nível de escolaridade e de maneira informal, o que aumenta a incerteza na gestão das finanças pessoais. Além disso, segundo a CNC, a inflação elevada achata os rendimentos e dificulta a organização do orçamento familiar.</p>
<p>Os dados da Peic são coletados em todas as capitais e no Distrito Federal, com cerca de 18 mil consumidores. Os principais tipos de dívida levantados são cartão de crédito, cheque especial, cheque pré-datado, crédito consignado, crédito pessoal, carnês, financiamento de carro e financiamento de casa.</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Dia dos Namorados: Valor médio do presente deve ficar em R$ 196 e data pode movimentar R$ 18 bilhões</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/consumo/dia-dos-namorados-valor-medio-do-presente-deve-ficar-em-r-196-e-data-pode-movimentar-r-18-bilhoes</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 May 2022 15:38:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Dia dos Namorados]]></category>
		<category><![CDATA[endividamento]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças pessoais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Dia dos Namorados está chegando e a data tem potencial para movimentar R$ 18 bilhões, uma vez que os consumidores esperam gastar, em média, R$ 196 com o presente para o parceiro ou parceira, segundo pesquisa da CNDL (Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas) e Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil). A pesquisa apontou [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Dia dos Namorados está chegando e a data tem potencial para movimentar R$ 18 bilhões, uma vez que os consumidores esperam gastar, em média, R$ 196 com o presente para o parceiro ou parceira, segundo pesquisa da CNDL (Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas) e Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil).</p>
<p>A pesquisa apontou que 57% pretendem comprar presentes nessa data, o que levaria 92,1 milhões de pessoas às compras.</p>
<p>O valor do gasto médio está em linha com o levantamento realizado no ano passado, mas com os consuidores identificando a elevação dos preços em 2021 e 2022.</p>
<p>Embora não tenha ocorrido um aumento no valor dos presentes, mais de um terço (35%) dos pesquisados admitiu que irá gastar mais do que deveria, justificando que o parceiro ou parceira merece ou que querem agradar, mesmo que tenham que fazer dívidas para isso.</p>
<p>A maior parte dos pagamentos será feita à vista (68,2%), mas nesse total é considerado quem vai pagar com cartão de crédito em parcela única.</p>
<p>Em caso de atraso, os juros que incidem na fatura são um dos mais elevados do mercado. Segundo o Banco Central (BC), em fevereiro (último dado disponível), a taxa média de juros do cartão de crédito era de 200% ao ano, o equivalente a 9,58% ao mês.</p>
<p>Já as compras parceladas irão responder por 30% do total e o parcelamento em três vezes deve ser o mais utilizado.</p>
<p>O endividamento do brasileiro está em patamar recorde e o cartão de crédito é um dos principais vilões.</p>
<h2>Controle financeiro</h2>
<p>Segundo o BC, esse endividamento terminou 2021 em 52,6%, uma alta de 8,7 pontos percentuais em 12 meses. Isso significa dizer que as dívidas representam 52,6% da renda acumulada em 12 meses.</p>
<p>A inflação e os juros em alta contribuem para que esse endividamento continue em alta, por isso, o cuidado com compras parceladas deve ser redobrado, assim como o uso do cartão de crédito, que possui taxas elevadas.</p>
<p>Mesmo em um cenário de endividamento já elevado, a pesquisa da CNDL apontou que 8% dos que vão presentear deixarão de pagar alguma conta e usar o dinheiro para comprar o presente do Dia dos Namorados.</p>
<p>Ainda de acordo com o levantamento, 26% dos que vão presentear na data possuem contas com pagamento em atraso, sendo que 66% estão com o “nome sujo”, ou seja, nos cadastros de restrição de crédito.</p>
<h2>Principais presentes</h2>
<p>A pesquisa mostra ainda que os principais presentes serão roupas (37%), perfumes e cosméticos (34%), mas cresceu a participação da opção jantar entre as intenções, que passou de 11% para 19% entre os levantamentos de 2021 e 2022, lembrando que parte dos entrevistados mostrou a intenção de dar mais de um presente.</p>
<p>Os eletrônicos, mais caros, foram apontados como opção de presente por 5,8% dos entrevistados. Em 2021, essa fatia era de 10,4%.</p>
<p>Em relação ao local em que serão comprados os presentes, 30% responderam que a compra será feita pela internet, 26%, em shoppings, e 9%, em centros de compra populares. O preço é o principal fator para determinar o local de aquisição dos presentes.</p>
<p>A amostra da pesquisa foi de 999 pessoas, com realização entre os dias 4 e 10 de maio. Os dados foram ponderados por sexo, idade, estado e renda. A margem de erro da pesquisa está entre 3,10 e 3,99 pontos percentuais, com um intervalo de confiança de 95%.</p>
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		<title>Bola de neve: renda comprometida e inflação pressionam (ainda mais) a inadimplência</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/bola-de-neve-renda-comprometida-e-inflacao-pressionam-ainda-mais-a-inadimplencia</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 May 2022 15:52:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Suas dívidas]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[endividamento]]></category>
		<category><![CDATA[inadimplência]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O endividamento em nível recorde e a inflação sem dar um sinal consistente de trégua devem resultar em (ainda) mais inadimplência para o consumidor. E em meio a esse cenário, colocar as contas em dia deve demorar ainda mais tempo. &#8220;O cenário está mais deteriorado [para o consumidor] que em períodos anteriores. Há um maior [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O endividamento em nível recorde e a inflação sem dar um sinal consistente de trégua devem resultar em (ainda) mais inadimplência para o consumidor. E em meio a esse cenário, colocar as contas em dia deve demorar ainda mais tempo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O cenário está mais deteriorado [para o consumidor] que em períodos anteriores. Há um maior endividamento, o desemprego está elevado há um longo período e a inflação não dá trégua&#8221;, diz Guilherme Dietze, analista econômico da Fecomércio-SP (Federação do Comércio de São Paulo).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com os preços subindo a um ritmo superior ao da renda e os juros em alta, sobram menos recursos para as famílias pagarem as contas. No momento que os gastos essenciais são priorizados, como alimentação e transportes, os atrasos começam a aparecer.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse aumento da inadimplência já está presente nos dados do Banco Central (BC) e também nos grandes bancos. A expectativa é que esse movimento continue ao longo dos próximos meses.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Santander, primeiro dos grandes bancos a divulgar balanço, a taxa de inadimplência (atrasos acima de 90 dias) na pessoa física chegou a 4% ao final do primeiro trimestre, ante 3,6% ao final do trimestre anterior e 3,1% em março de 2021.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já os dados do BC estão um pouco mais defasados devido à paralisação dos servidores, mas o movimento é similar. A inadimplência na pessoa física foi de 3,3% em fevereiro. Esse número indica uma alta de 0,1 ponto percentual na comparação com o mês anterior e de 0,4 ponto em 12 meses.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Mais difícil sair do calote</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Na visão de analistas, a inadimplência à pessoa física não irá superar momentos de alta de inadimplência anteriores. Em maio de 2016, a taxa de atrasos para esse público chegou a 4,32%. Em contrapartida, será mais difícil o endividado sair dessa situação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dietze lembra que em 2016, o endividamento estava abaixo de 40%, o que significa que as dívidas de uma pessoa ou família equivaliam a menos de 40% de seus rendimentos em 12 meses. O endividamento agora está em 52,6%, o maior já registrado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Os juros estão mais elevados, então quem tem uma prestação está transferindo mais dinheiro para o banco e sobrando menos salário. A inflação e os juros limitam o pagamento de contas&#8221;, diz o economista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A taxa Selic está em 11,75% ao ano, e tudo indica que terá uma nota alta de 1 ponto percentual, a 12,75%, nesta quarta (4). A inflação em 12 meses está em 11,30%.<br /><br />E quando se considera as dívidas além do setor financeiro, a situação fica pior. A pesquisa da Confederação Nacional do Comércio (CNC) mostrou que em abril 28,6% dos entrevistados tinha contas em atraso. No mesmo mês de 2021, essa porcentagem era de 24,2%, com uma situação pior para os que ganham até 10 salários-mínimos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Risco para os bancos?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar dessa alta da inadimplência, Leo Monteiro, analista da Ativa Investimentos, acredita que os bancos vão conseguir lidar com esse aumento da inadimplência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A razão é que as grandes instituições estão com uma espécie de colchão para lidar com calotes. No jargão do setor bancário, isso é chamado de provisão para devedores duvidosos (PDD).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa despesa subiu em 2020, com os bancos se preparando para enfrentar a pandemia da Covid-19. No entanto, a inadimplência não veio, mas eles continuaram com as provisões elevadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A expectativa é que além de Santander, Bradesco, Itaú e Banco do Brasil também registrem aumento da inadimplência, mas com um impacto menor sobre o lucro. Isso porque essas instituições já possuem provisões elevadas e não vão ter despesas adicionais para lidar com os calotes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Esses bancos vão passar menos sufoco, mesmo com inadimplência maior&#8221;, diz. &#8220;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Flávio Conde, analista da Levante Investimentos, também vê Bradesco, Itaú e BB sofrendo menos com a inadimplência. Não porque ela não irá subir, mas porque estão mais preparados para esse momento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, são instituições com atuação relevante em outras áreas, como seguros e crédito rural, que ajudarão a amenizar as perdas no segmento de crédito à pessoa física.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que não muda é a percepção de que o ciclo de inadimplência no segmento pessoa física será mais persistente devido ao cenário macroeconômico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Essa inadimplência ocorre em função da menor disponibilidade de renda. As famílias estão sendo obrigadas a gastar mais com alimentos e transporte. Isso não muda no curto prazo&#8221;, avalia.</p>
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		<title>Então é Natal: Brasileiro vai às compras mesmo com contas em atraso</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/suas-dividas/entao-e-natal-brasileiro-vai-as-compras-mesmo-com-contas-em-atraso</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Dec 2021 18:16:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Suas dívidas]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[endividamento]]></category>
		<category><![CDATA[Natal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A economia em desaceleração e a inflação em alta não foram suficientes para tirar da maior parte dos brasileiros o desejo de dar presentes de Natal, que será comemorado em dez dias. O curioso é que entre os que vão bancar uma de Papai Noel, 30% estão com contas em atraso. É o que mostra [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A economia em desaceleração e a inflação em alta não foram suficientes para tirar da maior parte dos brasileiros o desejo de dar presentes de Natal, que será comemorado em dez dias. O curioso é que entre os que vão bancar uma de Papai Noel, 30% estão com contas em atraso.</p>
<p>É o que mostra pesquisa da Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) divulgada nesta quarta-feira.</p>
<p>O levantamento mostrou que mais de 85% dos entrevistados têm o desejo de comprar presentes no Natal ou fazer gastos relacionados ao Ano-Novo. Desses, uma fatia relevante (27%) admitiu gastar mais do que pode nessas compras. Esse excesso está mais presente entre os jovens (18 a 34 anos).</p>
<p>Ainda entre os que querem dar presente, 30% estão com dívidas em atraso &#8211; a maior parte já está com restrição no nome ou &#8220;nome sujo&#8221;, como o termo também é conhecido. No Natal de 2020, a fatia de quem estava com dívida em atraso era um pouco menor, de 25,8%.</p>
<p>Outro dado relevado pela pesquisa é que as classes de menor renda (C, D e E) possuem uma maior incidência de contas em atraso: 37,7% ante 8,2% dos consumidores das classes A e B. São as famílias de menor renda que estão com mais dificuldade em manter o padrão de consumo em meio a um cenário de aumento dos preços. A inflação no acumulado dos 12 meses encerrados em novembro já passa dos 10%.</p>
<p>E além da parcela dos devedores ter subido, subiu o quanto eles estão devendo. O valor médio das dívidas era de R$ 551 em dezembro do ano passado e atualmente está em  R$ 1.042.</p>
<p>Segundo o Banco Central (BC), o endividamento do brasileiro está em 59,9%, o índice mais alto já registrado desde o início da série, em 2005. Isso significa dizer que as dívidas das famílias representam 59,9% da renda acumulada em 12 meses.</p>
<h2>Contas x presentes</h2>
<p>E de acordo com a pesquisa da CNDL e SPC, mais dívidas devem entrar em atraso após o Natal. Isso porque uma fatia de 7% dos entrevistados afirmou que irá deixar de pagar alguma conta para comprar os presentes de Natal.</p>
<p>&#8220;O recomendável é não comprar por impulso e planejar as despesas de acordo com o orçamento, sempre priorizando a quitação de contas&#8221;, afirmou o presidente da CNDL, José César da Costa.</p>
<p>As principais contas que deixarão de ser pagas são a TV por assinatura (24%), cartão de crédito (20%), internet (20%), financiamento de carro ou moto (13%) e conta de água/luz (11%).</p>
<p>Vale lembrar que o cartão de crédito é a modalidade com juros mais elevados entre as pessoas físicas, podendo chegar a mais de 300% ao ano quando o consumidor entra no rotativo, que é o juro que incide sobre o valor não pago da fatura.</p>
<p>“Se há dívidas a pagar, assumir novos compromissos poderá piorar ainda mais este quadro. O ideal é restringir os gastos e equacionar as contas em atraso em primeiro lugar”, afirmou Costa.</p>
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		<title>Cuidado com os gastos: juro do rotativo é o maior em 4 anos e endividamento bate recorde histórico</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/suas-dividas/cuidado-com-os-gastos-juro-do-rotativo-e-o-maior-em-4-anos-e-endividamento-bate-recorde-historico</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Nov 2021 22:15:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Suas dívidas]]></category>
		<category><![CDATA[Cartão de Crédito]]></category>
		<category><![CDATA[endividamento]]></category>
		<category><![CDATA[juros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os apelos para aumentar os gastos surgem em todas as frentes. Seja aquela compra mensal que ficou mais cara por conta da inflação ou aquela promoção da Black Friday que parece imperdível. Mas cuidado! O endividamento do brasileiro atingiu o pico histórico e os juros no rotativo do cartão estão no maior patamar em quatro [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os apelos para aumentar os gastos surgem em todas as frentes. Seja aquela compra mensal que ficou mais cara por conta da inflação ou aquela promoção da Black Friday que parece imperdível. Mas cuidado! O endividamento do brasileiro atingiu o pico histórico e os juros no rotativo do cartão estão no maior patamar em quatro anos.</p>
<p>O Banco Central (BC) mostrou nesta sexta-feira, 26, que a taxa de juro média cobrada no rotativo do cartão de crédito (que é quando a pessoa não consegue quitar integralmente a fatura) alcançou 343,6% ao ano em outubro, um aumento de 4,1 pontos percentuais em apenas um mês e de 26,4 pontos em 12 meses.</p>
<p>E essa não foi a única taxa que subiu. Um dos menores custos das operações para pessoas físicas parte do financiamento de veículos, que em 12 meses já acumula uma alta de 5,9 pontos percentuais, para 24,8% ao ano em outubro.</p>
<p>A taxa média da totalidade das operações com a pessoa física chegou em outubro a 43,8% ao ano, alta de 2,1 pontos ante setembro e de 4,8 pontos na comparação com o mesmo mês de 2020. Essa média considera as operações com recursos livre, que são aquelas em que os bancos destinam o dinheiro para a modalidade de crédito que acharem melhor.</p>
<p>Essa expansão está relacionada ao aumento da taxa Selic. Em outubro de 2020, a taxa básica era de 2% ao ano e agora está em 7,75%, devendo subir novamente na reunião de política monetária dos dias 7 e 8 de dezembro.</p>
<p>Essa é a taxa base da economia e serve de parâmetro para as captações bancárias. Se os bancos pagam mais para captar, também vão cobrar mais para emprestar.</p>
<h2>Spread mais alto</h2>
<p>Mas a taxa média não é influenciada só pela Selic. Nela, também entra o spread, que para as pessoas físicas era de 33,8 pontos em outubro, 1,4 ponto acima do registrado em setembro e 0,4 ponto na comparação anual.</p>
<p>O spread é a diferença entre a taxa de captação e o que os bancos de fato cobram dos clientes. Nessa taxa entram os custos operacionais da instituição financeira, as provisões para eventuais calotes e, obviamente, o lucro.</p>
<p>Em meio ao ambiente de incerteza, com inflação acima de 10%, desemprego em patamares elevados e expectativa de desaceleração da economia, os bancos acabam cobrando mais para emprestar dinheiro &#8211; e, quem precisa, vai pagar mais.</p>
<p>Com um maior gasto com juros, é natural o maior comprometimento da renda do trabalhador com dívidas.</p>
<h2>Endividamento recorde</h2>
<p>Segundo o BC, o endividamento em agosto (dado mais recente) chegou a 59,9%, o mais alto já registrado desde o início da série, que começou em 2005. Isso significa dizer que as dívidas das famílias representam 59,9% da renda acumulada em 12 meses.</p>
<p>Dever não é demérito, mas quando uma parcela relevante da renda está comprometida com prestações, fatura do cartão e afins, é maior a chance de o consumidor deixar de arcar com esses compromissos e acabar se tornando inadimplente. É esse risco que é preciso ter em mente na hora de assumir uma nova dívida ou fazer uma compra parcelada.</p>
<p>Por enquanto, os índices de atrasos estão sob controle. A taxa de inadimplência (atrasos acima de 90 dias) está em 4,3% entre as pessoas físicas, considerando apenas as operações com recursos livres. Essa taxa é 0,1 ponto percentual acima da registrada em setembro e 0,2 abaixo do que foi registrado em outubro de 2020.</p>
<p>Mas mesmo com a inadimplência sob controle, os spreads subiram, o que não impede que aumentem novamente caso a qualidade do crédito passe a piorar nos próximos meses. Nesse cenário, o melhor é evitar novas dívidas e, se elas forem necessárias, a saída é pesquisar as taxas cobradas, prazos e não tomar emprestado mais do que precisa – afinal, não é porque seu limite é de R$ 10 mil que você precisa usar tudo isso.</p>
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		<title>Dívida no cartão de crédito é a mais cara para o consumidor, mas cresce mais que outras modalidades de empréstimo</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/divida-cartao-de-credito-e-mais-cara-para-o-consumidor-mas-cresce-mais-que-outras-modalidades-de-emprestimo</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Nov 2021 19:46:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Planejamento Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Cartão de Crédito]]></category>
		<category><![CDATA[endividamento]]></category>
		<category><![CDATA[juros]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www2.minhaseconomias.com.br/?p=28795</guid>

					<description><![CDATA[<p>O saldo do cartão de crédito, que é a soma de todas as operações que as pessoas têm a pagar, cresce em um ritmo anual acima do total de empréstimos a pessoas físicas no país: 25,7% contra 21,1%. O motivo? O aquecimento da economia mas, principalmente, a necessidade de composição de renda das famílias. Em [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O saldo do cartão de crédito, que é a soma de todas as operações que as pessoas têm a pagar, cresce em um ritmo anual acima do total de empréstimos a pessoas físicas no país: 25,7% contra 21,1%. O motivo? O aquecimento da economia mas, principalmente, a necessidade de composição de renda das famílias.</p>
<p>Em setembro de 2021, o saldo das operações com cartões de crédito, incluindo rotativo (parcela da fatura na qual incide juros por não ter sido paga no vencimento), parcelado e pagamentos à vista, era de R$ 320,9 bilhões, um avanço de de 25,7% em 12 meses, segundo dados do Banco Central.</p>
<p>Já o estoque total de empréstimos a pessoas físicas com recursos livres, aqueles que os bancos podem destinar a qualquer uso, era de R$ 1,4 trilhão, alta de 21,1%.</p>
<p>Dados da Federação de Comércio de São Paulo (Fecomercio-SP) mostram que o cartão de crédito é o principal instrumento de financiamento das famílias. Em outubro, 82,6% dos consumidores faziam uso do cartão. É o maior percentual para o mês desde o início do levantamento da Fecomercio.</p>
<p>Os dados da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC) também revelam que esse uso do cartão é maior nas famílias com ganhos de até dez salários mínimos (86%) em relação aos com renda acima desse patamar (73,1%). O salário mínimo está em R$ 1.100.</p>
<p>&#8220;No ano passado, o uso do cartão estava em torno de 75%. O que vemos é que o cartão tem sido a saída dessas famílias [de renda até dez salários mínimos] para manter o consumo&#8221;, diz Guilherme Dietze, economista da Fecomercio-SP.,</p>
<h2>Juros elevados</h2>
<p>O problema de ter um uso intenso do cartão de crédito é que, em caso de inadimplência, essas são as linhas mais caras para a pessoa física. E o custo de rolar uma dívida dessa modalidade tende a subir, uma vez que a taxa básica da economia, a Selic, está em alta.</p>
<p>Os juros médios do crédito rotativo eram de 339,5% ao ano em setembro, alta de 30,1 pontos percentuais em 12 meses. No caso das compras parceladas, os juros eram de 168,7% ao ano, incremento de 26,7 pontos em 12 meses.</p>
<p>Outras linhas possuem juros mais atrativos para as pessoas físicas. O principal exemplo é o consignado, aquele em que o desconto da parcela é feita diretamente do salário do trabalhador, que, também em setembro, registrava uma taxa média de 19% ao ano, um crescimento de apenas 0,5 ponto percentual em 12 meses.</p>
<p>Reinaldo Domingos, educador financeiro, lembra que o uso do cartão de crédito em excesso, como forma de compensar a perda de renda causada pela inflação, pode levar a um desequilíbrio financeiro – e na modalidade que possui os juros mais elevados.</p>
<p>&#8220;Qual o instrumento mais fácil para um consumidor se financiar? O cartão de crédito, que já está aprovado e muitas vezes com um limite superior ao da realidade financeira das pessoas&#8221;, diz.</p>
<p>Quando o consumidor chega nessa situação de parcelamento constante da fatura ou todos os meses no rotativo, a saída é trocar a dívida por instrumentos mais baratos, como o consignado.</p>
<p>No entanto, o educador financeiro alerta que, caso o padrão de consumo não mude, o risco de cair na mesma armadilha nos meses seguintes é o mesmo.</p>
<p>&#8220;Refinanciamento e dinheiro novo, como um aumento salarial, não combatem a causa do problema, que na maior parte dos casos é o desequilíbrio financeiro&#8221;, explica.</p>
<h2>Cartões de crédito em alta nos bancos</h2>
<p>O maior uso do cartão também se reflete nos bancos. No Itaú Unibanco (ITUB3; ITUB4), o saldo de empréstimo do cartão de crédito para pessoas físicas era de R$ 97 bilhões em setembro, alta de 25,1% em 12 meses.</p>
<p>Só a emissão de novos cartões no terceiro trimestre chegou a 4,7 milhões, um recorde, segundo a instituição financeira.</p>
<p>Para os bancos, embora seja um produto de risco elevado, o cartão de crédito é o que oferece os maiores ganhos, dada a elevada taxa de juros. Além disso, eles recebem receitas pelo uso dos cartões.</p>
<p>No Itaú, essas receitas somaram R$ 2,57 bilhões entre julho e setembro, 17,2% de alta na comparação com igual período de 2020.</p>
<p>O mesmo comportamento foi visto no Banco do Brasil. O saldo do cartão de crédito subiu ainda mais, chegando a R$ 41 bilhões, um avanço de 41,3% na comparação com o terceiro trimestre do ano passado. Essa modalidade de crédito representa 16,2% do total de empréstimos para pessoas físicas na institução – um ano antes, essa fatia era de 13,1%.</p>
<p>Para a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), entidade à qual os bancos emissores de cartão estão associados, o maior uso do plástico está ligado ao avanço da vacinação no país, o que estimula a atividade econômica.</p>
<p>O total de compras feitas com cartões de crédito no país durante o terceiro trimestre foi de R$ 420,1 bilhões, crescimento de 42,2%.</p>
<p>“O resultado mostra que o setor continua em trajetória de forte expansão, acompanhando o crescimento do consumo de bens e serviços, à medida que avança a vacinação da população&#8221;, informou, em nota, a Abecs.</p>
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