<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Minhas Economias Explica &#8211; Minhas Economias</title>
	<atom:link href="https://minhaseconomias.com.br/categoria/minhas-economias-explica/feed" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://minhaseconomias.com.br</link>
	<description>Minhas Economias é um gerenciador financeiro completo, online, seguro e gratuito. Organize suas contas, gerencie seu orçamento e faça seus objetivos acontecerem.</description>
	<lastBuildDate>Wed, 22 Oct 2025 13:30:59 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://minhaseconomias.com.br/wp-content/uploads/2022/11/cropped-icon-ME-32x32.png</url>
	<title>Minhas Economias Explica &#8211; Minhas Economias</title>
	<link>https://minhaseconomias.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Ibovespa avança com divulgação de resultados e expectativa por encontro Lula–Trump</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/minhas-economias-explica/ibovespa-avanca-com-divulgacao-de-resultados-e-expectativa-por-encontro-lula-trump</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Oct 2025 13:30:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Minhas Economias Explica]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://minhaseconomias.com.br/?p=161289</guid>

					<description><![CDATA[<p>Nesta quarta-feira (22), o índice Ibovespa abriu o pregão em alta de 0,11%, aos 144.243 pontos, em meio ao avanço das bolsas internacionais e à expectativa pelos primeiros resultados corporativos do terceiro trimestre. O ambiente global segue marcado por incertezas geopolíticas, enquanto a agenda doméstica ganha força com divulgações de balanços e novos desdobramentos na [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br/blog/minhas-economias-explica/ibovespa-avanca-com-divulgacao-de-resultados-e-expectativa-por-encontro-lula-trump">Ibovespa avança com divulgação de resultados e expectativa por encontro Lula–Trump</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br">Minhas Economias</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Nesta quarta-feira (22), o índice Ibovespa abriu o pregão em alta de 0,11%, aos 144.243 pontos, em meio ao avanço das bolsas internacionais e à expectativa pelos primeiros resultados corporativos do terceiro trimestre. O ambiente global segue marcado por incertezas geopolíticas, enquanto a agenda doméstica ganha força com divulgações de balanços e novos desdobramentos na área fiscal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as empresas que movimentam o noticiário, a WEG (WEGE3) divulga ainda nesta manhã seus resultados do terceiro trimestre, que devem servir como termômetro para o desempenho do setor industrial. Já a Vale (VALE3) informou na véspera que registrou, entre julho e setembro, sua maior produção trimestral de minério de ferro desde 2018, reforçando a expectativa de alcançar a faixa superior da meta anual nos três principais segmentos da companhia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No campo político e fiscal, o mercado acompanha as declarações do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que anunciou o envio de dois projetos de lei ao Congresso Nacional para substituir pontos da Medida Provisória 1303, que perdeu validade. As propostas tratam da tributação de aplicações financeiras, da taxação de apostas eletrônicas (bets) e de ajustes em despesas públicas, temas centrais para o equilíbrio das contas federais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No cenário externo, as atenções permanecem voltadas à diplomacia internacional. A possível cúpula entre Donald Trump e Vladimir Putin está em dúvida, assim como um novo encontro entre o líder norte-americano e o presidente chinês Xi Jinping. As incertezas geopolíticas contrastam com as esperanças de avanço comercial entre as duas potências, que têm sustentado parte do otimismo recente nos mercados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Paralelamente, Brasil e Estados Unidos confirmaram uma reunião bilateral entre Lula e Trump, prevista para domingo (26), à margem de um evento com países do Sudeste Asiático. O presidente em exercício e ministro do Desenvolvimento, Geraldo Alckmin, afirmou que o governo americano demonstrou interesse crescente nas terras raras brasileiras e que não está descartada a suspensão da tarifa de 40% imposta aos produtos nacionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No mercado de commodities, os preços do petróleo sobem, impulsionados por preocupações com a oferta global e pela possibilidade de um acordo comercial entre EUA e China. Os Estados Unidos também sinalizaram a intenção de recompor suas reservas estratégicas de petróleo, o que reforça a alta da commodity.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as companhias domésticas, o Fleury (FLRY3) segue no radar. Apesar da forte presença no segmento premium de diagnósticos e da sinergia com a Hermes Pardini, analistas avaliam que a empresa enfrenta desafios estruturais que limitam seu ritmo de crescimento orgânico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em um cenário que combina balanços relevantes, incertezas geopolíticas e sinais de recuperação do petróleo, o Ibovespa inicia o dia acompanhando o tom positivo dos mercados internacionais, com atenção redobrada à política fiscal e às agendas corporativas locais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por volta das 10h26, as listas das maiores altas e baixas eram dominadas por:</p>



<h2 class="wp-block-heading">Altas</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>Cogna (COGN3): +3,96%</li>



<li>Vamos (VAMO3): +3,23%</li>



<li>Yduqs (YDUQ3): +3,52%</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Baixas</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>Fleury (FLRY3): -4,51%</li>



<li>Assaí (ASAI3): -4,25%</li>



<li>Raízen (RAIZ4): -2,08%</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Confira a evolução do Ibovespa:</h2>



<p class="wp-block-paragraph">*Até o dia 22/10 às 10h26</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Segunda-Feira (20): +0,77%</li>



<li>Terça-Feira (21): -0,29%</li>



<li>Na semana*: +0,59%</li>



<li>Em outubro*/2025: -1,36%</li>



<li>No 4°tri./25*: -1,36%</li>



<li>Em 2025*: +19,92%</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Para acompanhar mais notícias do mercado financeiro, <a href="http://trademap.com.br/ac" target="_blank" rel="noopener"><strong>baixe ou acesse o TradeMap</strong></a>.  </p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br/blog/minhas-economias-explica/ibovespa-avanca-com-divulgacao-de-resultados-e-expectativa-por-encontro-lula-trump">Ibovespa avança com divulgação de resultados e expectativa por encontro Lula–Trump</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br">Minhas Economias</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>IBC-Br registra queda de 0,70% em maio</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/minhas-economias-explica/brasil-ibc-br</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Jul 2025 13:45:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Minhas Economias Explica]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://minhaseconomias.com.br/?p=160426</guid>

					<description><![CDATA[<p>O IBC-Br, indicador que funciona como uma estimativa mensal da atividade econômica, registrou queda de 0,70% em maio na comparação com abril. O resultado veio abaixo das expectativas do mercado, que projetavam estabilidade (0%). Em relação a maio de 2024, o índice avançou 3,2% (sem ajuste sazonal). No acumulado do ano, a alta foi de [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br/blog/minhas-economias-explica/brasil-ibc-br">IBC-Br registra queda de 0,70% em maio</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br">Minhas Economias</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O IBC-Br, indicador que funciona como uma estimativa mensal da atividade econômica, registrou queda de 0,70% em maio na comparação com abril. O resultado veio abaixo das expectativas do mercado, que projetavam estabilidade (0%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação a maio de 2024, o índice avançou 3,2% (sem ajuste sazonal). No acumulado do ano, a alta foi de 3,4%, enquanto nos doze meses encerrados em abril de 2025, o crescimento foi de 4%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conhecido como uma “prévia” do PIB, o IBC-Br busca antecipar a tendência da economia ao mensurar mensalmente a produção de bens e serviços no país.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br />O Banco Central do Brasil, divulgou às 09h o resultado do IBC-Br. </p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br/blog/minhas-economias-explica/brasil-ibc-br">IBC-Br registra queda de 0,70% em maio</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br">Minhas Economias</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Investidores Estrangeiros reforçam presença na bolsa e primeiro semestre tem maior fluxo desde 2023</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/minhas-economias-explica/investidores-estrangeiros-reforcam-presenca-na-bolsa-e-primeiro-semestre-tem-maior-fluxo-desde-2023</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jul 2025 18:58:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Minhas Economias Explica]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://minhaseconomias.com.br/?p=160376</guid>

					<description><![CDATA[<p>O fluxo de capital estrangeiro na B3 manteve trajetória positiva em junho, apesar do cenário de maior volatilidade e cautela nos mercados. No mês, o saldo líquido foi de R$ 5,390 bilhões, considerando as movimentações do mercado primário e secundário. Embora o resultado represente uma desaceleração de cerca de 60% em relação ao robusto volume [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br/blog/minhas-economias-explica/investidores-estrangeiros-reforcam-presenca-na-bolsa-e-primeiro-semestre-tem-maior-fluxo-desde-2023">Investidores Estrangeiros reforçam presença na bolsa e primeiro semestre tem maior fluxo desde 2023</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br">Minhas Economias</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O fluxo de capital estrangeiro na B3 manteve trajetória positiva em junho, apesar do cenário de maior volatilidade e cautela nos mercados. No mês, o saldo líquido foi de <strong>R$ 5,390 bilhões</strong>, considerando as movimentações do mercado primário e secundário. Embora o resultado represente uma desaceleração de cerca de 60% em relação ao robusto volume registrado em maio, o movimento confirma a continuidade da entrada de recursos e consolida o segundo mês consecutivo de fluxo positivo.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://trademap.com.br/wp-content/uploads/2025/07/estrangeiros-1-300x225.png" alt="" class="wp-image-263373"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">No acumulado de 2025, o saldo estrangeiro já soma <strong>R$ 26,905 bilhões</strong>, revertendo de forma significativa as saídas de <strong>R$ 38,860 bilhões</strong> observadas no mesmo período do ano passado. É o maior volume de ingresso para um primeiro semestre desde 2023, evidenciando a recuperação da confiança dos investidores globais no mercado brasileiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O saldo positivo de junho reflete compras acumuladas de <strong>R$ 289,016 bilhões</strong>, frente a <strong>R$ 283,657 bilhões</strong> em vendas, além de <strong>R$ 31 bilhões</strong> captados por meio de operações de Follow-on, o que reforçou o caixa de diversas companhias e contribuiu para o bom desempenho do mercado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No mesmo período, o Ibovespa alcançou valorização de <strong>15,44%</strong>, registrando o melhor primeiro semestre desde 2016 e retomando níveis históricos que não eram observados desde o início de 2020. Mesmo assim, o investidor segue atento aos riscos, especialmente considerando que o segundo semestre, historicamente, costuma ser mais volátil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O fluxo estrangeiro positivo também reflete o movimento global de realocação de recursos, intensificado nos últimos meses, em que investidores institucionais e fundos internacionais têm reduzido exposição a ativos americanos e buscado oportunidades em economias emergentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No cenário internacional, o movimento de realocação de recursos para mercados emergentes segue em destaque. Esse fluxo tem sido impulsionado pelo <strong>enfraquecimento do dólar</strong>, que encerrou junho <strong>cotado a R$ 5,4571</strong>, acumulando <strong>queda de 13,20% no ano</strong>. A expectativa de que o Federal Reserve inicie cortes nos juros a partir de setembro tem reduzido o apelo relativo dos ativos americanos, enquanto países como o Brasil passam a ser vistos como alternativas com maior potencial de retorno.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Internamente, o ambiente segue misto. Apesar dos juros elevados e dos múltiplos ainda descontados na Bolsa brasileira, o cenário político e fiscal exige cautela. As discussões envolvendo o IOF e a tributação de investimentos, além das incertezas em relação à trajetória da dívida pública, seguem no radar e limitam o ímpeto dos investidores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Banco Central elevou a Selic para 15% ao ano, o que mantém o Brasil entre os países com maior taxa de juros, favorecendo a entrada de capital estrangeiro. Além disso, indicadores recentes, como o IPCA-15 de junho, reforçam um quadro de inflação mais controlada no curto prazo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo com a desaceleração do fluxo estrangeiro em junho frente ao mês anterior, o Brasil permanece inserido na estratégia de diversificação dos investidores globais. Em meio às mudanças no cenário internacional, o país segue captando recursos e se beneficiando da maior rotação de portfólios em direção a economias emergentes.</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br/blog/minhas-economias-explica/investidores-estrangeiros-reforcam-presenca-na-bolsa-e-primeiro-semestre-tem-maior-fluxo-desde-2023">Investidores Estrangeiros reforçam presença na bolsa e primeiro semestre tem maior fluxo desde 2023</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br">Minhas Economias</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Carro próprio, alugado ou de aplicativo: Descubra a opção mais econômica!</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/carro-proprio-alugado-ou-de-aplicativo</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jan 2025 20:11:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Minhas Economias Explica]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Carro alugado]]></category>
		<category><![CDATA[Carro de aplicativo]]></category>
		<category><![CDATA[Carro próprio]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www2.minhaseconomias.com.br/?p=160190</guid>

					<description><![CDATA[<p>Ter um carro próprio sempre foi visto como símbolo de liberdade e conforto. Porém, com o aumento nos custos de manutenção, combustível, seguro e impostos, além do surgimento de alternativas modernas de mobilidade, fica a pergunta: será que ainda vale a pena investir em um veículo próprio? Ou será que opções como aluguel de carros [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/carro-proprio-alugado-ou-de-aplicativo">Carro próprio, alugado ou de aplicativo: Descubra a opção mais econômica!</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br">Minhas Economias</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Ter um carro próprio sempre foi visto como símbolo de liberdade e conforto. Porém, com o aumento nos custos de manutenção, combustível, seguro e impostos, além do surgimento de alternativas modernas de mobilidade, fica a pergunta: será que ainda vale a pena investir em um veículo próprio? Ou será que opções como aluguel de carros e aplicativos de transporte oferecem mais vantagens? Neste artigo, exploramos os prós e contras de cada escolha para ajudar você a decidir o que faz mais sentido para sua rotina e bolso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>


<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />


<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Carro próprio: liberdade com alto custo</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">Ter um carro próprio oferece independência e comodidade. Não é preciso depender de motoristas ou horários, você pode ir para onde quiser. Porém, essa liberdade tem um custo significativo:</p>
<p>

</p>
<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Custo inicial: </strong>A aquisição de um veículo representa um desembolso elevado ou a necessidade de financiamento, geralmente com juros altos. Por exemplo, para o carro 0 km mais acessível, com preço aproximado de <strong>R$ 74.000</strong>, é comum exigir uma <strong>entrada de 20%, equivalente a R$ 14.800. </strong>Além disso, há custos iniciais adicionais, como emplacamento e taxas cartoriais, que somam a partir de <strong>R$ 590.</strong></li>
</ul>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>
<p>

</p>
<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Parcela do financiamento: </strong>O valor mensal de um financiamento pode comprometer uma parte significativa do <strong>orçamento</strong>, dependendo do <strong>prazo e da taxa de juros.</strong> De acordo com os dados mais recentes da B3, a <strong>taxa média de financiamento de veículos é de 1,91% ao mês.</strong> Para um financiamento em 36 parcelas, por exemplo, a <strong>parcela mensal</strong> seria aproximadamente de <strong>R$ 2.290.</strong></li>
</ul>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>
<p>

</p>
<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Licenciamento: </strong>É importante considerar os custos anuais obrigatórios, como licenciamento e outros tributos. No estado de São Paulo, por exemplo, o<strong> licenciamento tem um custo de R$ 160,22.</strong> Quando diluído mensalmente, esse valor corresponde a <strong>R$ 13,35.</strong></li>
</ul>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>
<p>

</p>
<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Manutenção: </strong>Despesas recorrentes, como revisões, trocas de óleo e pneus, lavagens e eventuais consertos, devem ser levadas em conta. Estimamos um <strong>custo anual aproximado de R$ 1.200.</strong></li>
</ul>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>
<p>

</p>
<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Combustível: </strong>Mesmo com veículos econômicos, os gastos com gasolina ou etanol podem impactar significativamente o orçamento. Os custos variam conforme a quilometragem percorrida e o preço do combustível na sua região. Considerando um <strong>uso de 1.000 km por mês</strong>, um carro com consumo médio de <strong>10 km/litro</strong> e o preço da <strong>gasolina a R$ 5,80 por litro</strong> (baseado nos postos de São Paulo), a despesa mensal seria de aproximadamente <strong>R$ 580.</strong></li>
</ul>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>
<p>

</p>
<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Depreciação:</strong> Um carro zero quilômetro pode <strong>perder entre 20% e 30% do valor</strong> no primeiro ano e continuar desvalorizando ao longo do tempo.</li>
</ul>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>
<p>

</p>
<ul class="wp-block-list">
<li><strong>IPVA e seguro: </strong>Impostos, taxas e seguros variam conforme o modelo do veículo, a região e o perfil do condutor, com um custo médio mensal entre R$ 100 e R$ 350. O valor do seguro, em particular, é influenciado por fatores como a idade do condutor, a localidade onde reside, a quilometragem percorrida, a existência de bônus de seguros anteriores e até a presença de menores de idade na mesma residência. Para o nosso cálculo, consideramos um seguro mensal de R$ 250. Esse é um custo que deve ser analisado cuidadosamente antes de adquirir o veículo.</li>
</ul>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>
<p>

</p>
<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Custo de oportunidade:</strong> O dinheiro investido na compra ou financiamento poderia render em aplicações financeiras.</li>
</ul>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>
<p>

</p>
<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Estacionamento: </strong>Em grandes centros urbanos, estacionar o veículo pode gerar custos significativos. Para quem utiliza estacionamentos comerciais ou vagas alugadas regularmente, o gasto pode chegar a aproximadamente R$ 300 por mês, dependendo da localização e da frequência de uso.</li>
</ul>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>
<p>

</p>
<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Custo mensal total: </strong>Somando os principais gastos, como parcela do financiamento, IPVA, seguro, combustível, manutenção, licenciamento e estacionamento, o custo mensal pode atingir cerca de <strong>R$ 3.680.</strong> Para ilustrar, em um cenário onde o carro é financiado em 36 parcelas, com seguro de <strong>R$ 250</strong>, uso de 1.000 km por mês e estacionamento de <strong>R$ 200</strong>, o impacto no orçamento seria significativo, sem contar a depreciação do veículo, que também deve ser considerada ao longo do tempo.</li>
</ul>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">Ter um carro próprio oferece liberdade, mas envolve custos elevados, como financiamento, combustível, manutenção e seguro, que podem ultrapassar <strong>R$ 3.680 mensais.</strong> Além disso, há a depreciação do veículo e o custo de oportunidade do dinheiro investido. Portanto, é essencial avaliar se essa escolha é financeiramente viável e alinhada com suas prioridades antes de adquirir um carro.</p>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>
<p>

</p>
<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Carro por aluguel: flexibilidade sem preocupação</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">Alugar um carro pode ser uma alternativa interessante para quem precisa de um veículo sem as responsabilidades da propriedade. Muitas locadoras oferecem pacotes diários, mensais ou anuais, o que pode ser vantajoso dependendo do uso.</p>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Vantagens:</strong></p>
<p>

</p>
<ul class="wp-block-list">
<li>Sem preocupação com depreciação, manutenção, seguro ou IPVA.</li>



<li>Flexibilidade para alugar conforme a necessidade: viagens, eventos ou uso pontual.</li>



<li>Possibilidade de trocar de modelo frequentemente.</li>



<li>O custo mensal total estimado para quem aluga um carro por assinatura e utiliza para uso pessoal é de <strong>R$ 2.750</strong>, sendo composto por <strong>R$ 1.970 da assinatura do veículo</strong>, <strong>R$ 580 de combustível</strong> e <strong>R$ 200 de estacionamento</strong>. Esse valor é mais acessível do que os <strong>R$ 3.680</strong> necessários para manter um carro próprio, já que no modelo de assinatura não há despesas com entrada, aquisição ou depreciação.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Desvantagens:</strong></p>
<p>

</p>
<ul class="wp-block-list">
<li>Limites de quilometragem impostos pelas locadoras podem ser um problema para quem faz longos deslocamentos.</li>



<li>Embora o aluguel ofereça flexibilidade, o custo da <strong>assinatura do carro em si</strong>, sem incluir gastos com combustível, estacionamento ou outros, pode ser significativo ao longo do tempo. Por exemplo, com uma assinatura mensal de <strong>R$ 1.970</strong>, o gasto em 3 anos seria de <strong>R$ 70.920</strong>, sem que você tenha um bem para revender. Já no caso de um carro financiado, após quitar as parcelas, o custo mensal tende a cair, e o veículo pode ser vendido, recuperando parte do valor pago.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">O aluguel é ideal para quem utiliza o carro ocasionalmente ou prefere evitar os custos e as dores de cabeça associados à propriedade de um veículo.</p>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>
<p>

</p>
<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Carro por aplicativo: praticidade sob demanda</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">Serviços como Uber e 99 revolucionaram a mobilidade urbana, oferecendo transporte sob demanda com praticidade e sem preocupações.</p>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Vantagens:</strong></p>
<p>

</p>
<ul class="wp-block-list">
<li>Pague apenas pelo que usar.</li>



<li>Sem custos fixos como IPVA, seguro ou manutenção.</li>



<li>Não é necessário se preocupar com estacionamento, economizando tempo e dinheiro.</li>



<li>Ideal para quem vive em grandes centros urbanos e faz deslocamentos curtos.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Desvantagens:</strong></p>
<p>

</p>
<ul class="wp-block-list">
<li>Para quem percorre <strong>1.000 km por mês</strong>, o custo estimado pode chegar a <strong>R$ 4.400</strong>, tornando essa opção mais cara do que alugar ou ter um carro próprio. Para trajetos mais curtos, como <strong>500 km por mês</strong>, o custo cai para <strong>R$ 2.200</strong>, o que pode tornar essa opção mais adequada para quem utiliza pouco.</li>



<li>Aumentos de tarifa em horários de pico ou a falta de motoristas podem ser inconvenientes.</li>



<li>Não é a melhor opção para quem precisa de transporte diário e intensivo.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Conclusão:</strong> Se você utiliza pouco o transporte, essa pode ser uma alternativa mais adequada em comparação a ter ou alugar um carro, além de eliminar preocupações com estacionamento.</p>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>
<p>

</p>
<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Comparativo prático</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>

</p>
<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Carro próprio</strong>: um veículo popular de <strong>R$ 74.000</strong> gera um custo mensal aproximado de <strong>R$ 3.680</strong>, para uma pessoa que roda em média 1000km por mês, incluindo parcela do financiamento, combustível, estacionamento, IPVA, licenciamento, seguro e manutenção – não contabilizamos custo de depreciação, custo de oportunidade, custos de aquisição (emplacamento, cartório e despachante) e multas.</li>



<li><strong>Aluguel de carro</strong>: um carro similar pode custar uma média de <strong>R$ 2.750</strong> – incluindo a taxa de assinatura e custos com gasolina e estacionamento.</li>



<li><strong>Carro por aplicativo</strong>: para uma média de 1000km de distância percorrida o valor fica em torno de <strong>R$4.400</strong> por mês.</li>
</ul>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>
<p>

</p>
<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que vale mais a pena?</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">A escolha entre carro próprio, aluguel ou aplicativo depende do seu perfil de uso, localização e planejamento financeiro. Considere os seguintes fatores:</p>
<p>

</p>
<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Frequência de uso</strong>: quem usa o carro diariamente tende a se beneficiar mais de um veículo próprio.</li>
</ul>
<p>

</p>
<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Distância percorrida</strong>: viagens curtas favorecem aplicativos; deslocamentos longos beneficiam a compra.</li>
</ul>
<p>

</p>
<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Localização</strong>: morar perto do trabalho economiza muito em transporte, mesmo que o aluguel seja um pouco mais caro.</li>
</ul>
<p>

</p>
<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Custo do carro</strong>: quanto mais caro o carro, menos vale a pena comprá-lo, especialmente modelos novos devido à alta depreciação.</li>
</ul>
<p>

</p>
<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Transporte público</strong>: é a opção mais barata, mas pode comprometer a qualidade de vida e aumentar o tempo de trajeto.</li>
</ul>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>
<p>

</p>
<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Conclusão</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>

</p>
<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Carro próprio:</strong> Ideal para quem utiliza o veículo com frequência, oferece liberdade total de uso e comodidade, além de ser uma opção atraente para quem valoriza autonomia no dia a dia.</li>



<li><strong>Carro por assinatura:</strong> Uma alternativa interessante para quem deseja evitar os custos fixos e as responsabilidades associadas à propriedade do veículo. Nos primeiros anos, o custo de manter um carro próprio costuma ser maior, devido às parcelas do financiamento e à manutenção. A diferença no valor mensal pode ser investida, utilizando o valor da entrada do carro, o que oferece a possibilidade de retorno financeiro enquanto se usufrui da flexibilidade de ter um carro disponível quando necessário.</li>



<li><strong>Carro por aplicativo:</strong> A melhor opção para quem realiza deslocamentos esporádicos e curtos, especialmente em cidades com boa infraestrutura de transporte urbano, proporcionando praticidade e economia de recursos.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">No fim das contas, a melhor opção é aquela que mais se adapta à sua rotina e ao seu orçamento. Avalie seus custos, considere a localização e escolha o que equilibra mobilidade, qualidade de vida e finanças.</p>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>
<p>

</p>
<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Dica extra</strong>: morar perto do trabalho pode significar uma economia considerável com transporte, mesmo que o custo de aluguel ou moradia seja um pouco mais elevado. Além disso, considerar seminovos em vez de carros novos pode reduzir os custos de aquisição e a depreciação ao longo do tempo.</p>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">Para facilitar sua vida financeira, <a href="https://minhaseconomias.com.br/ac">baixe ou acesse o Minhas Economias.</a></p>
<p>

</p>
<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>
<p></p><p>O post <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br/blog/planejamento-financeiro/carro-proprio-alugado-ou-de-aplicativo">Carro próprio, alugado ou de aplicativo: Descubra a opção mais econômica!</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br">Minhas Economias</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O que eu faço para organizar as minhas contas?</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/minhas-economias-explica/o-que-eu-faco-para-organizar-as-minhas-contas</link>
					<comments>https://minhaseconomias.com.br/blog/minhas-economias-explica/o-que-eu-faco-para-organizar-as-minhas-contas#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Aug 2022 14:13:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Minhas Economias Explica]]></category>
		<category><![CDATA[investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento Financeiro]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://granamap.com.br/?p=158573</guid>

					<description><![CDATA[<p>Um bom planejamento financeiro ajuda a cortar gastos desnecessários e facilita atingir os objetivos financeiros</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br/blog/minhas-economias-explica/o-que-eu-faco-para-organizar-as-minhas-contas">O que eu faço para organizar as minhas contas?</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br">Minhas Economias</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você tem alguma dúvida sobre como deixar as contas organizadas para ter sobra todo fim de mês ou sobre por onde começar a investir? E já pensou também sobre como reduzir as tarifas pagas ao seu banco?</p>
<p>Lidar com o dinheiro sempre suscita certa insegurança, mas com conhecimento é possível tomar a decisão mais inteligente para encarar o universo financeiro, seja na hora de investir, economizar ou se planejar.</p>
<h2><strong>Como fazer para organizar as minhas contas?</strong></h2>
<p>Ter as contas sob controle vai muito além de gastar apenas o que se ganha, mas também é uma forma de facilitar a concretização de planos e evitar o endividamento excessivo.</p>
<p>O planejamento financeiro é uma ferramenta que pode, e deve, ser usada por qualquer tipo de pessoa: endividados, quem está começando a trabalhar, quem já consegue pagar todas as contas mas ainda não tem sobra para investir e aqueles que já possuem reservas financeiras.</p>
<p>Organizar as contas, no entanto, não é uma tarefa automática. Liao Yu Chieh, head de educação financeira do C6 Bank, ressalta que o consumidor terá que dedicar tempo para que esse planejamento tenha utilidade.</p>
<p>A sugestão do educador financeiro é que o consumidor divida a sua organização em algumas etapas.</p>
<p>A primeira é mapear a renda líquida. No caso de assalariados, esse é o valor que cai efetivamente na conta, em que já foram descontados valores como Imposto de Renda (IR) e INSS. Rendas adicionais também devem ser incluídas.</p>
<p>&#8220;Em geral as pessoas sabem o seu salário bruto, mas não sabem exatamente o líquido. Por isso é preciso sentar e colocar tudo no papel&#8221;, diz.</p>
<h2>Mapeando os gastos</h2>
<p>Conhecendo o total da receita, é hora de saber quais são os gastos.</p>
<p>Para Chieh, inicialmente o consumidor pode só estimar o quanto gasta nas principais categorias, como moradia, alimentação e lazer. No mês seguinte, os dados devem ser refinados, com valores mais próximos do real.</p>
<p>&#8220;É difícil dar o passo inicial. Ele ficar desestimulado se olhar no detalhe as faturas do cartão, extrato da conta. Então estimulo que o interessado primeiro faça uma estimativa e depois ajustar&#8221;, conta.</p>
<p>Ao saber o quanto ganha e o quanto gasta em cada categoria, é o momento de fazer a reflexão sobre como o salário está sendo gasto e se esse dispêndio pode ser reduzido.</p>
<p>&#8220;Já vi casos em que a pessoa assinava sete serviços de streaming de vídeo. Isso é algo que pode ser reavaliado, assim como pacotes de celular e uso dos aplicativos de comida e transportes&#8221;, diz.</p>
<h2>Hora dos ajustes</h2>
<p>De acordo com o Chieh, é normal que as pessoas subestimem alguns gastos e, quando olham para um orçamento de forma unificada, conseguem tomar decisões mais assertivas e realizarem algumas adaptações.</p>
<p>São essas adaptações que vão fazer com que o consumidor encontre uma margem no orçamento para pagar dívidas ou começar a investir.</p>
<p>Rejane Tamoto, planejadora financeira com certificação CFP da Planejar (Associação Brasileira de Planejamento Financeiro), afirma que é essa boa gestão do orçamento que vai permitir aportes frequentes nos investimentos.</p>
<p>No entanto, esse planejamento também deve incluir o estabelecimento de metas, sejam de curto prazo (fazer uma reserva de emergência ou pagar uma dívida), médio prazo (comprar um carro) ou longo prazo (aposentadoria).</p>
<p>&#8220;Quando se tem uma meta, fica mais fácil organizar e cumprir o orçamento&#8221;, diz.</p>
<p>Ela lembra que o orçamento serve para fazer as projeções dos gastos futuros, nem que o futuro seja apenas o mês seguinte. Se ele ficar muito fora do traçado, é necessário ver o que saiu do planejado e se é necessário ajustar, como reduzir as compras por impulso.</p>
<p>&#8220;Tudo que a pessoa conseguir ajustar, vai ser o quanto ela vai ganhar de capacidade de investimento para cumprir seus objetivos&#8221;, conta.</p>
<h2>Papel, planilha ou aplicativo?</h2>
<p>Sobre a melhor forma de dar início a essa organização financeira, Tamoto lembra que a melhor ferramenta é a que o consumidor se sente mais confortável para usar: anotação em papel, planilhas de Excel ou aplicativos no celular.</p>
<p>O aplicativo dá a facilidade de automatizar algumas informações. É o caso do <strong>Minhas Economias</strong>. O usuário pode sincronizar as contas-correntes e cartões de crédito e ver de forma unificada os gastos já divididos por categorias e acompanhar o crescimento das despesas e ganhos.</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br/blog/minhas-economias-explica/o-que-eu-faco-para-organizar-as-minhas-contas">O que eu faço para organizar as minhas contas?</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br">Minhas Economias</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://minhaseconomias.com.br/blog/minhas-economias-explica/o-que-eu-faco-para-organizar-as-minhas-contas/feed</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Além da compra da casa própria, como mais posso usar o meu FGTS?</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/minhas-economias-explica/alem-da-compra-da-casa-propria-como-mais-posso-usar-o-meu-fgts</link>
					<comments>https://minhaseconomias.com.br/blog/minhas-economias-explica/alem-da-compra-da-casa-propria-como-mais-posso-usar-o-meu-fgts#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Aug 2022 17:00:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Minhas Economias Explica]]></category>
		<category><![CDATA[Consórcio]]></category>
		<category><![CDATA[FGTS]]></category>
		<category><![CDATA[Financiamento Imobiliário]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://granamap.com.br/?p=158374</guid>

					<description><![CDATA[<p>Além da aquisição de um imóvel, há outras cinco formas de uso do Fundo, como amortização da dívida ou liquidação do financiamento </p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br/blog/minhas-economias-explica/alem-da-compra-da-casa-propria-como-mais-posso-usar-o-meu-fgts">Além da compra da casa própria, como mais posso usar o meu FGTS?</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br">Minhas Economias</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Você tem alguma dúvida sobre como deixar as contas organizadas para ter sobra todo fim de mês ou sobre por onde começar a investir? E já pensou também sobre como reduzir as tarifas pagas ao seu banco?</em></p>
<p><em>Lidar com o dinheiro sempre suscita certa insegurança, mas com conhecimento é possível tomar a decisão mais inteligente para encarar o universo financeiro, seja na hora de investir, economizar ou se planejar.</em></p>
<p><strong>Como usar o FGTS para o pagamento da casa própria? Só posso utilizá-lo na hora da aquisição?</strong></p>
<p>Um dos usos mais conhecidos para os recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) é a compra de um imóvel, seja usando o saldo para a entrada ou para uma aquisição à vista. No entanto, existem outras utilizações para o dinheiro depositado na conta dos trabalhadores atreladas à casa própria.</p>
<p>São cinco as formas de uso. Além da aquisição, é possível usar o saldo do FGTS para amortizar a dívida, liquidar o financiamento, fazer o abatimento das prestações ou em consórcios imobiliários.</p>
<p>Para quem possui um imóvel financiado dentro do âmbito do SFH (Sistema Financeiro da Habitação), é possível usar o saldo para amortizar uma parte da dívida, ou seja, reduzir o saldo devedor. Essa amortização pode ser feita a cada dois anos.</p>
<p>Essa modalidade também está disponível para os contratos feitos dentro do SFI (Sistema Financeiro Imobiliário), mas só para os contratos firmados a partir de 12 de junho de 2021.</p>
<p>Só lembrando, o SFH é aquele em que o imóvel na hora da aquisição não pode exceder o valor de R$ 1,5 milhão e em que em geral os juros são um pouco mais baixos que os cobrados no SFI &#8211; nesse sistema, não há limite de valor de imóvel.</p>
<p>Da mesma forma que é possível utilizar o FGTS para a amortização, o mutuário pode usar na quitação do saldo devedor, encerrando o contrato. Essa modalidade está disponível para os financiamentos feitos pelo SFH e os dentro do SFI a partir de 12 de junho de 2021.</p>
<p>Nesses dois casos, o mutuário deve levar em conta os juros do financiamento e o quanto rende o FGTS. Em geral, o financiamento tem juros mais elevados e por isso é vantajoso utilizar o FGTS para a quitação.</p>
<p>Outro uso para o FGTS é utilizar o saldo para reduzir o valor das prestações. Nesse caso, o trabalhador pode usar o dinheiro que está em suas contas (lembrando que cada vínculo empregatício rende uma conta) para reduzir as prestações em até 80% por um período de 12 meses.</p>
<h2>Consórcio</h2>
<p>E ainda falando de imóveis, o FGTS pode também ser utilizado em consórcio de imóveis. O lance, que é uma das possibilidades de o interessado conseguir a carta de crédito para a compra do imóvel, pode ser feito com até 100% do saldo do FGTS.</p>
<p>Para isso, ele irá apresentar o extrato do FGTS à administradora do consórcio. Se o lance for aceito, a administradora, junto ao agente financeiro, irá iniciar os trâmites para a liberação dos recursos.</p>
<p>É também possível usar o FGTS para complementar o valor da carta. Por exemplo, a carta é de R$ 200 mil, mas o imóvel é de R$ 250 mil e o interessado possui R$ 50 mil no FGTS.</p>
<h2>Outras utilizações</h2>
<p>Embora seja mais comum a utilização do FGTS para assuntos relacionados a imóveis, o trabalhador tem outras formas de usar esses recursos.</p>
<p>Uma delas é quando ele é demitido sem justa causa. Nesse caso, tem acesso ao saldo da conta, mas só a referente à empresa que rompeu com o vínculo. Além disso, recebe 40% de multa paga pelo empregador.</p>
<p>Uma modalidade mais recente é o saque-aniversário, em que o trabalhador pode antecipar entre 5% e 50% do valor do saldo. O limite maior é para quando o saldo é de até R$ 500 e o menor, para quem tem mais de R$ 20 mil.</p>
<p>É importante lembra que se o trabalhador optar pelo saque-aniversário, perderá o direito a resgatar o FGTS em caso de demissão sem justa causa, recebendo apenas o valor da multa.</p>
<p>O FGTS também é liberado de forma integral quando o trabalhador se aposenta ou completa 70 anos.</p>
<p>Outro motivo para conseguir a liberação do FGTS é quando a empresa vai à falência. Nesse caso, os trabalhadores conseguem ter acesso aos depósitos que foram feitos pelo empregador.</p>
<p>Ainda falando de outros motivos emergenciais, é também permitido que o trabalhador ou dependente que tenha uma doença grave, como câncer, tenha acesso aos recursos do fundo.</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br/blog/minhas-economias-explica/alem-da-compra-da-casa-propria-como-mais-posso-usar-o-meu-fgts">Além da compra da casa própria, como mais posso usar o meu FGTS?</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br">Minhas Economias</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://minhaseconomias.com.br/blog/minhas-economias-explica/alem-da-compra-da-casa-propria-como-mais-posso-usar-o-meu-fgts/feed</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Euro mais barato que o dólar? Veja o que está em jogo e como se preparar para viajar</title>
		<link>https://minhaseconomias.com.br/blog/minhas-economias-explica/euro-mais-barato-que-o-dolar-veja-o-que-esta-em-jogo-e-como-se-preparar-para-viajar</link>
					<comments>https://minhaseconomias.com.br/blog/minhas-economias-explica/euro-mais-barato-que-o-dolar-veja-o-que-esta-em-jogo-e-como-se-preparar-para-viajar#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Minhas Economias]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Jul 2022 19:55:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Minhas Economias Explica]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[dolar]]></category>
		<category><![CDATA[Férias]]></category>
		<category><![CDATA[viagem]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://granamap.com.br/?p=157679</guid>

					<description><![CDATA[<p>Você tem alguma dúvida sobre como deixar as contas organizadas para ter sobra todo fim de mês ou sobre por onde começar a investir? E já pensou também sobre como reduzir as tarifas pagas ao seu banco? Lidar com o dinheiro sempre suscita certa insegurança, mas com conhecimento é possível tomar a decisão mais inteligente [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br/blog/minhas-economias-explica/euro-mais-barato-que-o-dolar-veja-o-que-esta-em-jogo-e-como-se-preparar-para-viajar">Euro mais barato que o dólar? Veja o que está em jogo e como se preparar para viajar</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br">Minhas Economias</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Você tem alguma dúvida sobre como deixar as contas organizadas para ter sobra todo fim de mês ou sobre por onde começar a investir? E já pensou também sobre como reduzir as tarifas pagas ao seu banco?</em></p>
<p><em>Lidar com o dinheiro sempre suscita certa insegurança, mas com conhecimento é possível tomar a decisão mais inteligente para encarar o universo financeiro, seja na hora de investir, economizar ou se planejar.</em></p>
<h2>Euro mais barato que o dólar? Veja o que está em jogo e como se preparar para viajar</h2>
<p>Após 20 anos, o euro chegou a ser negociado abaixo do dólar, o que significa dizer que a moeda da zona do euro perdeu força em relação à divisa dos Estados Unidos. Disputas geopolíticas e o cenário macroeconômico contribuíram para a chamada paridade das moedas, mas é importante saber como isso pode afetar a vida de quem quer viajar para o exterior.</p>
<p>Na última quarta-feira (13), o dólar chegou a valer 0,99 euro e, ao fim dos negócios, as duas moedas fecharam no mesmo patamar. Por trás desse ovimento, está uma desvalorização da ordem de 12% do euro no ano e de 18% em 12 meses.</p>
<p>São três os fatores que explicam esse movimento.</p>
<p>O primeiro é o diferencial entre as taxas de juros dos Estados Unidos e da zona do euro. O Fed (Federal Reserve, o banco central americano) já deu início ao processo de aperto monetário, aumentando os juros para conter a inflação. Nos Estados Unidos, a taxa básica está entre 1,50% e 1,75% ao ano e nos países que adotam o euro, está zerada. Isso faz com que os investidores migrem parte dos recursos para o mercado americano, que oferece retornos maiores.</p>
<p>O segundo fator é a inflação. Embora seja um problema global, na Europa, ele é agravado pelo aumento dos preços de energia decorrente da guerra entre Ucrânia e Rússia.</p>
<p>E o terceiro aspecto diz respeito ao baixo crescimento da Europa, que também é agravado pela guerra. Com menos expansão e com a pressão nos preços, a moeda acaba perdendo força frente a outras divisas também consideradas fortes.</p>
<p>&#8220;Os Estados Unidos estão com um crescimento mais robusto e projeções melhores. Já na Europa, o conflito é recessivo e inflacionário para a região&#8221;, diz Wagner Varejão, especialista da assessoria financeira Valor Investimentos.</p>
<p>Para Varejão, não há perspectiva para que o euro volte a ganhar força em relação ao dólar e é possível que, no curto prazo, a moeda europeia volte a ser cotada abaixo de US$ 1,00.</p>
<h2>Compra de euro no Brasil</h2>
<p>No Brasil, essa paridade entre o dólar e o euro, no entanto, não é total. Mesmo que no mercado internacional US$ 1 seja equivalente a 1 euro, a cotação das duas moedas aqui não será exatamente equivalente.</p>
<blockquote><p>O dólar Ptax fechou nesta quinta-feira a R$ 5,43 e o euro, a R$ 5,45. Nas casas de câmbio, o dólar turismo é negociado a partir de R$ 5,65 e o euro, a partir de R$ 5,70, segundo a Melhor Câmbio, plataforma que reúne a oferta de diferentes instituições.</p></blockquote>
<p>Essa diferença ocorre porque não há uma conversão direta entre a moeda brasileira e o euro, uma vez que o dólar é a moeda predominante nas relações comerciais entre os países e também é a principal referência para as reservas internacionais do Brasil &#8211; mais de 80% dos recursos estão alocados em ativos em dólar. Na prática, é preciso converter do real para o dólar e do dólar para o euro, o que dificuldade que a paridade seja de 100%.</p>
<p>Isso significa que, para o Brasil, é mais relevante saber se o real se fortalece ou se enfraquece diante do dólar do que a oscilação do euro. Um real desvalorizado significa uma cotação mais alta do dólar, o que encarece o preço dos insumos e de produtos importados, mas ajuda empresas exportadoras. E um enfraquecimento do euro frente ao dólar não significa necessariamente que o real também esteja se desvalorizando.</p>
<h2>Férias na Europa</h2>
<p>Para quem pretende viajar para a Europa, essa perda do valor do euro faz com que a cotação aqui esteja um pouco mais barata, mesmo que não seja igual à do dólar. O euro iniciou o ano a R$ 6,30 e agora está em R$ 5,45, ou seja, uma queda de 13,5%.</p>
<p>Isso torna os gastos de uma viagem para a Europa um pouco mais acessíveis. Mas é importante frisar que nem toda a viagem ficará mais barata.</p>
<p>Na hora de planejar as férias, o consumidor precisa lembrar que reservas de hotéis pagas no cartão serão cobradas em dólar &#8211; e depois convertidas para reais na fatura.</p>
<p>As passagens aéreas também estão mais caras, mesmo que o destino seja a Europa. Isso porque os custos das companhias são atrelados à variação da cotação do dólar e do petróleo no mercado internacional. A inflação desse item está em 122,40% nos 12 meses encerrados em junho, segundo dados do IBGE.</p>
<p>Levando tudo isso em conta, é preciso decidir como serão comprados esses euros. Assim como ocorre com o dólar, o turista que vai para a Europa pode comprar a moeda em espécie ou no cartão pré-pago. A primeira opção tem um IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) de 1,1%. Já no cartão pré-pago, a alíquota é mais salgada, de 6,38% (igual à do cartão de crédito no exterior).</p>
<p>Nas casas de câmbio, o preço da divisa internacional no cartão pré-pago costuma ser inferior ao do papel moeda. No entanto, na conta final, sairá mais caro devido ao IOF.</p>
<p>Em uma casa de câmbio de São Paulo, o euro é vendido a R$ 5,673 no papel moeda e a R$ 5,685 no pré-pago nesta quinta-feira. O cartão sai mais em conta porque não há o custo de transporte e de segurança das cédulas. Após a aplicação do IOF, que é de respectivamente 1,1% e 6,38%, a diferença aumenta e o preço final sobe para R$ 5,74, em espécie, e R$ 6,05, no cartão pré-pago</p>
<p>Por fim, e mais recente, há as <a href="https://trademap.com.br/agencia/minhas-financas/dolar-a-r-5-e-hora-de-comprar-veja-as-opcoes-mais-vantajosas-para-adquirir-a-moeda-americana" target="_blank" rel="noopener">contas internacionais</a> como as da Wise, em que é possível fazer a compra de euros diretamente em reais (sem ter a conversão prévia para dólares). Nesse caso, o cliente vai fazer uma remessa de sua conta em reais para a conta global e o IOF será de 1,1%. Esse cliente vai receber um cartão de débito para fazer as despesas no exterior. Nesta quinta, essa seria a alternativa mais vantajosa, com o euro cotado a R$ 5,59 na Wise.</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br/blog/minhas-economias-explica/euro-mais-barato-que-o-dolar-veja-o-que-esta-em-jogo-e-como-se-preparar-para-viajar">Euro mais barato que o dólar? Veja o que está em jogo e como se preparar para viajar</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://minhaseconomias.com.br">Minhas Economias</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://minhaseconomias.com.br/blog/minhas-economias-explica/euro-mais-barato-que-o-dolar-veja-o-que-esta-em-jogo-e-como-se-preparar-para-viajar/feed</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
