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	<title>Banco Central do Brasil &#8211; Minhas Economias</title>
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	<link>https://minhaseconomias.com.br</link>
	<description>Minhas Economias é um gerenciador financeiro completo, online, seguro e gratuito. Organize suas contas, gerencie seu orçamento e faça seus objetivos acontecerem.</description>
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	<title>Banco Central do Brasil &#8211; Minhas Economias</title>
	<link>https://minhaseconomias.com.br</link>
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	<item>
		<title>Conhecendo a nota de 50 Reais</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/conhecendo-a-nota-de-50-reais</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 May 2010 01:33:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Planejamento Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[nota de 50 reais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Continuando com a publicação de artigos e textos disponibilizados pelo Banco Central do Brasil (com a devida autorização), reproduzimos parte da cartilha &#8220;Conhecendo a nota de 50 Reais&#8221;, que traz dicas importantes para você conhecer as principais características de segurança desta nota e assim ajudar o Brasil a combater a falsificação de dinheiro. Boa Leitura [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/conhecendo-a-nota-de-50-reais">Conhecendo a nota de 50 Reais</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br">Minhas Economias</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Continuando com a publicação de artigos e textos disponibilizados pelo Banco Central do Brasil (com a devida autorização), reproduzimos <span id="more-3541"></span>parte da cartilha &#8220;Conhecendo a nota de 50 Reais&#8221;, que traz dicas importantes para você conhecer as principais características de segurança desta nota e assim ajudar o Brasil a combater a falsificação de dinheiro.</p>
<p>Boa Leitura !!</p>
<p><strong>Conhecendo a nota de 50 Reais</strong></p>
<p><a href="https://minhaseconomias.com.br/blog/educacao-financeira/conhecendo-a-nota-de-50-reais/"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-3560" title="capa" alt="capa" src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2010/05/capa.png" width="489" height="683" /><br />
</a><br />
<!--more--><img decoding="async" class="aligncentral size-full wp-image-3549" title="nota50_01" alt="nota50_01" src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2010/05/nota50_01.png" width="404" height="235" /></p>
<p><img decoding="async" class="aligncentral size-full wp-image-3544" title="nota50_02" alt="nota50_02" src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2010/05/nota50_02.png" width="482" height="419" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncentral size-full wp-image-3547" title="nota50_03" alt="nota50_03" src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2010/05/nota50_03.png" width="459" height="305" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncentral size-full wp-image-3546" title="nota50_04" alt="nota50_04" src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2010/05/nota50_04.png" width="418" height="315" /></p>
<p><strong>Hora do exercício</strong></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncentral size-full wp-image-3545" title="nota50_05" alt="nota50_05" src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2010/05/nota50_05.png" width="457" height="556" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncentral size-full wp-image-3556" title="nota50_06" alt="nota50_06" src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2010/05/nota50_06.png" width="442" height="34" /></p>
<p><span style="font-family: mceinline;"><span style="font-family: mceinline;">________________________________________________________________________________________________________________________________________________</span></span></p>
<p>Fontes</p>
<p><span style="font-family: mceinline;"><span style="font-family: mceinline;">________________________________________________________________________________________________________________________________________________</span></span><br />
<em>Texto e ilustrações extraídos da cartilha &#8220;Conhecendo a nota de 50 Reais&#8221;</em> <em>. Clique <a href="http://www.bcb.gov.br/Pre/PEF/PORT/publicacoes_cartilha50reais.pdf" target="_blank" rel="noopener">AQUI</a> para acessar a cartilha original.</em></p>
<p><em>Conheça mais sobre o programa de Educação Financeira do Banco Central do Brasil através do link <a href="http://www.bcb.gov.br/?PEF-BC" target="_blank" rel="noopener">http://www.bcb.gov.br/?PEF-BC</a>.</em></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/conhecendo-a-nota-de-50-reais">Conhecendo a nota de 50 Reais</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br">Minhas Economias</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O Dinheiro no Brasil &#8211; Parte Final</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/o-dinheiro-no-brasil-parte-final</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Apr 2010 02:29:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Planejamento Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[moeda]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Continuando com a publicação de artigos e textos disponibilizados pelo Banco Central do Brasil (com a devida autorização), reproduzimos agora a 5a e última parte da cartilha “Dinheiro no Brasil”, que explica de forma clara e educativa a história do surgimento do dinheiro em nosso país. Para ler a 4a parte da cartilha, clique AQUI [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/o-dinheiro-no-brasil-parte-final">O Dinheiro no Brasil &#8211; Parte Final</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br">Minhas Economias</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Continuando com a publicação de artigos e textos disponibilizados pelo Banco Central do Brasil (com a devida autorização), reproduzimos <span id="more-3470"></span>agora a 5a e última parte da cartilha “Dinheiro no Brasil”, que explica de forma clara e educativa a história do surgimento do dinheiro em nosso país.</p>
<p>Para ler a 4a parte da cartilha, clique <a href="https://minhaseconomias.com.br/blog/geral/o-dinheiro-no-brasil-parte-4/" target="_blank" rel="noopener">AQUI</a> .</p>
<p>Boa Leitura !!</p>
<p><strong>De 1942 aos dias de hoje</strong></p>
<p><strong>CRUZEIRO (Cr$) – 1942 a 1967</strong><br />
Em 1942, havia 56 tipos diferentes de cédulas no Brasil. Para uniformizar o dinheiro em circulação, foi instituída a primeira mudança de padrão monetário no país. O antigo Réis deu lugar ao Cruzeiro. Um cruzeiro correspondia a mil réis.<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-3451" title="crz" alt="crz" src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2010/04/crz.png" width="240" height="229" /></p>
<p><strong>CRUZEIRO NOVO (NCr$) – 1967 a 1970</strong></p>
<p>A desvalorização do Cruzeiro levou à criação de um padrão de caráter temporário, para vigorar durante o tempo necessário ao preparo das novas cédulas e à adaptação da sociedade ao corte de três zeros. As cédulas do Cruzeiro Novo foram aproveitadas do Cruzeiro, recebendo carimbos com os novos valores. Mil cruzeiros correspondiam a um cruzeiro novo.<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-3452" title="crz_novo" alt="crz_novo" src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2010/04/crz_novo.png" width="240" height="241" /></p>
<p><strong>CRUZEIRO (Cr$) – 1970 a 1986</strong><br />
Em março de 1970, o padrão monetário voltou a chamar-se Cruzeiro, mantendo a equivalência com o Cruzeiro Novo. Um cruzeiro novo correspondia a um cruzeiro.<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-3453" title="cruzeiro2" alt="cruzeiro2" src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2010/04/cruzeiro2.png" width="233" height="245" /></p>
<p><strong>CRUZADO (Cz$) – 1986 a 1989</strong><br />
O crescimento da inflação, a partir de 1980, foi a causa da instituição de um novo padrão monetário, o Cruzado. Um cruzado equivalia a mil cruzeiros. A maioria das cédulas do Cruzado foi aproveitada do Cruzeiro, recebendo carimbos ou tendo suas legendas adaptadas.<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-3454" title="cruzado" alt="cruzado" src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2010/04/cruzado.png" width="239" height="252" /></p>
<p><strong>CRUZADO NOVO (NCz$) – 1989 a 1990</strong><br />
Em janeiro de 1989, foi instituído o Cruzado Novo, com unidade equivalente a mil cruzados. O três últimos valores emitidos em cruzados receberam carimbos em cruzados novos e, em seguida, foram emitidas cédulas específicas do padrão.<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-3455" title="cruzado_novo" alt="cruzado_novo" src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2010/04/cruzado_novo.png" width="239" height="247" /></p>
<p><strong>CRUZEIRO (Cr$) – 1990 a 1993</strong><br />
Em março de 1990, a moeda nacional voltou a se chamar Cruzeiro, com unidade equivalente a um cruzado novo. Novamente circularam cédulas carimbadas, com legendas adaptadas e cédulas do padrão.<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-3456" title="cruzeiro3" alt="cruzeiro3" src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2010/04/cruzeiro3.png" width="242" height="239" /></p>
<p><strong>CRUZEIRO REAL (CR$) – 1993 a 1994</strong><br />
Em julho de 1993, uma nova reforma monetária foi promovida no país, instituindo-se o Cruzeiro Real. A unidade equivalia a mil cruzeiros. Foram aproveitadas cédulas do padrão anterior e emitidas cédulas novas.<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-3457" title="cruzeiro_real" alt="cruzeiro_real" src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2010/04/cruzeiro_real.png" width="238" height="248" /></p>
<p><strong>REAL (R$) – 1994 até hoje</strong><br />
Em 1º de julho de 1994, foi instituído o Real, cuja unidade equivalia a CR$ 2.750,00. Não houve corte de zeros ou carimbagem de cédulas do padrão anterior. O Banco Central do Brasil determinou a substituição de todo o dinheiro em circulação.<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-3458" title="real" alt="real" src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2010/04/real.png" width="244" height="246" /></p>
<p><strong>Inovações tecnológicas do Real</strong></p>
<p>Em abril de 2000, foi lançada uma nova cédula de dez reais, em comemoração aos 500 Anos do Descobrimento do Brasil, trazendo como novidade o emprego de um material plástico ultraresistente, o polímero, que permite a colocação de elementos de segurança de última geração, até então, inéditos no dinheiro brasileiro.<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-3459" title="inov_tecnol" alt="inov_tecnol" src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2010/04/inov_tecnol.png" width="375" height="376" /></p>
<p>A cédula de vinte reais entrou em circulação em 27 de junho de 2002 e trouxe um novo elemento de segurança, a faixa holográfica – uma tira metalizada aplicada sobre o papel-moeda –, que produz efeitos visuais holográficos quando movimentada sob a luz. Com estampas multicoloridas do mico-leão e do número 20, a faixa holográfica irá caracterizar de forma singular a nova cédula, tornando mais difíceis as falsificações.<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-3460" title="20" alt="20" src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2010/04/20.png" width="369" height="367" /></p>
<p>Fontes</p>
<p><span style="font-family: mceinline;"><span style="font-family: mceinline;">________________________________________________________________________________________________________________________________________________</span></span><br />
<em>Texto extraído da cartilha &#8220;Dinheiro no Brasil, 2ª. Ed. 2004&#8221;</em> <em>. Clique <a href="http://www.bcb.gov.br/Pre/PEF/PORT/publicacoes_DinheironoBrasil.pdf" target="_blank" rel="noopener">AQUI</a> para acessar a cartilha original.</em></p>
<p><em>Conheça mais sobre o programa de Educação Financeira do Banco Central do Brasil através do link <a href="http://www.bcb.gov.br/?PEF-BC" target="_blank" rel="noopener">http://www.bcb.gov.br/?PEF-BC</a>.</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>O Dinheiro no Brasil &#8211; Parte 4</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/o-dinheiro-no-brasil-parte-4</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Apr 2010 03:05:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Planejamento Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[moedas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Continuando com a publicação de artigos e textos disponibilizados pelo Banco Central do Brasil (com a devida autorização), reproduzimos agora a 4a parte da cartilha “Dinheiro no Brasil”, que explica de forma clara e educativa a história do surgimento do dinheiro em nosso país. Para ler a 3a parte da cartilha, clique AQUI . Boa [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Continuando com a publicação de artigos e textos disponibilizados pelo Banco Central do Brasil (com a devida autorização), reproduzimos agora <span id="more-3461"></span>a 4a parte da cartilha “Dinheiro no Brasil”, que explica de forma clara e educativa a história do surgimento do dinheiro em nosso país.</p>
<p>Para ler a 3a parte da cartilha, clique <a href="https://minhaseconomias.com.br/blog/geral/o-dinheiro-no-brasil-parte-3/" target="_blank" rel="noopener">AQUI</a> .</p>
<p>Boa Leitura !!</p>
<p><strong>O segundo Banco do Brasil</strong><br />
O segundo Banco do Brasil, criado pelo Visconde de Mauá, formado pela fusão do antigo Banco do Brasil com o Banco Comercial do Rio de Janeiro, iniciou suas atividades em 1854, na condição de único emissor. Em 1857, para atender às exigências do crescimento econômico, foi autorizada a constituição de novos bancos emissores. O Banco do Brasil voltou a assumir a responsabilidade pelas emissões durante alguns períodos entre 1862 e 1930, quando emitiu papel-moeda pela última vez.<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-3445" title="seg-bb" alt="seg-bb" src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2010/04/seg-bb.png" width="394" height="292" /></p>
<p><strong>Inovação na fabricação de moedas</strong></p>
<p>Com a generalização do uso de cédulas, a cunhagem de moedas direcionou-se para a produção de valores destinados ao troco. O cobre foi sendo substituído por ligas modernas, mais duráveis, de modo a suportar a circulação do dinheiro de mão em mão. A partir de 1868, foram introduzidas moedas de bronze e, a partir de 1870, moedas de cuproníquel.<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-3446" title="inovacao" alt="inovacao" src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2010/04/inovacao.png" width="195" height="360" /></p>
<p><strong>As primeiras moedas da República</strong><br />
Após a Proclamação da República, em 1889, foi mantido o padrão Réis. As moedas de ouro e prata receberam gravação da alegoria da República no lugar da imagem do imperador. A utilização do ouro, na cunhagem de moedas de circulação, foi interrompida em 1922, devido ao alto custo do metal.<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-3447" title="republica" alt="republica" src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2010/04/republica.png" width="422" height="395" /></p>
<p><strong>O Tesouro Nacional</strong><br />
A grande quantidade de bancos emissores provocou uma grave crise financeira. Por isso, em 1896, o Tesouro Nacional passou a ser novamente o único responsável pela emissão das cédulas. Além disso, numa tentativa de uniformizar o dinheiro em circulação, todas as cédulas emitidas por outros bancos foram substituídas por cédulas do Tesouro Nacional. O Tesouro fez sua última emissão em réis em 1936, voltando a emitir no padrão Cruzeiro, de 1942 até 1964, quando foi substituído pelo Banco Central.<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-3448" title="tesouro" alt="tesouro" src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2010/04/tesouro.png" width="597" height="375" /></p>
<p><strong>O 4º Centenário do Descobrimento do Brasil</strong><br />
Por ocasião do 4º Centenário do Descobrimento do Brasil, em 1900, foi lançada a primeira série de moedas comemorativas da República. A série era composta por moedas de prata nos valores de 400, 1.000, 2.000 e 4.000 réis.<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-3449" title="descobrimento" alt="descobrimento" src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2010/04/descobrimento.png" width="477" height="299" /></p>
<p><strong>O tostão – moeda de 100 réis De 1942</strong><br />
Entre 1918 e 1935, com a finalidade de facilitar o troco, foi cunhada uma nova série de moedas em cuproníquel que substituiu cédulas de valores pequenos e moedas antigas. A moeda de 100 réis, dessa série, ficou conhecida como tostão.<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-3450" title="tostao" alt="tostao" src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2010/04/tostao.png" width="454" height="383" /></p>
<p><em>Não perca nossos próximos posts com a continuação da história do “Dinheiro no Brasil”!</em></p>
<p>Fontes</p>
<p><span style="font-family: mceinline;"><span style="font-family: mceinline;">________________________________________________________________________________________________________________________________________________</span></span><br />
<em>Texto extraído da cartilha &#8220;Dinheiro no Brasil, 2ª. Ed. 2004&#8221;</em> <em>. Clique <a href="http://www.bcb.gov.br/Pre/PEF/PORT/publicacoes_DinheironoBrasil.pdf" target="_blank" rel="noopener">AQUI</a> para acessar a cartilha original.</em></p>
<p><em>Conheça mais sobre o programa de Educação Financeira do Banco Central do Brasil através do link <a href="http://www.bcb.gov.br/?PEF-BC" target="_blank" rel="noopener">http://www.bcb.gov.br/?PEF-BC</a>.</em></p>
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		<title>O Dinheiro no Brasil &#8211; Parte 3</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/o-dinheiro-no-brasil-parte-3</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 12:35:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Planejamento Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[moedas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www2.minhaseconomias.com.br/?p=3426</guid>

					<description><![CDATA[<p>Continuando com a publicação de artigos e textos disponibilizados pelo Banco Central do Brasil (com a devida autorização), reproduzimos agora a 3a parte da cartilha “Dinheiro no Brasil”, que explica de forma clara e educativa a história do surgimento do dinheiro em nosso país. Para ler a 1a parte da cartilha, clique AQUI. Para ler [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/o-dinheiro-no-brasil-parte-3">O Dinheiro no Brasil &#8211; Parte 3</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br">Minhas Economias</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Continuando com a publicação de artigos e textos disponibilizados pelo Banco Central do Brasil (com a devida autorização), reproduzimos<span id="more-3426"></span> agora a 3a parte da cartilha “Dinheiro no Brasil”, que explica de forma clara e educativa a história do surgimento do dinheiro em nosso país.</p>
<p>Para ler a 1a parte da cartilha, clique <a href="https://minhaseconomias.com.br/blog/geral/o-dinheiro-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">AQUI</a>.<br />
Para ler a 2a parte da cartilha, clique <a href="https://minhaseconomias.com.br/blog/geral/o-dinheiro-no-brasil-parte-2/" target="_blank" rel="noopener">AQUI</a> .</p>
<p>Boa Leitura !!</p>
<p><strong>A moeda mais valiosa da coleção brasileira</strong><br />
D. Pedro I, para comemorar sua coroação como Imperador do Brasil em 1822, mandou cunhar moedas de 6.400 réis, em ouro, conhecidas como “Peça da Coroação”. Por não ter agradado ao imperador, a produção dessas moedas foi suspensa. Foram fabricados apenas 64 exemplares e, por isso, são hoje muito raros.<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-3428" title="moeda_valiosa" src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2010/04/moeda_valiosa.png" alt="moeda_valiosa" width="307" height="154" /></p>
<p><strong>As primeiras moedas do Brasil independente</strong><br />
Logo após a Independência, as moedas mantiveram o mesmo padrão das moedas do período colonial, sofrendo pequenas alterações para se adequar à nova situação política. Nas moedas de ouro e prata, as Armas de Portugal foram substituídas pelas do Império e acrescentou-se a frase “In hoc signo vinces” – “Com este sinal vencerás”.</p>
<p><strong>Cobre falsificado</strong><br />
Entre 1823 e 1831, além das casas da moeda do Rio de Janeiro e da Bahia, casas de fundição em outros estados também cunharam moedas de cobre, o que facilitou o surgimento de inúmeras falsificações, principalmente na Bahia. O governo, numa tentativa de acabar com as falsificações, determinou o recolhimento dessas moedas na Bahia, substituindo-as por cédulas do Tesouro Nacional, atualmente muito raras.<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-3429" title="cobre-falso" src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2010/04/cobre-falso.png" alt="cobre-falso" width="206" height="228" /></p>
<p><strong>D. Pedro II – nas moedas, o registro de um longo reinado</strong><br />
As moedas cunhadas durante os quase 60 anos do reinado de D. Pedro II mostram o imperador em diferentes fases de sua vida: na infância, na idade adulta e na velhice. A efígie de D. Pedro II foi a mais representada no dinheiro brasileiro.<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-3430" title="d_pedro_ii" src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2010/04/d_pedro_ii.png" alt="d_pedro_ii" width="220" height="105" /></p>
<p><strong>Os cruzados subtituem as patacas</strong><br />
Em 1834, a Casa da Moeda do Rio de Janeiro cunhou uma nova série de moedas em prata para substituir as patacas, que circularam durante todo o período colonial. O valor de 400 réis – cruzado – deu nome à série.<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-3431" title="patacas" src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2010/04/patacas.png" alt="patacas" width="154" height="154" /></p>
<p><strong>Cédulas fabricadas na Inglaterra</strong><br />
Para uniformizar as cédulas em circulação e acabar com as falsificações, em 1835 as antigas notas do extinto Banco do Brasil e as cédulas para o troco do cobre foram substituídas por cédulas do Tesouro Nacional, fabricadas por Perkins, Bacon &amp; Petch (Inglaterra). Essas cédulas possuíam certas características que dificultavam a falsificação. Foi a primeira vez que o Tesouro Nacional assumiu o monopólio das emissões.<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-3432" title="cedulas" src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2010/04/cedulas.png" alt="cedulas" width="296" height="224" /></p>
<p><strong>Emissões de bancos particulares</strong><br />
Com o aumento da população e o alto custo dos metais preciosos utilizados na fabricação de moedas, as cédulas tornaram-se cada vez mais necessárias no decorrer do século XIX. Como a extensão do território brasileiro dificultava a distribuição de cédulas, entre 1836 e 1854, o governo autorizou bancos particulares a emitirem juntamente com o Tesouro Nacional.<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-3433" title="bancos_part" src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2010/04/bancos_part.png" alt="bancos_part" width="286" height="265" /></p>
<p><em>Não perca nossos próximos posts com a continuação da história do “Dinheiro no Brasil”!</em></p>
<p>Fontes</p>
<p><span style="font-family: mceinline;"><span style="font-family: mceinline;">________________________________________________________________________________________________________________________________________________</span></span><br />
<em>Texto extraído da cartilha &#8220;Dinheiro no Brasil, 2ª. Ed. 2004&#8221;</em> <em>. Clique <a href="http://www.bcb.gov.br/Pre/PEF/PORT/publicacoes_DinheironoBrasil.pdf" target="_blank" rel="noopener">AQUI</a> para acessar a cartilha original.</em></p>
<p><em>Conheça mais sobre o programa de Educação Financeira do Banco Central do Brasil através do link <a href="http://www.bcb.gov.br/?PEF-BC" target="_blank" rel="noopener">http://www.bcb.gov.br/?PEF-BC</a>.</em></p>
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		<title>O Dinheiro no Brasil &#8211; Parte 2</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/o-dinheiro-no-brasil-parte-2</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Mar 2010 22:53:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Planejamento Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[moedas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Continuando com a publicação de artigos e textos disponibilizados pelo Banco Central do Brasil (com a devida autorização), reproduzimos agora a 2a parte da cartilha “Dinheiro no Brasil”, que explica de forma clara e educativa a história do surgimento do dinheiro em nosso país. Para ler a 1a parte da cartilha, clique AQUI . Boa [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Continuando com a publicação de artigos e textos disponibilizados pelo Banco Central do Brasil (com a devida autorização),<span id="more-3373"></span> reproduzimos agora a 2a parte da cartilha “Dinheiro no Brasil”, que explica de forma clara e educativa a história do surgimento do dinheiro em nosso país.</p>
<p>Para ler a 1a parte da cartilha, clique <a href="https://minhaseconomias.com.br/blog/geral/o-dinheiro-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">AQUI</a> .</p>
<p>Boa Leitura !!</p>
<p><strong>“Cara ou coroa”</strong><br />
Em 1727, foram cunhadas as primeiras moedas no Brasil com a figura do rei numa das faces e com as armas da Coroa Portuguesa na outra. Essas moedas deram origem à expressão popular “cara ou coroa” e ficaram conhecidas como série dos escudos.<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-3375" title="cara_coroa" src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2010/03/cara_coroa.png" alt="cara_coroa" width="542" height="365" /></p>
<p><strong>O controle da extração do ouro </strong><br />
As casas de fundição foram criadas para controlar a exploração do ouro e a cobrança de impostos. Os mineradores eram obrigados a entregar todo o ouro extraído a essas casas, onde 20% eram retirados para pagar o imposto denominado “quinto”. O restante era devolvido em forma de barras fundidas acompanhadas de um certificado que legitimava sua posse.<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-3400" title="extracao_ouro" src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2010/03/extracao_ouro.png" alt="extracao_ouro" width="266" height="449" /></p>
<p><strong>Moedas de prata para as minas.</strong><br />
Para facilitar o comércio na região das minas, onde os preços eram estabelecidos em função do preço do ouro (1.200 réis para cada 3,586g de ouro), foram cunhadas moedas em prata nos<br />
valores de 600, 300, 150 e 75 réis. Para diferenciá-las da série das patacas, devido à proximidade dos valores, foi gravada na nova série a inicial do nome do rei D. José I. Ficaram conhecidas como série “J”.<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-3399" title="moedas_prata" src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2010/03/moedas_prata.png" alt="moedas_prata" width="270" height="449" /></p>
<p><strong>Nas faces da moeda, as fases da vida de uma rainha</strong><br />
As moedas de ouro cunhadas durante o reinado de D. Maria I registraram diferentes momentos da vida da rainha. De 1777 a 1786, apareceu retratada ao lado de seu marido, D. Pedro III. Após a morte do esposo, foi retratada sozinha, portando véu de viúva. A partir de 1789, terminado o luto, passou a ser representada com um toucado ornado de jóias e fitas.<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-3398" title="rainha" src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2010/03/rainha.png" alt="rainha" width="610" height="449" /></p>
<p><strong>A criação do Banco do Brasil</strong><br />
Devido à queda na produção de ouro e ao crescimento dos gastos com a implantação da administração no Rio de Janeiro, a quantidade de moedas em circulação tornou-se insuficiente. Assim, em 1808, D. João VI criou o Banco do Brasil, o primeiro banco da América do Sul e o quarto do mundo. Em 1810, foram emitidos os primeiros bilhetes do Banco, precursores das cédulas atuais.</p>
<p><strong>As primeiras moedas comemorativas</strong><br />
A elevação do Brasil à categoria de Reino Unido, em 1815, foi comemorada com a cunhagem de uma série especial de moedas. As peças em ouro, prata e cobre traziam gravada a legenda “Joannes. D. G. Port. Bras. Et. Alg. P. Reg.” – “João, por graça de Deus, Príncipe Regente de Portugal, Brasil e Algarves”.<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-3394" title="comemor" src="https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2010/03/comemor.png" alt="comemor" width="475" height="169" /></p>
<p><em>Não perca nossos próximos posts com a continuação da história do “Dinheiro no Brasil”!</em></p>
<p>Fontes</p>
<p><span style="font-family: mceinline;"><span style="font-family: mceinline;">________________________________________________________________________________________________________________________________________________</span></span><br />
<em>Texto extraído da cartilha &#8220;Dinheiro no Brasil, 2ª. Ed. 2004&#8221;</em> <em>. Clique <a href="http://www.bcb.gov.br/Pre/PEF/PORT/publicacoes_DinheironoBrasil.pdf" target="_blank" rel="noopener">AQUI</a> para acessar a cartilha original.</em></p>
<p><em>Conheça mais sobre o programa de Educação Financeira do Banco Central do Brasil através do link <a href="http://www.bcb.gov.br/?PEF-BC" target="_blank" rel="noopener">http://www.bcb.gov.br/?PEF-BC</a>.</em></p>
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		<title>O Dinheiro no Brasil.</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/o-dinheiro-no-brasil</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Mar 2010 00:48:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Planejamento Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Continuando com a publicação de artigos e textos disponibilizados pelo Banco Central do Brasil (com a devida autorização),iniciaremos a reprodução da cartilha “Dinheiro no Brasil”, que explica de forma clara e educativa a história do surgimento do dinheiro em nosso país. Boa Leitura !! Apresentação Com o objetivo de divulgar aspectos significativos da história econômica [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Continuando com a publicação de artigos e textos disponibilizados pelo Banco Central do Brasil (com a devida autorização),<span id="more-3345"></span>iniciaremos a reprodução da cartilha “Dinheiro no Brasil”, que explica de forma clara e educativa a história do surgimento do dinheiro em nosso país.</p>
<p>Boa Leitura !!</p>
<p><strong>Apresentação</strong><br />
Com o objetivo de divulgar aspectos significativos da história econômica e numismática brasileira, o Banco Central do Brasil coloca à disposição do público esta cartilha, que reproduz os tópicos mais relevantes abordados na exposição sobre o dinheiro no Brasil, em exibição no Museu de Valores.</p>
<p><strong>A mercadoria usada como dinheiro</strong><br />
O pau-brasil foi a principal mercadoria utilizada no Brasil como elemento de troca entre os nativos e os europeus. Posteriormente, o pano de algodão, o açúcar, o fumo e o zimbo (tipo de<br />
concha utilizada nas trocas entre os escravos) foram utilizados como moeda-mercadoria. Essas moedas continuaram sendo usadas mesmo após o início da circulação das moedas metálicas.</p>
<p><strong>Com as expedições, chegam as primeiras moedas </strong><br />
Com a intensificação das viagens à terra recém-descoberta e a implantação de núcleos de colonização, começaram a circular as primeiras moedas no Brasil, trazidas pelos portugueses, invasores e piratas. A partir de 1580, com a união das coroas de Portugal e Espanha, moedas de prata espanholas passaram a circular no Brasil em grande quantidade.</p>
<p><strong>Carimbos alteram o dinheiro</strong><br />
Em 1642, Dom João IV, rei de Portugal, mandou aplicar carimbos sobre moedas portuguesas e<br />
espanholas que estavam em circulação. Esses carimbos aumentavam o valor das moedas.</p>
<p><strong>Na invasão holandesa, as primeiras moedas com o nome Brasil</strong><br />
Durante o domínio holandês no nordeste brasileiro (1630-1654), surgiram as primeiras moedas cunhadas no Brasil, os florins e os soldos. Essas moedas foram cunhadas pelos holandeses para pagar aos seus fornecedores e às suas tropas cercadas pelos portugueses. Os florins e os soldos traziam a marca da Companhia de Comércio da Índias Ocidentais. A palavra BRASIL aparecia no reverso dos florins.</p>
<p><strong>O dinheiro começa a ser fabricado no Brasil</strong><br />
Em 1694, D. Pedro II, rei de Portugal, criou a primeira Casa da Moeda, na Bahia. Todas as moedas de ouro e de prata em circulação na Colônia deveriam ser enviadas à Casa da Moeda<br />
para serem transformadas em moedas provinciais. No entanto, as dificuldades e os riscos do transporte fizeram com que a Casa da Moeda fosse transferida de uma região para outra. Em 1699, mudou-se para o Rio de Janeiro; no ano seguinte, para Pernambuco; e de novo para o Rio, em 1703.</p>
<p><strong>Patacas – moedas que circularam por 139 anos</strong><br />
As patacas foram as moedas que circularam por mais tempo no Brasil, de 1695 a 1834. Essa série era composta pelas moedas de prata nos valores de 20, 40, 80, 160, 320 e 640 réis. O valor de 320 réis – pataca – deu nome à série.</p>
<p><strong>No apogeu do ciclo do ouro, a moeda que pesava 53,78g</strong><br />
A elevada produção de ouro no Brasil permitiu a cunhagem da série dos dobrões, moedas de ouro nos valores de 400, 1.000, 2.000, 4.000, 10.000 e 20.000 réis, de 1724 a 1727. O dobrão<br />
de 20.000 réis, com 53,78 gramas, foi uma das moedas de maior peso em ouro que circulou no mundo.</p>
<p><em>Não perca nossos próximos posts com a continuação da história do “Dinheiro no Brasil”!</em></p>
<p>Fontes</p>
<p><span style="font-family: mceinline;"><span style="font-family: mceinline;">________________________________________________________________________________________________________________________________________________</span></span><br />
<em>Texto extraído da cartilha &#8220;Dinheiro no Brasil, 2ª. Ed. 2004&#8221;</em> <em>. Clique <a href="http://www.bcb.gov.br/Pre/PEF/PORT/publicacoes_DinheironoBrasil.pdf" target="_blank" rel="noopener">AQUI</a> para acessar a cartilha original.</em></p>
<p><em>Conheça mais sobre o programa de Educação Financeira do Banco Central do Brasil através do link <a href="http://www.bcb.gov.br/?PEF-BC" target="_blank" rel="noopener">http://www.bcb.gov.br/?PEF-BC</a>.</em></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/o-dinheiro-no-brasil">O Dinheiro no Brasil.</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br">Minhas Economias</a>.</p>
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		<title>O Banco Central do Brasil</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/o-banco-central-do-brasil</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Feb 2010 23:09:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Planejamento Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www2.minhaseconomias.com.br/?p=3111</guid>

					<description><![CDATA[<p>Você já ouviu falar da taxa Selic, da reunião do COPOM e do controle da inflação? Pois bem, continuando a publicação de textos da 3a edição da publicação &#8220;Fique por Dentro&#8221;, cartilha disponibilizada pelo Banco Central do Brasil, reproduzimos aqui o capítulo que explica mais sobre o Banco Central do Brasil e como ele se [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/o-banco-central-do-brasil">O Banco Central do Brasil</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br">Minhas Economias</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você já ouviu falar da taxa Selic, da reunião do COPOM e do controle da inflação? Pois bem, continuando a publicação de textos da<span id="more-3111"></span> 3a edição da publicação &#8220;Fique por Dentro&#8221;, cartilha disponibilizada pelo Banco Central do Brasil, reproduzimos aqui o capítulo que explica mais sobre o Banco Central do Brasil e como ele se relaciona com estes temas.</p>
<p>Boa Leitura !!</p>
<p><strong>O Banco Central do Brasil</strong></p>
<p>O Banco Central foi criado pela Lei 4.595, de 31 de dezembro de 1964, chamada Lei de Reforma Bancária. Até então, as funções de autoridade monetária brasileira eram desempenhadas pela Superintendência da Moeda e do Crédito (Sumoc), pelo Conselho Superior da Sumoc, pelo Banco do Brasil e pelo Tesouro Nacional, que, em conjunto, exerciam funções típicas de um banco central, paralelamente ao desempenho de suas atribuições próprias. A Lei 4.595 também extinguiu o Conselho Superior da Sumoc, criando, em substituição, o Conselho Monetário Nacional (CMN).</p>
<p>Escolhidos pelo presidente da República, o presidente e os diretores do Banco Central são sabatinados pelo Senado Federal antes de serem empossados no cargo.</p>
<p><strong>1 &#8211; Funções do Banco Central </strong><br />
Para cumprir sua missão, considerando o conjunto de atribuições legais e regulamentares, as funções do Banco Central são:</p>
<p>a) formulação, execução e acompanhamento da política monetária;<br />
b) controle das operações de crédito em todas as suas formas, no âmbito do sistema financeiro;<br />
c) formulação, execução e acompanhamento da política cambial e de relações financeiras com o exterior;<br />
d) organização, disciplinamento e fiscalização do Sistema Financeiro Nacional, do Sistema de Pagamentos Brasileiro e do Sistema Nacional de Habitação e ordenamento do mercado financeiro;<br />
e) emissão de papel-moeda e de moeda metálica e execução dos serviços do meio circulante.</p>
<p><strong>1.1 &#8211; Atuação na política monetária </strong><br />
A política monetária é a função que define o sentido mais amplo de um banco central e aquela que, em última instância, articula as demais. A principal função de um banco central consiste em adequar o volume dos meios de pagamento à real capacidade da economia e absorver recursos sem causar desequilíbrios nos preços.</p>
<p>Para isso, controla, por meio de instrumentos de efeito direto ou induzido, a expansão da moeda e do crédito e a taxa de juros, buscando adequá-los às necessidades do crescimento econômico e da estabilidade dos preços e zelar pela estabilidade da moeda, mantendo seu poder de compra.</p>
<p>A influência sobre a evolução dos meios de pagamento implica o controle ou a regulação do crédito, para que os bancos centrais contem com instrumentos, tais como as operações de mercado aberto, o recolhimento compulsório e o redesconto.</p>
<p>A Política Monetária no Brasil é executada dentro do Sistema de Metas Para a Inflação (SMPI). Por esse sistema, inicialmente, o CMN estabelece a meta para a inflação. A partir dessa meta, o Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) reúne-se periodicamente para analisar a economia brasileira e a tendência futura da inflação e decidir qual a taxa de juros necessária para atingir a meta. Uma vez definida a taxa de juros, o Banco Central atua de forma a fazer com que a taxa de juros do mercado seja a definida na reunião do Copom.</p>
<p><strong>1.2 &#8211; Controle das operações de crédito </strong><br />
O Banco Central divulga as decisões do Conselho Monetário Nacional, baixa as normas complementares e executa o controle e a fiscalização a respeito das operações de crédito em todas as suas modalidades.</p>
<p>Nesse sentido, de acordo com os objetivos estabelecidos pela política econômica, pode atuar inclusive no contingenciamento do crédito ao setor público, monitorando o cumprimento de limites para o seu endividamento por intermédio do sistema financeiro. Semelhante procedimento pode ser adotado para o setor privado.</p>
<p><strong>1.3 &#8211; Atuação na política cambial e relações financeiras com o exterior </strong></p>
<p>Essa função consiste em manter ativos de ouro e de moedas estrangeiras para atuação nos mercados de câmbio, de forma a contribuir para manter a paridade da moeda e para induzir desempenhos das transações internacionais do País, de acordo com as diretrizes da política econômica.</p>
<p>O Banco Central atua regulando o mercado de câmbio, buscando o equilíbrio do balanço de pagamentos, administrando as reservas cambiais do País, acompanhando e controlando os movimentos de capitais, negociando com as instituições financeiras e com os organismos financeiros estrangeiros e internacionais (Fundo Monetário Internacional FMI, Bank for International Settlements &#8211; BIS etc.) e gerenciando convênios internacionais de créditos<br />
recíprocos (CCR).</p>
<p>Quando surgem dificuldades no balanço de pagamentos, cabe ao Banco Central contratar no exterior as operações de regularização: os empréstimos compensatórios.</p>
<p><strong>1.4 &#8211; Supervisão e ordenamento do Sistema Financeiro Nacional e do Sistema de Pagamentos Brasileiro</strong><br />
O Banco Central atua no sentido de aperfeiçoamento das instituições financeiras, de modo a zelar por sua liquidez e solvência, bancando a adequação dos instrumentos financeiros, com vistas à crescente eficiência do SFN. Assim, compete ao BC:</p>
<p>a) formular normas aplicáveis ao Sistema Financeiro Nacional;<br />
b) conceder autorização para o funcionamento das instituições financeiras e de outras entidades, conforme legislação em vigor; e<br />
c) fiscalizar e regular as atividades das instituições financeiras e demais entidades por ele autorizadas a funcionar.</p>
<p>A atividade de fiscalização, por sua vez, desenvolve-se de modo direto, com vistoria nas instituições, e, de modo indireto, que consiste na análise, avaliação e monitoramento sistemático das instituições financeiras e dos mercados, a partir das informações oriundas das próprias instituições, das entidades de liquidação e custódia de títulos e valores mobiliários, das bolsas de mercadorias e futuros e de ações.</p>
<p>No que concerne a sistema de pagamentos, o Banco Central atua na promoção de sua solidez, de seu normal funcionamento e de seu contínuo aperfeiçoamento. Um exemplo dessa atuação foi a estruturação de um novo Sistema de Pagamentos Brasileiro, que propiciou, além de uma substancial redução do risco sistêmico e do risco do Banco Central, grandes avanços no gerenciamento de riscos de todas as instituições participantes do SFN.</p>
<p><strong>1.5 &#8211; Controle do meio circulante </strong><br />
As atividades referentes ao meio circulante destinam-se a satisfazer a demanda de dinheiro indispensável à atividade econômico-financeira do País. Anualmente, são encomendados à Casa da Moeda do Brasil (CMB) os quantitativos de numerário projetados para atender às necessidades previstas.</p>
<p>O Banco Central, em conjunto com a CMB, desenvolve projetos de cédulas e moedas metálicas, sempre adotando linhas temáticas que lhes confiram identidade nacional, observando aspectos relacionados a custos e, especialmente, segurança contra a ação de falsificadores.</p>
<p>Nesse sentido, o Banco Central participa ativamente de eventos internacionais voltados para a defesa do meio circulante.</p>
<p><strong>2 &#8211; Outras atribuições do Banco Central do Brasil </strong></p>
<p>O Banco Central desempenha uma série de outras atribuições que, por sua natureza e especificidade, não se confundem com as descritas até aqui. Contudo, elas têm grande importância na vida econômica nacional, merecendo, portanto, breve descrição. Em primeiro lugar, por determinação constitucional, o Banco Central exerce a função de banqueiro do governo, detendo a chamada Conta<br />
Única do Tesouro Nacional, onde são contabilizadas as disponibilidades de caixa da União.</p>
<p>O Banco Central tem também algumas outras funções que o tornam o principal organismo regulador em campos específicos. Assim, cabe ao BC:</p>
<p>a) regulamentar, autorizar e fiscalizar as atividades das sociedades administradoras de consórcios para a aquisição de bens;<br />
b) normatizar, autorizar e fiscalizar as sociedades de arrendamento mercantil, as sociedades de crédito imobiliário e as associações de poupança e empréstimo, bem como regular todas as suas operações;<br />
c) normatizar as operações do Sistema Nacional de Crédito Rural (SNCR), consolidar suas informações por meio do Registro Comum das Operações Rurais (Recor) e administrar o Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro); e</p>
<p>d) desenvolver trabalho de comunicação social, tanto de caráter técnico, por meio de publicações como o “Boletim Mensal”, o “Relatório Anual”, o “Relatório de Inflação”, as “Notas do Copom”, “Notas à Imprensa” e página da internet, como de orientação, por meio de serviços de atendimento ao público, instalados em todas as gerências-administrativas regionais.<br />
Fontes</p>
<p><span style="font-family: mceinline;"><span style="font-family: mceinline;">________________________________________________________________________________________________________________________________________________</span></span><br />
<em>Texto extraído da cartilha &#8220;Banco Central: Fique por Dentro, 3ª. Ed. 2004&#8221;</em> <em>. Clique <a href="http://www.bcb.gov.br/htms/sobre/bcuniversidade/cartilhaBancoCentral.pdf" target="_blank" rel="noopener">AQUI</a> para acessar a cartilha original.</em></p>
<p><em>Conheça mais sobre o programa de Educação Financeira do Banco Central do Brasil através do link <a href="http://www.bcb.gov.br/?PEF-BC" target="_blank" rel="noopener">http://www.bcb.gov.br/?PEF-BC</a>.</em></p>
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		<title>Bancos Centrais &#8211; Surgimento e Evolução</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/bancos-centrais-surgimento-e-evolucao</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Feb 2010 22:09:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Planejamento Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Continuando a publicação de textos da 3a edição da publicação &#8220;Fique por Dentro&#8221;, cartilha disponibilizada pelo Banco Central do Brasil, reproduzimos aqui o capítulo que explica o surgimento dos bancos centrais, suas funções clássicas e sua importância em nossa sociedade. Boa Leitura !! Bancos Centrais &#8211; Surgimento e Evolução Os bancos centrais foram aparecendo de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Continuando a publicação de textos da 3a edição da publicação &#8220;Fique por Dentro&#8221;, cartilha disponibilizada pelo Banco Central do Brasil, <span id="more-3102"></span>reproduzimos aqui o capítulo que explica o surgimento dos bancos centrais, suas funções clássicas e sua importância em nossa sociedade.</p>
<p>Boa Leitura !!</p>
<p><strong>Bancos Centrais &#8211; Surgimento e Evolução</strong></p>
<p>Os bancos centrais foram aparecendo de forma gradual, em parte como resposta às necessidades apresentadas pelas instituições financeiras que surgiram na Europa, principalmente a partir do século XVI.</p>
<p>Em distintos países europeus, a prática bancária foi concentrando certas funções – fundamentalmente a partir do direito de emissão – em instituições que, de fato, começaram a assumir os contornos de bancos centrais.</p>
<p><strong>1. O Banco da Inglaterra </strong><br />
O monopólio de emissões e o papel de banqueiro do governo foram as duas primeiras funções que ajudaram a delinear o perfil do que mais tarde constituiria um banco central. O primeiro banco a adotar essas práticas foi o Banco da Inglaterra, fundado em 1694. Em troca de empréstimos concedidos ao governo inglês, envolvido em guerra contra a França, foi-lhe concedido o monopólio de emissão na região de Londres.</p>
<p>Ao longo do tempo, com apoio da legislação, entre outros fatores, o Banco da Inglaterra foi ganhando participação relativa como emissor e sua posição de agente do governo foi se fortalecendo.</p>
<p>O prestígio do Banco da Inglaterra tornou-o receptor de depósitos de outros bancos, procedimento que tinha como objetivo a proteção contra ondas especulativas que causavam múltiplas quebras, principalmente de instituições menores.</p>
<p>Ao assumir o papel de depositário das reservas do sistema bancário, o Banco da Inglaterra passou, a partir de meados do século XIX, a prestar serviços de &#8220;compensação&#8221; das operações realizadas entre os bancos.</p>
<p>A preponderância como emissor e a concentração das reservas do sistema bancário habilitaram o Banco da Inglaterra a instituir-se como emprestador de última instância, apoiando com crédito (redescontos) as instituições com problemas de liquidez, com o objetivo de evitar que elas quebrassem.</p>
<p>Dessa forma, agruparam-se, há pouco mais de cem anos, as funções básicas que caracterizam a ação de um banco central como banco dos bancos.</p>
<p><strong>2 &#8211; O banco central na América Latina </strong><br />
No século XIX, as principais nações européias já contavam com instituições destinadas a desempenhar o papel de banco central. Por outro lado, naquela mesma época, as recém-independentes nações da América Latina começaram a reorganizar suas economias e a construir sistemas monetários e bancários de acordo com seu novo status.</p>
<p>Enquanto a revolução industrial constituía o motor dos países economicamente mais adiantados de então, os Estados Nacionais latino-americanos apresentavam economias sustentadas na agricultura e na exploração de matérias-primas.</p>
<p>Nesse sentido, a região foi receptora de fluxos importantes de investimentos estrangeiros que criaram demandas por serviços financeiros que não existiam, dando lugar à aparição dos primeiros bancos. Instituições bancárias européias, em fase de expansão, iniciaram operações na América Latina e adquiriram, em alguns casos, direitos de emissão.</p>
<p>Até o final do século XIX, a maioria dos sistemas financeiros da América Latina não era sujeita à regulamentação estatal. A emissão era múltipla e as funções de um banco central encontravam-se dispersas e descoordenadas.</p>
<p>Apesar de algumas tentativas anteriores, foi depois da Primeira Guerra Mundial, principalmente após a Conferência Financeira Internacional de 1920, realizada em Bruxelas por convocação da Sociedade das Nações, que a região avançou significativamente<br />
na regulamentação e no controle de seus sistemas monetários, com a institucionalização de bancos centrais.</p>
<p>O Banco da República Oriental do Uruguai é exceção, pois apareceu em 1896 como o primeiro banco central latino-americano, o único fundado antes do início da terceira década do século XX.</p>
<p><strong>3 &#8211; Para que servem os bancos centrais? </strong><br />
São duas as justificativas para a existência de um banco central. Uma é de ordem macroeconômica, relativa às políticas monetária e cambial. A outra, de ordem microeconômica, está ligada à estabilidade do sistema financeiro.</p>
<p>As questões de ordem macroeconômica predominam, caracterizando o banco central como a instituição responsável pelas duas olíticas já citadas (monetária e cambial). As questões microeconômicas implicam conceitos mais complexos, apesar da origem bancária<br />
dos bancos centrais.</p>
<p><strong>4 &#8211; Funções clássicas dos bancos centrais</strong><br />
Em geral, um banco central cumpre algumas funções consideradas clássicas. Apesar de interdependentes, nem todas são, necessariamente, desempenhadas pelo banco central. São elas:</p>
<p>a) monopólio de emissão;<br />
b) banco dos bancos;<br />
c) banqueiro do governo;<br />
d) superintendente do sistema financeiro;<br />
e) executor da política monetária;<br />
f) executor da política cambial;<br />
g) depositário das reservas internacionais;<br />
h) assessor econômico do governo.</p>
<p><span style="font-family: mceinline;"><span style="font-family: mceinline;">________________________________________________________________________________________________________________________________________________</span></span><br />
<em>Texto extraído da cartilha &#8220;Banco Central: Fique por Dentro, 3ª. Ed. 2004&#8221;.</em> <em>Clique <a href="http://www.bcb.gov.br/htms/sobre/bcuniversidade/cartilhaBancoCentral.pdf" target="_blank" rel="noopener">AQUI</a> para acessar a cartilha original.</em></p>
<p><em>Conheça mais sobre o programa de Educação Financeira do Banco Central do Brasil através do link <a href="http://www.bcb.gov.br/?PEF-BC" target="_blank" rel="noopener">http://www.bcb.gov.br/?PEF-BC</a>.</em></p>
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		<title>Moeda &#8211; Surgimento e Evolução</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/moeda-surgimento-e-evolucao</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Jan 2010 13:33:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Planejamento Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[moeda]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A partir de hoje estaremos publicando uma série de artigos e textos disponibilizados pelo Banco Central do Brasil, com a devida autorização e sempre indicando a autoria e um link para o artigo ou publicação original. Começamos com textos da 3a edição da publicação &#8220;Fique por Dentro&#8221;, que em sua apresentação diz: &#8220;Trata-se de publicação [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A partir de hoje estaremos publicando uma série de artigos e textos disponibilizados pelo <strong>Banco Central do Brasil</strong>, com a devida <span id="more-3092"></span>autorização e sempre indicando a autoria e um link para o artigo ou publicação original.</p>
<p>Começamos com textos da 3a edição da publicação &#8220;Fique por Dentro&#8221;, que em sua apresentação diz: <strong>&#8220;Trata-se de publicação integrante do Programa de Educação Financeira do Banco Central (PEF-BC), que envolve campanhas e ações educativas que visam a propiciar orientação à sociedade sobre assuntos financeiros em geral, destacando o papel do Banco Central do Brasil como agente promotor da estabilidade da economia.&#8221;</strong></p>
<p>Boa Leitura !!</p>
<p><strong>Moeda &#8211; Surgimento e Evolução</strong></p>
<p>Nas economias rudimentares, as trocas diretas eram utilizadas como meio de circulação da produção. Esse tipo de troca, também conhecido como &#8220;escambo&#8221;, era muito interessante quando cada indivíduo consumia a maior parte daquilo que produzia. Com a intensificação das relações comerciais e da divisão do trabalho, esse processo de troca deixou de ser eficiente, pois, na maior parte dos casos, tornou-se impossível compatibilizar as necessidades de consumo das pessoas.</p>
<p>A fim de sanar essa incompatibilidade, diversas mercadorias passaram a ser utilizadas como &#8220;moeda&#8221;: o trigo, o sal, o gado etc. No entanto, a falta de homogeneidade, a ação do tempo, a impossibilidade de divisão, a dificuldade de manuseio e de transporte e a justaposição do valor de uso (como bem de consumo) e de troca (estabelecido no mercado) comprometiam a função dessas &#8220;moedas&#8221; como instrumento de troca.</p>
<p>Em conseqüência, as transações comerciais passaram a utilizar, principalmente, metais e, em um segundo momento, a moeda metálica, que se caracterizava também pela sua durabilidade.</p>
<p>A dificuldade e o risco do transporte de metais levaram à criação de casas de custódia, que armazenavam o ouro e a prata, fornecendo em contrapartida certificados de depósitos que, por serem mais cômodos e seguros, passaram a circular no lugar dos metais monetários. Esses certificados ficaram conhecidos como moeda representativa ou moeda-papel. Segundo historiadores, foi no quarto milênio a.C., quando se formaram as primeiras cidades na Mesopotâmia, que o homem passou a pensar em termos de objetos que ajudavam a traduzir valores. Antes disso, não havia concentração humana que justificasse essa idéia abstrata. Foi no Oriente Médio, lugar culturalmente mais rico da Antigüidade, que o dinheiro se difundiu, passando a existir como dinheiro de metal cerca de 2.500 a.C. A primeira grande revolução monetária ocorreu no século VII a.C., no reino da Lídia, onde hoje fica a Turquia. Ali foi inventada a moeda moderna, com todas as características básicas das atuais. Entre os anos 640 a.C. e 630 a.C., o homem chegou, finalmente, à cunhagem de moedas.</p>
<p>Ao longo do tempo, foi observado que, apesar do fluxo permanente de conversão e de emissões de certificados mediante novos depósitos, sempre restava uma parcela de metais ociosa. Com base nessa constatação, certificados não lastreados ou parcialmente lastreados começaram a ser emitidos, levando à criação da moeda fiduciária (dependente de confiança) ou papel-moeda.</p>
<p>Hoje, predominam regimes de papel-moeda não conversível, com os governos detendo o monopólio ou o controle sobre sua emissão. A derradeira moeda importante a manter parcialmente o padrão-ouro foi o dólar norte-americano (até 1971).</p>
<p>Com o desenvolvimento dos bancos e dos serviços bancários, tornou-se mais fácil para os correntistas o pagamento de suas transações com os recursos depositados nessas instituições, o que deu origem à moeda escritural, contábil ou bancária, movimentada por meio de cheques.</p>
<p>Atualmente, é cada vez mais freqüente o uso de meios de pagamento eletrônicos (cartões de crédito, cartões de débito automático, cartões &#8220;inteligentes&#8221; etc.), favorecidos pela evolução tecnológica da computação e da telecomunicação.</p>
<p><span style="font-family: mceinline;"><span style="font-family: mceinline;">________________________________________________________________________________________________________________________________________________</span></span><br />
<em>Texto extraído da cartilha &#8220;Banco Central: Fique por Dentro, 3ª. Ed. 2004&#8221;.</em> <em>Clique <a href="http://www.bcb.gov.br/htms/sobre/bcuniversidade/cartilhaBancoCentral.pdf" target="_blank" rel="noopener">AQUI</a> para acessar a cartilha original.</em></p>
<p><em>Conheça mais sobre o programa de Educação Financeira do Banco Central do Brasil através do link <a href="http://www.bcb.gov.br/?PEF-BC" target="_blank" rel="noopener">http://www.bcb.gov.br/?PEF-BC</a>.</em></p>
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