Todos conhecemos a fábula da Lebre e da Tartaruga. Ela nos ensina que valores como a persistência e a determinação são muito importantes em nossa vida. Mas além da fábula, será que a Tartaruga pode nos ensinar algo mais sobre a Educação Financeira?

Talvez sim. A Tartaruga é um animal bem “sui generis” seu modo de vida para nos trazer algumas dicas. Vamos falar aqui especificamente da Tartaruga Marinha.

1. Vida Longa e Próspera!
As tartarugas marinhas podem chegar a medir cerca de 2 metros e pesar até impressionantes 600 kg! Mas o mais impressionante é a idade: elas chegam a viver mais de 100 anos.

Muito? Existem outras espécies de tartarugas que vivem até bem mais que isso, mas escolhemos as marinhas pois neste aspecto (idade) elas se parecem muito conosco. A nossa idade média ainda não chegou aos 100 anos … mas não duvido que em pouco tempo chegaremos neste patamar.

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Com as novidades nas áreas de saúde e prevenção, estamos vivendo cada vez mais. Apesar de todo mundo saber disso, é difícil ‘cair a ficha’. E assim não nos preparamos para este futuro que, acredite, não está muito longe.

E mais que viver muito, é preciso viver bem. A sua condição financeira irá representar um importante aspecto em sua vida ‘mais adulta’, mas há outros pontos também a serem considerados: saúde, motivação para continuar interagindo com outras pessoas e com o mundo e capacidade produtiva são alguns exemplos.

Por isso, você precisa pensar com uma tartaruga! Ou seja: esteja preparado para viver até 1 século!

2. Você não precisa ser bom em tudo. Aproveite suas características.

A tartaruga marinha, quando está em terra firme, se movimenta muito lentamente. Não é seu ponto forte, não importa o quanto se esforce.

Mas quando está na água, ela pode atingir uma velocidade de 20 km/hora! Na água, a tartaruga encontra o seu verdadeiro ‘habitat’.

O que se pode aprender com isso? Pense nos seus investimentos: é importante entender qual o seu perfil para então escolher as melhores opções para você.

A análise do seu perfil vai lhe ajudar a entender qual o seu melhor ‘habitat’. Por exemplo, será que você se sente melhor com investimentos conservadores? Ou de maior risco? De curto ou longo prazo?

Lembre-se, você não precisa estar em todos os tipos de investimento ao mesmo tempo. Mas é sempre bom não ficar em somente um tipo específico: experimentar algo novo, com parcimônia, é sempre interessante. Afinal, até a tartaruga marinha tem que vir à terra de vez em quando!