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	<title>Dívidas &#8211; Minhas Economias</title>
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	<description>Minhas Economias é um gerenciador financeiro completo, online, seguro e gratuito. Organize suas contas, gerencie seu orçamento e faça seus objetivos acontecerem.</description>
	<lastBuildDate>Mon, 06 Mar 2023 20:54:50 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Dívidas &#8211; Minhas Economias</title>
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	<item>
		<title>Desenrola dará desconto para dívidas que somam R$ 50 bi, diz Haddad</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Equipe Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Mar 2023 17:44:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Suas dívidas]]></category>
		<category><![CDATA[Desenrola]]></category>
		<category><![CDATA[Dívidas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo ministro da Fazenda, lançamento será feito após desenvolvimento do sistema com credores privados</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O programa de renegociação de dívidas Desenrola dará descontos para débitos de 37 milhões de CPFs negativados e que somam R$ 50 bilhões, anunciou nesta segunda-feira (6) o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. </p>



<p>O desenho foi fechado pelo ministro com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em reunião na manhã de hoje, e prevê um fundo garantidor do Tesouro Nacional de R$ 10 bilhões como forma de facilitar as renegociações.</p>



<p>De acordo com Haddad, o governo fará a contratação do desenvolvimento de um sistema de oferta de descontos. O programa será lançado quando esse sistema ficar pronto.</p>



<p> &#8220;É um processo complexo pois envolve credores privados, e os programas vão entrar no programa pelo tamanho do desconto que se dispuserem a dar para os devedores&#8221;, disse. &#8220;Então o modelo foi validado [por Lula], o desenvolvimento do sistema vai ser contratado e nós vamos lançar o programa quando o sistema tiver pronto.&#8221; </p>



<p>Para entrar no programa, os credores deverão estar dispostos a dar desconto na renegociação. &#8220;A exigência do programa vai ser o desconto que credores estão dispostos a dar, é uma dívida privada, com um banco, com uma concessionária, com uma financeira. Então nós temos que modelar o sistema para que quanto maior seja o desconto, mais chances o credor tenha de receber o débito que vai ser honrado pelo devedor.&#8221;</p>



<p>Segundo o ministro, o programa não terá linha de corte, e as dívidas de pessoas que ganham até dois salários-mínimos deverão ter descontos maiores. </p>



<p></p>



<p></p>
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		<item>
		<title>Mutirão &#8220;limpa nome&#8221; vai até o dia 31 de março; veja como renegociar sua dívida</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/suas-dividas/mutirao-limpa-nome-vai-ate-o-dia-31-de-marco-veja-como-renegociar-sua-divida</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Mar 2023 19:42:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Suas dívidas]]></category>
		<category><![CDATA[Bancos]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<category><![CDATA[Dívidas]]></category>
		<category><![CDATA[endividamento]]></category>
		<category><![CDATA[Febraban]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para quem tem dívidas em atraso, tem início nesta quarta-feira (dia 1º) e vai até o dia 31 de março mais uma edição do mutirão &#8220;limpa nome&#8221;, que é feito pela Febraban (Federação Brasileira dos Bancos) em parceria com o Banco Central (BC) e os órgãos de proteção de crédito. Fazem parte desse mutirão as [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Para quem tem dívidas em atraso, tem início nesta quarta-feira (dia 1º) e vai até o dia 31 de março mais uma edição do mutirão &#8220;limpa nome&#8221;, que é feito pela Febraban (Federação Brasileira dos Bancos) em parceria com o Banco Central (BC) e os órgãos de proteção de crédito.</p>



<p>Fazem parte desse mutirão as dívidas contraídas com bancos ou financeiras: cartão de crédito, cheque especial, empréstimos e financiamentos garantidos, como os de veículos e imóveis.</p>



<p>O interessado em fazer a renegociação pode procurar a própria instituição financeira ou ir a um Procon. Outra opção é acessar o portal <a href="https://www.consumidor.gov.br/" target="_blank" rel="noopener">consumidor.gov.br</a> e checar as ofertas disponíveis.</p>



<p>Cada instituição tem sua política própria de desconto sobre o valor da dívida e parcelamento do débito.</p>



<p>No último mutirão, realizado em novembro de 2022, foram 2,325 milhões de contratos renegociados, segundo dados da Febraban.</p>
<h2>Planejamento para sair da dívida</h2>



<p>O diretor de relações com o consumidor da Febraban, Amaury Oliva, explica que no momento de fechar o acordo, o consumidor deve se atentar ao valor da parcela e ter certeza que conseguirá honrá-la, evitando novas inadimplências.</p>



<p>“Não adianta negociar uma parcela que seja alta e que não caiba no orçamento. A organização financeira é fundamental tanto para que o consumidor consiga sair das dívidas, quanto para planejar as coisas que deseja realizar assim que seu nome sair da lista de inadimplentes”, afirmou, em nota.</p>



<p>A Febraban recomenda alguns passos antes de fechar o acordo. O primeiro deles é saber qual o valor da dívida e depois definir o valor máximo que se pode gastar ao mês com o pagamento desses débitos em atraso.</p>



<p>Para os consumidores que possuem mais de um débito em atraso, a sugestão é priorizar o pagamento dos vinculados a serviços essenciais, como água e luz, e créditos com garantia, como financiamento de veículo ou do imóvel.</p>



<p>Dívidas consideradas caras, como o cheque especial e cartão, devem ser quitadas antes do que o consignado ou crédito pessoal, que possuem juros menores.</p>



<p>O endividado deve ainda negociar com o seu credor. Ao acessar as ofertas disponíveis, ele pode, e deve, fazer uma contraproposta, que pode ser um valor menor para quitação à vista ou um maior parcelamento.</p>
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		<title>Tem dívidas? Confira as dicas para se organizar e saber o que priorizar na negociação</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/tem-dividas-confira-as-dicas-para-se-organizar-e-saber-o-que-priorizar-na-negociacao</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Feb 2023 12:00:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Planejamento Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[controle das dívidas]]></category>
		<category><![CDATA[Dívidas]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Organização financeira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com a chegada de um novo ano, a decisão de organizar as finanças ganha um lugar prioritário na lista de consumidores endividados. E quem tem diversas contas a pagar sabe que lidar com elas não é tarefa simples. Para começar, definir as prioridades de quais dívidas devem ser liquidadas primeiro é imprescindível. Antes, porém, a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Com a chegada de um novo ano, a decisão de organizar as finanças ganha um lugar prioritário na lista de consumidores endividados. E quem tem diversas contas a pagar sabe que lidar com elas não é tarefa simples.</p>
<p>Para começar, definir as prioridades de quais dívidas devem ser liquidadas primeiro é imprescindível. Antes, porém, a pessoa endividada deve ter a clareza de todos os fatores que prejudicam seu ganho mensal e, a partir disso, manter a disciplina para colocar em prática um plano para a gestão das contas a pagar.</p>
<p>&#8220;É importante que o consumidor faça o planejamento, anote suas dívidas, todas as compras do dia a dia e as pequenas despesas que podem comprometer o orçamento para começar a colocar a vida financeira em ordem&#8221;, afirma Kelly Carvalho, assessora econômica da Fecomercio-SP.</p>
<h2>Quais são as dívidas prioritárias?</h2>
<p>No topo das prioridades, devem ser consideradas as dívidas de maior risco. São aquelas que possuem bens materiais como garantia e as de juros elevados, como as detidas em cartões de crédito e cheque especial.</p>
<p>Há também as dívidas relacionadas à educação. Nesse caso, prefira negociar com a instituição a usar o cheque especial para pagar mensalidades de faculdade ou escolares atrasadas. Os juros desse tipo de crédito concedido por bancos são muito superiores aos cobrados por instituições de ensino em caso de atraso no pagamento, destaca Thiago Ramos, gerente da Serasa.</p>
<p>Em outubro de 2022, a taxa do cheque especial alcançou uma média de 132,5% ao ano, segundo dados do Banco Central. O crédito pessoal tem uma taxa menor, de 83,5%, assim como o consignado, de 27,6% ao ano.</p>
<h2>Palavras de ordem: negociação de valor e prazo</h2>
<p>Antes de pagar qualquer dívida, a tarefa mais importante é negociar o valor devido, assim como a quantidade de parcelas. Bancos e outras instituições financeiras tendem a reduzir os montantes a serem pagos com o intuito de receber algum recurso que, de certa forma, já era considerado perdido.</p>
<p>Thiago Ramos, gerente da Serasa, aponta que, passada essa etapa, o endividado deve considerar o número de parcelas negociadas para a quitação do valor. A quantia a ser paga a cada mês precisa caber no orçamento, levando em conta as demais contas do dia a dia, como as essenciais (água, luz, moradia), para que a negociação assumida seja viável.</p>
<p>Ele afirma que, eventualmente, deixar de pagar uma dessas contas básicas por um mês pode ser mais adequado do que atrasar uma parcela de dívida com juros elevados, como os cobrados por instituições financeiras.</p>
<p>E, se houver alguma possibilidade, vale propor o pagamento da dívida em uma única parcela. Para isso, há a opção até da contratação de um empréstimo com juros mais baixos, que inclusive pode ser suficiente para quitar o valor devido.</p>
<h2>Cartão de crédito</h2>



<p>Uma ação a ser evitada é o uso do rotativo do cartão, que corresponde a um crédito oferecido ao consumidor quando ele não faz o pagamento total da fatura até o vencimento. Em outubro, a taxa média desse tipo de financiamento atingiu 196,9% ao ano.</p>
<p>“Partir para uma negociação também é melhor do que pagar o valor mínimo exigido [que só posterga a dívida para o mês seguinte], mesmo que isso signifique o congelamento do limite do crédito do cartão. A medida é melhor do que começar a pagar juros, já que, em dois meses, a fatura pode até dobrar de tamanho&#8221;, afirma o gerente da Serasa.</p>
<p>Parar de usar o cartão pode ser uma ação necessária para evitar gastos acima da renda ou do orçamento já abarrotado de dívidas. &#8220;Se o consumidor guardar o cartão, a fatura do mês seguinte vai ser zero&#8221;, ressalta Eduardo Dellavolpi, planejador financeiro com certificação CFP e consultor CVM.</p>
<h2>Cheque especial</h2>
<p>A orientação é que a pessoa endividada também deixe de usar o chamado &#8220;cheque especial&#8221;, um tipo disponível em conta para o cliente recorrer sempre que precisar. Nesse caso, não é necessário que o correntista vá ao banco assinar um contrato de empréstimo a cada necessidade de uso do cheque especial.</p>
<p>Então, nada de utilizar recursos extras concedidos pelas instituições financeiras e o chamado &#8220;limite&#8221; disponível no cartão de crédito como &#8220;extensão do salário&#8221;, alerta Ramos.</p>
<h2>Atendimento no Procon-SP</h2>
<p>Por meio do Procon-SP, o consumidor endividado consegue orientação para organizar sua vida financeira e planejar os pagamentos de dívidas, além de obter ajuda para renegociar valores com os credores.</p>
<p>O chamado <a href="https://www.procon.sp.gov.br/espaco-consumidor/#ApoioSuperendividado" target="_blank" rel="noopener">Programa de Apoio ao Superendividado (PAS)</a> é um trabalho conjunto do Núcleo de Tratamento do Superendividamento da Fundação Procon-SP e do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJSP).</p>
<p>O público-alvo são pessoas físicas com qualquer renda familiar.</p>
<p>E na <a href="https://www.serasa.com.br/consultar-meu-cpf/" target="_blank" rel="noopener">Serasa</a>, o consumidor pode consultar o CPF e verificar se existem dívidas em seu nome, por meio do uso de seus dados financeiros e documentos.</p>
<p>Além disso, há o serviço de negociação de dívidas que pode ser feito nos <a href="https://www.serasa.com.br/limpa-nome-online/correios/" target="_blank" rel="noopener">Correios</a>, em uma parceria com a Serasa. O consumidor interessado pode ir a uma das agências com seu CPF e um documento oficial com foto e solicitar atendimento para o Serasa Limpa Nome.</p>
<p>Lá mesmo, é possível consultar as dívidas, fechar acordo, se for o caso, e receber o boleto para pagamento. De acordo com a Serasa, a baixa da dívida por ocorrer em até cinco dias.</p>



<h2>Dívidas, não mais!</h2>
<p>Nesse caminho de combate ao endividamento, há também a &#8220;proibição&#8221; de adquirir novas dívidas antes que se tenha o controle do que foi planejado e se tudo está correndo como previsto.</p>
<p>É sempre importante não ultrapassar o patamar de dívidas considerado adequado para a vida financeira. &#8220;O endividamento saudável é o que não compromete mais que 30% da renda&#8221;, diz Carvalho.</p>
<p>O objetivo é gerar um grau de segurança para que a parcela da renda destinada a dívidas não afete a receita mensal a ponto de impedir o pagamento de consumo e serviços básicos e de levar à inadimplência.</p>
<h2>13º salário</h2>
<p>Para ter mais fôlego diante das dívidas, o 13ºsalário vem a calhar. A venda das férias também pode ser um recurso pontual para contribuir para a quitação do saldo devedor. Caso o endividado não tenha direito a esse período de forma remunerada, deve pensar em adiar a saída para o período de descanso para evitar gastos em eventual viagem ou com atividades de lazer não rotineiras.</p>
<p>Na avaliação de Dellavolpi, a gestão da dívida esbarra muitas vezes no medo que as pessoas têm de saber quanto realmente estão devendo. Com isso, a bola de neve só aumenta, e há uma maior dificuldade para o saneamento das contas.</p>
<p>Em casos muito complexos, de alto endividamento e um número elevado de contas em atraso, o planejador financeiro sugere a suspensão dos pagamentos por um período para que tudo o que se tem a quitar seja colocado em ordem de prioridade.</p>
<p>A partir de então, é possível enxergar melhor a capacidade de pagamento mensal, negociar com os credores com mais tempo e, aí sim, retomar os pagamentos.</p>
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		<item>
		<title>Inadimplente deve em média R$ 3,7 mil e tem dívidas com duas empresas</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/inadimplente-deve-em-media-r-37-mil-e-tem-dividas-com-duas-empresas</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Oct 2022 19:02:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Planejamento Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Dívidas]]></category>
		<category><![CDATA[endividamento]]></category>
		<category><![CDATA[inadimplência]]></category>
		<category><![CDATA[Inadimplente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A dívida média do inadimplente brasileiro é de R$ 3.688,96, valor que considera todas as contas em atraso do consumidor. Também em média, esse indivíduo que está negativado deve para duas empresas (bancos, concessionárias de água ou luz, lojas). Os dados são da CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) e do SPC (Serviço de Proteção [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A dívida média do inadimplente brasileiro é de R$ 3.688,96, valor que considera todas as contas em atraso do consumidor. Também em média, esse indivíduo que está negativado deve para duas empresas (bancos, concessionárias de água ou luz, lojas). Os dados são da CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) e do SPC (Serviço de Proteção ao Crédito). </p>
<p>Um consumidor fica “negativado” quando deixa de pagar um conta e o seu nome vai parar nos cadastros de restrição de crédito, como os do SPC e Serasa. Popularmente, é a pessoa que está com o “nome sujo”. </p>
<p>No perfil traçado pela CNDL, a maior parte dos negativados (48,9%) tem dívidas de até R$ 1 mil. Os que devem valores maiores, acima de R$ 7,5 mil, representam 12,2% do total.  </p>
<p>A maior parte dessas dívidas está concentrada nos bancos (61,2%). Na sequência aparecem as dívidas com varejistas (12,9%), concessionárias e de água e luz (10,5%) e serviços de comunicação (8,4%). O restante está pulverizado em outros tipos de dívida, com serviços educacionais, condomínio. </p>
<p>A maior parte das dívidas está na faixa de atraso entre 91 e 365 dias, representando 35,2% do total das contas em atraso. Já em relação à faixa etária, o maior número de devedores (24%) tem entre 30 a 39 anos. </p>
<h2>Escalada</h2>
<p>O SPC Brasil contava, em setembro, com 64,25 milhões de pessoas no cadastro de restrição de crédito, o número representa um avanço de 11,2% na comparação com o mês anterior e de 21,9% em relação a igual mês de 2021. O número é recorde. </p>
<p>Apesar da piora, a especialista em finanças da CNDL, Merula Borges, espera que o pagamento do décimo terceiro salário e a entrada em vigor da bandeira verde nas contas de energia melhorem a condição de pagamento dos consumidores. </p>
<p>“É importante o consumidor priorizar o pagamento das dívidas e não cair nas tentações das compras de final de ano”, disse, em nota, Borges.</p>
<p>Em outra empresa que possui cadastro negativo de consumidores, a Serasa, o número de negativados chega a 67,9 milhões.</p>
<p>Os números são diferentes porque uma empresa pode optar por fazer o aviso de registro de atraso a apenas um cadastro. Da mesma forma, é possível que a mesma dívida esteja no cadastro das duas empresas. </p>
<p>Após o pagamento da dívida, a empresa credora (banco, varejista, concessionária de serviço público) tem um prazo de cinco dias úteis para retirar o nome do consumidor desses bancos de dados. Essa retirada deve ser feita mesmo quando o consumidor pagou apenas a primeira parcela de um acordo – mas o nome dele voltará ao cadastro se atrasar esse acordo. </p>
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		<item>
		<title>Nada de investir: Organizar as finanças e evitar dívidas são os principais objetivos do planejamento financeiro, mostra pesquisa</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/nada-de-investir-organizar-financas-e-evitar-dividas-sao-os-principais-objetivos-planejamento-financeiro-mostra-pesquisa</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Jul 2022 11:00:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Planejamento Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Curso Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Dívidas]]></category>
		<category><![CDATA[Planejar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Organizar as finanças e evitar o endividamento são os principais objetivos das pessoas que fazem planejamento financeiro, segundo uma pesquisa realizada pela Planejar (Associação Brasileira de Planejamento Financeiro). O levantamento mostra que esses dois itens ganharam relevância entre as pesquisas de 2021 e 2022. Organizar as finanças é o objetivo de 56,9% dos pesquisados, ante [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Organizar as finanças e evitar o endividamento são os principais objetivos das pessoas que fazem planejamento financeiro, segundo uma pesquisa realizada pela Planejar (Associação Brasileira de Planejamento Financeiro).</p>
<p>O levantamento mostra que esses dois itens ganharam relevância entre as pesquisas de 2021 e 2022. Organizar as finanças é o objetivo de 56,9% dos pesquisados, ante 46,2% no ano passado. Já evitar as dívidas passou de 41% para 42,9%.</p>
<p>Os demais objetivos para quem faz planejamento financeiro são investir (19,4%), se preparar para a aposentadoria (18,1%), comprar imóvel (9,4%), sair do endividamento (7,8%) e comprar veículo (7%).</p>
<p>A preocupação do brasileiro para evitar o endividamento ou sair das dívidas não é sem razão. A Serasa Experian, empresa especializada no cadastro de endividados, mostrou nesta semana que 66 milhões de pessoas estão inadimplentes, o maior número desde 2016, quando a pesquisa começou a ser feita. O dado também mostra que o total de pessoas &#8220;negativadas&#8221; subiu em 4 milhões em um ano.</p>
<h2>Jovens com menor conhecimento</h2>
<p>O levantamento revela ainda que os jovens são os que mais mostraram desconhecimento sobre o que é planejamento financeiro.</p>
<p>Do total de entrevistados na pesquisa, 72% afirmaram saber o que é um planejamento financeiro. A incidência foi maior no público masculino entre 35 e 59 anos (78%).</p>
<p>Já entre os que declararam não conhecer, a maior incidência se deu entre os jovens de 16 a 24 anos (39,4%).</p>
<p>O levantamento da Planejar mostra ainda que 58% dos pesquisados se informam com a ajuda de amigos e familiares, o que foi visto como ponto de atenção pela instituição.</p>
<p>“Isso não sugere suporte qualificado e pode explicar o crescimento de pirâmides financeiras (quem entra indica parentes e amigos) e também o alto nível de endividamento das famílias brasileiras, já que muitos costumam utilizar o crédito consignado de pais e avós para financiamento de bens de consumo de alto custo”, disse, em nota, Osvaldo Cervi, vice-presidente da Planejar.</p>
<p>O levantamento foi feito em maio e contou com 603 pessoas entre 16 e 60 anos. Os entrevistados são residentes dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e o Distrito Federal.</p>
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		<title>Veja os 3 hábitos de quem vive reclamando que está sem dinheiro.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2020 19:00:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Planejamento Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Aposentadoria]]></category>
		<category><![CDATA[consumo consciente]]></category>
		<category><![CDATA[Controle de Gastos]]></category>
		<category><![CDATA[Dívidas]]></category>
		<category><![CDATA[economia doméstica]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É muito comum encontrarmos pessoas que estão sempre “sem dinheiro”! Não estão necessariamente endividadas, mas estão sempre reclamando que o “dinheiro está curto” e que “não sobra nada no final do mês”. Bem, analisando melhor estas pessoas, você verá que elas têm algumas características em comum. Vamos descrever 3 hábitos deste tipo de pessoa. São [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>É muito comum encontrarmos pessoas que estão sempre “sem dinheiro”! Não estão necessariamente endividadas, mas estão sempre reclamando que o “dinheiro está curto” e que “não sobra nada no final do mês”. Bem, analisando melhor estas pessoas, você verá que elas têm algumas características em comum.</p>
<p><span id="more-9045"></span>Vamos descrever 3 hábitos deste tipo de pessoa. São comportamentos gerais e não necessariamente ligados somente a assuntos monetários, mas que afetam profundamente a nossa vida financeira.</p>
<p><em><strong> 1) Busca por satisfação Imediata</strong></em><br />
Algumas pessoas tem uma tendência a buscar a satisfação imediata e não conseguem ‘postergar’ esta necessidade. Elas acabam priorizando o presente ao futuro.<br />
Mas isto não é uma questão somente financeira: a decisão entre aproveitar o presente ou preparar-se para o futuro deve ser tomada com relação a várias de nossas atividades do dia a dia. Por exemplo:</p>
<ul>
<li>&#8211; Devo estudar para a prova de álgebra desde já ou aproveitar o dia ensolarado e deixar para estudar somente na véspera do teste?</li>
<li>&#8211; Devo começar a fazer o meu imposto de renda nesta semana ou deixar para a última hora, quando certamente passarei pela mesma correria do ano passado, quando quase não deu tempo de entregar a declaração no prazo?</li>
<li>&#8211; Devo voltar a estudar inglês já, quando ainda não me é exigido a fluência nesta língua, ou esperar até que meu chefe me diga: “Abriu aquela excelente vaga no exterior: como está seu inglês?”</li>
</ul>
<p>Aquelas pessoas que conseguem controlar o <a href="https://minhaseconomias.com.br/blog/educacao-financeira/teste-do-marshmallow-voce-controla-o-seu-impulso-de-satisfacao-imediata" target="_blank" rel="noopener">impulso da sua satisfação imediata</a>, são, na média, pessoas com situação financeira mais estável e com empregos mais rentáveis.</p>
<p><em><strong>2) Associar Consumo ao Prazer</strong></em><br />
Comprar é sempre uma atividade prazerosa, não há como negar isso. Mas quando esta associação do consumo à sensação de prazer se torna muito grande, podemos ter um problema. A compra passar a ser feita de modo emocional e não racional. Ou seja, o individuo faz uma compra mesmo sem ter a necessidade do produto ou serviço. O importante é a atividade de adquirir algo, isto é o que lhe traz satisfação.<br />
Este sentimento é parecido com o de comer algo muito gostoso, com um doce ou algum alimento especial. Muitas vezes nem estamos com fome e o nosso corpo nem precisa de mais alimento, mas o prazer de comer um bom brigadeiro ou um chocolate é indescritível!<br />
Na verdade, não há problema algum em satisfazer estes desejos e apreciar um belo pudim &#8230; o importante é ter isso sob controle e fazê-lo apenas esporadicamente.</p>
<p><em><strong>3) Falta de Disciplina e Perseverança para mudar</strong></em><br />
Mudanças são muito difíceis, principalmente no caso de problemas financeiros. A falta constante de dinheiro tem que ser combatida com uma boa dose de Controle Financeiro e isto exige muita disciplina e perseverança. Disciplina para controlar os gastos e eliminar os hábitos de consumo imediatistas, mudando a maneira de encarar a vida do ponto de vista financeiro. Perseverança para continuar com este controle por toda a vida, mesmo se a condição financeira melhorar.<br />
A maioria das pessoas “sem dinheiro” até inicia este processo de controle, mas muitas vezes acaba abandonando-o alguns meses depois.</p>
<p>Bem, se você se identificou com alguns dos hábitos acima, há tempo para mudar! Não fique sentado esperando que as coisas se resolvam automaticamente. <strong>Já dizia Einstein: “Insanidade é continuar fazendo sempre a mesma coisa e esperar resultados diferentes”.</strong></p>
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			</item>
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		<title>Inseparáveis: Finanças Pessoais e a sua Vida Profissional</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/financas-pessoais-influenciando-a-vida-profissional</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Sep 2018 03:10:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Planejamento Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Dívidas]]></category>
		<category><![CDATA[finanças]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Passar por um período de dificuldades financeiras não é nada agradável. E todos que já tiveram esta experiência (ou estão passando por ela) sabem que esta situação traz consigo alguns efeitos colaterais, que acabam influenciando outros aspectos de nossa vida. Gostaríamos de analisar aqui de que maneira as nossas finanças pessoais acabam influenciando o nosso [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Passar por um período de dificuldades financeiras não é nada agradável. E todos que já tiveram esta experiência (ou estão passando por ela) sabem <span id="more-282"></span>que esta situação traz consigo alguns efeitos colaterais, que acabam influenciando outros aspectos de nossa vida. Gostaríamos de analisar aqui <strong>de que maneira as nossas finanças pessoais acabam influenciando o nosso trabalho.</strong></p>
<p>Diversos estudos mostram os impactos negativos que os problemas financeiros causam no desempenho profissional das pessoas. Mas seria possível listar cada um desses impactos e como eles afetam a produtividade profissional?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><figure style="width: 598px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" title="Finanças pessoais e a sua vida profissional" src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2009/07/profissional.png" alt="Finanças pessoais e a sua vida profissional" width="598" height="125" /><figcaption class="wp-caption-text"><span style="font-size: 13px; font-style: italic;">Problemas financeiros afetam o desempenho profissional</span></figcaption></figure></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os impactos negativos no desempenho profissional causados por problemas financeiros podem ser relacionados em dois grupos: os diretos e os indiretos.</p>
<ul type="disc">
<li class="MsoNormal">dentre os diretos, podemos citar que as pessoas nesta situação tendem a gastar parte de seu tempo no trabalho e na resolução de seus problemas financeiros, desviando o foco de suas atividades profissionais.</li>
<li class="MsoNormal">dentre os impactos indiretos, podemos citar aqueles causados por problemas de saúde ou vício. Alguns estudos mostram que as dificuldades financeiras acabam acarretando em piora na saúde do profissional e, em alguns casos, geram também dependência química, principalmente aquelas relacionadas a bebidas alcoólicas e anti-depressivos. Outro impacto indireto é o aumento da irritabilidade (que prejudica o ambiente de trabalho) e as brigas familiares, fazendo com que o funcionário comece o dia com os “ânimos à flor da pele”.</li>
</ul>
<p>Mas, afinal, é possível evitar que problemas financeiros contagiem o ambiente de trabalho?<br />
Bem, não há como pensar no indivíduo vivendo em dois mundos totalmente independentes, o pessoal e o profissional. Estes mundos se inter-relacionam. É muito difícil que um estresse financeiro não interfira na vida profissional. Entretanto, podemos tentar minimizar esta influência. Aqui vão algumas dicas:</p>
<ul type="disc">
<li class="MsoNormal"><strong>1. encare o problema de frente</strong>, sem ficar fugindo do assunto. Quanto mais cedo se reconhece que está com problemas financeiros, melhor, para não deixar que a situação vire uma bola de neve.</li>
<li class="MsoNormal"><strong>2. seja o mais transparente possível</strong>, não somente na empresa, mas com todos os envolvidos, seja família, amigos ou até mesmo os credores. Particularmente, no ambiente de trabalho, uma conversa aberta e sincera seria o primeiro passo a ser realizado. Isto demonstra em primeiro lugar que o funcionário está consciente da sua situação financeira. E depois, mostra pró-atividade e disposição para sair desta situação.</li>
<li class="MsoNormal"><strong>3. outro aspecto a ser considerado é: com quem conversar na empresa?</strong> Se você se sente confortável em discutir este assunto com seu chefe, ele pode ser o primeiro a ser contatado. Caso contrário, procure o departamento de Recursos Humanos para verificar se há algum programa de assistência ou aconselhamento financeiro. Por fim, procure algum aconselhamento profissional.</li>
<li class="MsoNormal"><strong>4.faça um levantamento completo das dívidas e estabeleça um plano para quitá-las</strong>, ou ao menos administrá-las de uma maneira menor. Muitas vezes pode se descobrir que o problema nem é tão grave assim. Além do mais, um maior senso de controle sobre seus problemas poderá ajudar a amenizar o estresse.</li>
<li class="MsoNormal"><strong>5. busque ativamente uma melhor Educação Financeira</strong>. Com a crise atual, começam a ser disponibilizados muitos livros, revistas e reportagens sobre o assunto. Escolha um assunto que mais lhe interesse e mãos à obra! Um cuidado: apesar de tentadores, fuja dos que ofereçam soluções muito simples e rápidas, quase milagrosas, ou então respostas prontas e únicas para todas as situações. Esta é uma área onde as respostas deverão ser construídas de acordo com o momento de vida e objetivos de cada um.Pode parecer difícil, mas não desanime ! Lembre-se que este processo o ajudará a lidar com o dinheiro de modo mais consciente, conhecendo as implicações de suas decisões e tendo uma atitude equilibrada.</li>
</ul>
<p>Pode parecer difícil, mas não desanime ! E lembre-se, todo este processo o ajudará a lidar com o dinheiro de modo consciente, conhecendo as implicações de suas decisões e tendo uma atitude equilibrada.</p>
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		<title>Vida Real: “Já fiz vários cortes nos meus gastos, mas as dívidas continuam aumentando”</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/vida-real-ja-fiz-varios-cortes-nos-meus-gastos-mas-as-dividas-continuam-aumentando</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Apr 2018 12:42:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Planejamento Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Controle de Gastos]]></category>
		<category><![CDATA[Dívidas]]></category>
		<category><![CDATA[juros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>PERGUNTA: Acredito que tenho um bom salário para sustentar a mim e meu filho de 12 anos. Nunca precisei fazer nenhum empréstimo e minhas contas estavam sempre em dia, mas há cerca de um ano e meio atrás comecei a ficar endividada. Desde então fiz vários cortes nos meus gastos e acredito que não tenho [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/vida-real-ja-fiz-varios-cortes-nos-meus-gastos-mas-as-dividas-continuam-aumentando">Vida Real: “Já fiz vários cortes nos meus gastos, mas as dívidas continuam aumentando”</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br">Minhas Economias</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>PERGUNTA:</em></strong> Acredito que tenho um bom salário para sustentar a mim e meu filho de 12 anos. Nunca precisei fazer nenhum empréstimo e <span id="more-1640"></span>minhas contas estavam sempre em dia, mas há cerca de um ano e meio atrás comecei a ficar endividada. Desde então fiz vários cortes nos meus gastos e acredito que não tenho nenhuma despesa absurda, mas o valor do que devo só vem aumentando.</p>
<p><img decoding="async" title="Já fiz vários cortes nos meus gastos, mas as dívidas continuam aumentando" src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2009/07/cortando.png" alt="Já fiz vários cortes nos meus gastos, mas as dívidas continuam aumentando" width="598" height="125" /></p>
<p>Perdi o controle de minhas finanças pessoais e hoje possuo várias dívidas que totalizam quase R$ 6.000:</p>
<ul type="disc">
<li class="MsoNormal">a pior é a do cartão de crédito, de R$ 3.100, e que levou meu nome ao Serasa como inadimplente;</li>
<li class="MsoNormal">outros R$ 2.300 são de um empréstimo na empresa;</li>
<li class="MsoNormal">e utilizo mais R$ 580 do cheque especial.</li>
</ul>
<p>Estou pensando em quitar o cartão de crédito e o cheque especial através de outro empréstimo na empresa, a juros de 2,5% ao mês. Seria uma solução?<br />
<strong><em>RESPOSTA:</em></strong><br />
Não pretendemos aqui dar a solução final para o seu problema, mesmo porque não sabemos como é o seu perfil de gasto, nem que impacto algumas de nossas sugestões teria em sua vida. O que podemos fazer é dar algumas dicas para tentar mostrar que não é impossível ter uma vida financeira equilibrada e que há uma saída para seus problemas.</p>
<p><strong>O seu primeiro grande problema está em seus gastos, ou melhor no seu controle dos gastos.</strong> De nada adiantará renegociar as suas dívidas se você continuar gastando mais do que ganha. Você disse que já cortou gastos. Bom, provavelmente novos cortes deverão ser feitos, mas primeiro você precisa entender muito bem onde está gastando. Assim:</p>
<ul type="disc">
<li class="MsoNormal">Anote todos os seus gastos e faça disso um hábito diário, de preferência. Você pode fazer isto numa planilha, num caderno ou no próprio Minhas Economias. Isto é importante para que você possa avaliar precisamente aonde o seu dinheiro está indo e depois saber onde pode cortar gastos. Com o tempo, você mesma perceberá aonde poderá economizar mais sem prejudicar tanto a sua qualidade de vida.</li>
<li class="MsoNormal">Converse com seu filho sobre a situação financeira de vocês. Transforme-o em sua aliada no que se refere à contenção de gastos desnecessários. Isto é importante por dois aspectos: irá ensiná-la a lidar com dinheiro e também ela mesma poderá contribuir para gerar poupança.</li>
<li class="MsoNormal">Anote quais são seus principais objetivos de vida, aqueles que realmente irão lhe proporcionar prazer duradouro. Toda vez que fizer uma compra ou tomar uma decisão financeira, pense em seus objetivos de vida e verifique se aquele gasto faz sentido para estes objetivos.</li>
<li class="MsoNormal">Toda vez que for comprar algo, reflita se é uma necessidade ou um desejo. Na dúvida, não compre.</li>
</ul>
<p>Estas são apenas algumas dicas para que você passe a se comportar diferente. Lembre-se que de nada adianta resolver seus problemas agora se seus hábitos de consumo e comportamento não mudarem. Sem esta mudança, você provavelmente passará por esta situação novamente.</p>
<p><strong>Quanto à parte financeira, provavelmente a sua estratégia de quitar o cartão e o cheque especial está acertada</strong>. Os juros cobrados por estes tipos de dívidas estão entre os mais caros do mercado. Um empréstimo na sua empresa a juros de 2,5% é seria uma boa troca que trará uma economia no pagamento de juros.</p>
<p>É sempre bom ressaltar que todo este esforço será inútil caso você não consiga conter a compulsão por compras. Uma estratégia adotada por algumas pessoas é deixar o cartão de crédito/débito e o talão de cheques em casa e só levar o dinheiro estritamente necessário quando for sair para fazer compras ou a lazer.</p>
<p>Bom, seria possível escrever um livro com todas as dicas possíveis, mas o que você deve guardar para si é que não há como resolver seu problema sem que o seu comportamento de consumo seja adequado ao seu nível de renda. No futuro, procure economizar e poupar para comprar os bens que necessita.<br />
<em>Se você ficou com alguma dúvida, ou se tem algum caso que gostaria que fosse analisado por nossos especialistas, escreva para a gente ! Envie um e-mail para <a href="mailto:contato@minhaseconomias.com.br" target="_blank" rel="noopener">contato@minhaseconomias.com.br</a>.</em></p>
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		<item>
		<title>Endividado? Faça o diagnóstico das suas dívidas!</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/endividado-faca-o-diagnostico-das-suas-dividas</link>
					<comments>https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/endividado-faca-o-diagnostico-das-suas-dividas#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Apr 2018 12:34:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Planejamento Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Dívidas]]></category>
		<category><![CDATA[endividamento]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www2.minhaseconomias.com.br/?p=8833</guid>

					<description><![CDATA[<p>Segundo pesquisa da FecomercioSP, 53,6% das famílias paulistanas estavam endividadas em fevereiro de 2018. Isto significa que 2,09 milhões de famílias tinham algum tipo de dívida para pagar, somente em São Paulo! Assim, se você tem algum tipo de dívida, neste momento você provavelmente está no mesmo time que a maioria das famílias! Estar endividado [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/endividado-faca-o-diagnostico-das-suas-dividas">Endividado? Faça o diagnóstico das suas dívidas!</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br">Minhas Economias</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo pesquisa da FecomercioSP, 53,6% das famílias paulistanas estavam endividadas em fevereiro de 2018. Isto significa que 2,09 milhões de famílias tinham algum tipo de dívida para pagar, somente em São Paulo!</p>
<p>Assim, se você tem algum tipo de dívida, neste momento você provavelmente está no mesmo time que a maioria das famílias!</p>
<p><span id="more-8833"></span>Estar endividado não significa necessariamente ter uma situação financeira ruim. <a href="https://minhaseconomias.com.br/blog/educacao-financeira/analise-bem-os-cortes-nos-gastos-alguns-podem-ser-na-verdade-%E2%80%9Cinvestimentos%E2%80%9D" target="_blank" rel="noopener">Por exemplo</a>, a família pode ter uma dívida relacionada ao financiamento de uma casa própria, porém todas as parcelas são pagas em dia e não há aumento do endividamento. Ou seja, existe um bom planejamento e controle financeiro que permite a família assumir um endividamento de mais longo prazo sem comprometer a sua saúde financeira.</p>
<p>Infelizmente, parece que esta não é a realidade da maioria das famílias. A mesma pesquisa aponta que, para 74,4% das famílias endividadas, o cartão de crédito é a principal fonte de endividamento. E todos sabemos que a dívida do cartão está entre as que cobram as maiores taxas de juros!</p>
<p>Para você que é endividado, aqui vão algumas perguntas básicas para que entenda melhor se a sua dívida é ruim ou boa:</p>
<p><strong><em> 1) A dívida que você tem é relacionada a <a href="//minhaseconomias.com.br/blog/varios/cartao-de-credito-voce-pode-usa-lo-a-seu-favor" target="_blank" rel="noopener">cartão de crédito</a> ou <a href="https://minhaseconomias.com.br/blog/educacao-financeira/voce-sabe-o-quanto-paga-de-juros-e-impostos-no-cheque-especial-aprenda-a-calcular" target="_blank" rel="noopener">cheque especial</a>?</em></strong><br />
Estas são as piores dívidas que se pode ter, pois são as que cobram as mais altas taxas de juros. Fuja delas, procure <a href="https://minhaseconomias.com.br/blog/educacao-financeira/como-administrar-suas-dividas" target="_blank" rel="noopener">renegociá-las</a> e trocar por dívidas com juros mais baixos, como o financiamento pessoal.</p>
<p><em><strong> 2) O valor total do endividamento está diminuindo mês após mês? Ou está aumentando?</strong></em><br />
Esta é uma forma simples de analisar se você tem condições de pagar os valores devidos. A sua dívida total tem que diminuir a cada mês. Se isto não está acontecendo, você está criando uma &#8220;bola de neve&#8221; incrivelmente perigosa: quanto mais se deve, mais juros devem ser pagos; para pagá-los são feitas mais dívidas por aí vai.</p>
<p><strong><em> 3) A dívida foi feita a partir de um Planejamento e Controle Financeiro?</em></strong><br />
Como dissemos acima, você pode buscar um financiamento de um bem mais caro (como uma casa ou um apartamento), desde que isso venha acompanhado de um bom Planejamento e Controle Financeiro. É preciso saber se as parcelas estão condizentes com seu <a href="https://minhaseconomias.com.br/como-funciona/planejamento-financeiro-pessoal" target="_blank" rel="noopener">orçamento pessoal</a>, analisando todas as suas despesas e receitas.</p>
<p><em><strong> 4) A dívida foi feita para pagar itens não essenciais?</strong></em><br />
Itens não essenciais são aqueles que poderiam ser comprados em um momento posterior (não agora) e ainda assim nossa qualidade de vida não alteraria significativamente . Por exemplo, há pessoas que já possuem um carro bom, porém usado. E mesmo assim <a href="https://minhaseconomias.com.br/blog/educacao-financeira/quanto-realmente-custa-o-financiamento-de-um-carro" target="_blank" rel="noopener">financiam a compra de um carro novo</a>, mais moderno &#8230; e mais caro também. O ideal neste caso seria postergar o momento desta compra até que fosse possível pagar o carro à vista. E não adianta usar a desculpa de que “os juros do financiamento estavam baixos”, nenhum juro é mais vantajoso do que pagar a vista!</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/endividado-faca-o-diagnostico-das-suas-dividas">Endividado? Faça o diagnóstico das suas dívidas!</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br">Minhas Economias</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Quer consultar o CPF pela internet? Veja algumas dicas</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/quer-consultar-o-cpf-pela-internet-veja-algumas-dicas</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Sep 2014 03:12:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Planejamento Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<category><![CDATA[Dívidas]]></category>
		<category><![CDATA[nome sujo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www2.minhaseconomias.com.br/?p=10303</guid>

					<description><![CDATA[<p>Consultar o CPF é um serviço muito utilizado pela população em geral, principalmente para aqueles que tinham ou ainda têm dívidas. O objetivo principal costuma ser a verificação de pendências relacionadas ao nosso nome, seja por causa de dívidas não pagas ou por alguma outra regularização necessária. Uma das ferramentas mais utilizadas para realizar esta [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Consultar o CPF é um serviço muito utilizado pela população em geral, principalmente para aqueles que tinham ou ainda têm dívidas. O objetivo principal costuma ser a verificação de pendências relacionadas ao nosso nome, seja por causa de dívidas não pagas ou por alguma outra regularização necessária.</p>
<p><span id="more-10303"></span>Uma das ferramentas mais utilizadas para realizar esta consulta ao CPF é a internet. Quem já não digitou nas ferramentas de busca as palavras &#8220;consulta CPF&#8221; ou &#8220;consultar CPF&#8221;? Se você ainda não o fez, faça o teste! Você irá perceber que há uma série de sites que vão lhe ajudar a consultar o CPF, mas cabe algumas dicas.</p>
<h2>Dicas para consultar o CPF</h2>
<p>Você notará que um dos primeiros resultados da busca pela consulta do CPF será provavelmente o site da <a href="http://www.receita.fazenda.gov.br/aplicacoes/atcta/cpf/consultapublica.asp" target="_blank" rel="noopener">Receita Federal</a>. Este serviço, disponibilizado pelo governo federal, é gratuito e seguro. Porém, a análise realizada é limitada, comprovada pela própria mensagem encontrada no site:</p>
<p>&#8220;Este comprovante não fornece informações sobre a situação econômica, financeira ou fiscal do contribuinte, limitando-se tão somente a comprovar a situação cadastral no CPF com relação à entrega de declarações no último exercício&#8221;</p>
<p>Ou seja, ele não analisa situações de dívidas ou &#8220;nome sujo&#8221;. Mas não desista, a saga da para consultar o CPF continua &#8230;</p>
<p>Se o objetivo é consultar o CPF para este fim (análise de dívidas ou &#8220;nome sujo&#8221;), você terá que recorrer a outros serviços também disponíveis na internet, mas que na sua grande maioria são pagos. Se esta for a sua escolha, lembre-se que:</p>
<p>1) Estes serviços geralmente buscam as informações nas bases de dados das grandes instituições de controle de crédito, ou seja, SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito, gerido pela Boa Vista Serviços), o SPC (Serviço de Proteção ao Crédito, gerido pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) ou o Serasa. Assim, o mais seguro seria contratar estes serviços diretamente destas empresas.</p>
<p>2) Estas empresas (SPC, Serasa, SCPC, etc.) devem, por lei, fornecer gratuitamente aos cidadãos as informações de crédito que possuem. Porém, normalmente isto só é possível se você comparecer pessoalmente a um de seus estabelecimentos. Uma exceção a esta regra é o SCPC, que disponibiliza um<a href="https://www2.boavistaservicos.com.br/consumidorpositivo/consulta-de-debito.php" target="_blank" rel="noopener"> site gratuito</a> para consulta ao CPF, porém exige que seja feito um cadastro com suas informações.</p>
<p>3) Caso você escolha alguma outra empresa para contratar os serviços de consulta ao CPF, lembre-se de checar a idoneidade dela. Afinal, você terá que informar seu número de CPF e isto pode ser usado para fins não lícitos.</p>
<p>4) Você também irá encontrar nestes sites de consulta ao CPF uma série de ofertas para &#8220;limpar o seu nome sujo do SPC e Serasa&#8221;. Não se deixe levar por estas tentadoras ofertas, não há solução fácil para este problema!</p>
<p>Como se pode notar, quem tem dívidas acaba tendo que gastar mais dinheiro ainda com outras atividades, como a consulta ao CPF. Ou seja, quem não tem dívidas acaba economizando muito mais!</p>
<p><strong>VEJA TAMBÉM:</strong></p>
<p><a href="https://minhaseconomias.com.br/blog/educacao-financeira/saiba-como-consultar-o-cnpj-das-empresas-de-servicos-e-produtos">&#8211; Saiba como consultar o CNPJ das empresas de serviços e produtos</a><br />
<a href="https://minhaseconomias.com.br/blog/vidareal/golpe-telefone-proteja-seus-dados-bancarios-e-cpf">&#8211; Golpe do telefone: proteja seus dados bancários e CPF</a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/quer-consultar-o-cpf-pela-internet-veja-algumas-dicas">Quer consultar o CPF pela internet? Veja algumas dicas</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br">Minhas Economias</a>.</p>
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