Apesar da alta que o dólar vem ‘sofrendo’ nos últimos meses, os indicadores de gastos no exterior continuam crescendo. Muito disso, claro, deve-se à melhora na renda da população brasileira. Com mais dinheiro sobrando, o sonho de visitar Orlando, Nova York ou Paris fica mais próximo.

Porém, a desvalorização do Real intensificou-se nos últimos meses e não há indicativos de que esta tendência irá mudar no curto prazo, muito pelo contrário. Neste cenário, como fica a vida de nossos aspirantes a viajantes internacionais?

Se você está pensando em viajar para o exterior, é bom começar a se planejar desde já. Em primeiro lugar, lembre-se que um orçamento para a sua viagem tornou-se imprescindível agora, já que os custos serão mais altos. Se você não tiver isso na ponta do lápis, será muito fácil voltar descansado e feliz da viagem …. mas ao mesmo tempo endividado!

Planeje cada gasto que irá ter (transporte, hospedagem, refeições, lembranças, compras em geral, etc.) e faça um controle rígido para cada um destes items.

Outro ponto importante é a forma de pagamento, ainda mais agora que a grande maioria delas já está com a incidência alta de IOF. Uma dica é tentar adiantar algumas compras, principalmente daqueles items que podem ser pagos em Reais. Por exemplo, algumas redes de hotéis interncacionais aceitam o pagamento da diária em Reais, pela internet. Porém, leia atentamente as condições de cancelamento, pois pode haver algum tipo de multa ou taxa.

Quanto à questão do cambio, o importante é não tentar ‘adivinhar’ quando a taxa de conversão estará melhor para você. Na verdade, nem o profissionais que vivem somente disso teriam esta resposta. Assim, o ideal é já ir pouco a pouco comprando dólar (ou a moeda do país para onde você irá viajar) para que você fique um pouco mais longe das flutuações do cambio.

Outra alternativa é investir em algum fundo cambial, para que o seu valor em Real acompanhe uma eventual valorização da moeda estrangeira. Mas não esqueça de ler atentamente as condições destes fundos, principalmente com relação às taxas cobradas e à liquidez.

Você tem mais alguma dica? Mande para nós e compartilhe suas ideias! Escreva para contato@minhaseconomias.com.br e boa viagem!